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Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 276

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276: Apenas uma Reunião de Negócios V 276: Apenas uma Reunião de Negócios V Here is the translation into Brazilian Portuguese:
“””
Atena sorriu de forma tímida, limpando partículas imaginárias de poeira dos ombros de Ewan, como se fossem amigos íntimos apenas brincando.

“Espero que não, a menos que nossa pequena trégua chegue ao fim, Sr. Ewan,” ela sussurrou, olhando para ele, indiferente à proximidade ou ao olhar do público, que ela quase podia sentir pressionando contra eles.

“Uhmm…” Ewan gaguejou, incerto se estava ciente do jogo que Atena estava jogando de forma sutil. Ela estava flertando com ele? Ou era apenas sarcasmo?

Antes que ele pudesse verbalizar seus pensamentos, ela apontou para o local onde estavam vendendo sorvete. “Pensando bem, acho que aceitarei sua oferta. Vou precisar de uma embalagem para viagem.”

Ewan assentiu entusiasmado, como um adolescente apaixonado, e correu até o balcão, com um vigor no passo motivado pela vontade de agradá-la.

Atena o observou enquanto ele se afastava, com um sorriso surgindo em seus lábios, sua confiança crescendo ao perceber algumas clientes lançando olhares invejosos.

No entanto, essa felicidade oscilou quando ela se pegou olhando para o traseiro perfeitamente moldado de Ewan, acentuado pelo ajuste justo de sua calça.

O que você está fazendo, Atena? Ela se repreendeu pela centésima vez, balançando a cabeça e instantaneamente virando-se como se tivesse sido pega em um momento de fraqueza.

Ela caminhou em direção à saída do café, desesperada para escapar da tentação que parecia envolvê-la.

Enquanto isso, Ewan estava ocupado no balcão de sorvete, alheio à admiração que havia despertado inadvertidamente.

Enquanto a atendente piscava os cílios postiços, ele pediu uma bola extra no pote de chocolate — tendo optado pelo tamanho maior — e acrescentou um pote de baunilha e morango, os preferidos de seus filhos.

“Pode agilizar, por favor? Minha dama está esperando lá fora,” ele disse, com impaciência na voz, cansado do flerte incessante dela. “Ou prefere que eu faça uma queixa ao seu chefe ou feche o estabelecimento?”

A atendente balançou a cabeça freneticamente, amaldiçoando sua péssima escolha de roupa e carreira. Se ela fosse modelo, será que Ewan a teria ignorado tão facilmente? Ela não acreditava nisso; tinha certeza de que era mais bonita do que sua ex-noiva Fiona ou a mulher que estava na mesa com ele.

Ewan ignorou os olhares flertadores da atendente, desprezou sua falta de profissionalismo e agarrou as sacolas de nylon que ela lhe entregou, tomando cuidado para evitar suas unhas pintadas e elaboradas.

Ao virar-se, o olhar de Ewan procurou por Atena, seu pulso acelerando ao não vê-la na área usual.

O pânico o dominou ao não encontrá-la em lugar nenhum no café também. E se ela o tivesse enviado naquela tarefa apenas para fugir? Mas por que ela faria isso? Por causa de uma pequena aposta?

Ele correu para fora.

Ele parou na calçada, respirando descontroladamente quando finalmente a avistou, casualmente encostada em seu carro esportivo.

Com os olhos fechados e a cabeça inclinada para trás em direção ao céu escuro, como se estivesse perdida em pensamentos, um alívio tomou conta dele, mas ele não se aproximou imediatamente; em vez disso, ficou parado, admirando suas feições, a luz suave da noite lançando um brilho gentil sobre suas curvas e destacando a suavidade de seu pescoço, que ele não conseguia evitar desejar beijar e mordiscar.

Sua pele parecia brilhar sob o luar, cada curva delicada o encantando ainda mais. Seus cabelos dançavam suavemente na brisa da noite, emoldurando seu rosto, e Ewan se viu cativado pela forma como seus lábios estavam levemente entreabertos, criando uma atração que fazia seu coração disparar.

Assim que ele estava prestes a dar um passo mais perto, ela abriu os olhos, seu olhar prendendo o dele como se o tivesse sentido ali todo o tempo.

“Você está planejando ficar aí por um mês?” Ela provocou, afastando-se do carro.

Ewan balançou a cabeça, um calor inundando-o ao pensar que ela poderia sentir sua presença tão intensamente quanto ele sentia a dela. “Eu simplesmente não consegui evitar.”

Atena não se incomodou em pedir explicações; o fato de saber que o deixara admirá-la por mais de um minuto já era eletrizante para ela. Em vez disso, ela deslizou para o lado do passageiro e apontou para a porta.

Sem perder tempo, Ewan encurtou a distância, abriu a porta do carro e cuidadosamente colocou o sorvete no banco traseiro. Ele então entrou, sua postura ainda rígida enquanto navegava pelos pensamentos labirínticos que borbulhavam em sua mente. “Peguei o suficiente para você e as crianças. Por favor, mande minhas saudações a elas.”

“Eu mandarei, Ewan. Obrigada.” Um sorriso floresceu em seu rosto, apreciando sua gentileza. Gianna tinha razão.

“Estou te deixando na casa do Sr. Thorne?” Ele perguntou cautelosamente.

Atena balançou a cabeça. “Me deixe na minha casa.”

“Você voltou para lá?”

“Não,” Ela respondeu, um toque de malícia refletindo em seus olhos. “Tenho que me preparar para um encontro.”

Ewan engoliu dolorosamente, apertando o volante tão forte que ele começou a brilhar sob a luz fraca do interior.

Um encontro?

Ela iria sair com alguém—depois de passar tempo com ele? Essa mulher ia acabar com ele.

“Quem é o homem sortudo?” Ele conseguiu perguntar, com os dentes cerrados enquanto a raiva fervia sob a superfície, ciente do olhar dela sobre ele.

“Antonio,” Atena respondeu, divertimento brilhando em seus olhos enquanto assistia à reação dele.

Aquele toque de ciúme que ela sentiu emanando dele deu a ela um prazer proibido. Ela se reclinou ainda mais no assento, com as pálpebras fechando suavemente, confiando que ele a levaria para casa em segurança.

“Atena, chegamos,” Ewan murmurou, ainda rígido em seu assento.

Atena abriu os olhos lentamente, fingindo ter estado dormindo. A ideia de estar tão próxima dele, sob seus olhos penetrantes, tinha sido avassaladora. Aquele homem era, sem dúvida, uma força!

“Tão rápido? Obrigada pela noite, Ewan,” Ela disse suavemente.

Ele assentiu com dificuldade, lutando contra o impulso invisível de pedir que ela ficasse ou dirigi-la para sua casa — uma tentação que parecia incrivelmente difícil de controlar.

“Então te vejo amanhã…”

Ewan assentiu novamente, e quando Atena saiu do carro, ela se inclinou pela janela aberta, com curiosidade estampada no rosto. “Por que você não está falando?”

“Porque você não vai gostar do que eu tenho a dizer em seguida. Espero que tenha um bom encontro, Atena. Boa noite.”

Antes que ela pudesse responder, ele acelerou, desesperado para colocar o máximo de distância entre eles.

Atena explodiu em risadas, encantada com sua retirada atrapalhada.

Talvez, só talvez, ela e Ewan conseguissem ser bons amigos afinal.

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