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Vingança Sombria de uma Esposa Indesejada: Os Gêmeos Não São Seus! - Capítulo 247

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247: Longa Noite XI 247: Longa Noite XI “Espera!!” Atena sussurrou em voz alta, arrancando o pequeno frasco de vidro das mãos de Aiden enquanto se agachavam do lado de fora do local que pertencia à gangue.

Fios de arame farpado cercavam a casa, que parecia não ser mais do que um bangalô. No entanto, Susan, a quem Atena havia informado sobre o ataque há apenas alguns minutos, também havia mencionado um bunker subterrâneo.

“Qual é o problema? Você acabou de dizer que era potente o suficiente!” Aiden exclamou, com sua voz espelhando o tom urgente de Atena.

Atrás deles, agentes vestidos com uniformes de combate pretos, como os deles, todos mascarados e prontos.

Ewan estava entre eles, tendo insistido em participar da missão, deixando Zane e Sandro na van para se comunicar com Spider e observar qualquer atividade incomum, garantindo que os outros veículos permanecessem intactos.

Afinal, eles precisariam de uma fuga limpa depois disso.

Nesse momento, Atena começou a sacudir vigorosamente o frasco de vidro. “Agora você pode pegar,” ela disse quando terminou, entregando o frasco a Aiden. “Eu esqueci de sacudir. Você sabe como usar, certo?”

Aiden assentiu rapidamente antes de voltar sua atenção para os arames farpados com seu cortador de metal.

“Aiden, tenha cuidado,” Atena gesticulou incisivamente enquanto ele terminava de cortar uma seção e passava sorrateiramente para dentro do complexo. Afinal, essa não era a primeira missão deles.

Aiden deu um aceno afirmativo, colocou sua máscara e óculos coloridos caso houvesse uma armadilha esperando por ele, e então começou a se mover, agachado e rápido. Ele tinha apenas cinco a sete minutos para cometer esse ato, e o tempo já estava contra eles.

“Você acha que o helicóptero fará a entrega esta noite?” Ewan perguntou enquanto todos esperavam pelo sinal de Aiden. Durante a viagem para cá, Aiden o atualizou sobre tudo que sabiam sobre a gangue, com a aprovação de Atena, embora relutantemente.

Atena deu de ombros. “Não importa. Fizemos planos para isso, caso aconteça.”

Ewan assentiu lentamente, examinando os arredores nessa noite escura. A única fonte de luz vinha de um poste solitário no quintal, mas era suficiente para os agentes altamente treinados operarem sem atrair atenção desnecessária. Eles precisavam que sua operação fosse o mais discreta possível.

“Então, quem você acha que está apoiando a gangue? Alguém do governo? Foi por isso que você se encontrou com o presidente?”

Atena virou-se para encarar Ewan totalmente, satisfeita por a escuridão os envolver quase completamente — ela não conseguia ver a expressão dele, e ele também não conseguia decifrar a dela.

“Por que você está tão curioso, Ewan? Quer assumir o controle?”

Um momento de surpresa passou pelo rosto de Ewan antes dele se virar.

“De forma alguma.” Ele disse, balançando a cabeça. “Mas sim, estou curioso. Quero conhecer todos os fatos para poder cumprir meu dever adequadamente.”

“E qual é o seu dever?” O tom de Atena tinha um toque de diversão, pingando de escárnio.

Ewan escolheu ignorar isso. “Eu prometi às crianças que manteria você segura.”

Atena riu de forma depreciativa. “Você não precisa se preocupar com isso, garotão. Eu sei me cuidar. Então seu desejo é recusado. Mas eu posso te dizer que alguém no governo com certeza está por trás disso. Eu só não sei quem.”

Ewan afastou o sentimento perturbador que o invadiu quando Atena o chamou de “garotão,” como se ele fosse um garoto de programa sendo assediado em um clube de strip, e assentiu novamente, fingindo indiferença.

“Isso explicaria as coisas. Vamos esperar que possamos encontrar o traidor de uma vez por todas e alcançar alguma paz.” Ele concluiu a conversa, incerto se poderia lidar com mais palavras cortantes dela.

A língua afiada de Kathleen o entreteve, mas a de Atena era diferente; quando aquela bela arma se voltava contra ele, cortava mais fundo.

“Sim, vamos,” Atena sussurrou, virando-se, aliviada por a conversação ter acabado.

Após alguns minutos tensos de espera ansiosa, Atena recebeu o sinal: seu telefone bipou com uma mensagem. “Comein.”

“Vamos…” Ela sussurrou para as pessoas ao seu redor. “Vocês se lembram da formação, certo?”

“Sim, senhora!” Eles responderam em coro, excluindo Ewan, cuja resposta foi observar a boca ardente dela enquanto ela pronunciava os comandos já anunciados.

“Fiquem seguros. Nos vemos aqui do lado nos próximos vinte minutos. Cinco minutos no máximo.” Com isso, todos se dispersaram, movendo-se para suas posições designadas.

Primeiro, eles rasgaram aberturas no arame farpado e começaram a entrar, pois Aiden, junto com sua mensagem, havia declarado como entrada segura.

Ewan, no entanto, ficou próximo de Atena enquanto ela se apressava em direção à área por onde Aiden acabara de passar. Atrás deles, um punhado de agentes compartilhava a mesma missão. Eles correram em linha reta, parando na esquina oeste da casa junto ao muro, onde Aiden os esperava.

“Eles estão todos desacordados. Você deixou alguns agentes para trás caso o helicóptero queira fazer uma entrega?” Aiden perguntou rapidamente.

Atena confirmou com um aceno. “Tudo está no lugar. O que você descobriu?”

“Três saídas. Eu não encontrei a entrada para o subterrâneo, e não consegui contactar Susan também. Os homens e mulheres na superfície não me parecem familiares, e não acho que sejam os principais jogadores deste jogo.” Aiden fez uma pausa para avaliar os arredores. “É seguro dizer que pode haver um tiroteio, já que alguns membros da gangue podem estar no subterrâneo. Você tem o spray?”

Atena olhou para Ewan, que acenou rapidamente com a cabeça. “Tenho.”

“Bom. Lembre-se de como usar, e seja rápido. Os membros da gangue que não estão aqui podem ser tão treinados quanto nossos agentes.”

Com isso, Aiden guiou-os através de uma das saídas, que poderia passar por uma porta dos fundos, para a sala de estar.

O nariz de Atena se enrugou com o odor forte de drogas enquanto ela observava a cena: cinco homens e três mulheres esparramados nos sofás, quase nus. Ela não precisava de um vidente para entender o que estava acontecendo ali.

Com um olhar carrancudo, ela olhou ao redor, procurando pistas. Os outros agentes fizeram o mesmo, dispersando-se para verificar armários e qualquer coisa que pudesse revelar mais informações.

“Lembre-se, estamos minimizando as baixas tanto quanto possível. Os homens do presidente chegarão em breve; vamos evitar que eles tenham muito para limpar,” Atena recitou o mantra que ela estabeleceu enquanto estavam na van, observando seus agentes enquanto eles começavam a se mover mais para dentro do corredor.

Após muita consideração, ela decidiu deixar a equipe secreta do presidente entrar — eles acabariam descobrindo sobre a missão de qualquer forma.

Mas ela deu a eles um horário mais tarde — ela precisava da presença deles apenas depois de ter conseguido o que queria. Ela detestava interrupções.

“Então, para onde vamos agora? Estou recebendo mensagens de agentes que tudo está claro, exceto os membros da gangue drogados e adormecidos. Nenhuma pista ainda, e nenhuma entrada para um bunker em lugar algum,” Aiden relatou, segurando seu AK-47 em uma mão enquanto examinava o ambiente.

Atena suspirou, a frustração aumentando.

“Onde uma gangue poderia manter uma passagem secreta para um subterrâneo?” Ela murmurou, procurando por qualquer padrão nas paredes, seu instinto dizendo que a entrada deveria estar ali. Mas onde, exatamente?

Atena arqueou as sobrancelhas quando notou Ewan cheirando o ar intermitentemente. O que ele estava fazendo?

Ela não lhe perguntou, optando por observar enquanto ele fazia movimentos estranhos: avançando e recuando, para a esquerda e para a direita, finalmente pisando no centro da sala como se estivesse marchando, seis vezes.

Após um momento, ele se afastou do ponto central, um sorriso malicioso nos lábios como se tivesse alcançado algo.

O que havia de errado com o homem? Ele estava louco? Atena se perguntou, trocando olhares com Aiden. A cocaína ao redor estava fazendo ele ficar chapado?

Esse pensamento foi rapidamente substituído por choque e incredulidade quando o chão onde Ewan havia feito seus movimentos estranhos de repente se abriu, revelando uma escada que levava para baixo.

Um silêncio pesado caiu sobre a sala; ninguém se atreveu a respirar, nem mesmo os agentes que retornavam, como se a própria respiração pudesse despertar uma praga.

Aiden foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Ewan, como… você sabia fazer isso?” Ele perguntou, sua voz carregada de choque.

Ewan deu de ombros. “Apenas um palpite,” Ele respondeu, acreditando que eles não precisavam saber que ele já tinha feito parte de uma gangue, que ele tinha liderado uma no passado, e que ele tinha usado esse método uma vez para esconder um bunker.

Parecia que os Escorpiões haviam peg emprestado muito de sua gangue, além de apenas seus métodos de matar.

Ewan reprimiu esses pensamentos enquanto Atena parou na frente dele, olhando atentamente como se tentasse ler seus pensamentos, decifrar suas ideias.

Já fazia muito tempo desde que ele havia capturado a atenção dela assim; ele deveria se sentir orgulhoso, mas em vez disso, um sentimento desconfortável o envolveu que ele não conseguia explicar.

“Bem, obrigada pelo seu palpite. Não sabia que isso ainda era viável considerando experiências passadas,” Ela finalmente disse, desviando o olhar dele para focar na escadaria.

Ewan acenou com a cabeça; não havia necessidade de se prender ao significado implícito.

Ele então se posicionou à frente dela, liderando o caminho escada abaixo, efetivamente bloqueando-a de avançar.

Qualquer coisa que os aguardasse abaixo, ele pensou, era melhor que enfrentasse ele primeiro.

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