Uma Noite Selvagem - Capítulo 946
946: Você Deve Casar 946: Você Deve Casar “””
Eles se sentaram juntos para o pequeno-almoço, a conversa fluiu facilmente entre eles enquanto desfrutavam das delícias que Amy havia preparado.
Lucas não conseguia parar de elogiar suas habilidades na cozinha, e cada vez que ele fazia isso, Amy sentia uma onda de calor subir pelo seu pescoço.
Quando finalmente estavam satisfeitos e contentes, Lucas se recostou na cadeira com um suspiro satisfeito. “Isso foi incrível. Estou me sentindo mimado.”
Amy deu uma risadinha suave, seus olhos brilhando de alegria. “Fico feliz que tenha gostado. Vou preparar alguns para você levar quando sair. Cumpri uma das minhas promessas,” disse ela, e Lucas sorriu.
“Sim. Você cumpriu.”
“Então, eu tive uma ideia do que poderíamos fazer hoje,” disse ela, e Lucas levantou uma sobrancelha, intrigado.
“Ah é?”
“Lembra quando prometi mostrar minhas habilidades no basquete?” ela perguntou, um brilho travesso nos olhos.
Lucas sorriu, se inclinando para frente com interesse. “Como poderia esquecer? Você realmente quer me desafiar?”
“Pode apostar,” Amy disse com um aceno confiante. “Eu conheço um lugar onde podemos jogar, e geralmente é bem tranquilo a essa hora do dia.”
“Certo, vamos nessa,” Lucas concordou, sua excitação evidente na voz.
Lucas se ofereceu para limpar tudo enquanto ela se vestia, e depois que ela terminou de se arrumar ela se juntou a ele, carregando uma bola de basquete.
“O quê? Você até tem uma bola?” Ele perguntou, e ela sorriu.
“Tá com medo de eu ganhar de você agora?” Ela provocou.
“Quase,” ele disse, e ambos riram.
Eles limparam tudo juntos antes de sair, Amy guiando o caminho até uma academia próxima que tinha uma pequena quadra de basquete escondida em um canto tranquilo.
Como ela havia previsto, o lugar estava quase deserto, dando a eles a quadra só para si.
Amy jogou a bola para Lucas assim que pisaram na quadra, seu lado competitivo emergindo. “Espero que esteja preparado.”
Lucas pegou a bola com facilidade, girando-a em seu dedo enquanto dava a ela um sorriso provocante. “Acha que pode me derrubar?”
“Vamos ver o que você tem,” Amy desafiou, pulando na ponta dos pés enquanto se posicionava.
O jogo começou leve e brincalhão, ambos rindo e provocando um ao outro enquanto trocavam arremessos. Mas conforme os minutos passavam, a competição se tornava mais intensa, com ambos determinados a superar o outro.
Amy era rápida nos pés, driblando Lucas e fazendo alguns arremessos impressionantes. Mas Lucas não era de se render facilmente. Ele usou sua vantagem de altura para bloquear os arremessos dela e fazer algumas bandejas suaves.
O banter deles era constante, repleto de provocações e risadas que ecoavam no salão vazio. Toda vez que Lucas conseguia pontuar, ele lançava um sorriso para Amy que fazia seu coração acelerar, e cada vez que ela passava por ele para fazer um arremesso, ela lhe lançava um sorriso maroto, deliciando-se com o jeito que ele franzia os olhos em frustração fingida.
Em um determinado momento, Lucas conseguiu roubar a bola de Amy, driblando pela quadra com facilidade. Amy foi atrás dele, determinada a pegar a bola de volta. Justo quando Lucas estava prestes a fazer um arremesso, Amy saltou na frente dele, as mãos estendidas para bloquear o lance.
Lucas, pego de surpresa, cambaleou um pouco e acabou a segurando em seus braços ao cair. Ambos caíram no chão rindo, com Amy por cima de Lucas.
Enquanto riam, logo perceberam que seus rostos estavam a centímetros de distância e se olharam, ofegantes pelo jogo.
O ar entre eles parecia crepitar com tensão, e antes que Amy pudesse dizer alguma coisa, Lucas se inclinou e deu um beijo rápido e brincalhão nos seus lábios.
Enquanto Lucas recuava, querendo que se levantassem e retomassem o jogo, Amy o puxou de volta e o beijou.
Lucas sorriu enquanto retribuía o beijo e o beijo se aprofundou. O mundo desapareceu enquanto exploravam essa intimidade recém-descoberta. O ginásio, a bola de basquete, e tudo o mais pareciam desaparecer enquanto se perdiam no momento.
Quando finalmente se afastaram, ofegantes e corados, seus olhares se encontraram, cheios de desejo e incerteza. O ar entre eles estava carregado.
“Você está se distraindo,” Lucas disse com um sorriso enquanto puxava de leve o nariz dela e se afastava, seus olhos brilhando com travessura.
Amy piscou, ainda um pouco atordoada pelo beijo enquanto Lucas a ajudava a se levantar. “Você que me beijou primeiro!” ela protestou, sua voz leve com riso.
Lucas também riu, aproveitando a distração dela para marcar outro ponto. “E esse é o jogo.”
Amy bufou em fingida irritação, cruzando os braços enquanto assistia a bola se afastar. “Você trapaceou.”
“Tudo é justo no amor e no basquete,” Lucas brincou, caminhando até ela com um sorriso.
Amy balançou a cabeça, incapaz de reter o sorriso no rosto. “Tá bom. Mas saiba que só fez a cesta da vitória porque trapaceou.”
Lucas riu, estendendo a mão para ajeitar uma mecha solta de cabelo dela atrás da orelha. “Vou aceitar essa vitória. Mas da próxima vez, jogarei limpo.”
“Próxima vez?” Amy repetiu, levantando uma sobrancelha.
“Claro. Vamos para a segunda rodada. O primeiro a fazer quinze cestas,” Lucas disse com uma piscadela.
Longe dali, Aaron, Candace, Andy e Jamal estavam no carro, a caminho de um parque onde planejavam fazer um piquenique.
Candace estava sentada atrás do volante, um sorriso sereno brincando nos lábios e ao lado dela no banco do passageiro, Andy mexia no rádio, procurando uma estação que combinasse com o humor animado da manhã.
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O aroma do café fresco emanava do porta-copos ao lado dela, misturando-se com o leve aroma dos sanduíches embalados e saladas de frutas guardados no porta-malas.
“Isso é perfeito,” Candace disse quando My Heart Will Go On da Celine Dion preencheu o carro.
“Isso me faz voltar no tempo,” Aaron disse do banco de trás, onde estava confortavelmente acomodado.
Parece que você tinha um bom gosto para música,” Candace provocou.
Aaron deu uma risada, “Claro que sim.”
Ao lado de Aaron, Jamal pulava em seu assento, as pequenas mãos segurando um boneco de ação muito amado. Seus olhos brilhavam de entusiasmo, mas não era pela música ou pelo piquenique que ele estava tão animado. “Tia Andy,” ele disse, “você tem certeza que vou falar com a Dawn hoje?”
Andy virou-se em seu assento, com um sorriso caloroso e tranquilizador. “Tenho certeza, Jamal. A mãe dela disse que ela está ansiosa para isso tanto quanto você.”
O rosto de Jamal iluminou ainda mais, se é que era possível. “Mal posso esperar! Tenho tantas coisas para contar a ela.”
Candace lançou um rápido olhar para seu filho pelo retrovisor, seu coração se encheu ao ver o entusiasmo dele. “Você terá bastante tempo para contar tudo a ela, querido. Só lembre de deixar ela falar também, tá bom?”
“Eu vou, eu vou,” Jamal prometeu, embora sua mente já estivesse avançando para a conversa que teria.
Enquanto a conversa continuava, preenchida com risadas e brincadeiras suaves, o telefone de Aaron vibrou em seu bolso, a vibração um tremor leve contra sua perna.
Ele tirou o telefone, “É a Debbie,” ele anunciou empolgado, um sorriso suave curvando seus lábios.
Andy e Candace trocaram olhares cúmplices, sorrindo maliciosamente. “Oh, é a Debbie,” Andy ecoou em uma voz melodiosa, seus olhos brilhando de travessura.
“Melhor ficarmos quietos, Andy. O papai tá com uma senhora na linha.”
Andy reprimiu uma risada, olhando para o pai pelo retrovisor. “Devemos te dar um pouco de privacidade, Papai? Talvez a Candace deva encostar para você poder ter uma conversa romântica de verdade?”
Aaron balançou a cabeça, embora ele não pudesse conter o sorriso que puxava seus lábios. “Se comportem, vocês duas,” ele repreendeu gentilmente, mas não havia verdadeira severidade em suas palavras. “Vocês são piores que um casal de adolescentes.”
Jamal, sempre curioso, olhou para o avô com olhos indagadores. “Essa é a vovó Debbie?”
“Sim, Jamal,” Aaron disse, sua atenção mudando para a ligação.
Ele pressionou o telefone ao ouvido, sua voz se suavizando à medida que falava. “Ei, Debbie. Como você está hoje?”
Houve um momento de silêncio enquanto Debbie respondia, e o que ela disse fez o sorriso de Aaron se aprofundar.
Candace observava ele através do espelho, enquanto Andy virava-se no assento para olhar para ele, a diversão delas evidente enquanto trocavam outro olhar.
Aaron estava tão perdido em sua conversa, que mal notava elas. “Então, quando vou te ver de novo?” Aaron perguntou, seu tom tingido por um indício de anseio que não passou despercebido por suas filhas.
Candace abafou uma risada. “Escute ele, todo meloso. Nunca pensei que veria o dia em que ele estaria tão apaixonado.”
Andy concordou com uma seriedade fingida. “É adorável, de verdade.”
Aaron, ouvindo apenas o suficiente para entender a essência das provocações, cobriu o bocal do telefone e lançou um olhar fingidamente severo para elas. “Tá bom, vocês duas, parem com isso. Estou tentando ter uma conversa aqui.”
Jamal, percebendo o clima brincalhão, entrou na onda com um sorriso. “Você vai pedir ela em casamento, Vovô?”
Aaron quase engasgou com a risada, balançando a cabeça enquanto olhava para o neto. “Ainda não, companheiro. Vamos dar um passo de cada vez.”
A voz de Debbie se filtrou pela linha novamente, e Aaron voltou sua atenção para a conversa, mas não sem uma última risada com as palhaçadas de sua família. “Desculpa por isso. As crianças estão se divertindo por aqui.”
Quando Aaron desligou, seu sorriso ainda estava firme no rosto. Ele guardou o telefone de volta no bolso, encontrando os olhares expectantes de Candace e Andy.
“Então,” Candace começou, fingindo desinteresse enquanto entrava na estrada que levava ao parque, “Como está a Debbie?”
“E aí, Papai,” Andy acrescentou com um sorriso. “Alguma novidade com ela?”
Aaron simplesmente sorriu, inclinando-se para trás em seu assento enquanto cruzava os braços. “Boa tentativa, meninas. Mas eu não vou dizer nada.”
Jamal sorriu para o avô, claramente impressionado. “Eu gosto da Debbie, Vovô. Ela te faz feliz.”
O coração de Aaron se aqueceu com a observação inocente do neto. Ele estendeu a mão e bagunçou o cabelo de Jamal. “Ela com certeza faz, companheiro. Ela com certeza faz.”
“Você deveria casar com ela,” Candace sugeriu.
“Você deveria casar com o Matt,” Aaron disse e Andy deu uma risadinha enquanto Candace fazia uma careta para seu pai por mudar de assunto daquela forma quando ele sabia que Jamal iria pular nisso.
Desde que Dawn contou a Jamal que sua mãe tinha se casado e agora ela tinha um pai e sua mãe tinha prometido que ela teria um irmãozinho ou irmãzinha, Jamal não parava de insistir para que ela se casasse também.
“Sim, mamãe, eu quero que você case com o Matt. E depois você vai me dar uma irmãzinha e um irmão,” Jamal disse empolgado justamente como Candace esperava.
“Muito obrigada, Papai,” Candace disse secamente e Aaron deu uma risada.
“De nada, casa de vidro.”