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Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 271

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  3. Capítulo 271 - 271 Baboseira 271 Baboseira O que estamos fazendo aqui Gianna
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271: Baboseira! 271: Baboseira! “O que estamos fazendo aqui?” Gianna perguntou enquanto estacionava o carro no lugar que Atena havia apontado anteriormente. “Este lugar é como um deserto, mais quente que a cidade por causa da falta de árvores—ou é a falta de seres humanos…”
Ela se virou para Atena, desligando a ignição. “Como seu laboratório privado pode estar aqui? Não é um ambiente favorável, considerando a quantidade e a natureza dos produtos químicos com que você trabalha. Ou há algo mais em jogo aqui?”

Atena riu e abriu a porta, saindo sem dar uma resposta à sua amiga. Não havia como explicar, afinal; desta vez, a melhor abordagem seria mostrar a Gianna.

“Vamos, Gianna, eu vou te mostrar,” ela disse, tsking para a carranca no rosto de Gianna.

Quando Gianna levantou a sobrancelha em confusão, Atena balançou a cabeça e começou a caminhar em direção à cabine telefônica, confiante de que Gianna a seguiria.

“O que estamos fazendo em uma cabine telefônica, Atena? Isso é algum tipo de piada… ou espere!” Gianna parou, seus olhos se arregalando dramaticamente. “Não me diga que é alguma porta secreta, uma passagem ou algo assim.”

Ela buscou freneticamente na cabine qualquer tipo de pista que pudesse acionar uma entrada escondida. Mas, por mais que tentasse, não conseguiu encontrar um único indício de que a cabine era algo mais do que uma relíquia comum.

Quando ela voltou o olhar para Atena, encontrou a outra observando-a com diversão.

“O quê?!”

Atena apenas deu de ombros. “Apenas se prepara. Vamos descer.”

Gianna franziu a testa, observando Atena digitar alguns números no disco, como se fosse fazer uma chamada. Mas o telefone permaneceu firmemente em sua posição, e Gianna notou um som de rangido vindo de baixo. Antes que pudesse perguntar sobre os sons estranhos, o pavimento sob seus pés de repente cedeu com um som espantoso, levando ambas para debaixo da superfície.

Seu grito ecoou por toda a região.

“Caramba, Gianna, acalme-se…” Atena começou a rir enquanto saía da cabine e entrava na passagem que levava ao seu laboratório privado. “É só um elevador…”
Ainda em choque, Gianna saiu lentamente da cabine, seus olhos se arregalando ao vê-la subir com velocidade surpreendente. “Isso não é um elevador, Atena. Isso é… é uma caixa de morte! Você quer me matar?!”

Atena riu ainda mais, não parando até chegar à porta de ferro.

“Você poderia ter me avisado sobre isso, tipo, me dado um alerta…” Gianna reclamou, rapidamente espanando o corpo.

“Eu te disse para se preparar,” Atena respondeu enquanto inseria os códigos necessários, reunindo forças para abrir a porta. Aiden sempre se destacou nessa tarefa, mas ela tinha que se virar sozinha por agora.

“Se preparar? Isso dificilmente é um aviso adequado, Atena,” Gianna continuou, alheia à turbulência interna que envolvia Atena.

“Então, o que vem a seguir?” Ela estava atrás de Atena, seus olhos se movendo pelo ambiente mal iluminado. “Não poderia ter encontrado um local acima do solo? Tenho certeza de que há apartamentos melhores que atenderiam aos requisitos do seu laboratório em vez deste lugar…”
“Sim, pode até haver,” Atena respondeu pensativamente. “Mas este lugar é melhor. Minha pesquisa funciona melhor no subterrâneo. Há menos tentativas de invasão, já que está escondido, mantido seguro de qualquer um que possa querer adquirir minha pesquisa.”

Finalmente puxando a porta um pouco para abrir, ela soltou um pequeno gemido.

Vendo sua dificuldade, Gianna ofereceu ajuda, e juntas empurraram a porta pesada para entrar. Uma vez dentro, a porta se fechou solidamente atrás delas.

“Você sabe que deveria ter chamado Aiden. Vamos realmente abrir essa porta de novo?”

Atena suspirou, apontando para o sofá situado contra uma parede. “Por favor, espere aqui. E sobre Aiden… nós não estamos exatamente nos falando agora.”

O interesse de Gianna foi despertado, e suas sobrancelhas se ergueram. “Você está discutindo com Aiden? Isso é novo. Acho que nunca ouvi isso antes. O que aconteceu?”

Suspirando novamente, Atena se afundou no sofá ao lado de Gianna. “Ele sabia sobre Scarlett. Eu contei para ele naquela noite, quatro dias atrás, esperando ver se poderíamos fazer algo a respeito—talvez confrontar algumas pessoas. Mas descobri que ele estava ciente de tudo isso o tempo todo.”

A boca de Gianna se abriu em descrença. “Sério? Isso é loucura! Por que ele esconderia algo assim de você, especialmente considerando a proximidade que você tem com ela?”

“Ele alegou que era para a minha proteção.”

“Isso é besteira!” Gianna exclamou, batendo nas coxas com frustração, como se elas fossem culpadas pela situação. “Proteger você da dor ou do quê? Ele já deveria ter contado para você; não faz quase dois anos? Isso é mais do que tempo suficiente para revelar a verdade.”

Uma pausa encheu o ar.

“Caramba, ele realmente estragou tudo.” Gianna jogou os braços ao redor dos ombros de Atena em um abraço reconfortante. “Ele pediu desculpas?”

Atena bufou suavemente com a lembrança. “Ele pediu, naquela noite…”
“Não, isso não conta. Você estava sobrecarregada de emoções naquela hora… Estou falando depois daquela noite. Ele realmente pediu desculpas?” Gianna perguntou, sua voz cheia de preocupação.

Atena suspirou, olhando para suas mãos. “Eu bloqueei o número dele. Então, talvez ele tenha enviado uma mensagem…”
“Isso não é o que eu quis dizer! Ele veio vê-la, seja em casa ou no hospital, para pedir desculpas?”

Atena balançou a cabeça, a realização pesando em seus ombros.

Gianna soltou uma risada incrédula. “Sério? Eu preciso dar um tapa na cabeça dele então. Ele está louco?”

Atena riu suavemente, embora tristemente. “Talvez seja porque eu fiz um comentário sarcástico antes de ele ir embora…”
Curiosa agora, Gianna se virou para ela, ansiosa para saber. “O que você disse?”

“Eu disse a ele que isso deve ser o motivo pelo qual a esposa dele o deixou…” Atena respondeu, uma pausa hesitante pairando no ar.

Para sua surpresa, Gianna caiu na gargalhada.

“Por que você está rindo?” Atena perguntou, surpresa pela reação da amiga.

Mas Gianna simplesmente não conseguia parar. As risadas vinham em ondas—a pausa para respirar, depois reiniciando, cada ocorrência conseguindo arrancar um riso de Atena, apesar de si mesma.

Depois de um tempo, os coros de risos finalmente trouxeram Atena a um ponto de cansaço. “Vamos, Gianna.”

“Posso ver de onde Kathleen herdou sua boca afiada!” Gianna exclamou. “Mas ainda assim, isso não é suficiente para ele te dar um gelo. Estou achando que o orgulho dele está consumindo ele. Eu nunca pensei que ele seria tão egoísta…”
Atena concordou com a cabeça. “Acho que todos os homens são iguais então,” ela murmurou, levantando-se. “Fique aqui. Vou pegar o lote de remédios. Já volto…”
Então ela parou, calculando seu próximo pensamento com cuidado. “Gianna, você mencionou que a apresentação não é importante, certo?”

Gianna assentiu. “Há algum problema?”

“Você tem alguma outra apresentação ou trabalho para lidar esta tarde?” Atena perguntou, sua preocupação mudando para a agenda da amiga.

Gianna balançou a cabeça, mas seus olhos revelavam que ela ainda estava perguntando qual poderia ser o problema.

“Você pode ficar aqui até umas cinco horas ou por volta disso?”

Gianna franziu a testa. “Achei que você fosse só pegar um lote de remédios…”
Atena assentiu lentamente, uma ideia se formando em sua mente. “Sim. Mas, pensando bem, acho que devo preparar outro suprimento, já que os componentes estão montados. Só um pouco de calor e alguns ajustes, e eles estarão prontos. Você pode esperar por mim?”

Atena se sentiu esperançosa, acreditando que, se tudo corresse bem, ela também poderia começar a trabalhar no caso das pessoas responsáveis pela doença Cinza. Já que ela estava ali, fazia sentido fazer várias tarefas ao mesmo tempo de maneira eficiente.

“Sim, posso esperar. Só queria ter trazido alguns lanches comigo…” Gianna pensou, olhando em volta da sala bem iluminada.

“Gostaria de ter alguns também…” Atena murmurou enquanto entrava no laboratório. Seu estômago roncou suavemente ao pensar em comida. “Bata na porta quando for cinco horas. Tendo a perder a noção do tempo quando estou trabalhando.”

Gianna assentiu e acenou com a mão de forma displicente, encostando a cabeça no sofá e decidindo tirar um cochilo, já que a comida permaneceria um sonho distante por enquanto.

Dentro do laboratório, Atena fez uma ligação rápida para Finn. “Olá, Finn, você ainda está no hospital?”

Houve uma pausa do outro lado da linha.

“Finn…” Ela incitou.

“Sim, senhora, ainda estou no hospital,” Finn finalmente respondeu.

Atena suspirou aliviada, grata por seu funcionário confiável. “Preciso de um favor, Finn.”

“Claro, senhora. Pode falar,” disse ele, sempre o médico diligente.

“Eu sei que você deveria fazer uma pausa agora e tudo, mas pode trabalhar por mais algumas horas? Saí do hospital para lidar com algumas questões urgentes, e confio mais em você para gerenciar a equipe e os pacientes. Pode fazer isso por mim até a Doutora Linda entrar para seu turno da noite? Por favor?”

“Claro, senhora. Ainda tenho uma semana de descanso, afinal,” Finn a tranquilizou.

Atena riu com ele, sentindo-se um pouco mais tranquila. “Obrigada, Finn.”

Ela exalou aliviada, encerrando a chamada, seus olhos começando a examinar o equipamento preparado para a produção de remédios. Linda e Finn eram seus médicos mais competentes, focados no trabalho e não influenciados pelas fofocas fúteis que circulavam ou pela influência dos gêmeos do mal.

A confiabilidade deles os tornava inestimáveis para ela—particularmente quando ela estava ausente.

Quando estava prestes a mergulhar em seu trabalho, o telefone dela emitiu um som de notificação de texto.

Um sorriso se espalhou em seu rosto quando viu que era de Antonio.

“Quer sair em um encontro comigo, bela mulher? Já faz um tempo desde que nos conectamos pela última vez; ambos estamos ocupados com nossos respectivos trabalhos. Sete horas está bom?”

A emoção de Atena borbulhou, e ela respondeu rapidamente pelo texto, “Sim. Está perfeito.”

Imediatamente após enviar sua resposta, o telefone dela começou a tocar. Ela riu suavemente enquanto atendia a chamada. “Você estava esperando meu texto?”

“Claro,” Antonio respondeu, sua alegria evidente na voz. “Então, eu vou te pegar às sete? Na sua casa ou na do Sr. Thorne?”

“Na minha casa,” ela respondeu, seu sorriso crescendo.

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