Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 265
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- Capítulo 265 - 265 Resolução II 265 Resolução II Foi um dia notável; vamos
265: Resolução II 265: Resolução II “Foi um dia notável; vamos evitar outro como esse.” A tentativa fraca de Aiden de fazer uma piada funcionou, pois os membros da equipe abriram sorrisos de diversão.
“Palavras, velho. Palavras…” Zane cantou, rindo em intervalos, com as mãos nos bolsos, observando o jato particular que o presidente havia instruído a levá-los para casa decolar no ar.
“Então, qual é o próximo passo?” Sandro perguntou, lançando um olhar para Ewan e depois para Atena.
Ewan deu de ombros. “Nos despedimos. Estou morrendo de fome, para dizer o mínimo.”
Ele acenou para Aiden, que se aproximou e apertou sua mão felizmente. “Obrigado por salvar nossas peles hoje, cara…”
“De nada. Te vejo por aí,” Ewan disse antes de se virar para Atena, que estava se despedindo de seus amigos.
Como se fosse um sinal, os três homens os deixaram a sós, caminhando em direção aos carros que o Velho Sr. Thorne havia arranjado para levá-los para casa.
“Então, você é mais do que parece, hein… deve ser ótimo me surpreender a cada passo…”
Ewan não pôde evitar o sorriso presunçoso que se espalhou por seus lábios com as palavras de Atena. “Eu não diria isso…” Ele murmurou, embora seu rosto dissesse o contrário.
Athena bufou levemente, balançando a cabeça. “Você também parece ter impressionado as crianças. Elas me perguntaram se eu poderia marcar mais encontros com você, além das visitas mensais. Você as influenciou a isso?”
Ewan imediatamente levantou as mãos como se estivesse se rendendo, embora a esperança brilhasse em seus olhos. “Eu nunca fiz isso.” Uma pausa. “Mas estou feliz que eles estão felizes e abertos a passar tempo comigo…”
Outra pausa significativa, durante a qual ele se aproximou de Atena, que o observava como se ele fosse um quebra-cabeça que ela estava tentando decifrar.
“E obrigado, Atena, por não envenenar as mentes deles contra mim, apesar do nosso passado conturbado…”
Athena assentiu lentamente, colocando as mãos nos bolsos duplos de seu casaco marrom, sem palavras para aquela afirmação. Assim, um silêncio constrangedor os envolveu novamente.
Ewan pigarreou quando não suportou mais o silêncio ou os olhares intermitentes de Atena, embora naquele momento ela estivesse olhando para a esquerda, à distância.
“Então, você vai atender aos pedidos das crianças?”
Athena voltou a atenção para ele, com a sobrancelha esquerda erguida. “Eu não sei. Ou melhor, acho que não, pelo menos ainda não. Você ainda precisa cumprir a punição de ter feito aquela sugestão em primeiro lugar…”
Uma risada sarcástica. “Você ousou me fazer ver meus filhos uma vez por mês…”
“Mas isso é porque…” Ewan se apressou em se defender, mas Atena dispensou ele e o que quer que ele tivesse a dizer. “Não se preocupe. Isso é um capítulo encerrado. Por agora, vamos continuar com as visitas mensais. E é isso.”
Ewan suspirou, colocando as mãos nos bolsos enquanto começavam a tremer.
Ele não sabia se era um sinal de sua inquietação — a vontade de explicar a Atena que ele estava arrependido por ter feito aquele pedido estúpido no conselho dos anciãos, e que ele seria bom para as crianças — ou um efeito colateral de não tomar seus medicamentos quando deveria.
De qualquer forma, ele não queria que Atena visse isso, questionasse sua disciplina e escolhas. Mas já era um pouco tarde demais.
“Você tomou seus medicamentos hoje?” Ela perguntou, os olhos fixos em suas mãos nos bolsos.
Ewan suspirou após um segundo de silêncio, exalando de forma áspera. “Vou fazer isso quando chegar em casa.”
Athena xingou antes que pudesse se conter, suas mãos saindo dos bolsos para se cruzarem em seu peito, seus olhos brilhando de raiva. “Você fala em passar mais tempo com as crianças, e ainda assim não consegue nem se cuidar adequadamente. Você quer morrer para elas? Depois de todo o estresse que sua saúde me colocou… nos colocou…”
Ewan engoliu dolorosamente ao aumentar sua fúria crescente. “Eu estava ocupado, por isso. Isso só aconteceu hoje; tenho sido consistente, de outra forma.”
“Tanto faz…” Athena murmurou de forma desdenhosa, virando-se. “Te vejo por aí.”
Ela não tinha dado mais de cinco passos quando Ewan a agarrou pelo braço. Instantaneamente, ela o encarou com um olhar furioso e se desvencilhou de seu aperto. “Não me toque sem minha permissão!”
“Desculpe.” Ewan se desculpou imediatamente, amaldiçoando-se por ter feito isso. Simplesmente ele não conseguiu se controlar.
“O que você quer?”
Ewan abriu a boca para falar, então a fechou, incerto se este era o momento certo para discutir o que estava em sua mente. Ela estava brava.
“Não vou perguntar uma segunda vez.” Athena continuou enquanto se perguntava por que estava tão irritada. Era porque ele não havia tomado seus medicamentos?
“Eu só quero saber por que você estava choramingando esta manhã… as crianças falaram sobre isso no carro…”
Os olhos de Athena se arregalaram um pouco, sua raiva cedendo à frustração. O que estava acontecendo com as crianças contando tudo para Ewan? Sim, elas haviam lhe contado sobre a mensagem, mas ela não esperava que contassem a ele que ela estava choramingando! Que diabos!
“Não se preocupe em negar. Gianna confirmou também. Ela falou sobre um pesadelo. É verdade? Ou foi apenas um truque para me manter afastado?” Ewan continuou, alheio às consequências de sua curiosidade.
Gianna também? Atena não podia acreditar no que ouvia. Ela precisava ter uma conversa com aqueles três. Em seguida, estariam contando a ele sobre sua agenda para a semana!
“Não foi você quem falou sobre a arte de manter segredos? Como você colocou essa afirmação…” Athena fez uma pausa dramática, olhando para o céu como se esperasse que as nuvens revelassem a frase. “Que todos têm o direito de manter seus segredos, certo?”
Ewan bufou, mas não pôde evitar o sorriso fino que encontrou seu caminho em seus lábios. “Estou apenas preocupado, Atena. Já faz um tempo desde que você teve um pesadelo…”
Athena franziu a testa, observando Ewan atentamente, como se ele tivesse crescido duas cabeças. “O que você disse?”
Ewan desviou o olhar da intensidade de seu olhar, esfregando seu cabelo, sem perceber que as pontas de suas orelhas estavam ficando rosa vivo para surpresa de Atena. “Bem, durante nosso breve casamento, notei que você tinha sonhos terríveis às vezes. Uma vez, eu te vi tendo algum tipo de pesadelo; você estava lutando com os lençóis… Só estou me perguntando se é o mesmo problema que está te preocupando?”
Athena fechou a boca, as mãos cerradas ao lado do corpo. Nãomeconteesseidiotaarrogante também notou isso durante nosso casamento! Ela gritou internamente, incapaz de desviar o olhar dele.
“Você sabia?” Sua voz escapou suavemente, em contraste agudo com a batalha interna que travava.
Ewan mordeu o lábio inferior antes de assentir. “Notei muitas coisas durante nosso breve casamento, Atena. Eu estava tão envolvido em meus sentimentos de raiva e ressentimento que não fiz nada a respeito. Foi só depois que você foi embora que percebi que na verdade não te odiava. Eu estava apenas transferindo a agressão que seu pai havia fomentado.”
“E o que eu devo fazer com essa informação?” Athena perguntou, mudando de marcha imediatamente. De jeito nenhum ela iria por esse caminho com Ewan nesta noite com o estômago vazio. Ela precisava estar alerta. Precisava ir para casa.
“Athena…”
“Não se preocupe com tudo isso, Ewan. Não importa. Meu negócio é meu, e o seu é o seu. O único terreno comum são as crianças e essa questão com a doença Cinza. Então vamos nos concentrar apenas nisso. Tudo bem?”
Imediatamente, Ewan assentiu, embora tristemente e resignado, Atena se afastou sem perder mais tempo.
“Sobre o que vocês dois estavam conversando?” Zane perguntou, voltando-se para olhar Ewan, que estava olhando pela janela enquanto aceleravam pela rua, voltando para casa.
“Apenas coisas. As crianças e tudo mais…” Ewan respondeu, sem tirar os olhos da estrada.
“Quando você diz ‘tudo mais’…”
Ewan suspirou, finalmente se virando para olhar para Zane, que estava cheio de curiosidade. “Ainda quis dizer sobre as crianças. Não deveria se preocupar mais sobre o porquê de seu pai ter ligado para você?”
Zane riu, olhando para frente. “Viu o que você fez aí, Ewan. Mas, a propósito, ele só estava checando por que eu ainda não tinha voltado…”
Ewan franziu a testa, captando o olhar de Sandro através do espelho do carro. Ambos riram ruidosamente.
“Desde quando seu pai verifica? Isso é absurdo. Ou você está devendo algo a ele, hein, garoto do papai?”
Zane bufou. “Cuide da sua vida.”
Ewan sorriu pela vitória conquistada.
“Sem problemas, Zanny,” Ele cantou, rindo quando Zane bateu no painel do carro em frustração.
Enquanto isso, Athena já estava em casa, dando um puxão de orelha em Gianna. “O que você estava pensando ao contar a Ewan sobre meu pesadelo?!” Ela perguntou, com as mãos na cintura.
Gianna, que havia sido acordada pela abertura brusca de sua porta, esfregou os olhos, como se estivesse limpando o sono deles. “Atena, boa noite para você também…”
Atenta bufou, tirando o casaco e jogando-o no sofá, em seguida se jogando nele também. “Apenas responda à minha pergunta, e você pode voltar a dormir.”
Mas Gianna riu secamente e colocou a cabeça de volta no travesseiro. “Bom ver que você está bem, Atena. Vamos conversar amanhã. Eu te amo.”