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Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 490

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Capítulo 490: Night Talks IV

Atena ficou chocada até os ossos.

Que tipo de história distorcida era essa? Seu pulso acelerou enquanto ela olhava fixamente para o espaço, seus dedos dormentes sobre o colo.

Tendo conhecido e visto Connor em ação, ela sabia que ele era quase desumano—frio, estranho, com uma obsessão por matar, torturar e sangue.

Mas ela também sabia que ele era leal a Ewan. Talvez porque Ewan tivesse sido seu chefe na máfia? Talvez fosse o mesmo caso com o pai dele, sendo leal a John, o antecessor de Ewan?

Ainda assim, por que então ele pegaria dinheiro de sua avó? A contradição torceu o interior de Atena.

Ela não achava que John estava ciente disso, ou ele teria contado a Ewan. Isso indicava então que o pai de Connor tinha sido uma cobra.

Ele teve sorte de não estar vivo. Atena refletiu amargamente, a raiva subindo novamente, seu maxilar se apertando.

Também era seguro dizer que o pessoal de Cedric sabia da tentativa de Florence contra suas vidas, sabia que ela os suspeitava, e tinha ficado quieto como resultado disso—não querendo provocar o velho Sr. Thorne.

O peso disso pressionava seu peito. O que acontece agora então?

Ela olhou para seu avô. Ele ainda estava lutando com a revelação, sua expressão tensa e pálida, seus dedos tremendo onde repousavam no joelho.

Era o fato de que sua irmã foi confirmada como a assassina de seu único filho—ou o fato sobre o pai de Connor?

“Onde está o velho chefe? Onde está John?” o velho Sr. Thorne perguntou finalmente, sua voz rompendo o silêncio como um chicote. O aço em seu tom fez todos estremecerem.

“Ewan não me contou a localização. Mas…” ela pausou, estabilizando a respiração. “Ele é um missionário agora. Casou-se, e se converteu. Ele não tem tido nada a ver com a gangue desde que entregou tudo.”

Florence exalou, pressionando o dedo no centro da testa como se para acalmar uma dor de cabeça martelante. “Boa escolha para ele. Ele é um homem de sorte.”

Ela inalou profundamente—uma, duas vezes, então novamente—antes de sussurrar, quase para si mesma, “Tenho certeza de que Emily gostaria que perdoássemos ele.”

Atena soltou um suspiro de alívio que nem sabia que estava segurando. Pelo menos, teria uma boa notícia para contar a Ewan quando fosse até ele para se desculpar. Ela engoliu em seco, lembrando-se desse dever iminente.

Ele a perdoaria por tomar o que pertencia à sua família?

O pensamento fez seu estômago se retorcer.

Ele tinha sido frio em seu casamento—distante—não porque a odiasse, mas porque pensava que ela tinha conspirado com Zack para manter uma terra longe dele.

Agora muito mais uma empresa?

Seus nervos não a deixavam ficar parada. Ela esfregou as palmas das mãos e respirou fundo novamente.

“E Cassandra?” Gianna perguntou, abordando o mais novo elefante na sala, sua voz afiada com uma fúria mal disfarçada. “Vamos deixá-los ir também?”

Pelo tom de sua amiga, Atena sabia que ela esperava o contrário. Ela observou seu avô dar de ombros lentamente, seu rosto se apertando com uma resolução sombria.

“Talvez. Talvez não. Eu os farei sair da toca…” Uma pausa. “As ações deles terão uma consequência adequada…”

Atena não tinha certeza de que entendia o que seu avô estava falando, mas assentiu mesmo assim, observando a sombra nos olhos dele.

“Você vai entregar a empresa para Ewan, certo?”

Atena assentiu novamente, suas sobrancelhas se franzindo. “Eu tenho que fazer isso.”

“Claro. Isso também tornaria sua transição como herdeira da minha empresa mais suave e fácil. Farei o anúncio na próxima reunião do conselho. Rebaixar Cedric para uma posição inferior. Isso vai agitar bastante as coisas… os tornaria desesperados, imprudentes. Um leopardo dificilmente muda suas manchas. Eles planejarão atacar novamente—só que desta vez será diferente…”

Seus lábios se comprimiram em uma linha fina, seus punhos firmemente fechados sobre o colo.

Atena assentiu lentamente, seu olhar deslizando para Florence. Ela parecia concordar com o plano do marido, seus olhos brilhando levemente à luz do abajur.

“Certamente, a vida está do nosso lado desta vez. Eles pagarão pelo mal que me fizeram, em troca do bem que eu sempre lhes dei”, concluiu o velho Sr. Thorne, levantando-se com esforço. A firmeza em sua postura retornou, os anos de dignidade tranquila se acomodando sobre sua figura novamente.

“Quando você vir Ewan, diga a ele que seu velho chefe pode dormir bem à noite.”

“Obrigada, Vovô,” disse Atena, emocionada com a demonstração de perdão de seus avós. Sua voz falhou, mas ela sorriu mesmo assim, seu peito inflando de gratidão.

—

Na manhã, Atena não perdeu tempo—ela nem conseguiu dormir bem. No momento em que o amanhecer surgiu, uma luz dourada pálida escorrendo pelas persianas, ela saiu da cama, inquieta.

Seus pensamentos continuavam voltando a Ewan, à forma como o rosto dele parecia naquele dia—ferido, distante, traído.

Ela primeiro correu para o quarto dos filhos, seu coração amolecendo ao ver os rostos pacíficos deles. Ela se inclinou, passando os dedos pelo cabelo de Kathleen e beijando sua testa. Depois, a de Nathaniel.

Eles se mexeram, os olhos piscando abriam-se sonolentos.

“Mamãe?” murmurou Kathleen, a voz ainda pesada de sono.

Atena sorriu gentilmente. “Oi, querida.” Ela os beijou novamente, sentindo o ardor das lágrimas atrás dos olhos. “Sinto muito… por minhas ações, meu comportamento com vocês dois.”

“Está tudo bem, mamãe…” murmurou Kathleen, abraçando Atena apertado, ainda de pijama. “Estou apenas feliz que tudo voltou ao normal.”

Nathaniel juntou-se ao abraço do lado, concordando com um grunhido, seus bracinhos envolvendo a cintura dela.

Atena adoraria levar as crianças junto para onde estava indo naquela manhã—para facilitar seu pedido de desculpas—mas ela não sabia ainda como Ewan responderia. E ela não queria que as crianças vissem uma queda.

Além disso, eles tinham que estar na escola.

Ela beijou suas testas novamente. “Obrigada. Vocês são os melhores. Vou indo agora… certifiquem-se de se divertir na escola hoje.”

Nathaniel olhou em direção à janela, quase coberta com cortinas. Era mal de manhã. Seus olhos aguçados acharam o relógio—eram apenas alguns minutos passados das cinco da manhã.

“Mamãe, você vai trabalhar a essa hora?”

Atena não queria mentir para seus filhos. Ela passou uma mão pelo cabelo bagunçado dele e sorriu levemente. “Vou ver seu pai… devo a ele um pedido de desculpas.”

Ela suspirou suavemente, segurando as crianças gentilmente ao peito. “Agí sem pensar… fui impaciente… não ouvi o lado dele da história. E por isso, fiz algo errado.”

Kathleen tocou suavemente a bochecha da mãe, seu rostinho sério. “Não se preocupe, mamãe. Tenho certeza de que ele vai te perdoar.”

Atena esperava que sim. Ela estava contando com isso.

Ela beijou as crianças nas testas novamente, obtendo segurança, antes de soltá-los e se levantar novamente.

“Vejo vocês mais tarde?”

As crianças acenaram com a cabeça em uníssono.

“Amo vocês!” eles ecoaram, fazendo-a sorrir através de seus nervos.

“Também amo vocês!” ela respondeu, imitando um aceno dramático antes de sair do quarto, sentindo-se um pouco mais corajosa para a tarefa à frente.

Lá fora, a casa estava silenciosa, o ar da manhã ainda pesado com orvalho.

Rodney já estava esperando ao lado do carro, encostado preguiçosamente na porta. Quando ela o viu bocejando enquanto ele ligava o motor, ela pediu desculpas por acordá-lo tão cedo.

“Tenho uma emergência,” ela murmurou, ajustando o casaco.

Mas Rodney balançou a cabeça rapidamente, agora alerta. “Não há problema, chefe. Entendo que você tem muito em sua mesa. Tenho o privilégio de ajudar desse jeito.”

Atena deu-lhe um pequeno sorriso antes de voltar sua atenção para o tablet, seus dedos voando pela tela. Ela estava revisando documentos—assinando, aprovando, encerrando os últimos pendentes de negócios.

Ela queria devolver a empresa a Ewan com as lições de casa restantes feitas, parte de apaziguá-lo.

Ela engoliu. Ela esperava que funcionasse.

“Para onde, chefe?” Rodney perguntou após um minuto.

Atena deu-lhe o endereço da casa de Sandro, lembrando que Ewan havia falado sobre preferir ficar lá—do que em sua própria mansão, que ele disse uma vez ser fria como a morte.

Seu coração bateu forte enquanto o carro avançava, os faróis cortando a névoa da madrugada. Era isso—a manhã em que ela iria ou reconstruir o que havia quebrado… ou perder para sempre.

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