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Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 500

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Capítulo 500: Última Invasão? II

A casa estava assustadoramente silenciosa agora, exceto pelo estalo ecoante dos tiros se desvanecendo pelo corredor. A fumaça pairava no ar—uma lembrança turva da batalha que havia se desenrolado momentos atrás.

Ewan se moveu rapidamente, arma apontada à frente, suas botas esmagando as cápsulas espalhadas pelo chão. Cada canto, cada porta, cada sombra era uma ameaça potencial.

Ele já havia verificado quatro quartos no andar de cima, todos vazios do que ele queria—nenhum Kael, nenhum Alfonso. Apenas membros inconscientes da gangue espalhados em sangue e poeira, o ar pesado com o cheiro de pólvora e tecido queimado.

Seu maxilar se apertou. “Nada,” ele sibilou, sua voz baixa mas com um toque de irritação. “Nenhum sinal de qualquer um deles.”

Atena apareceu no final do corredor, seu capacete preso sob um braço agora que o barulho tinha diminuído. Seus olhos, afiados por trás da fumaça, buscaram seu rosto antes de pousarem na pistola em sua mão. “Você está ficando frustrado.”

“Não estou frustrado,” Ewan disse rapidamente, então suspirou. “Tudo bem, estou. Nós já passamos por quase toda a casa. Eles não estão aqui.”

Atena caminhou mais perto, a roupa escura se agarrando a ela como uma segunda pele—preto fosco e leve, projetada para flexibilidade e silêncio. “Spider disse que há um laboratório subterrâneo,” ela lembrou, jogando a trança para trás. “Se eles estiverem em algum lugar, será lá. Talvez escondidos com os gêmeos.”

Ele assentiu uma vez. “Então é para lá que vamos.”

Antes que pudessem se mover, a voz de Zane veio pelos comunicadores—ligeiramente ofegante, tingida de surpresa.

“Uh, Ewan. Atena. Vocês talvez queiram ver isso.”

Encontraram Zane em um pequeno quarto perto da ala leste. Ele estava agachado ao lado de uma cama, a arma pendurada frouxamente ao seu lado. No chão havia uma garota—talvez nove anos—tremendo sob um cobertor esfarrapado. Seus olhos pareciam preocupados, assombrados.

“Ela estava escondida na sala de armazenamento,” Zane explicou. “Nome é Cairo. Encontrada por um dos nossos homens. Não diz nada sobre como chegou aqui…” Uma pausa. “Atena, ela parece desafiadora. Relacionada a eles?”

Atena assentiu. “Esta é a Cairo. Filha de Maria.”

Ela se ajoelhou ao lado da garota, seu tom gentil. “Está tudo bem,” ela disse, oferecendo-lhe uma mão. “Você está segura agora.”

Os dedos de Cairo tremeram enquanto ela alcançava. “Você está aqui pela minha família, não está, Doutora Atena?”

Atena assentiu, não vendo razão para mentir. “Eles fizeram algo ruim. E é hora de eles lidarem com as consequências.”

Cairo começou a chorar. “Por favor, não os mate. Não mate minha mamãe.” Soluços. “Minha mãe não quer estar aqui… por favor…”

A expressão de Atena endureceu. Ela se virou para um dos agentes. “Fique com ela. Proteja-a. Ninguém chega perto dela sem autorização.”

“Sim, senhora.”

O olhar de Ewan encontrou o dela — entendimento silencioso passando entre eles. Heronica provavelmente estava certa quando disse que Maria queria sair.

Será que vão deixá-la ir?

A voz de Spider rachou novamente em seus ouvidos, interrompendo seus pensamentos.

“Coordenadas atualizadas. A entrada do laboratório deve estar na última sala no andar inferior. Procurem por uma anomalia atrás das estantes—vocês saberão quando virem.”

Saberão quando virem? Atena esperava que sim.

Ela estava começando a ver que Spider podia ser bastante otimista.

Eles se moveram juntos pelas escadas estreitas, o ar ficando mais frio, mais pesado, como se a própria casa quisesse manter seus segredos enterrados. A porta final abriu-se para o que parecia ser um simples quarto de hóspedes—papel de parede creme, uma cama de casal cuidadosamente arrumada, cortinas fechadas sobre a janela. Um abajur brilhava tenuemente ao lado da cama, piscando a cada poucos segundos.

Sandro examinou a sala. “Não parece uma entrada de laboratório para mim.”

Ewan guardou sua arma brevemente, passando os dedos pelas prateleiras de livros que a Aranha mencionara. Estavam empilhadas com capas duras e revistas, textos médicos antigos e volumes de psicologia.

“Aranha,” ele disse no microfone, “estamos dentro. Mas não há nada incomum aqui.”

A voz da Aranha estava calma. “Confira as prateleiras. Procure por algo que não pertença – talvez um gatilho ou painel falso.”

Atena passou a mão pelas lombadas dos livros, os olhos examinando cada título. Anatomia, Biologia, Patologia—

Sua mão congelou sobre um. Peter Pan?

Ela piscou. “Este livro…” murmurou. “É o favorito de Kathleen.”

Sem pensar, ela o puxou.

Houve um clique suave.

A prateleira roncou—um som profundo e mecânico—e então todo o quadro moveu-se para trás, rangendo contra trilhos ocultos antes de deslizar para revelar um corredor estreito e completamente escuro. Um sopro de ar frio e estéril saiu.

Os lábios de Ewan curvaram-se levemente. “Boa captura.”

Atena exalou, a adrenalina estabilizando seu pulso. “Pronto?”

“Sempre.”

Ela gesticulou silenciosamente para a equipe. Todos ativaram seus óculos de visão noturna; uma suave luz verde piscava nas lentes. Eles evitaram usar lanternas—quanto menos luz, melhor. Se o laboratório fosse à prova de som, eles tinham a vantagem da surpresa.

À medida que o último homem entrou, a prateleira atrás deles fechou automaticamente com um sibilo, selando-os dentro.

O corredor estendia-se longo e estreito, construído de pedra não polida, o chão úmido e irregular. Suas botas mal faziam som enquanto avançavam, armas levantadas.

Então, depois do que parecia uma eternidade, o corredor se alargou, revelando uma enorme câmara subterrânea.

Era um laboratório.

Tubos fluorescentes pendiam do teto, sua luz estéril e fantasmagórica, iluminando fileiras de mesas de metal. Recipientes de vidro alinhavam as paredes, alguns preenchidos com líquidos turvos, outros vazios mas manchados com resíduos. O zumbido suave das máquinas se misturava com o gotejar rítmico da condensação.

E no centro de tudo isso—sentados casualmente em bancos de aço, um em cada mesa oposta, demarcados por apenas um espaço fino—estavam os médicos gêmeos.

Maria e Mateus.

Eles pareciam quase serenos, como se estivessem esperando companhia.

Mateus foi o primeiro a notá-los. Ele sorriu—não com calor, mas com a lenta curvatura de um predador. Seu jaleco estava salpicado com algo que parecia suspeitosamente sangue.

Atena olhou para ele com desconfiança, antes de seus olhos se voltarem para Maria.

Maria, que estava sentada, curvada, sua respiração superficial, uma mão pressionada contra o abdômen. Havia uma tensão ao redor de seus olhos—dor, exaustão, e algo mais. Medo.

Atena abaixou levemente sua arma, os olhos flickando entre eles, a compreensão surgindo. “O que vocês fizeram com ela?” ela exigiu.

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