Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 511

  1. Home
  2. Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus!
  3. Capítulo 511 - Capítulo 511: Pontas Soltas III
Anterior
Próximo

Capítulo 511: Pontas Soltas III

“Você sabe que precisaremos de testemunhas para este caso.”

A voz de Ewan era suave, envolvendo a consciência de Atena enquanto ele deslizava a mão pela cintura dela, puxando-a para perto. O calor dele pressionava seu corpo, ancorando-a, mesmo quando seus pensamentos se dirigiam à visita à prisão.

Ele estava diligentemente lembrando-a das necessidades do caso enquanto ela se preparava para visitar Cedric sozinha. Isso era diferente do conselho dos anciãos, onde tudo era válido — pois até mesmo a gravação poderia ser considerada verdade sob compulsão.

Atena assentiu, sua mente elaborando o pensamento. Ela já havia enviado a adição ao advogado, que a encaminharia no dia seguinte para o advogado que representava Cedric e sua família — um julgamento por assassinato além de fraude.

Qual testemunha se sustentaria? Connor? Mas isso não colocaria sua liberdade em risco, considerando que ele não era exatamente justo?

Ela perguntou isso a Ewan, e ele parou, a testa franzida, profundo em pensamento. “Eu vou cuidar disso,” ele finalmente disse, a voz firme, tranquilizadora. “Vou ligar para meu antigo chefe também.”

Os lábios de Atena se curvaram em um pequeno sorriso agradecido. Ela confiava nele completamente; se alguém poderia resolver isso, era seu belo noivo.

Ele a puxou para mais perto, as mãos apertando em torno de sua cintura, a voz dele descendo para um tom rouco. “Você tem certeza de que quer ir sozinha?”

Ela respirou um sim, sentindo o calor da proximidade dele.

Ele se inclinou, roçando os lábios nos dela, e Atena sentiu o mundo se reduzir apenas àquilo — a pressão de sua boca, o calor de suas mãos.

O beijo dele se aprofundou, gentil no início, depois selvagem e consumindo, provocando nela um calor que fazia seu pulso martelar nas veias. Ela gemeu o nome dele suavemente, o som vibrando entre eles, uma confissão secreta de necessidade.

Finalmente, ele se afastou, ofegante, mas pressionando os lábios na testa dela. “Podemos continuar quando você voltar,” ele sussurrou, olhos escuros de desejo.

Atena permaneceu por um momento em seu abraço, uma parte dela desejando que pudessem ignorar o mundo lá fora e se entregar completamente ao desejo que sempre fervia entre eles — perguntando-se se agora finalmente iriam além de beijos e toques entorpecentes.

Ela não conseguia entender por que ele estava esperando quando ambos os corpos precisavam se fundir como um só

Mas ela finalmente deu um passo para trás, sentindo uma mistura de frustração e desejo, a dor palpitante da antecipação correndo por ela.

“Eu te vejo mais tarde então…”

—

Rodney a levou ao centro prisional.

Atena observou pela janela enquanto a cidade dava lugar a um complexo fortificado e austero. Altas paredes encimadas por arame farpado cercavam o espaço. Torres de vigia pontuavam o perímetro, suas silhuetas escaneando incansavelmente.

Os edifícios no interior eram imponentes, concreto e aço, com janelas gradeadas e checagens de segurança rigorosas. Veículos da administração patrulhavam lentamente, oficiais em uniformes impecáveis andando pelo local. O ar tinha um cheiro metálico, ligeiramente misturado com diesel dos furgões de segurança estacionados.

Quando o carro parou, Atena desceu, os saltos clicando contra o concreto enquanto ela seguia Rodney em direção à entrada. Dois guardas armados checaram sua identidade, os rostos neutros, mãos pairando próximas aos coldres.

As portas pesadas se abriram, levando a uma área de recepção estéril, luzes fluorescentes lançando um brilho severo sobre a sala. O olhar de Atena capturou o interior severo — os bancos fixados ao chão, o vidro reforçado separando visitantes de detentos, os detectores de metal e scanners que faziam cada visitante pausar com pequena apreensão.

Ela foi conduzida por um corredor estreito até a sala de espera, onde Cedric seria trazido para ela. As paredes eram pintadas de um bege insosso, adornadas apenas com placas de saída de emergência. Um leve zumbido do sistema de ventilação preenchia o silêncio. O tique-taque de um relógio soava assustadoramente alto no espaço silencioso.

O pulso de Atena acelerou levemente enquanto ela esperava, as mãos dobradas com elegância em seu colo. Mas não de medo ou nervosismo, mas de excitação. Afinal, ela estava ali por uma única razão — provocar seu primo azarado.

Alguns minutos depois, Cedric foi conduzido para a sala. Ele parecia abatido, a carne em seu rosto pálida e macilenta, mais magro do que da última vez que ela o vira. Seus olhos escuros estavam cautelosos, brilhando de raiva quando ele a avistou.

Os lábios de Atena se curvaram em um sorriso, enquanto ela quebrava a tensão.

“A prisão lhe cai bem,” ela disse levemente, embora seus olhos tivessem malícia.

Cedric rangeu os dentes em resposta. “Não vou ficar aqui por muito tempo,” ele murmurou, a voz baixa e perigosa. Então, quase abruptamente, ele perguntou, “O que você quer?”

Atena deu de ombros, sua expressão casual. “Vou adicionar um julgamento por assassinato ao caso.”

Cedric deu uma risada seca, um som oco que ecoou na pequena sala, ainda recusando-se a se sentar. “Do que você está falando?”

Ela inclinou o telefone, mostrando-lhe o vídeo. O rosto dele empalideceu ao assistir, a cor se esvaindo até ele ficar quase branco.

O sorriso de Atena se alargou. “Você não vai a lugar nenhum,” ela provocou, mostrando os dentes. “Se algo, toda a sua família se juntará a você aqui.”

Ele gaguejou, descrença e desespero permeando sua voz. “Você não conseguiria… o tribunal não aceitará a prova!”

Ela balançou a cabeça, simpatia simulada nos olhos. “Existem testemunhas.” Ela podia ver o pânico crescendo nele, e isso a agradava.

Cedric se abaixou levemente, mas então a alcançou, os movimentos rápidos para o pescoço dela, as pernas longas cobrindo a distância entre eles em segundos.

Atena permitiu que ele a segurasse, sabendo que câmeras estavam capturando o movimento de múltiplos ângulos, sua mente deleitando-se na orquestração perfeita.

Ele murmurava palavras incompreensíveis, ameaças saindo de seus lábios enquanto os guardas avançavam.

“Você vai se arrepender disso!” ele gritou, lutando contra eles enquanto o puxavam.

O sorriso de Atena não vacilou, mesmo quando ela saiu da sala estéril.

“Peço desculpas,” ela disse levemente aos guardas que encontrou do lado de fora da sala.

Eles deram de ombros, cientes de sua identidade.

“… Mas garantam que ele não tenha acesso a um telefone até amanhã à noite, nem visitantes.”

Os guardas assentiram, reconhecendo a ordem.

Então ela os recompensou graciosamente e saiu da prisão, o sorriso ainda presente em seus lábios.

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter