Verdadeira Luna - Capítulo 98
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98: CAPÍTULO NOVENTA E OITO – Não é seguro 98: CAPÍTULO NOVENTA E OITO – Não é seguro Logan POV
Eu estava segurando minha companheira nos braços e tentando voltar a mim.
Cada vez que fazíamos sexo, era perfeito pra caralho. Não importava se era uma rapidinha em um dos nossos escritórios ou uma sessão longa e quente em casa. Era perfeito. Ela era perfeita.
Não podia acreditar que quase a perdi. Queria voltar e encher o Logan de 25 anos de porrada. Ele era estúpido e fraco. Quase me custou a minha vida inteira. Quase me custou o amor da minha vida.
‘Eu me junto a você.’ Leon rosnou. ‘Não me importaria de enfiar minhas garras no traseiro dele.’
‘Eu sei que não.’ Eu disse e dei uma risada do meu lobo.
“Senti que você estava estressada, bebê.” Eu disse suavemente enquanto passava a mão para cima e para baixo em suas costas. “O que houve?”
Eu sentia a tensão de Emma, e imediatamente sabia do que ela precisava. Meu toque sempre a relaxava. Seu toque sempre me relaxava. Sempre que eu estava estressado com alguma coisa, eu voltava para a minha companheira e todos os problemas simplesmente desapareciam.
Realmente, eu não sabia como diabos eu conseguia funcionar antes. Como diabos eu funcionava sem ela?
“O material para o jardim de infância está atrasado novamente.” Emma suspirou. “Vamos ter que adiar a abertura. Novamente.”
Suas sobrancelhas se juntaram, e ela mordeu o lábio inferior. Senti a tensão dela voltar.
“Não tem nada que você possa fazer, bebê.” Eu disse suavemente enquanto tirava o lábio dela de debaixo dos dentes.
“Eu poderia descobrir por que está sempre atrasado.” ela suspirou enquanto se levantava do meu colo. “Eu poderia ir ver…”
“Você não vai a lugar nenhum.” Eu a interrompi. “Não é seguro.”
“Já faz quase quatro anos, Logan.” Emma suspirou. “Samuel mentiu. Andrew não conseguiu arrancar nada dele.”
“Só porque o Andrew não conseguiu arrancar nada dele não significa que ele mentiu.” Eu rosnei enquanto me levantava e me aproximava dela. “Ele disse que há outros atrás de você. Eu não vou deixar você sair da alcateia. Você está mais segura aqui.”
Só de pensar em algo acontecendo com ela já me deixava pronto para incendiar o mundo todo.
Eu não podia perdê-la, porra.
“Mas e as crianças?” Emma argumentou. “E os pais? Eles merecem uma nova escola. As crianças merecem um lugar legal para brincar e aprender. Eu sou uma Luna. Eu deveria fazer melhor. Eu deveria…”
Eu a impeço de divagar calando-a com um beijo.
“Você é uma Luna incrível.” Eu disse enquanto inclinava minha testa na dela. “As pessoas te adoram. Isso não é culpa sua, querida.”
“Eu só queria poder fazer mais.” Emma suspirou.
Eu acariciei sua bochecha e beijei a ponta de seu nariz.
Fomos interrompidos por uma batida na porta.
“Emma?” ouvimos a voz de Andrew.
Eu suspirei, soltei minha companheira e andei até a porta. Eu a destranquei e deixei Andrew entrar.
Assim que ele me viu, ele revirou os olhos e suspirou.
“Eu nem quero saber porque essa porta estava trancada.” Andrew murmurou enquanto passava por mim.
Eu sorri e fechei a porta atrás dele.
“O que houve?” Andrew perguntou para Emma.
“O material para o jardim de infância está atrasado novamente.” Emma suspirou enquanto voltava para sua mesa.
Eu observava a bunda dela enquanto ela andava, e fiquei duro novamente. Aquela saia apertada e aqueles saltos faziam a bunda dela parecer perfeita pra caralho. Não que a bunda dela não fosse perfeita sem isso. Apenas me deixava ver quão perfeita ela era.
Não acreditava que ela era minha.
“De novo?” Andrew suspirou. “O que está acontecendo?”
“Eu queria ir e ver…” Emma falou, mas Andrew a interrompeu imediatamente.
“Você não vai a lugar nenhum.” Ele rosnou, fazendo Emma revirar os olhos.
Ela ganhou uma boa surra para esta noite. Ela continuava revirando os olhos para nós, e eu não estava aguentando. Bem, talvez eu só quisesse uma desculpa para tocar naquela coisa redondinha e perfeita.
“Logan já disse não.” Emma disse enquanto se sentava em sua mesa.
“Bom.” Andrew disse firmemente. “Você não vai deixar a alcateia.”
“Já fazem quatro anos.” Emma disse novamente enquanto olhava para os papéis em sua mesa. “Se alguém quisesse me pegar, já teria feito até agora.”
Eu rosnei.
“Você não sabe disso, Emma.” Andrew suspirou enquanto se sentava no sofá. “Eles podem estar esperando.”
“Esperando o quê?” Emma perguntou, olhando para Andrew.
“Nós não sabemos.” Eu respondi em vez dele. “Ainda não sabemos muito sobre você, Emma.”
Realmente, não sabíamos porra nenhuma. Sabíamos o que Samuel nos contou. Encontramos alguns livros e pergaminhos antigos em seu esconderijo, mas todos estavam escritos em uma língua antiga que nós não conseguíamos decifrar. Precisávamos de uma bruxa, mas não conseguíamos encontrar nenhuma. As que conseguimos contatar, se recusaram a nos ajudar.
Era como se elas tivessem medo de algo.
Ou de alguém.
“Não me faça me preocupar mais do que já me preocupo, Em.” Andrew suspirou. “Estou ficando velho, e não aguento o estresse.”
“Você tem 29 anos.” Eu suspirei.
“Você vai ter um bebê em breve.” Emma disse ao mesmo tempo. “Você não acha que isso vai ser estressante?”
Emma ergueu a sobrancelha e sorriu de lado.
“Além disso, você basicamente está me chamando de velho também, e eu não gosto disso.” Eu disse, cruzando os braços sobre o peito.
“Vocês dois realmente são perfeitos um para o outro.” Andrew murmurou. “Vocês sempre se juntam contra pessoas inocentes como eu.”
Emma e eu rimos, fazendo Andrew revirar os olhos.
“Vamos lá, velhote.” Eu disse, rindo. “Temos trabalho a fazer.”
Andrew se levantou e esperou enquanto eu me aproximava da minha esposa e lhe dava um beijo.
“Te vejo hoje à noite, querida.” Eu disse suavemente.
“Mal posso esperar.” Emma disse, me dando um pequeno sorriso.
Eu saí do escritório da minha companheira e voltei para o meu.
Mal podia esperar para estar a sós com ela esta noite.