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Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 358

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Capítulo 358: Em Desacordo

Atena corou ao ver Ewan entrar na sala de estar logo depois dela. Ele a seguiu?

Seu coração disparou rapidamente além de um teto invisível quando seu olhar encontrou o dela—despencando tão de repente quando desviou dela como se não a tivesse encontrado meros nanossegundos atrás.

Ela engoliu seco, uma ação involuntária, e colocou as mãos ao lado do corpo, desejando ter vestido um vestido com bolsos.

“Ewan!” ela ouviu o velho Sr. Thorne chamar, a felicidade brilhando em sua voz.

Até os gêmeos, que ela esperava que estivessem na cama, correram em direção ao pai, negligenciando-a no processo. Não importava que eles tivessem corrido para ele direto da posição aninhada ao redor de suas coxas; eles tinham acabado de recebê-la.

Era inevitável, ela supôs, que eles fossem cumprimentar Ewan, pensando que ele tinha entrado com ela. Mas isso não fazia o gosto amargo em sua língua desaparecer.

“Você não me disse que estava vindo…” o velho continuou, gesticulando para Ewan se sentar.

Ewan assim o fez, carregando os gêmeos em cada um dos braços, sem ainda olhar para ela.

A força do homem, Atena refletiu, esquecendo que ainda estava em pé.

“Atena, você está bem?” Florence, que acabara de sair da cozinha, observou sua neta observar Ewan e as crianças; entendendo, até certo ponto, as emoções mistas fervilhando nos olhos dela.

Atena pigarreou lentamente, encontrou seu equilíbrio e saiu da sala de estar. “Estou bem,” ela jogou por cima do ombro enquanto passava por sua avó, que a olhava com preocupação.

“Ma, estou bem,” ela insistiu quando a mulher mais velha a seguiu até seu quarto.

“Você parece bem, sim, mas eu sei que está sobrecarregada de confusão.”

Atena expirou e se jogou na cama, lançando seus saltos de lado sem cerimônia. “Diga-me sobre isso,” ela murmurou, sua mão flanando pelas costas para soltar o gancho que segurava os dois lados do vestido juntos.

“Deixe-me.” Florence cuidou disso e se afastou, observando enquanto sua neta se livrava do vestido sem um pingo de vergonha—ao contrário de outras em sua situação poderiam ter, considerando que só tinham feito o necessário reconhecimento familiar há alguns dias.

Ela não pôde deixar de se perguntar se Aiden de alguma forma havia inscrito sua menina no exército, onde ela poderia ter aprendido a ser tão desavergonhada sobre sua nudez na frente das pessoas.

“No que você está pensando, Ma?” Atena perguntou, sobrancelha levantada, notando as linhas finas na testa de sua avó—um sinal de que a última estava em pensamento profundo.

Seu sutiã juntou-se à pilha no chão e sua mão repousava inerte em sua calcinha.

Florence deu de ombros. “Apenas surpresa que você não fique envergonhada com sua nudez em frente a uma audiência.”

Atena riu, a enorme tensão deixando seus ombros. “Você é inacreditável.” Ela riu novamente, balançando a cabeça—amusing Florence, que agora achava seus pensamentos anteriores tolos.

“Você é minha avó, dificilmente uma audiência. Afinal, você deve ter visto sua cota de corpos nus. O que fará um a mais?”

Enquanto Atena falava, ela arqueava as sobrancelhas sugestivamente.

Florence corou e riu ao mesmo tempo, virando-se, subitamente envergonhada. “Você não tem filtro, mocinha. Entre logo no banheiro. O jantar estará esperando por você quando sair.”

Atena riu e foi para o banheiro. “Obrigada, Vovó. E a Gianna?” Ela parou na soleira.

“Ainda não voltou.” O rosto de Florence assumiu uma qualidade sombria. “Aquela sua amiga está trabalhando muito. Estou preocupada que é demais. Ela precisa descansar. Nesse ritmo, ela vai se tornar uma vassoura logo. Não acho que os homens gostem disso.”

Atena bufou. “Tentando arranjar um casamento para ela com um dos netos da sua amiga?”

Florence não se deu ao trabalho de negar. “Seria lindo se vocês duas se casassem no mesmo dia.”

Atena ficou pasma. “Casar? MAAA!!”

Florence apenas riu e saiu do quarto, sua risada ecoando mesmo depois de ter fechado a porta.

Atena, ainda embebida em incredulidade, entrou no banheiro. Casar? De novo? Não, ela preferiria ir para a Antártida para nadar!

“Em algum momento, eu estava pensando em entrar lá e te arrastar para fora.” As palavras de Chelsea saudaram Atena enquanto ela saía do banheiro, secando o cabelo lentamente, luxuriosamente.

“Se esse é o ritmo em que você toma banho, então eu não ficaria surpresa.” Chelsea continuou, apontando para o movimento de secagem.

Atena deu uma risada e encontrou sua amiga em um abraço, não importando seu estado quase nu.

“Vista-se rápido. Seu homem está esperando por você na sala de estar.”

Atena hesitou pela segunda vez em uma hora. Seu homem? “Ewan não é meu homem.”

“E quem está falando sobre Ewan?” Chelsea perguntou, sorrindo, com uma malícia dançando em seus olhos. “Parece que o sujeito pode ser parte da razão pela qual você passou tanto tempo no banho.”

Atena não dignou a afirmação com uma resposta, já sabendo aonde Chelsea queria chegar. Felizmente, ela preferia focar na questão em mãos.

Antonio estava aqui?

“O que ele está fazendo aqui?”

Chelsea deu de ombros. “Não acho que eu seja a melhor pessoa para responder a essa pergunta. Na verdade, eu o interceptei no caminho para cá. Ewan o indicou para o seu quarto.”

Antonio. Ewan. Atena esfregou a testa fracamente, respirando curtas baforadas de ar.

Ewan. O que ele estava fazendo ao enviar Antonio para cá? Ele era tão indiferente assim, ou estava tentando passar uma certa mensagem para Antonio?

“Acho que é esperado. Antonio é seu namorado…”

Uma pausa. “Atena, diga algo. Ele está esperando a alguns metros da sua porta. Eu disse para ele esperar para que eu pudesse confirmar… Ele não ficou feliz de ser mantido do lado de fora, como se fosse seu direito estar no seu quarto e tudo mais. Ele já esteve aqui antes?”

Atena balançou a cabeça, sem palavras. O que Antonio realmente estava fazendo aqui? E por que diabos Ewan assumiria o papel de um guardião?

Atena lutou com a frustração — e perdeu — enquanto apressadamente vestia suas roupas e se dirigia para a porta, com Chelsea logo atrás.

“Você parece fora de si, então vou supor que vocês dois não estão tão afinados quanto ele pensa,” Chelsea murmurou, mordendo os lábios.

“Isso me lembra…” ela continuou assim que Atena abriu a porta, indiferente ao silêncio de sua amiga. “Você tem uma consulta médica na segunda-feira.”

Isso foi suficiente para interromper o passo de Atena ao sair do quarto; no entanto, ela não parou — apenas apertou os lábios, tentando organizar seus pensamentos.

Parecia a ela que estava lidando com um milhão de coisas ao mesmo tempo. Oprimida, mais uma vez, ela pensou, encaixando a consulta em uma pasta mental de coisas urgentes para que não esquecesse.

Terapia era uma necessidade — ajudaria tanto ela quanto Susan a superar seu passado sombrio. Tinha sido difícil convencer a jovem a se juntar a ela.

Mesmo assim, ela fez uma pausa quando viu Antonio parado bem em frente à porta da sala de estar. Ele estava realmente esperando que Chelsea voltasse com algum feedback.

“Oi, amor…” Ela precisava agir naturalmente se quisesse ter uma noite tranquila. Dois homens, em conflito um com o outro por causa dela, estavam no mesmo local.

Bem, foi o que ela escolheu acreditar — não querendo aceitar que Ewan havia automaticamente desligado sua devoção e amor por ela.

O sorriso de Antonio poderia iluminar o vazio; ele não esperava que Atena o chamasse pela popular palavra de carinho.

“Oi, querida…” ele chamou, para o benefício daqueles na sala de estar fingindo não saber de sua presença.

Ele a envolveu em um abraço em seguida, enquanto Chelsea passava por eles, olhos à frente, seus lábios se contraindo em um sorriso.

Ela piscou para Atena quando seus olhares se encontraram por trás de Antonio, logo antes de entrar na sala de estar, sua voz se juntando à enxurrada de outras discutindo sobre futebol.

“O que você está fazendo aqui? Aconteceu alguma coisa?” A voz de Atena era de preocupação, de cuidado e apreensão. Antonio adorava isso.

Sem soltá-la, ele colocou sua testa na dela.

“Quero passar a noite com você. Os meteorologistas preveem chuva com trovões esta noite.”

Atena sorriu, incapaz de se conter. “Previsão do tempo, ou previsão sua?”

Antonio riu e deu um beijo em seus lábios. “Isso importa?”

Atena lambeu o lábio inferior, encontrando o olhar dele sob a luz baixa do corredor. “Mas… eu pedi um pouco de tempo…”

“Eu sei, amor,” Antonio concordou, tocando suavemente a bochecha dela. “Não vou me comportar mal…” — um sorriso, um olhar de malícia conhecido — “Só quero ficar com você.”

Atena hesitou em dar uma resposta, o que não agradou a Antonio.

“Tenho certeza de que seus avós não se importariam. Você é uma mulher adulta. Ou é por causa de Ewan? Ele vai dormir aqui também?”

“Eu não sei, Antonio. Eu não sou a namorada, mãe ou até irmã de Ewan,” Atena respondeu abruptamente — percebendo agora por que Antonio tinha voltado. Ele provavelmente viu o carro de Ewan passar e correu de volta para a casa por causa de sua insegurança.

Ela não o culpava, realmente, mas desejava que ele confiasse mais nela.

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