Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Uma Noite Selvagem - Capítulo 194

  1. Home
  2. Uma Noite Selvagem
  3. Capítulo 194 - 194 Como Família 194 Como Família De alguma forma após os
Anterior
Próximo

194: Como Família 194: Como Família De alguma forma, após os eventos dos últimos dias, Lucy começou a se sentir bastante diferente sobre si mesma. Ela estava começando a se sentir mais confiante e não estava mais com tanto medo de sair de casa e encarar a vida como estava algum tempo atrás.

Ela não conseguia dizer o que havia causado a mudança. Talvez fosse o sexo com o Tom, ou porque ela finalmente conseguiu se abrir para o Tom sobre algumas partes do seu passado, ou talvez fosse por causa dos sentimentos do Tom em relação a ela, que ela também retribuía em grande parte.

Ela não tinha certeza do que era. Mas fosse o que fosse, aquele sentimento a fez cantarolar uma música enquanto dirigia-se ao bar à beira da estrada onde havia combinado de encontrar-se com a Anita. Normalmente, ela teria ficado ansiosa para encontrar-se com a Anita na semana passada, mas agora ela sentia que não havia nada que não pudesse enfrentar.

Seu plano para aquela noite era bastante simples. Ela passaria no máximo uma hora de conversa fiada com a Anita e evitando perguntas desnecessárias e, depois disso, voltaria para casa para jantar com o Tom, pensou Lucy com um sorriso feliz ao dirigir-se ao estacionamento do bar.

Assim que saiu do carro, ela olhou ao redor do estacionamento e revirou os olhos ao ver o carro de Anita, que já estava estacionado lá. Se fosse outra pessoa que chegasse tão cedo para um encontro tão casual, ela teria ficado impressionada com a pontualidade da pessoa, já que ela também gostava de ser pontual, mas como era a Anita, isso só parecia irritá-la. Não importava o que Anita fizesse, sempre pareceria que ela estava fazendo isso para provar algo, pensou Lucy ao entrar no bar.

Ela parou na entrada do bar e olhou em volta até ver a Anita, que estava sentada em um banco de bar no canto direito do balcão com um copo de vinho na mão enquanto assistia ao cantor local no palco com uma expressão esnobe no rosto.

“Você chegou cedo”, comentou Lucy ao se aproximar.

Ao ouvir a voz de Lucy, os lábios de Anita se curvaram em um pequeno sorriso: “É. Acho que é costume. Gosto de ser pontual em lugares que não conheço bem”, explicou Anita, olhando em volta com desdém.

E, embora soasse bastante sincera, Lucy não estava disposta a comprar nada que ela estava vendendo naquela noite: “Entendi. É minha primeira vez aqui também”, disse Lucy com um pequeno sorriso, olhando ao redor do bar que não tinha nada a ver com o nome. Como você pode dar o nome de ‘Paraíso’ a um lugar tão decadente?

“Entendi. Talvez você deva me deixar decidir onde nos encontraremos no futuro, já que eu conheço bem a cidade”, sugeriu Anita, e Lucy sorriu gentilmente enquanto pegava o telefone.

Embora Lucy também não gostasse da aparência do lugar, gostava de saber que Anita o detestava mais do que ela. O que quer que Anita detestasse, ela gostaria: “O que você quiser”, disse Lucy antes de olhar para o garçom que estava ao seu lado.

“Por favor, pode me trazer a bebida com menor teor alcoólico? Não aguento bebida forte e ainda terei que dirigir para voltar para casa”, explicou Lucy com um sorriso envergonhado, que o garçom retribuiu enquanto ia buscar uma bebida para ela.

“E seu motorista? Ele só trabalha no horário do escritório?” Anita perguntou curiosa.

“O Tom? Você parece muito interessada no meu motorista. Não me diga que está apaixonada por ele”, perguntou Lucy com um sorriso provocador, colocando o telefone na mesa à sua frente.

Os olhos de Anita se arregalaram alarmados com a possibilidade de Lucy achar que alguém como ela estaria interessada em alguém tão simples como o Tom: “Claro que não! Por que eu me interessaria pelo seu motorista?” Anita perguntou, franzindo o nariz de desgosto.

“Por que não? Ele não é humano?” Contra-argumentou Lucy em defesa dele.

“Claro que é. Mas ele simplesmente não faz meu tipo”, corrigiu Anita com um sorriso forçado.

“Você quer dizer que ele não é seu padrão? Não é bonito o suficiente para você?” Lucy adivinhou brincando enquanto o garçom colocava um copo de mocktail na frente dela.

Embora Anita não estivesse exatamente confortável com a conversa, ela sabia que precisava seguir o mesmo caminho que Lucy para que ela também se soltasse um pouco: “Bem, ele tem uma aparência decente, e sem dúvida é bonito. Mas vamos encarar a realidade, o que alguém como ele pode fazer por mim? Não estamos no mesmo nível. Quero dizer, sei que outras mulheres podem não se importar em se envolver com ele, mas sou muito ambiciosa para me rebaixar a isso. Não acho que alguém como ele possa me dar o que eu quero”, disse Anita encolhendo os ombros.

“Em outras palavras, você só se interessa por um homem que tenha algo a oferecer”, concluiu Lucy pensativa enquanto bebericava seu mocktail.

“Sim.”

“Alguém como o CEO, talvez?” perguntou Lucy com um sorriso provocador, dando a Anita a deixa de que ela precisava.

Anita deu-lhe um sorriso tímido: “Bem…Tipo isso. O CEO é bonito, rico, ambicioso e poderoso”, disse Anita com outro encolher de ombros, feliz por estarem tendo uma conversa tão descomplicada.

“Bem, eu não acho que ele seja bonito. Não com aquelas barbas mal feitas. Talvez ele ficasse melhor sem elas. E eu acho que ele é bem mesquinho também”, disse Lucy, fazendo Anita arquear a sobrancelha.

“Mesquinho? Mesmo quando todo mundo sabe que ele está sempre do seu lado? Falando nisso, você disse que ia me contar algo sobre seu relacionamento com o CEO”, Anita lembrou Lucy.

“Ah, sobre isso, sim. Bem, você não vai acreditar no que descobri”, disse Lucy em um sussurro conspiratório.

“Não me diga que ele gosta de você”, disse Anita com os olhos arregalados, fazendo Lucy jogar a cabeça para trás e rir.

“Por que você acha isso?” perguntou Lucy, divertida.

“Bem, ele age desse jeito, então todo mundo pensa isso”, explicou Anita.

“Isso não é verdade. Veja, por exemplo, como ele me envergonhou hoje na reunião. Ele não faria algo assim se gostasse de mim, não é mesmo?” perguntou Lucy, fazendo Anita perceber que ela não sabia que o CEO a havia repreendido após Lucy sair da sala de reuniões.

“Talvez. Então, se não for isso, o que você descobriu?” perguntou Anita, curiosa.

“Você se lembra que o irmão do CEO ficou noivo recentemente? Isso se você viu a notícia”, disse Lucy, e Anita assentiu.

“Claro, eu vi a notícia.”

“Bem, sua noiva acontece de ser minha melhor amiga. Sonia Smith. Então, acho que o CEO está cuidando de mim porque sou como uma família para ele. Mais como uma cunhada”, explicou Lucy com um pequeno sorriso, e os lábios de Anita se arredondaram em surpresa.

Agora Anita não tinha certeza do que odiava mais. A ideia de que o CEO gostava de Lucy ou o conhecimento de que ela era como uma família para ele. Se ela já fosse como uma família para ele, isso significava que os pais e irmãos dele já a conheciam. E ela não gostava disso nem um pouco.

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter