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Sua amante é sua ex-esposa - Capítulo 187

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  3. Capítulo 187 - 187 Caindo na Armadilha Dela 187 Caindo na Armadilha Dela
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187: Caindo na Armadilha Dela 187: Caindo na Armadilha Dela Oliver sentia a sensação de ardência se espalhar por todo o seu corpo. Quando ele olhava para Melody, o aroma dela o intoxicava ainda mais.

Sentindo que a droga finalmente fez efeito, Melody deu um passo para trás, mantendo distância de Oliver.

‘Agora é a hora dele perder o controle. Eu preciso ligar a câmera e fingir que ele está se forçando sobre mim, tentando me estuprar.’ Melody pensou consigo mesma.

“Oliver, você pode trocar de roupa no banheiro,” disse Melody.

Ela se virou e se aproximou da cama. Ela ajustou a posição da câmera escondida.

Ela estava esperando que Oliver ficasse mais agressivo.

‘Lá vem ele,’ Melody sorriu interiormente quando ouviu os passos de Oliver, se aproximando cada vez mais dela.

“Melody,” ele a chamou, agarrando seus ombros.

“Oliver, vá embora!” Melody o empurrou.

Ele cambaleou um pouco para trás. Mas Oliver se aproximou dela mais uma vez. Sem mais delongas, ele segurou seu rosto, reivindicando seus lábios com um beijo fervoroso.

Seus atos eram movidos por um desejo ardente. Por alguma razão desconhecida, ele não conseguia se impedir de tocá-la. Ele precisava fazer algo a mais, ou não encontraria o conforto que buscava no momento.

No início, Melody tentou lutar contra seu aperto, empurrando e socando ele. Mas Oliver se tornou mais agressivo. Ele puxou seu vestido com força, revelando seu corpo. Ele precisava de contato pele a pele.

‘Caramba. A pílula é tão eficaz. Oliver se transformou em um animal selvagem no cio.’ Seu coração pulsava com nervosismo e excitação.

Logo, Oliver a despiu completamente, deixando-a nua. Ele a jogou na cama e se juntou a ela. Ele prendeu suas mãos aos lados da cabeça dela enquanto mergulhava novamente em outro beijo profundo.

Melody parou de lutar. Suas mãos apenas pressionadas contra o peito dele enquanto Oliver começou a cobri-la de beijos, do maxilar até o pescoço.

“Não! Oliver. Por favor, pare. Você está me machucando. Aah~” Melody fazia barulho de propósito, expressando sua resistência contra Oliver.

“Oh não! Por favor, Oliver. Pare… Pare. Eu não quero isso. Você não pode fazer isso comigo.” Ela implorou, soluçando.

Mas Oliver não estava ouvindo seus apelos. Agora ele estava ocupado apalpando e amassando seus seios. As reclamações de Melody logo foram substituídas por gemidos lascivos. Ela não conseguia evitar. A maneira como Oliver beliscava seus mamilos e espremia seus seios dava-lhe uma sensação maravilhosa.

Ela não queria admitir, mas amava a sensação de Oliver sendo tão bruto com ela naquele momento. Ela mordeu o lábio, tentando se impedir de pedir para ele continuar. Se suplicasse para ele continuar, seu plano seria arruinado.

Ela usaria as gravações para chantagear Oliver. Se ele se recusasse a cooperar, ela o acusaria de tê-la estuprado.

Não demorou muito para que Melody ouvisse o zíper das calças de Oliver. Ele não aguentava mais. Ele precisava encontrar alívio. Antes que ela percebesse, Oliver já havia afastado suas pernas e se posicionado entre suas coxas.

“Aaahh~” Melody soltou um grito alto quando ele enfiou seu pênis dentro dela. Ele estava com pressa. Nada de delicadeza.

Oliver começou a penetrá-la, aumentando seu ritmo. Ele a penetrou profundamente, seu pênis duro entrando e saindo dela.

Os gritos de Melody ecoavam pelo quarto, uma mistura de dor e prazer entrelaçados em um desejo primal. Cada penetração de Oliver parecia rasgá-la por dentro, seu ritmo implacável.

“Aaah~ Aaah~ Aaah~ Oliver, Nãoo! Mais devagar… Aaah~ Dói!” A voz de Melody oscilava entre gritos e gemidos. Seu corpo estava em conflito, dividido entre querer empurrá-lo para longe e o desejo avassalador de puxá-lo para mais perto.

Gradualmente, seu corpo começou a responder, sucumbindo ao desejo cru que percorria suas veias. Seus quadris começaram a se mover em sincronia com ele, encontrando cada uma de suas poderosas penetrações.

“Sim-Siim! Oh Sim. Isso mesmo. Oliver. Mais. Eu preciso de mais. Tão bom!” As palavras escaparam de seus lábios incontrolavelmente, motivadas por uma fome insaciável.

A resistência inicial de Melody se dissipou, dando lugar a uma aceitação fervorosa de seus desejos. Ela já havia gravado o suficiente, cumprindo seu objetivo principal.

Agora, ela decidiu se entregar completamente ao momento. Ela racionalizou suas ações—esta não era a primeira vez que ela se entregava aos prazeres carnais com homens atraentes. Fazer sexo com Oliver não era diferente.

Pelo menos, ela ganharia muito com isso. Ela seria capaz de satisfazer seu pai assim que seu plano desse certo.

No entanto, o que Melody não havia antecipado era a intensidade proporcionada pelo afrodisíaco no sistema de Oliver. Sua resistência parecia ilimitada, e ele a possuía repetidamente, cada sessão mais vigorosa que a anterior.

Seus poderosos movimentos enviavam ondas de êxtase sobre ela, fazendo seu corpo estremecer e convulsionar a cada clímax.

‘Meu Deus. Isso não tem fim. Estou tão cansada mas Oliver continua me penetrando como um animal no cio!’ Os braços de Melody estavam firmemente agarrados aos ombros dele. Seu corpo balançava para cima e para baixo no colchão da cama. Ela envolveu as pernas ao redor de seus quadris.

Quando ela gozou, Oliver a virou, colocando-a de quatro. Ele enfiou seu pênis em seu núcleo úmido, tomando-a por trás. Melody podia sentir a intensidade de seu movimento. Ele não tinha intenção de dar-lhe um descanso.

O tempo se tornou borrado enquanto Oliver continuava a possuí-la, penetrando nela com fervor implacável. Melody perdeu a noção de quantas vezes ele a tomou, cada encontro empurrando-a para novos patamares de prazer. A droga parecia ter amplificado sua resistência, transformando-o em uma força insaciável.

Eventualmente, enquanto os efeitos da droga começaram a diminuir, o ritmo de Oliver diminuiu e seus movimentos se tornaram menos frenéticos. O corpo de Melody estava exaurido, sua pele brilhando de suor, sua respiração ofegante. Ela se deitou lá, emaranhada nos lençóis, sentindo uma estranha mistura de exaustão e satisfação.

Por um momento, o quarto estava em silêncio, exceto pelo respirar ofegante deles. A mente de Melody corria, tentando processar tudo o que acabara de acontecer. Ela entrou nisso com um plano, mas a intensidade de seu encontro a surpreendeu.

Oliver finalmente desabou ao lado dela, igualmente exausto. Ele olhou para Melody, uma ponta de confusão em seus olhos. “O que… o que acabou de acontecer?” ele ofegou, ainda tentando recuperar o fôlego.

Melody se virou para encará-lo, sua expressão ilegível. “Nós dois nos deixamos levar,” ela respondeu suavemente. “Mas vamos pensar nisso depois. Vamos resolver as coisas mais tarde.”

Logo, Oliver sucumbiu ao cansaço físico. Ele adormeceu, sem saber do esquema que Melody havia preparado para ele.

E assim, a noite se desenrolou conforme planejado, e Melody acordou na manhã seguinte ao lado de Oliver. Ela rapidamente mudou de tom, adotando uma postura mais sombria. “Oliver, precisamos conversar.”

Oliver, ainda grogue, olhou para ela com olhos embaçados e confusão estampada no rosto. “O que foi, Melody?” ele murmurou, sua voz carregada de sono.

Ele esfregou os olhos, tentando dissipar a névoa de sua mente. À medida que a névoa lentamente se dissipava, uma onda de fria realização o envolveu. Seus olhos se arregalaram em choque ao absorver a cena diante dele. Ele estava deitado na cama, completamente nu, com Melody ao seu lado, igualmente despida.

“Caramba! Como acabamos assim?” Oliver exclamou, sentando-se abruptamente. Seu coração batia forte no peito enquanto tentava juntar as memórias fragmentadas da noite anterior. Mas sua mente estava uma bagunça confusa.

Seu olhar percorreu o quarto, procurando pistas. Os lençóis desarrumados, as roupas jogadas pelo chão, o cheiro persistente de suor e paixão no ar — tudo pintava um quadro vívido do que havia acontecido. No entanto, os detalhes permaneciam frustrantemente obscuros.

Melody respirou fundo, se fortalecendo. “Na noite passada… você fez algo que não deveria ter feito. Mas não podemos deixar isso assim. Precisamos pensar no que vem a seguir.”

Oliver franziu a testa, tentando processar as palavras dela. “O que você quer dizer?”

“Quero dizer que precisamos nos casar,” disse Melody, sua voz firme. “Caso contrário, terei que contar a todos o que aconteceu. Terei que dizer que você se aproveitou de mim. Você se forçou sobre mim ontem à noite. Eu tentei impedi-lo, mas você não me deixou ir.” Havia um tom de acusação em sua voz.

O rosto de Oliver empalideceu, o pânico se instalando. “Você não faria isso… De jeito nenhum. Eu não teria feito isso…”

“Você fez. Eu tenho prova. Se você se recusar a assumir a responsabilidade e se casar comigo, eu vou te processar por ter me estuprado,” Melody o ameaçou, sua resolução inabalável. “Você não tem escolha, Oliver. Case-se comigo, e podemos manter isso em segredo. Recuse, e eu vou arruinar você.”

Oliver a encarou, dividido entre a incredulidade e a resignação. Melody manteve seu olhar, sentindo um lampejo de triunfo. Ela estava ganhando, como seu pai havia exigido. Ela garantiria o futuro deles, não importa o custo.

“Você tem que convencer sua família a continuar nosso casamento,” ela exigiu.

Depois de dizer isso, ela se levantou e se vestiu. Ela se afastou, deixando Oliver ainda atordoado.

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