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Verdadeira Luna - Capítulo 159

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159: CAPÍTULO 159 Você é um idiota 159: CAPÍTULO 159 Você é um idiota Andrew POV
O cheiro da minha companheira me atingiu mesmo antes dela bater na porta.

“Entre, querida,” eu disse, mantendo meus olhos nos papéis à minha frente.

Ela entrou e fechou a porta atrás de si.

“Estou te atrapalhando?” ela me perguntou baixinho.

Eu olhei para ela e sorri.

“Nunca,” eu disse enquanto estendia minha mão para ela. “O que foi?”

Ela se aproximou de mim e sentou no meu colo. Coloquei minha mão em sua coxa e acariciei suavemente.

Já faziam três meses desde que ela se mudou para nossa alcateia, e eu não poderia estar mais feliz. Ela era uma mulher incrível, e eu tinha tanta sorte de tê-la.

“Eu queria esperar até você chegar em casa, mas Daphne me fez vir até aqui,” Daisy suspirou.

Ela manteve os olhos baixos, e estava mexendo nervosamente com os dedos.

Eu franzi a testa. Meu coração acelerou. Havia algo errado? Ela estava machucada?

“O que houve, Daisy?” perguntei preocupado.

Ela olhou para mim e me deu um pequeno sorriso.

“Nada está errado,” ela disse suavemente. “Eu estou apenas um pouco preocupada com algo.”

Eu segurei seu rosto entre as mãos e pressionei meus lábios contra os dela. Eu amava beijá-la.

“Fale comigo, querida,” eu disse suavemente.

Ela olhou para mim e acariciou minha bochecha.

“Não consigo evitar de pensar que você ainda não confia em mim quando se trata da Emma,” ela disse baixinho. “Tenho me preocupado com isso por um tempo agora.”

Eu congelei.

Eu não sabia o que dizer a ela.

Ela não estava errada. Eu não confiava em ninguém após Sienna. Doía pra cacete dizer que eu não confiava na minha companheira, mas uma pequena parte de mim ainda estava desconfiada.

Eu suspirei e fechei os olhos. Encostei minha testa na dela.

“Eu sinto muito pra cacete,” eu murmurei. “Há uma pequena parte de mim que ainda está tão assustada.”

Daisy segurou meu rosto e pressionou seus lábios contra os meus.

“Eu sei,” ela disse suavemente. “Eu senti isso.”

Eu abri meus olhos e olhei para ela.

“Sienna era minha melhor amiga,” eu murmurei. “Ela era uma parte enorme da minha vida. Eu confiava nela com minha vida. Eu acreditava nela ao ponto de colocar a vida da minha irmã em perigo. Olhando para trás, não consigo acreditar quão estúpido eu fui. Não consigo acreditar que eu confiava mais nela do que confiava na minha irmã.”

Eu parei de falar e respirei fundo.

Daisy acariciou minha bochecha.

“Não consigo nem explicar o porquê,” eu continuei. “Não sei por que confiava na Sienna, mas eu sei que isso me deixou perturbado. Me fez desconfiado e com tanto medo. Sinto muito, querida. É tão difícil deixar esse medo ir depois de tudo que aconteceu.”

Daisy suspirou e colocou um pequeno beijo nos meus lábios.

“Sienna era uma idiota,” Daisy disse. “Não consigo nem te explicar o quanto estou com raiva dela. A Emma é uma garota incrível, e eu a amo tanto. Eu a amo porque ela me lembra você. Se a Sienna te amasse, ela teria amado a Emma também. Há tanto de você na Emma, e estou tão animada para descobrir tudo. Eu amo aquela garota, e prometo que não sou uma ameaça para ela.”

Meu coração deu um pulo, e eu senti lágrimas nos cantos dos meus olhos.

A mulher em meus braços era tão incrível!

Eu não disse nada. Apenas a beijei. Eu queria mostrar para ela o quanto ela significava para mim.

Uma batida na porta do meu escritório nos interrompeu.

Eu estava tão focado na minha companheira que nem sequer ouvi alguém se aproximando do meu escritório.

“Entre,” eu murmurei contra os lábios macios de Daisy.

A porta se abriu, e eu olhei para cima.

Minha irmã entrou, fechando a porta atrás de si. Ela manteve os olhos nos papéis em sua mão.

“Andrew, você pode…” ela começou, mas parou quando olhou para cima e viu Daisy nos meus braços.

Seus olhos se arregalaram um pouco, e ela sorriu.

“Desculpa,” ela disse. “Não queria interromper. Voltarei mais tarde.”

“Não, tudo bem,” Daisy disse enquanto se levantava e ia sentar na cadeira diante da minha mesa. “Nós estávamos apenas conversando.”

“Vou sair daqui logo,” Emma disse enquanto se aproximava da minha mesa e me entregava os papéis. “Só preciso que Andrew assine algo para mim.”

Eu peguei os papéis dela e os coloquei na mesa à minha frente.

“Tudo bem, amor,” eu disse, dando-lhe um pequeno sorriso. “Você não estava interrompendo. Estávamos falando de você.”

Emma franziu a testa. “O que sobre mim?”

Eu olhei para minha companheira e lhe dei um pequeno sorriso.

“O quão protetor eu sou de você,” eu disse, voltando meu olhar para minha irmã. “E de como eu desconfio de todos.”

Emma levantou a sobrancelha para mim. Ela olhou para Daisy e suspirou.

“Você é um idiota, Andrew,” ela disse. “A Daisy nunca me machucaria.”

Eu ri e balancei a cabeça. Daisy riu.

“Talvez eu devesse ter simplesmente conversado com a Emma sobre as minhas preocupações,” Daisy disse com um sorrisinho. “Ela é eficiente.”

Eu revirei os olhos para minha companheira.

“Tire a cabeça do seu traseiro e pare de ser tão desconfiado da sua companheira,” Emma disse seriamente. “Ela não é a Sienna.”

Eu respirei fundo e concordei com a cabeça.

“Eu sei,” eu disse. “Eu expliquei e pedi desculpas para a Daisy.”

Emma olhou para Daisy e sorriu.

“O Andrew te ama tanto,” Emma disse. “Por favor, não fique brava com ele. O que a Sienna fez foi horrível, e ela o machucou muito.”

Meu coração se apertou. A Sienna machucou mais ela.

“Eu sei, Emma, não se preocupe,” Daisy disse enquanto se levantava, se aproximava da minha irmã, e a puxava para um abraço. “Não estou brava com ele. Entendo por que ele está desconfiado.”

Eu sorri. Daisy realmente amava a Emma.

“E a Sienna é uma vaca,” Daisy disse com raiva. “Eu não me importaria se você me deixasse ir até o calabouço para dar uma lição nela.”

Daisy olhou para mim e levantou uma sobrancelha.

“Não,” eu disse firmemente. “Não vou deixar você perto daquela vaca.”

Daisy soltou a Emma e suspirou.

“Tudo bem,” Daisy murmurou, dando a Emma um pequeno sorriso.

Emma riu e olhou de volta para mim.

“Me traga esses papéis quando você assinar, por favor,” ela me disse. “Preciso voltar ao trabalho.”

Eu sorri para minha irmã e a observei enquanto ela saía do meu escritório.

Assim que a porta se fechou, estendi a mão para minha companheira.

Ela se aproximou de mim e se sentou em meu colo.

“Eu te amo,” eu disse a ela.

“Eu também te amo, idiota,” ela sorriu e pressionou seus lábios nos meus.

Eu sorri e retribuí o beijo.

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