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Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 530

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Capítulo 530: Resgate?

As pálpebras de Atena tremularam—a exaustão pesando sobre seus cílios—quando ela sentiu o guarda corpulento parar, e abriu os olhos para encontrar um mundo sombrio e cruel.

A câmara era úmida—tão úmida que se agarrava à sua pele como suor, embora ela se sentisse fria. A única lâmpada pendurada no centro do teto piscava esporadicamente, zumbindo como se estivesse protestando em sua última hora na terra.

Sua luz trêmula esculpia sombras quebradas pelas paredes, iluminando canos de metal, manchas de ferrugem e as silhuetas tênues de ratos correndo atrás de caixotes.

Seu olhar foi arrastado adiante, se fixando em uma banheira de metal massiva no centro da sala. Uma panela—não, um caldeirão—grande o suficiente para caber dois adultos. Vapor sibilava de sua superfície, subindo como dedos fantasmagóricos.

Debaixo dela, chamas lambiam constantemente a base, aquecendo-a até uma fervura tumultuada e furiosa. As bolhas se espatifavam contra as laterais com estalos violentos.

Um arrepio deslizou pela espinha de Atena. Será que iam… jogá-la lá dentro?

Seu fôlego prendeu, tremendo. Seu peito dolorido latejando. Sua garganta queimava. E, ainda assim, ela se encontrou tremendo.

Ela não teve muito tempo para pensar. O guarda que a segurava empurrou-a para frente, cadeira e tudo. Seu corpo colidiu com o chão, o impacto abalando seus ossos.

Ela arfou agudamente enquanto a dor atravessava suas costelas. O guarda cuspiu um insulto em uma língua que ela não se importava em entender, então agarrou a cadeira rudemente e a puxou para cima.

O movimento a deixou tonta—a luz piscou manchada e branca nas bordas de sua visão.

Momentos depois, passos ecoaram do corredor. Pesados. Vários pares.

Athena engoliu em seco.

Três guardas arrastaram Ewan para dentro da sala—não, carregaram-no, porque suas pernas não se moviam. Ele parecia mal consciente, a cabeça pendida para frente, o cabelo caindo sobre o rosto.

Eles o jogaram rudemente perto dela, a cerca de quatro pés de distância. Ele gemeu, mas não levantou a cabeça.

Seu coração se contorceu dolorosamente.

Então Herbert entrou.

Seus sapatos polidos fizeram barulho contra o chão de cimento, sua respiração constante, quase entediada. Antonio o seguiu atrás, girando a mesma faca que usou para matar Victoria mais cedo. Sua lâmina cintilava sob a lâmpada oscilante, capturando flashes de laranja do fogo.

Herbert juntou as mãos atrás das costas.

“Bem,” ele começou casualmente, “não vamos perder mais tempo.”

O pulso de Athena acelerou.

Ele direcionou sua atenção para Ewan.

“A pesquisa,” disse Herbert simplesmente. “Onde está? Sua mãe a deixou para você. No momento em que completasse vinte e um anos, teria acesso. Como se ela soubesse que sua morte estava se aproximando.”

Seus olhos se estreitaram. “Então. Me diga. Onde está?”

Ewan ergueu a cabeça lentamente, como se cada centímetro de movimento lhe custasse fragmentos de sua vida. Sua voz estava rouca, quebrada nas bordas.

“Eu falo… mas só se Atena for libertada.”

A respiração de Atena falhou. Não.

Ela queria balançar a cabeça, gritar, Não faça isso, mas a dor apertava seus músculos com força. Seu pescoço parecia esculpido em pedra. Até mesmo tentar engolir trazia lágrimas aos seus olhos.

E então—ela começou a chorar novamente.

Ela ficou espantada de ainda conseguir. Não tinha bebido água há mais de três dias, não tinha comido nada sólido e não tinha dormido adequadamente. Ela não sabia de onde seu corpo encontrava a umidade, mas as lágrimas escorriam de qualquer maneira, molhando suas bochechas machucadas.

Herbert soltou uma risada. Cruel.

“Você acha que tem escolhas aqui?” ele perguntou zombeteiramente. Ele fez um pequeno gesto.

Um dos guardas deu um passo atrás de Atena, agarrou a cadeira à qual ela estava amarrada e a levantou facilmente.

Atena choramingou enquanto ele a carregava, ainda amarrada, em direção à câmara fervente. O calor batia em seu rosto quanto mais perto ela chegava. O vapor picava seus olhos. O sibilo borbulhante soava como um demônio respirando.

Ele a segurou na borda—um movimento errado e ela cairia diretamente na água escaldante.

Herbert repetiu calmamente, “Agora. Onde. Está. A pesquisa?”

Antonio, enquanto isso, continuava a rir histéricamente enquanto pressionava a ponta da faca na coxa de Ewan. Ele arrastou a lâmina levemente, cortando linhas rasas.

Ewan rangeu os dentes, um gemido rasgando-o.

“Um milagre…” Atena sussurrou trêmula, mal audível. “Por favor… qualquer milagre…”

Qualquer coisa para parar essa loucura.

E então alguém entrou na sala.

Por um momento, Atena pensou que sua oração havia sido atendida. Mas sua esperança desmoronou instantaneamente.

Alfonso entrou no batente da porta, sorrindo com desdém.

Ela havia esquecido que ele existia—esquecido que ele tinha sido capturado pelos homens de Herbert antes.

Ver ele agora, encostado casualmente no marco da porta, fez seu estômago revirar de choque.

Alfonso estalou a língua.

“Olhe para o seu rosto,” ele zombou de Atena. “Você realmente esqueceu de mim.”

Ele deu uma risada aguda. “Não se preocupe, não estou aqui para te salvar. Só estou aqui para assistir. Para todo o seu falatório alto sobre ser poderosa…”

Antonio gargalhou. “Certo?”

Bem quando Herbert inclinou a cabeça em direção ao guarda segurando Atena—”Incline-a um pouco.”—Ewan desmoronou.

“Eu vou falar!”

Atena engasgou, “Não—”

Mas sua voz era pequena demais, fraca demais. Seu sussurro se afogou entre as risadas e a água fervente.

Ewan olhou para ela—olhos brilhando com lágrimas não derramadas. Desculpas. Medo. Desespero.

Ele abriu a boca para falar, mas uma explosão retumbou pelo corredor do lado de fora.

Todo o cômodo estremeceu. A lâmpada balançou selvagemente, piscando e apagando. Poeira caiu do teto.

Antonio e Herbert se entreolharam em confusão.

“O que foi isso?” Antonio latrou para os guardas.

“Parem de ficar parados como idiotas! Vão verificar!” Herbert ordenou.

Um guarda correu para fora.

Silêncio.

Um batimento.

Dois batimentos.

O guarda não voltou.

Em vez disso, tiros explodiram no corredor. Rápidos. Afiados. Perto.

Herbert xingou alto. “Basta! Joguem-nos!”

Ele pegou uma arma do cinto de um dos guardas. Antonio apanhou outra. Alfonso puxou uma pistola da cintura.

O guarda segurando Atena, pausou, apenas esperando seu colega entregar Ewan, para que pudesse empurrar o duo ao mesmo tempo.

Morte do casal. Ele refletiu. Romeu e Julieta.

Atena, enquanto isso, ainda esperava por um milagre—com os gritos que seus ouvidos cansados puderam captar vindo dos cômodos acima, esperando com lágrimas fluindo livremente dos seus olhos.

Especialmente quando ela viu Ewan sendo arrastado mais perto. Viu seus olhos aterrorizados. Viu lágrimas escorrendo pelas suas bochechas, refletindo a luz do fogo.

Então, uma silhueta surgiu na porta.

Um homem. Mais velho. Segurando uma arma.

Seu fôlego morreu em sua garganta.

Seu avô.

“Vô…” ela engasgou.

Mas antes que pudesse dizer seu nome completamente—antes que pudesse sequer acreditar no que estava vendo…

Tiros explodiram através do cômodo.

Vários disparos dirigidos ao seu velho.

“NÃO!” Atena gritou. O som rasgou de sua alma, primal e cru.

E então ela caiu.

O guarda perdeu a pegada no meio da comoção.

Sua cadeira balançou para baixo… Um espirro de água… Sua cabeça bateu contra a base de metal da banheira… e tudo ficou preto.

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