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Unidos ao Príncipe Cruel - Capítulo 817

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Capítulo 817: Concurso de Medição de Pênis

Enquanto Aldric e Islinda estavam em um mundo só deles, envolvidos no brilho de seu novo vínculo e mergulhados na felicidade de fazerem amor, o resto do palácio estava em um centro de caos e tumulto. A mente de todos estava girando com o choque da revelação.

O mesmo pode ser dito para os três príncipes restantes que estavam em seu local de encontro favorito no palácio. Esse era o lugar onde eles tinham diálogos e resolviam questões e, nesse momento, estavam juntos como de costume. Exceto que a tensão na sala estava densa, especialmente entre Valerie e Andre.

Valerie, o príncipe herdeiro de Astária, andava de um lado para o outro como uma fera enjaulada. Seus olhos estavam acesos de fúria, sua mente corria com mil perguntas.

Andre, enquanto isso, estava perto da lareira, limpando o sangue seco do rosto com um pano. O ataque anterior de Aldric tinha deixado um corte feio, e embora tivesse cicatrizado devido à sua rápida recuperação, o pano manchado de sangue em sua mão estava enfurecendo. Andre era notoriamente obcecado por limpeza, e a visão de sangue — especialmente o próprio — deixava-o irritado.

“Você sabia, não sabia?” Valerie lançou a acusação a Andre, sua voz afiada e cheia de veneno.

Andre não se preocupou em olhar para cima. “Do que você está resmungando agora?” perguntou, seu tom plano e carregado de irritação. Ele não tinha paciência para as birras de Valerie, especialmente hoje de todos os dias. Ele se moveu, virando as costas para o irmão, esperando evitar mais confronto.

Mas Valerie era implacável. “Não me dê as costas, estou falando com você!” ele rosnou, avançando e agarrando Andre pelo ombro, girando-o para enfrentá-lo.

Infelizmente, todos têm seus limites, e Andre havia chegado ao dele. Sua paciência se rompeu como um fio frágil, e em um instante, ele reagiu. “Tire suas mãos de mim, bastardo,” ele rosnou, desferindo um soco sólido que acertou Valerie em cheio no rosto.

O impacto foi rápido e brutal, deixando Valerie atordoado. Ele cambaleou para trás, levando a mão ao nariz enquanto o sangue escorria pelo rosto. Seus olhos se arregalaram por um momento, seu choque dando lugar a uma raiva lenta e ardente.

A voz de Andre era como gelo. “Você pode ser o príncipe herdeiro, mas não se esqueça que sou mais velho que você, seu idiota pomposo. Eu não recebo ordens suas.” Seu olhar era intenso, seus olhos perfurando Valerie com um desprezo impiedoso.

Mas Valerie era sempre cabeça quente, e sua raiva se inflamou com o insulto. Ele não era do tipo que recua, especialmente não depois de ser atingido. Seu sangue fervia, sua visão se estreitava enquanto seu temperamento superava a razão.

“Não, não, não,” Theodore, que estava silenciosamente observando dos bastidores, tentou intervir. Ele podia ver aonde isso estava indo e sabia que nada de bom sairia disso. Mas suas palavras caíram em ouvidos surdos.

Valerie já havia se lançado sobre Andre, os punhos voando em uma fúria cega. A luta irrompeu de verdade, os dois irmãos trancados em uma luta selvagem. Theodore só pôde assistir impotente enquanto eles trocavam golpes, cada soco aterrissando com um baque doentio que ecoava pela sala.

Apesar da fúria que alimentava suas ações, era como se houvesse um acordo não dito entre eles. Nenhum deles recorreu aos seus poderes; esta era uma luta de pura força, alimentada por emoção bruta ao invés de poder mágico. Era uma questão de orgulho e provar quem era mais forte sem o poder mágico que os definia.

Andre desviou de um golpe selvagem de Valerie e retaliou com um rápido uppercut que jogou o príncipe herdeiro para trás em uma mesa, quebrando-a sob seu peso. Mas Valerie estava de pé num instante, seu rosto retorcido em um esgar furioso. Ele se atirou sobre Andre, seu ombro chocando-se contra seu peito, e os dois se chocaram contra a parede distante, fazendo as pinturas e decorações tremelicarem.

“Seu cobra astuciosa!” Valerie cuspiu, sua voz rouca de falta de ar e raiva. “Como você pôde saber o que Islinda era e manter isso de mim? Em vez disso, você quis se casar com ela? Como ousa?!”

Andre rosnou, seus olhos se estreitando perigosamente. “Do que você está tão bravo? Porque eu sabia que Islinda era uma fada sombria ou pelo fato de que tentei me casar com ela? Porque você quer saber sua linhagem? Para poder denunciá-la? Matá-la?! E você ainda se pergunta por que ela não te contou?!”

Os olhos de Valerie escureceram com uma nova onda de fúria, e ele novamente balançou o punho, acertando um golpe sólido no lado de Andre. “Idiota! Eu teria protegido-a! Eu a teria escondido e garantido que seu segredo não viesse à tona!”

Andre bloqueou o próximo soco, empurrando Valerie para trás. “Você a esconderia? Por quanto tempo, Valerie? Ao contrário de mim, você sequer se casaria com ela, ao invés disso, pretende escondê-la como um segredo do qual tem vergonha? E também, me perdoe se nunca confiei no príncipe herdeiro que sempre quis se livrar de seu irmão simplesmente porque ele é uma fada sombria, como espero que ele não faça o mesmo com a mulher que alega amar?!”

A raiva de Valerie irrompeu novamente, mas houve um momento de hesitação, como se as palavras de seu irmão tivessem atingido um ponto importante. Será que ele realmente se envergonhava de Islinda ser uma fada sombria?

No entanto, foi suficiente para Andre aproveitar a vantagem, agarrando Valerie pela gola e batendo-o contra a parede. “Eu sabia que Islinda não era humana, mas não sabia que era uma fada sombria. Entretanto, nunca fui e nunca seria como vocês. E se casar com Islinda fosse salvá-la da ira de Fadas míopes como você, eu o faria mil vezes.”

“Certo, já chega!”

Theodore, que estava pairando por perto, finalmente encontrou seu momento. Ele se colocou entre eles, suas mãos erguidas em um gesto de paz. “Chega disso! Ambos de vocês! Isso não está nos levando a lugar nenhum!”

Andre soltou Valerie, respirando em arfadas pesadas. Valerie, também, estava respirando pesado, seu rosto vermelho de raiva e esforço. O quarto caiu em um silêncio tenso, os únicos sons eram suas respirações entrecortadas.

Theodore disse, “Vocês não veem? Islinda tem vocês dois na palma da mão!”

“Ela não me tem —” Valerie falou apenas para Theodore interrompê-lo.

“Ela é uma fada sombria e sabemos quais são suas habilidades favoritas.”

Havia uma carranca no rosto de Andre como se as palavras de Theodore tivessem desencadeado uma memória em sua cabeça que ele desconhecia. Mas ele mascarou sua expressão e não a deixou transparecer.

Valerie insistiu. “Meus sentimentos por Islinda são genuínos. Não estou sob nenhum encanto.”

Andre riu para dentro, o som afiado e condescendente. “Ela não tem mais sentimentos por você, idiota,” ele zombou, sua voz gotejando desdém. “Ela está unida a Aldric agora. A menos que você pretenda desafiá-lo por sua companheira, seja meu convidado. Mas nós dois sabemos que você não teria chance. Os truques de sua mãe mal te salvaram na arena, não é?”

Suas palavras eram como facas, cada uma cortando a compostura de Valerie, deixando para trás feridas brutas e festantes. A memória da arena – de escapar por pouco com vida, da humilhação – ainda assombrava Valerie. As provocações de Andre pareciam sal esfregado naquelas feridas abertas.

“Cale-se!” Valerie disparou, sua voz tremendo com uma raiva contida. Seus olhos ardiam de fúria, o ar ao seu redor estalando com o calor de sua raiva. Sem pensar, ele liberou uma bola de fogo, lançando-a diretamente em direção a Andre.

Andre, rápido nos pés, desviou do ataque, mas a bola de fogo atingiu o sofá atrás dele, incendiando-o instantaneamente. As chamas rugiram para a vida, devorando o tecido em segundos, e o quarto ficou repentinamente preenchido com o cheiro acre de estofamento queimado.

A expressão de Andre escureceu ao perceber o quão perto ele esteve de ser incendiado. Sua habitual despreocupação foi substituída por uma raiva fria e fervente. Ele levantou a mão, pronto para retaliar com seus próprios poderes, mas antes que pudesse liberar sua fúria, grossas trepadeiras surgiram do chão, envolvendo-se firmemente em seus pulsos e puxando seus braços para trás.

“O que—” Andre grunhiu, lutando contra as repentinamente restrições. As trepadeiras, fortes e inflexíveis, o mantinham no lugar, cortando sua habilidade de usar seus poderes. Ele girou a cabeça, encarando a origem de seu novo dilema.

Valerie, pensando que Theodore tinha intervindo a seu favor, permitiu-se um sorriso presunçoso. “Finalmente, um pouco de razão—” Ele mal teve tempo de reagir antes que as trepadeiras se enrolassem em seus tornozelos. Com um grito de surpresa, ele foi puxado do chão e enviado ao chão de maneira pouco digna.

Theodore, de pé entre seus dois irmãos com um sorriso autossatisfeito, os observava lutarem contra as trepadeiras. Seu peito inflou de orgulho, e ele não pôde resistir à vontade de se gabar.

“Pela primeira vez, estou orgulhoso de ser o razoável aqui,” ele disse, em tom leve, mas carregado de um subcorrente de triunfo.

Andre e Valerie se contorciam e esticavam contra suas amarras, mas as trepadeiras de Theodore apenas apertavam em resposta, enrolando-se neles como cobras e restringindo seus movimentos até que estavam quase envoltos. Os irmãos trocaram olhares furiosos, ambos muito teimosos para admitir derrota, mas tão envolvidos em sua própria raiva que não reconheceram a absurdidade da situação.

“Droga, Theodore, me solte!” Andre latiu, seu orgulho ferido mais que seu corpo.

Valerie, por outro lado, tentou uma tática diferente. “Certo, certo, eu entendi! Você fez seu ponto. Agora me solte!” Ele lutou novamente, tentando liberar as pernas, mas as trepadeiras apenas o seguraram mais firme, prendendo-o ao chão frio.

Theodore ignorou suas demandas. O fogo no sofá continuava a queimar, as chamas lambendo mais alto, ameaçando se espalhar. Ele se virou, dirigindo-se para a porta com um passo calmo e medido.

“Acho que vou chamar os servos,” ele disse, mais para si mesmo do que para seus irmãos. “Não gostaria que o palácio inteiro pegasse fogo só porque vocês dois decidiram ter mais uma de suas competições de medição de ego.”

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