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Verdadeira Luna - Capítulo 194

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194: CAPÍTULO 194 – Não ela 194: CAPÍTULO 194 – Não ela O ponto de vista do Hunter
Não ela. Por favor, Deusa, não ela.

Meu coração estava batendo tão forte contra minhas costelas. Era dolorido. Eu tinha certeza de que minhas costelas iriam trincar. Meu corpo todo estava tremendo. Meus caninos e garras estavam à mostra e eu não conseguia parar de rosnar e grunhir.

Minha reação não fazia sentido. Ninguém aqui neste quarto iria machucá-la. Mas meus instintos me fizeram agarrá-la. Eu não podia deixar nada nem ninguém machucá-la.

Eu senti a mão dela na parte de trás do meu pescoço. Ela apertou suavemente e passou os dedos pelos meus cabelos.

Ela estava tentando me dizer alguma coisa, mas eu não conseguia me concentrar. Eu não conseguia ouvir o que ela estava dizendo.

Tudo em que eu conseguia pensar era protegê-la. Tudo em que eu conseguia pensar era mantê-la viva.

‘Ela está em perigo, Hunter!’ Holden estava gritando comigo. ‘Nós precisamos protegê-la!’
Eu malditamente já sabia disso!

Mas como eu poderia protegê-la disso? Como eu poderia protegê-la da escuridão que estava dentro dela?

Eu fechei os olhos e enterrei meu nariz em seus cabelos. Dei uma respirada profunda em seu maravilhoso perfume. Eu me concentrei na sensação dos dedos dela em meus cabelos.

A única coisa que eu podia ouvir era meu sangue pulsando em minhas veias. A única coisa que eu podia sentir era meu coração batendo freneticamente. Parecia que estava batendo por todo o meu corpo.

Tentei me concentrar em sua voz suave, mas foi difícil. Eu não conseguia respirar. Não conseguia engolir o enorme nó que se formou em minha garganta.

Ela deu um beijo pequeno na minha nuca e foi a única coisa em que eu consegui me concentrar. Um arrepio percorreu meu corpo, fazendo-me estremecer. Meu batimento cardíaco desacelerou um pouco.

Eu me concentrei nos dedos dela em meus cabelos. Percebi o quão gentil ela era. Percebi como o toque dela me acalmava e me fazia sentir como se estivesse no paraíso.

Dei outra respirada profunda e a soltei lentamente.

“Tudo bem, Hunter,” eu finalmente ouvi a voz suave dela. “Tudo vai ficar bem.”

Nada estaria bem se ela me deixasse. Nada estaria bem se ela não existisse.

Eu senti meus caninos e garras recuarem lentamente.

“Volte para mim, Hunter,” ela disse baixinho enquanto dava outro beijo pequeno na minha nuca.

Ela não precisava me pedir duas vezes.

Era como se um interruptor fosse ligado. Tudo voltou ao foco. Eu conseguia ouvi-la. Eu conseguia sentir o corpinho dela contra o meu. Eu conseguia me focar em tudo ao meu redor.

Ela precisava de mim. Eu tinha que sair dessa abobalhação e voltar para ela.

“Eu não vou deixar nada acontecer com você,” eu falei, minha voz rouca. “Não vou deixar a escuridão te levar para longe de mim. Nós vamos encontrar um jeito.”

Eu levantei a cabeça e beijei a têmpora dela.

Eu olhei para a família dela. Anna e Luna Emma estavam olhando para mim e sorrindo suavemente. Alexandre estava me encarando com uma expressão de raiva no rosto. Ele provavelmente estava enfurecido porque eu agarrei a Sofia assim, mas eu não estava nem aí. Eu precisava protegê-la. Ela era minha. Minha para proteger, minha para amar, minha para valorizar e adorar.

Eu olhei de novo para a minha companheira e respirei fundo.

“Estamos nisso juntos, Sofia,” eu disse a ela. “Eu não vou embora. Estou aqui.”

Ela olhou para cima para mim e eu vi lágrimas em seus olhos. Ela examinou meu rosto por alguns momentos.

“Hunter, essa não é uma decisão fácil de se tomar,” ela murmurou. “Se você precisa de tempo…”

Eu a interrompi pressionando meus lábios contra os dela.

Alexandre resmungou e xingou em voz baixa. Luna Emma e Anna riram.

“Chega,” Alexandre disse. “Eu não vou assistir isso.”

Eu ri e parei de beijá-la. Eu sorri para ela e acariciei sua bochecha.

Ela respirou fundo e olhou para trás dela.

“Acho que ele não vai embora, querida,” Luna Emma disse, rindo.

“Eu não vou,” eu disse, balançando a cabeça. “Eu estou aqui. Ela é minha. Não me importo com o passado ou a escuridão dela. Eu vou lutar por ela. Nada vai ficar no meu caminho.”

Eu apertei meus braços ao redor dela, puxando-a ainda mais para perto.

Luna Emma sorriu. Anna piscou para mim. Alexandre revirou os olhos e suspirou.

“Não tão rápido, Hunter,” Alexandre disse. “Eu ainda não confio em você nem no seu pai porra nenhuma. Você vai ter que passar por mim primeiro, e eu não vou facilitar.”

Eu sorri para ele, fazendo-o franzir a testa, confuso.

“Estou muito feliz que a Sofia tenha alguém que a ama tanto quanto você,” eu disse verdadeiramente. “Estou feliz que ela tenha alguém que sempre vai protegê-la. Eu sei que não será fácil, mas vou provar a você que sou digno da sua irmã.”

Os olhos do Alexandre se arregalaram um pouco. Eu podia dizer que o deixei sem palavras.

“Você é a primeira pessoa que conseguiu fazer isso,” Sofia murmurou, fazendo-me olhar para baixo, de volta para ela.

“Fazer o quê?” Eu perguntei, confuso.

“Você é o primeiro que conseguiu deixar o Lex sem palavras,” Sofia disse, com um sorriso maroto. “Ele geralmente nunca para de falar.”

Eu soltei uma risada. Luna Emma e Anna riram.

“Fia,” Alexandre rosnou em tom de advertência.

Sofia se virou para olhar para ele. Ela sorriu para ele, fazendo meu coração bater mais forte. Deusa, ela era linda.

Eu me inclinei para dar um beijo suave na bochecha dela. Ela olhou de volta para mim e sorriu.

Eu queria tornar oficial e dizer a ela que eu a aceito, mas eu queria fazer isso em privado. Eu queria que estivéssemos sozinhos para que eu pudesse beijá-la e tocá-la depois.

“Você quer que a gente conte tudo o que já tentamos para se livrar da escuridão dela?” Anna perguntou, fazendo-me olhar para cima, para ela.

Eu afrouxei meu abraço na Sofia, permitindo que ela se virasse. No entanto, eu não tirei meus braços dela. Eu não a deixaria sair dos meus braços. Nunca, jamais.

“Claro,” eu disse imediatamente. “Eu quero saber de tudo. Quero saber se vocês têm alguma outra ideia. Queremos tentar e pensar em algo mais. Vamos lidar com isso e vamos encontrar um jeito de destruí-la.”

Eu não deixaria nada machucar minha companheira. Eu encontraria um jeito de destruir a escuridão. Não deixaria ela levar minha companheira de mim.

Eu me inclinei para beijar o topo da cabeça da Sofia antes de olhar de novo para a Anna. Eu apertei a mandíbula e respirei fundo.

“Me contem tudo,” eu disse com determinação na minha voz.

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