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Uma jornada que mudou o mundo. - Capítulo 155

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155: Feriado (1) & Treinamento 155: Feriado (1) & Treinamento [Archer (Terra) – cinco anos antes da morte do Archer]
Archer estava do lado de fora de sua casa no sol da tarde, esperando por Alexa e sua família. Eles o levariam para a França por uma semana, e ele não conseguia conter sua excitação.

Seus pais já haviam se despedido e seus irmãos tinham seguido seus caminhos separados para o dia. Era apenas uma questão de tempo até Alexa e sua família estarem prontos.

Antes que demorasse muito, ela apareceu ao seu lado, o rosto irradiando com um sorriso brilhante. “Ei, Arch, mamãe e papai estarão prontos logo. Eles estão apenas esperando Emma e Amelia terminarem de se arrumar.”

Ele assentiu, seus cabelos castanhos balançando suavemente na brisa. “Então, quanto tempo é a viagem até a França?”

Ela inclinou a cabeça, contemplativa. “Amelia me disse que levará cerca de nove horas.”

A voz de Alexa transbordava de alegria enquanto continuava, “Estou tão feliz que você está vindo conosco, Arch. Mal posso esperar para você conhecer minha família, ver as belas paisagens, e claro, experimentar a deliciosa comida da tia Madeleine.”

Os dois adolescentes discutiam empolgadamente seus planos, e a antecipação crescia. Eles não conseguiam deixar de imaginar os momentos que compartilhariam na França.

Enquanto conversavam, a mãe de Alexa, Pamela, saiu de casa com uma mala seguida pelo pai.

Pamela saiu da casa, um amplo sorriso enfeitando o rosto, enquanto carregava sua mala em direção ao carro. O sol brilhava intensamente, lançando um brilho quente na cena.

Com um leve pulo em seu passo, Pamela colocou sua mala no porta-malas, garantindo que tudo estivesse devidamente acomodado.

Ela se virou e avistou Alexa e Archer de pé lado a lado, seus rostos radiantes de alegria.

“Vocês dois estão prontos?” exclamou Pamela, transbordando excitação.

Os dois assentiram, seus sorrisos se estendendo por seus rostos. Archer colocou sua mala no carro conforme Harry sugeriu.

Uma vez que a porta foi fechada, eles se acomodaram no carro e pacientemente aguardaram as irmãs enquanto Pamela e o pai dela já estavam sentados no carro.

Depois de um curto intervalo, as irmãs apareceram, cada uma carregando algumas bolsas. “Essas meninas são tão bobas. Eu disse a elas para não carregarem tanto.” Pamela comentou, seu tom tingido de irritação.

Elas entraram no carro após pedirem desculpa e Harry começou a dirigir assim que estavam todas dentro. Enquanto o carro percorria a estrada, Archer e Alexa estavam envolvidos em uma conversa animada.

Suas risadas enchiam o veículo, criando uma atmosfera de calor e alegria. Eles compartilhavam histórias, trocavam piadas e relembravam suas aventuras de infância juntos.

A paisagem passando pelas janelas se tornava um borrão enquanto o foco deles permanecia um no outro.

Quando o carro entrou no Túnel do Canal, uma onda de inquietação envolveu Alexa. O espaço confinado e a escuridão que os cercava provocaram sentimentos de claustrofobia, fazendo com que sua respiração acelerasse e seu coração batesse forte no peito.

Sentindo seu desconforto, Archer virou seu olhar para ela e notou a sutil mudança em seu humor.

Com um toque gentil, ele colocou sua mão sobre a dela, oferecendo uma confortante garantia. “Ei, está tudo bem,” Archer sussurrou suavemente, sua voz repleta de calor e compreensão. “Estamos juntos, e vamos sair daqui antes que você perceba.”

Suas palavras de conforto a acalmaram, aliviando sua ansiedade um pouco. Ela olhou nos olhos de Archer, gratidão e admiração brilhando nos seus próprios olhos.

“Obrigada,” ela sussurrou de volta, sua voz mal audível. Um leve rubor se espalhou por suas bochechas, uma mistura de vulnerabilidade e apreciação.

Enquanto dirigiam pelo túnel, a presença de Archer trouxe conforto a Alexa. Segurando a mão dela, ele a tranquilizou, e seu pânico lentamente desapareceu.

Eles continuaram sua viagem com Archer ao seu lado, fornecendo garantias e apoio. A confiança de Alexa nele cresceu, e ela sentia um profundo afeto crescendo pelo menino.

Nesse momento tranquilo, Alexa percebeu o quão sortuda ela era em ter alguém como Archer. Ele a entendia e estava ao seu lado, especialmente nos momentos vulneráveis.

O carro passou pelo túnel. Archer e Alexa se encontraram vagando em um sono leve.

Ao viajarem pela França, Archer e Alexa se inclinaram inconscientemente um contra o outro, encontrando conforto em sua proximidade.

Malandramente, a família de Alexa compartilhava sorrisos de cumplicidade enquanto observavam a cena terna pelo retrovisor.

O tempo passou despercebido enquanto o carro continuava sua jornada estável, enquanto Archer e Alexa dormiam pacificamente, seus sonhos se entrelaçando.

Enquanto o sol da tarde pintava o céu com cores suaves, eles lentamente despertaram de seu sono, piscando os olhos na luz suave.

Esticando os membros e trocando sorrisos, eles perceberam que haviam adormecido sem querer por um tempo.

O carro deslizava pelas estradas sinuosas do campo, Archer, Alexa e sua família olhavam pelas janelas, admirando as belas paisagens.

Colinas ondulantes adornadas com vibrantes prados verdes se estendiam onde os olhos podiam ver, pontilhadas com grupos de charmosas casinhas e vilarejos pitorescos.

O campo parecia ganhar vida com cores, enquanto flores silvestres pintavam os campos com salpicos de vermelho, amarelo e roxo.

Archer se inclinou mais perto da janela, seus olhos seguindo os contornos de florestas distantes que sussurravam contos antigos.

Ao seu lado, o rosto de Alexa iluminou-se de alegria, seu olhar fixado em um tranquilo lago. Suas águas espelhavam as árvores ao redor e as nuvens brancas e fofas flutuando preguiçosamente acima.

O carro serpenteava por vias estreitas, passando por pomares repletos de frutas maduras, seus galhos balançando suavemente na brisa.

Até que viram uma mansão francesa ao longe, foi quando Pamela falou. “Ali está a casa do seu Tio, Lexi.”

[Archer (Thylos) – 3 anos antes de sua morte]
Aos tenros oito anos, Archer foi arrancado de seus tranquilos refúgios na biblioteca e lançado no campo de treinamento.

Foi aqui que ele foi obrigado a embarcar em uma jornada para aprender a arte da esgrima e do combate.

Seu pai, resoluto em sua decisão, ordenou que o comandante da guarda assumisse o treinamento do Archer, garantindo que ele se tornasse hábil no manuseio de uma espada.

Dia após dia, sob o sol escaldante, Archer suportava treinamentos rigorosos nas mãos do Comandante. Do amanhecer ao anoitecer, eles lutavam incansavelmente, aperfeiçoando suas habilidades com a espada.

A voz rouca do homem ecoava pelo campo de treinamento, empurrando-o aos seus limites.

Suor escorria por sua testa enquanto ele aparava e golpeava, cada movimento impulsionado pela determinação de atender às expectativas de seu pai.

Hora após hora, o treinamento continuava. Os músculos do Archer ardiam, seu pequeno corpo doendo de fadiga. No entanto, ele prosseguia, recusando-se a ceder ao esgotamento.

O olhar severo do comandante nunca vacilava, suas instruções soando nos ouvidos do Archer. “De novo! Mais rápido! Mais forte!”

À medida que o sol começava a se pôr, lançando longas sombras sobre o campo de treinamento, suas pernas tremiam e seus braços pesavam. Ele tropeçou, sua espada escapando de seu alcance.

O comandante da guarda observou sua forma exausta, reconhecendo os limites que o garoto havia alcançado. Com um aceno de aprovação, ele encerrou a sessão exaustiva.

Archer caiu no chão, ofegante por ar, seu corpo coberto de suor. Ele havia dado tudo de si, se esforçando além do que achava possível.

Enquanto o comandante da guarda se afastava, ele lançou um olhar para trás para Archer, um brilho de humor em seus olhos.

Nas semanas seguintes, Archer dedicou-se a um treinamento intenso sob a orientação do experiente comandante da guarda.

Todos os dias, do amanhecer ao anoitecer, eles se encontravam no campo de treinamento. O comandante o pressionava aos seus limites, aprimorando suas habilidades em esgrima, agilidade e técnicas de combate.

Os músculos de Archer doíam e seu corpo ficava exausto, mas ele perseverava, determinado a se tornar proficiente na arte da guerra.

O comandante o pressionava mais, desafiando-o a melhorar sua velocidade, precisão e resistência. Eles lutavam, com cada choque de suas espadas ecoando pelo campo de treinamento.

Sob o olhar atento do homem, Archer aprendeu a importância da disciplina, foco e pensamento estratégico. Ele foi treinado incansavelmente, repetindo os mesmos movimentos até que se tornassem uma segunda natureza.

Através de suor e contusões, sua determinação nunca vacilou. Ele queria provar que era digno das expectativas de seu pai.

À medida que as semanas passavam, seu progresso se tornava evidente. Seus golpes se tornavam mais rápidos, sua movimentação mais precisa e seus instintos mais afiados.

O homem se impressionava com a dedicação e o progresso de Archer. Ele começou a introduzir técnicas mais avançadas.

Archer absorvia o conhecimento como uma esponja, ansioso para absorver cada pedaço de sabedoria que o comandante tinha a oferecer.

Esperando provar sua dedicação, Archer treinava incansavelmente, na esperança de ganhar a aprovação de seu pai. No entanto, seus esforços pareciam resultar apenas em mais rejeição.

Sentindo-se perdido e incerto, ele procurou consolo no santuário da biblioteca. Após sua exaustiva sessão de treinamento, ele se refrescou e dirigiu-se à biblioteca.

Encontrando seu lugar de esconderijo familiar, ele pegou o manual dos monstros que o havia cativado e mergulhou-se nas descrições das criaturas que habitavam as vastas terras de Pluoria.

Dos perigosos Verme de Areia que habitavam o sul aos poderosos Golem de Gelo que guardavam os reinos do norte.

Porém, havia uma entrada que chamava sua atenção, os Pântanos Nebulosos, um reino místico que fazia fronteira com a expansão sul do Reino de Negendra.

Neste reino expansivo, Basiliscos, Hidras e uma miríade de outros seres monstruosos rondavam a terra coberta de névoa.

Eles compartilhavam os pântanos com tribos selvagens, homens-lagarto e uma série de criaturas sinistras, criando uma terra traiçoeira e cativante.

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