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Unidos ao Príncipe Cruel - Capítulo 798

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Capítulo 798: Está Terminado

A testa de Andre franziu ainda mais. “Você está planejando me obrigar a não falar, não está?” ele perguntou, embora a suspeita em sua voz traísse sua incerteza.

Mas Azula apenas riu ainda mais, balançando a cabeça. “Eu também não vou fazer isso.”

Suas palavras enviaram um calafrio pela espinha dele, e sua carranca se aprofundou enquanto a observava com cautela. Ela começou a se aproximar dele, seu corpo roçando no dele de uma forma que acendeu seus nervos. Ele tentou manter a compostura, ignorar a súbita onda de calor que o inundou com a proximidade dela.

A mão de Azula se moveu deliberadamente, passando pelo peito dele com um toque suave que fez sua pele formigar. Seus lábios se curvaram em um beicinho brincalhão enquanto ela olhava para ele através dos cílios. “Eu sei que você gosta de Islinda,” ela murmurou, sua voz um suave ronronar provocante. “E por causa disso, você não traria mal a ela.”

Andre abriu a boca para protestar, mas quaisquer palavras que ele estava prestes a dizer foram cortadas quando a mão dela desceu, roçando sua virilha. Sua respiração se interrompeu, e ele instintivamente cerrou os punhos, desejando que seu corpo não reagisse ao toque dela. Mas, apesar de seus melhores esforços, ele podia sentir-se respondendo, seu corpo o traindo.

Os olhos de Azula brilharam com malícia enquanto ela traçava o contorno de sua ereção através das calças, seu toque leve, mas deliberado. “Liar, liar, pants on fire,” ela provocou, sua voz um sussurro cantarolante que enviou um arrepio pela espinha dele.

A mandíbula de Andre se contraiu, sua mente correndo em busca de uma saída para essa situação. Ele sabia que ela estava brincando com ele, mas, droga, ela estava perto da verdade.

Ele sempre soube que era diferente dos outros. Da família real. De seus irmãos. O fato de Islinda ser uma Fae sombria não o desgostava tanto quanto deveria—pelo menos, não da maneira que ele havia alegado. E quanto mais Azula pressionava, mais ele percebia que ela estava despindo suas defesas, expondo a verdade que ele havia tentado tanto negar.

Desesperado para recuperar o controle, Andre agarrou a mão de Azula, puxando-a para longe dele. “Qual é o seu objetivo final, Azula?” ele exigiu, sua voz baixa e tensa.

Azula sorriu, claramente desfrutando de seu desconforto. Ela se inclinou mais perto, sua respiração quente contra o ouvido dele enquanto sussurrava, “No começo, tudo o que eu queria era voltar para o meu reino. Mas não mais.”

O coração de Andre batia forte em seu peito. “Que reino? Você não está fazendo sentido para mim.”

Mas Azula continuou a dizer em meio à sua confusão com uma risada sombria. “Islinda me provocou, e agora, estou disposta a jogar o jogo.”

“Que jogo?” Andre perguntou, sua voz tensa.

Azula recuou apenas o suficiente para olhar nos olhos dele, seu sorriso se alargando em algo mais sinistro. “O que você acha de se casar com Islinda?”

Andre congelou, sua mente se apagando por um breve segundo. O que em Fae? Casar com Islinda? A ideia era absurda, e ainda assim, enquanto ele olhava nos olhos de Azula, podia ver que ela estava mortalmente séria.

“Você só pode estar brincando,” Andre murmurou, limpando a palma da mão pelo rosto em frustração. Ele lançou um olhar furioso para Azula, seus olhos escurecidos cheios de desprezo. “Você está me colocando contra Aldric.”

“Você também tem medo de Aldric, meu príncipe?” ela provocou, sua voz carregada de sarcasmo.

O ego de Andre se eriçou com as palavras dela, e ele sentiu um rosnado subir em sua garganta. Seus olhos brilharam de raiva, seu orgulho ferido pela insinuação.

“Mesmo sem Aldric no caminho, Islinda nunca se casaria comigo,” ele rebateu, sua voz afiada com desafio. “Ela está apaixonada por ele, e eu não vou forçá-la a um casamento que ela não quer.”

O sorriso de Azula não vacilou. Ela parecia quase divertida com a determinação dele. “Você não precisaria forçá-la,” ela disse, seu tom casual, como se estivessem discutindo algo mundano.

A expressão de Andre se aprofundou. “O que você quer dizer com isso?”

Os olhos de Azula brilharam com malícia enquanto se inclinava mais perto. “Islinda te deve um favor, não deve? Você poderia pedir isso.”

Mas a expressão de Andre se endureceu ainda mais. “Isso não vai acontecer,” ele disse firmemente, sua voz não deixando espaço para argumentos.

Azula levantou uma sobrancelha, genuinamente curiosa. “E por que não?”

Andre rosnou, sua frustração transbordando. “Eu não vou abusar do meu poder assim,” ele rebateu, sua voz cheia de convicção. “O favor não é uma ferramenta para manipulação. Eu não sou como você.”

Azula riu novamente, sua alegria genuína dessa vez. “Oh, Andre,” ela disse com um sorriso, “tanta retidão. Mas não se preocupe—você não terá que fazer nada. Eu cuidarei disso por você.”

Antes que Andre pudesse processar o que ela queria dizer com isso, sua visão ficou turva, e ele sentiu sua mente escorregar. Seus olhos ficaram apáticos, seus pensamentos nublados como se uma pesada névoa tivesse surgido. Ele lutou contra a sensação, mas não adiantou—o poder de Azula era muito forte.

Em uma voz calma e autoritária, Azula disse, “Você irá pedir esse favor, Andre. Você exigirá que Islinda se case com você.”

A voz de Andre respondeu automaticamente, como se ele fosse um boneco em cordas. “Eu irei pedir esse favor. Eu exigirei que Islinda se case comigo.”

Um sorriso satisfeito cruzou o rosto de Azula. A verdade era que ela não tinha interesse real na felicidade de Andre ou Islinda. Tudo que queria era semear o caos em Astária, e que melhor maneira de fazer isso do que criar uma barreira entre Aldric e a mulher que ele amava?

Se Andre obrigasse Islinda a se casar, isso acenderia uma tempestade de fogo, que queimaria através das cortes e não deixaria nada além de cinzas em seu rastro. Só então ela obteria sua tão esperada vingança.

A mão de Azula passou pelo rosto de Andre, seu toque leve. Ela se inclinou mais perto, seus lábios tocando sua orelha enquanto sussurrava, “Você só precisa colocar o jogo em movimento, meu príncipe.”

E então, sem aviso, Azula mergulhou a adaga de volta em seu peito, intencionalmente reabrindo o ferimento. A dor irradiou por seu corpo, aguda e lancinante, mas ela não vacilou. A dor era um pequeno preço a pagar pelo caos que estava prestes a desencadear.

Os olhos de Andre voltaram a focar, a névoa levantando de sua mente. Ele piscou, desorientado, sua mão instintivamente estendendo ao ver Azula cambaleando com o impacto da adaga.

“O quê—” ele começou, mas as palavras morreram em sua garganta ao ver a cena dela, sangue novamente manchando suas roupas.

O sorriso de Azula estava distorcido enquanto olhava para ele, seus olhos brilhando de satisfação sombria. “Não se preocupe comigo,” ela disse, sua voz um sussurro suave. “Apenas lembre-se do que precisa fazer.”

Antes que Andre pudesse responder, os olhos de Azula se fecharam, e ela desabou em seus braços.

Estava terminado.

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