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Unidos ao Príncipe Cruel - Capítulo 792

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Capítulo 792: Matadouro

Havia um som de farfalhar, fraco mas inconfundível. Instintivamente, Islinda estendeu a mão e agarrou uma flecha do ar, seus reflexos assumindo o controle antes mesmo de ela perceber o que havia acontecido. Ela olhou para a flecha incrédula, o choque do que ela havia feito se espalhando por seu rosto.

Um sorriso surgiu, e ela se virou para Andre, os olhos arregalados de orgulho, como se dissesse, você viu isso? Ela acabara de pegar uma flecha com as próprias mãos — com as próprias mãos?!

Infelizmente, sua celebração foi curta.

Em seu momento de triunfo, Islinda não notou a figura que havia se esgueirado pela multidão, silenciosa e mortal. Antes que ela pudesse reagir, sentiu uma dor aguda e lancinante em seu peito.

A respiração de Islinda falhou enquanto ela olhava para baixo, o brilho de uma adaga chamando sua atenção. Ela estava enterrada profundamente em sua carne, e sua mão instintivamente alcançou o ferimento, seus dedos tremendo ao tocar o sangue quente que começou a fluir.

O tempo parecia desacelerar enquanto ela cambaleava, seu sorriso desaparecendo, substituído por choque e confusão. Os sons da batalha se tornaram um rugido distante em seus ouvidos enquanto a realidade do que havia acontecido afundava. Ela olhou para Andre, os olhos arregalados, procurando compreensão, conforto, mas tudo o que via era horror refletido em seu rosto.

O mundo ao seu redor começou a ficar turvo, as bordas de sua visão escurecendo enquanto sua força a deixava. Ela caiu de joelhos, a adaga ainda cravada em seu peito, e por um momento, o caos da arena parecia distante, como se estivesse acontecendo em outro mundo completamente.

“Não!” O grito de Andre rasgou o ar, mas naquela hora, o corpo de Islinda já começara a desmoronar, sua mão escorregando da flecha que ela havia pegado com tanto orgulho há momentos atrás.

Suas mãos nuas… agora manchadas de sangue.

O ar estalou com uma explosão violenta enquanto a fúria de Andre explodia de seu corpo. Um turbilhão de força empurrou os corpos ao seu redor para o lado, abrindo caminho enquanto ele corria em direção a Islinda, agarrando-a pouco antes de seu corpo desabar completamente no chão.

“Não, não, não…” A voz de Andre estava carregada de terror, a culpa corroendo-o enquanto ele a segurava em seus braços. Isso não deveria ter acontecido — não enquanto ele deveria estar protegendo-a. Seu aperto se apertou como se segurá-la pudesse de alguma forma desfazer a facada, pudesse de alguma forma trazê-la de volta do limiar.

Ele olhou para cima, procurando freneticamente pelo agressor, mas a figura já havia se misturado à multidão caótica. O desgraçado tinha ido embora, assim como qualquer chance de vingança imediata.

Ajuda.

Ele precisava obter ajuda para Islinda. Ela era meia Fae, Andre pensou, agarrando-se à esperança. Ela poderia sobreviver a isso. Ela tinha que sobreviver a isso.

Sem pensar duas vezes, Andre puxou Islinda para perto e a carregou, seu foco exclusivamente em tirá-la da arena, longe da loucura.

Sem o conhecimento de Andre, Aldric tinha testemunhado toda a cena acontecer.

Parado no centro da arena, ele estava congelado, assistindo o momento da facada de Islinda se repetir em sua mente, repetidamente.

Sua companheira — seu pequeno humano — havia sido esfaqueada bem na sua frente, e ele não fez nada.

O corpo congelado de Valerie, que uma vez era seu alvo, agora estava esquecido.

Ao seu redor, a comoção continuava, mas Aldric não ouvia nada disso. Sua mente estava consumida por um único, pesante pensamento: destruir todos eles.

A escuridão começou a escapar da forma de Aldric. Ao mesmo tempo, a barreira mágica da arena, que uma vez resistira firmemente contra o caos, estava começando a se levantar enquanto as bruxas trabalhavam para resgatar o Príncipe Valeria.

A luta estava indubitavelmente terminada, e todo o foco deveria ter sido em tirar Valeria do gelo. Mas algo na imobilidade de Aldric chamava a atenção.

Um dos guardas percebeu primeiro. Aldric estava parado em silêncio, quieto demais, e agora sombras estavam esgueirando-se de seu corpo, serpenteando pelo chão.

A atmosfera mudou enquanto nuvens escuras começavam a se juntar no céu, lançando longas e ominosas sombras sobre a arena. Um sentimento de presságio se instalou sobre aqueles que ainda lutavam.

“Esse é o desgraçado Fae sombrio!” uma das Fadas sedentas de sangue gritou, sua voz cortando a tensão. “Vamos nos livrar dessa abominação de uma vez por todas!”

Impulsionados pelo ódio e pela febre da batalha, mais Fadas pegaram o grito. “Sim!” eles gritaram, os olhos selvagens. Encorajados pelo caos, eles avançaram em direção à arena, determinados a matar Aldric de uma vez por todas.

“Oh, não,” O guarda suspirou em reconhecimento, seu rosto pálido ao perceber o banho de sangue iminente.

Ele se virou para as bruxas, sua voz cheia de pânico. “Ponham a barreira de volta! Agora! Depressa! Façam isso agora mesmo!”

As bruxas, percebendo a urgência, apressaram-se a obedecer. Começaram a tecer sua magia, desesperadas para selar a arena mais uma vez antes que tudo saísse ainda mais do controle. Mas Aldric, seus lábios curvados em um sorriso ameaçador, não tinha a intenção de permitir que isso acontecesse.

Sem aviso, sombras dispararam do corpo de Aldric e atingiram a primeira bruxa, deixando-a inconsciente antes que pudesse terminar o feitiço. A barreira piscou, parando pela metade.

A bruxa restante, com os olhos arregalados de medo, percebeu o que Aldric havia feito. Ela tentou contra-atacar, para se defender e completar a barreira, mas Aldric era poderoso demais, consumido demais pela fúria. Não demorou muito para que suas sombras a dominassem, e ela também desabou no chão, a magia da barreira desaparecendo completamente.

A arena agora estava aberta. Aberta para todos que ousassem enfrentá-lo. Aberta para todos que queriam a morte.

“Levem o príncipe herdeiro daqui!” o guarda bradou, sua voz grossa de pavor. Ele entendia muito bem o que estava prestes a acontecer.

Como se em sincronia, os guardas restantes avançaram, carregando o inconsciente Príncipe Valeria para longe, assim que a primeira das Fadas corria para dentro da arena.

O caos que antes estava contido havia se libertado, e a presença de Aldric — sombria, vingativa, e pronta para destruir — era o epicentro.

E então a batalha começou.

Sem barreira, a arena se transformou em um matadouro. Fadas avançaram, mirando em Aldric, seu ódio e sede de sangue dirigindo-os. Mas Aldric estava pronto, suas sombras girando como uma tempestade, derrubando qualquer um que ousasse se aproximar dele.

Isso não era mais uma luta. Isso era um matadouro. E ele era o açougueiro deles.

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