Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Unidos ao Príncipe Cruel - Capítulo 797

  1. Home
  2. Unidos ao Príncipe Cruel
  3. Capítulo 797 - Capítulo 797: Rainha do Caos
Anterior
Próximo

Capítulo 797: Rainha do Caos

Andre manteve uma distância segura de Azula assim que ela se levantou. Era absurdo que ele, o Príncipe do Outono, estivesse cauteloso com uma mera mestiça, mas ele sabia que era melhor não subestimá-la. Havia mais em Azula do que se via, e depois de quase perder a vida, ele não ia baixar a guarda.

“Você tentou me matar,” Andre disse, sua voz carregada de acusação, suas sobrancelhas franzidas em uma profunda carranca.

“Tentar é a palavra-chave. Você não morreu, não é, Príncipe Andre?” Azula respondeu com indiferença, uma sobrancelha levantada desafiando-o a contradizê-la.

“Quem é você realmente?” Os olhos de Andre se estreitaram de suspeita. “Você é quem matou Elena, não é?”

Os lábios de Azula se curvaram em um sorriso maligno. “Você realmente é perspicaz, não é?”

A carranca de Andre se aprofundou, seu desconforto crescendo. “O que você está fazendo no corpo de Islinda? Islinda é mais do que uma mestiça, não é? Qual é sua relação com ela?”

“Tsc, tsc, muitas perguntas,” Azula disse com falsa irritação, avançando na direção de Andre.

Andre não recuou desta vez. Se Azula quisesse matá-lo, já teria feito isso há muito tempo. Eles ficaram frente a frente, o sorriso sinistro ainda brincando nos lábios de Azula. Então, ela se inclinou, sua voz um sussurro baixo. “Por que você não pergunta a Islinda você mesmo?”

Em um rápido movimento, ela puxou o colar do pescoço. Andre observou espantado enquanto o comportamento de Azula mudava completamente, sua expressão suavizando enquanto a luz em seus olhos se apagava. No segundo seguinte, Islinda estava diante dele, sua presença inconfundível. Mas o que realmente o chocou não foi a mudança repentina de personalidades — foram as marcas escuras que se espalhavam pelo seu rosto, descendo pelos seus braços.

Islinda… era uma Fae das Trevas?

Sua mente girou com a revelação. As Fadas das Trevas deveriam estar extintas. No entanto, ali estava Islinda, carregando as marcas características de sua espécie. Não era de se admirar que Aldric tinha sido tão protetor com ela. Ele sempre soube e manteve isso em segredo. As implicações disso eram assustadoras. As Fadas das Trevas eram poderosas, e com a linhagem de Islinda, as consequências potenciais eram aterrorizantes.

Antes que Andre pudesse processar completamente o que estava vendo, Islinda olhou para ele com desespero nos olhos. “Não confie nela, Andre, ela vai—”

Mas o apelo de Islinda foi abruptamente cortado quando ela foi puxada de volta para o vazio, e Azula reapareceu, sua expressão perversa retornando.

“Agora, sua pergunta foi respondida?” Azula perguntou, seu tom carregado de satisfação arrogante.

Andre cambaleou para trás, seu choque palpável. Tudo estava começando a fazer sentido — a feroz proteção de Aldric, o segredo em torno de Islinda. Se Islinda era de fato uma Fae das Trevas, então as apostas eram muito mais altas do que ele imaginava. As Fadas das Trevas eram incrivelmente poderosas, e se Islinda e Aldric se unissem, eles poderiam potencialmente gerar uma nova geração de Fae das Trevas, continuando seu perigoso legado.

Ele não podia deixar isso acontecer.

Mas antes que Azula pudesse suspeitar das intenções dele, Andre furtivamente alcançou a adaga que havia sido usada para apunhalá-la mais cedo. Num piscar de olhos, ele investiu contra ela, a lâmina apontada diretamente para o coração dela. Mas, assim que a adaga estava prestes a atingir, a voz de Azula soou, comandando, “Pare!”

O corpo de Andre congelou no meio do movimento, seus músculos se travando contra sua vontade. Não importava o quanto ele lutasse, ele não conseguia se mover. Azula tinha completo controle sobre ele.

A voz de Azula era calma e inalterada enquanto ela falava, “Você vai descobrir que, diferente de Islinda, eu tenho grande manipulação sobre essa habilidade.” Ela inclinou a cabeça, o tom doentio e doce. “Achei que estávamos começando a nos entender, Príncipe Andre. Por que você está sendo tão difícil?”

A expressão dela escureceu enquanto ela ordenava, “Solte-a.”

Sem hesitação, a mão de Andre soltou a adaga, a arma colidindo com o chão. O rosto dele estava tenso, seus olhos cheios de frustração enquanto ele lutava contra a compulsão, mas ele estava impotente para resistir a ela.

Azula se abaixou, pegando a adaga com uma graça casual. Ela a examinou de perto, seus dedos correndo sobre a superfície da lâmina. A adaga não era uma arma comum. Quem quer que a tenha projetado sabia algo sobre sua natureza, pois a lâmina tinha sido revestida com mercúrio—uma substância conhecida por conter demônios. Não era apenas mercúrio, no entanto. A lâmina também estava impregnada com prata e ouro, como se quem a tivesse feito estivesse determinado a encontrar uma maneira de matá-la, a qualquer custo. O pensamento a divertiu.

“O que você quer?” Andre perguntou, sua voz tensa mas determinada. Ele precisava saber com o que estava lidando, precisava entender suas motivações.

A expressão de Azula iluminou-se, seus olhos brilhando com uma alegria sombria e distorcida. “O que eu quero?” ela repetiu, uma risada borbulhando de seu peito. “Caos, é claro, meu Príncipe do Outono. Quero agitar o reino dos fadas só um pouco.”

O coração de Andre afundou com as palavras dela. Ele temia tanto, mas ouvi-lo confirmado enviou um calafrio por suas veias. Azula não era apenas uma ameaça—ela era um arauto da destruição. O reino dos fadas já estava à beira do caos com o evento de hoje; mais, e as coisas poderiam sair de controle de maneiras inimagináveis.

“Seu plano não vai funcionar,” Andre disse, tentando projetar confiança.

Azula inclinou a cabeça, intrigada. “E por que, Príncipe Andre?”

“No momento em que você sair por aquela porta, todos saberão que você não é humana. Seu ferimento cicatrizou completamente. Humanos não curam rapidamente e um grande número de pessoas viu você ser apunhalada,” Andre explicou, sua voz firme apesar da tensão se enrolando em seu peito. “Então, a menos que você planeje me silenciar também, eu contarei a todos sobre você.”

Por um momento, Azula apenas o encarou. Então, para a surpresa de Andre, ela explodiu em risadas. O som era rico e zombeteiro, ecoando nas paredes da sala. Andre franzia a testa, a confusão tremeluzindo em suas feições.

“O que é tão engraçado?” ele exigiu, seu desconforto crescendo.

O riso de Azula morreu em um riso contido, e ela olhou diretamente em seus olhos, sua expressão de repente séria. “Você não diria uma palavra a ninguém.”

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter