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Unidos ao Príncipe Cruel - Capítulo 773

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Capítulo 773: Prenda o Acompanhante

“Como tudo isso aconteceu?” Andre exigiu enquanto caminhava ao lado de um dos guardas, seu tom afiado de frustração. O guarda, lutando para acompanhar o ritmo acelerado do príncipe, relembrou os eventos.

“Os pássaros, Vossa Alteza, eles vieram do nada,” ele explicou. “Eles atacaram os guardas do lado de fora, depois desapareceram tão rápido quanto surgiram. Foi algo que nunca havíamos visto antes.”

“Mmm.” Andre fez um som não comprometedor, seus pensamentos em outro lugar enquanto se aproximavam da cena do ataque.

Lá fora, o pátio estava coberto de penas. Servos apressavam-se para limpá-las, enquanto alguns curandeiros cuidavam dos guardas feridos. Andre se abaixou, pegando uma das penas. Era escura e brilhante, quase de forma sobrenatural. Ele a ergueu para a luz Fae, já que era noite, examinando-a de perto.

“Houve algum óbito?” ele perguntou.

“Não, Vossa Alteza,” o guarda respondeu. “Ninguém morreu, graças aos deuses. Nós priorizamos a segurança da família real, enviando guardas para protegê-los imediatamente. Os pássaros pareciam mais focados no exterior do palácio, não no interior. Apenas alguns ferimentos leves entre os soldados e alguns infelizes funcionários do palácio.”

O guarda fez uma pausa e então acrescentou, “Se eu pudesse falar francamente, Vossa Alteza, parecia mais que os pássaros estavam fazendo um espetáculo do que realmente atacando.”

Os olhos de Andre se estreitaram. “Exceto que não era uma performance,” ele murmurou, com a expressão fechando-se ainda mais.

“O que?” O guarda olhou para ele, confusão estampada no rosto.

Andre dobrou a pena em sua mão, sentindo a estrutura quebradiça se dobrar em dois. “Foi uma maldita distração, seu idiota!” Ele jogou a pena quebrada no chão, a frustração transbordando enquanto a pisoteava.

Sem mais uma palavra, Andre se virou e começou a caminhar em direção ao palácio, sua mente a mil. O guarda o seguiu, ainda tentando juntar as peças do que o príncipe acabara de perceber.

“Para onde está indo, meu príncipe?” o guarda perguntou, lutando para acompanhar.

Ele ignorou as perguntas, perguntando em vez disso, “E sobre a Senhora Islinda?” A voz de Andre estava cheia de urgência. “Você verificou como ela está?”

“Sim, ela está bem,” o guarda respondeu rapidamente.

Mas a resposta apenas fez Andre parar abruptamente. Ele se virou para encarar o guarda, seu olhar intenso e penetrante.

“Realmente? Ela disse isso?” O tom de Andre era incrédulo.

O guarda vacilou, sem saber como responder. “Não exatamente ela, Vossa Alteza. Mas a acompanhante dela confirmou que estava bem e que não apreciaria qualquer perturbação.”

Por um momento, Andre apenas encarou o guarda, sua expressão se endurecendo à medida que a realização o atingia. Seus instintos gritavam que algo estava errado.

Sem mais uma palavra, Andre se virou e começou a correr, deixando o guarda perplexo para trás. “Espere, Vossa Alteza! O que está errado?! Para onde está indo?! O que está acontecendo, Vossa Alteza?!” O guarda chamou por ele, mas Andre não diminuiu o ritmo.

Tolos, pensou Andre amargamente enquanto corria pelos corredores do palácio. Seus passos ecoavam pelas salas, mas ele não prestou atenção aos olhares dos servos e guardas que passavam. Ele tinha apenas um destino em mente: os aposentos de Islinda.

O estômago de Andre se revirava de desconforto enquanto se aproximava dos aposentos dela. O palácio estava em desordem devido ao ataque anterior, e os guardas estavam espalhados. Apenas um guarda estava à porta de Islinda, sua postura se rigidizando ao reconhecer o príncipe.

“Vossa Alteza,” o guarda cumprimentou, inclinando ligeiramente a cabeça.

Andre não o reconheceu, seu foco inteiramente na porta à frente. Seus nós dos dedos bateram com firmeza na madeira, o som ecoando pelo corredor vazio. Nenhuma resposta. Ele bateu de novo, mais forte desta vez. Ainda nada. Seu coração martelava em seu peito enquanto ele levantava a mão para bater uma terceira vez, mas justo quando fez isso, a porta rangeu levemente ao abrir, e o rosto de uma mulher espiou — Maxi, a acompanhante de Islinda.

“Eu já disse a você, Senhora Islinda está—” Maxi começou, seu tom descrente até que seus olhos se arregalaram de surpresa ao reconhecer quem estava diante dela. Rapidamente, ela mascarou sua reação, sua expressão tornando-se neutra. “Vossa Alteza,” ela disse, inclinando a cabeça respeitosamente. “O que traz você aqui a esta hora?”

Os olhos de Andre se estreitaram, captando o leve tremor em sua voz. Algo estava errado. “Onde está Islinda?” ele exigiu, seu tom não deixando espaço para evasivas.

Maxi hesitou, um brilho nervoso em seus olhos. “Senhora Islinda está bem, Vossa Alteza. Mas já é bastante tarde. O que você esperaria que Senhora Islinda estivesse fazendo a essa hora?”

Os lábios de Andre se curvaram em um sorriso frio. Ele podia ver através das palavras cuidadosamente escolhidas dela. “É mesmo? Então, se eu entrasse nesta sala agora, encontraria Islinda dormindo, não é?”

A compostura de Maxi vacilou por um momento, seus olhos lançaram um olhar para a porta atrás dela. O silêncio se estendeu entre eles, pesado e tenso.

“Saia do caminho,” Andre ordenou, sua voz um rosnado baixo.

Maxi não se moveu rápido o suficiente. Com um empurrão brusco, Andre abriu a porta, forçando Maxi a cambalear para fora de seu caminho. Ele entrou na sala, seus olhos vasculhando cada canto em busca de qualquer sinal de Islinda. A cama estava vazia, as cobertas intocadas. O guarda-roupa, as cortinas, até as sombras sob os móveis — ele procurou em todo lugar, mas ela não estava em lugar algum.

“Onde ela está?” A voz de Andre era um sussurro perigoso enquanto se virava para Maxi, que tremia de pé junto à porta.

A resolução de Maxi desmoronou sob a intensidade do olhar dele. “Ela está segura, Vossa Alteza. Aldric a trará de volta,” ela finalmente confessou a verdade.

Exceto que isso pouco acalmou Andre, pelo contrário, fez sua raiva aumentar. A menção de seu irmão apenas confirmou seus piores temores. Aldric havia levado Islinda, e Maxi sabia o tempo todo.

“Prendam-na,” Andre ordenou ao guarda do lado de fora da porta, que imediatamente avançou para prender Maxi pelo braço. “Joguem-na na masmorra.”

Maxi não resistiu enquanto era arrastada, sabendo que não havia como escapar da fúria de Andre.

Andre a observou ir, com a mandíbula cerrada de fúria. Ele saiu, decidido a procurar por Islinda. Se a acompanhante estivesse certa, então Islinda estaria de volta e ele estaria esperando por ela.

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