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Uma Noite Selvagem - Capítulo 208

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  3. Capítulo 208 - 208 Confirmação 208 Confirmação Lucy tinha um sorriso no
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208: Confirmação 208: Confirmação Lucy tinha um sorriso no rosto enquanto voltava para seu escritório. Ela levantou a mão para tocar seus lábios, que ainda pareciam sensíveis após o beijo de Tom. Esse homem definitivamente sabia todas as maneiras de fazer seu coração acelerar e como fazê-la sorrir, pensou Lucy enquanto pegava seu telefone para ligar para seu irmão.

Ela havia prometido a Tom que ia fazer isso assim que saísse do escritório dele e não queria adiar mais.

Assim que discou o número dele, ela bateu as mãos na sua escrivaninha enquanto esperava pacientemente que ele atendesse à ligação, rezando para que ele não estivesse muito ocupado no momento.

– Oi, Lulu? – Lucas chamou do outro lado da linha no momento em que recebeu a ligação.

– Você parece bem animado – observou Lucy, já que ele só a chamava de Lulu quando estava de muito bom humor.

– Bem… a Raquel acabou de sair do meu escritório – disse Lucas, animado, e Lucy nem precisou perguntar detalhes para saber que eles provavelmente tiveram uma rapidinha em seu escritório.

– Ah, entendi! – Lucy disse com um pequeno sorriso.

– Pois é. Então, o que houve? Já contou a verdade para a mamãe e o papai? – Lucas perguntou, lembrando Lucy da mentira que ela havia contado aos pais sobre estar namorando o chefe dela.

– Não – ela respondeu com um sorriso bobo no rosto.

– E por que não? O que você está esperando? – Lucas perguntou, curioso.

– Não foi por isso que te liguei. Se você estava tão curioso sobre isso, então talvez devesse ter me ligado – Lucy respondeu, secamente.

Lucas ficou em silêncio por um momento, como se quisesse discutir com ela, mas então decidiu ouvir o que ela tinha a dizer primeiro antes de voltar ao assunto: – Ok, por que você ligou? – Ele perguntou.

– Você pode conseguir para mim um terapeuta profissional? Alguém muito bom. Seria melhor se o consultório dele fosse perto de mim – Lucy disse, fazendo Lucas piscar surpreso.

– Você quer um terapeuta?

Lucy sorriu ao ouvir a surpresa e a alegria no tom de voz dele – Sim. Eu só quero resolver isso logo – Lucy explicou.

– Nossa! Isso é ótimo! Você tomou a decisão certa, Lu! Vou te arrumar o melhor! E não se preocupe com o custo, eu pago por isso – Lucas prometeu.

– Desculpe, outra pessoa vai pagar a conta. Você não pode pagar. Além disso, você precisa de todo esse dinheiro para a preparação do seu casamento, então não se preocupe comigo – Lucy disse, desdenhando.

– Quem vai pagar? Não é seu namorado motorista, espero? – Lucas perguntou, desaprovador.

Lucy enfiou a língua na bochecha: – Bem, ele insistiu em pagar.

– Como você deixou ele fazer isso? Você tem noção de quanto custa a terapia? Isso vai custar muito para ele e prejudicar a situação financeira de vocês dois. Peça a ele para esquecer isso, diga que seu irmão vai cuidar disso. De qualquer forma, eu já estava guardando dinheiro para isso – disse Lucas, fazendo Lucy sorrir suavemente.

Ela adorava saber que seu irmão gêmeo ainda se importava tanto com ela, apesar da presença de Raquel em sua vida. Ela sentiu um nó na garganta e pigarreou – Não se preocupe comigo. Ele pode pagar, independentemente do custo – ela garantiu a ele.

– Ele pode? Como? Ele é de uma família rica? – Lucas perguntou, confuso.

– Não.

– Pare de brincadeira, Lucy. Isso é sério – Lucas reclamou quando percebeu que ela estava sendo propositalmente lenta sobre isso.

– Ok, eu descobri que meu motorista é na verdade Thomas Hank, o CEO – Lucy disse, fazendo Lucas arfar surpreso.

– O quê? Eu realmente não esperava por isso – disse Lucas, incrédulo.

– É, eu também não – Lucy concordou, balançando a cabeça.

– Você sabia disso antes de contar para a mamãe e o papai que estava namorando seu chefe, ou depois? – Lucas perguntou, curioso.

– Depois.

– Uau! Eu acho que uma parte do seu subconsciente deve ter percebido, mas você não sabia. Como seu chefe se tornou seu motorista? Por quê? Como você descobriu a verdade? Foi ele quem te contou? Ele estava te seguindo? – Lucas fez as perguntas à medida que elas lhe vinham à cabeça.

– Bem, depois que o conheci no clube na noite do nosso aniversário, ele comprou o prédio ao lado do meu e decidiu ser meu motorista para poder me conhecer melhor – Lucy disse, fazendo Lucas balançar a cabeça, incrédulo.

– Você não ficou assustada com isso? – Lucas perguntou, pensando em como sua irmã deve ter reagido à revelação.

– Fiquei. Mas ele é uma pessoa muito boa, então… – Lucy parou quando ouviu algumas vozes do lado de fora da porta do escritório.

– A gente se fala depois. O trabalho está chamando. Não se esqueça de me arrumar o terapeuta. Te amo – Lucy disse e desligou rapidamente a ligação.

*********
– Bom dia, senhor! – Anita cumprimentou o diretor do departamento de recursos humanos da I-Global com um sorriso educado enquanto entrava em seu escritório.

– Senhora Miller? – o homem em seus trinta e poucos anos perguntou à medida que Anita se aproximava de sua mesa. “Por favor, sente-se,” ele disse quando ela fez um aceno educado.

– Obrigada. Desculpe por aparecer assim no seu escritório – ela se desculpou.

– Tudo bem. Em que posso ajudá-la? – Ele perguntou, olhando para ela com curiosidade.

– Bem, como você deve saber, a Ocean Airlines foi recentemente adquirida pela I-Global e eu sou uma das principais diretoras lá, além de chefe do departamento de recursos humanos – ela explicou.

– Vejo.

– Vendo a organização desta empresa, eu esperava poder aprender algumas coisas com você sobre gestão de pessoal e talvez obter algumas informações sobre como as coisas são administradas aqui, para poder fazer alguns ajustes, se necessário, lá também – ela explicou, e o diretor assentiu para que ela continuasse.

– Precisamos cortar alguns custos devido às dificuldades financeiras que a companhia aérea está enfrentando atualmente, então eu esperava descobrir como as coisas são feitas aqui para poder comparar e analisar. Talvez você pudesse me contar sobre os benefícios que a maioria dos funcionários desfruta aqui. Por exemplo, a empresa fornece carros e motoristas para os funcionários? – Anita perguntou curiosa enquanto pegava um bloco de anotações e uma caneta.

– Carros da empresa? Sim, é um dos privilégios de ser um diretor aqui. Nem todo funcionário recebe um carro. Mas os motoristas não são fornecidos. Por que a empresa pagaria alguém para dirigir você? Espera-se que você seja capaz de se transportar e, se não puder, que seja capaz de pagar para ter um motorista – explicou o diretor.

Anita apertou os lábios enquanto o ouvia, fingindo anotar tudo o que ele dizia. No dia em que ela conheceu Tom a caminho da cafeteria da empresa, ele disse que era um dos motoristas da empresa, e não o motorista pessoal de Lucy. Isso significava que ele havia mentido para ela.

– Se você não se importar que eu pergunte, quantas diretoras jovens há nesta empresa? Eu digo, neste prédio, não em todas as filiais – Anita perguntou, curiosa, após fazer algumas outras perguntas.

– Hmm… jovens? Acho que são apenas duas. Até pouco tempo tinha apenas a diretora Cora Anderson, mas recentemente Lucinda Perry foi promovida – o homem disse pensativo, mesmo que não tivesse certeza de por que Anita estava perguntando.

– E ambas têm carros da empresa também? Desculpe por fazer tantas perguntas. Estou apenas tentando ver se consigo reduzir alguns desses benefícios levando idade como fator, embora possa me afetar também – Anita disse com um sorriso apologético.

– O CEO é jovem, assim como a maioria dos funcionários da empresa, então a idade não pode ser um fator a ser considerado nessas importantes questões. Ambas têm carros da empresa.

– Ah, entendi. Suponho que ambas devem dirigir muito bem, então – Anita disse, brincando.

– Não sei sobre a senhorita Perry, mas a senhorita Anderson se vira bem sozinha ao volante – ele garantiu a ela, sorrindo.

– Você não faz ideia de como isso foi útil. Muito obrigada pelo seu tempo – Anita disse com um largo sorriso que não chegou aos olhos enquanto apertava a mão dele com firmeza.

Assim que ela saiu do escritório dele, o sorriso desapareceu de seu rosto. Ela acabara de confirmar suas suspeitas. Tom era o CEO.

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