Sua amante é sua ex-esposa - Capítulo 171
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171: Sentimentos Persistentes 171: Sentimentos Persistentes Athena acordou com a sensação suave de lábios roçando os dela. Seus olhos se abriram de repente, e o sorriso travesso de Dominique a saudou. Assustada, ela se assustou e o empurrou para longe de seu rosto.
—Bom dia, bela adormecida. Hora de acordar. Já são dez. — Ele riu.
Os olhos de Athena se arregalaram com suas palavras. Ela se sentou abruptamente, seus olhos varrendo o quarto com uma sensação de urgência. Ela pensou que Aaron ainda estava deitado ao seu lado.
—Onde está o Aaron? — Seu coração acelerou quando ela não viu Aaron no quarto.
—Ele está lá embaixo, praticando guitarra na sala de música, — respondeu Dominique, estendendo a mão direita para ajudá-la a se levantar.
Mas Athena apenas afastou suas mãos, sua expressão séria. —Não faça isso novamente. E se Aaron tivesse nos visto? Como você explicaria isso para o garoto?
Dominique apenas soltou uma risada suave, não se abalando com a repreensão dela. —Por que você está tão mal-humorada logo de manhã? Está chateada comigo por ter perturbado seu sono tranquilo?
A frustração de Athena só se aprofundava diante da indiferença dele. —Isso não é brincadeira, Dominique! Aaron não precisa de mais confusão na vida dele agora. Não sei que tipo de mentiras você está alimentando na mente dele.
Athena não conseguiu se conter e explodiu. Ela estava irritada desde que também se sentia confusa pelas ações de Dominique. Na noite passada, ela não conseguiu dormir quando Dominique passou pelo quarto deles, beijando-a e sussurrando coisas doces.
O sorriso de Dominique desapareceu levemente, substituído por uma expressão mais séria. —Eu entendo, Athena. Eu serei mais cuidadoso. Mas você tem que saber, eu não estou mentindo para o Aaron.
Athena suspirou, estreitando os olhos para ele. ‘Você é bom em manipular e enganar pessoas inocentes.’
—Tudo bem. Você pode tomar seu café da manhã aqui. — Dominique apontou para a bandeja de comida colocada na mesa de cabeceira. Acontece que ele foi ao quarto apenas para entregar o café da manhã na cama. —Aaron e eu terminamos.
—Eu comprei um conjunto de roupas para você. Eu as deixei dentro do banheiro, — ele acrescentou.
—Ok. Obrigada. — Athena finalmente aceitou sua mão, levantando-se.
—Vou tomar um banho primeiro. — Ela seguiu para o banheiro sem olhar para trás.
O que ela não sabia, é que Dominique observava suas costas com olhos cheios de desejo ardente. Ele vinha controlando seu anseio por ela desde a noite passada.
—Suspiro. Não acho que ainda consigo me conter… — Dominique murmurou, seus olhos fixos no banheiro onde Athena entrou.
Sem mais delongas, Dominique invadiu o banheiro, surpreendendo Athena com sua súbita intrusão.
—Dominique, que diabos você pensa que está fazendo? Saia daqui! — Athena gritou para ele, gesticulando para que ele saísse do banheiro.
Dominique não conseguiu mais se segurar. A pele branca cremosa de Athena, seios redondos belos e mamilos franzidos estavam expostos para sua visão.
Ele a encarou com seu olhar ardente. E antes que ela pudesse dizer outra reclamação, Dominique já havia fechado a distância entre eles, seus dedos enroscados em seu cabelo enquanto sua boca colidia com a dela.
Ela tentou resistir no início, empurrando e socando-o. Mas Dominique a segurou com firmeza. Sua língua deslizou para dentro de sua boca, incitando-a a responder.
Logo, a resistência de Athena desapareceu enquanto ela gemia suavemente, suas mãos agarrando sua camisa.
Dominique a empurrou para trás, prensando-a contra a parede fria do banheiro. Momentaneamente afastando sua boca da dela, ele sussurrou, —Ainda estou com fome. Eu quero você agora, Amor. Deixe-me te saborear.
O corpo de Athena se enrijeceu quando ela ouviu novamente esse termo de carinho. Ela não conseguia entender por que Dominique continuava a chamando de ‘Amor’ desde a noite passada.
Dominique notou o lampejo de dor em seus olhos. Ela foi lembrada de seus velhos tempos e a dor de sua traição.
Dominique não conseguiu se afastar. A única coisa que ele queria fazer era beijar aquelas dores. Sua boca reivindicou seus lábios novamente, beijando-a intensa e fervorosamente.
Ela gemeu novamente entre seus beijos, e Dominique estava sem paciência. Ele a segurou pela cintura, puxando seu corpo nu mais para perto dele. Então, uma de suas mãos segurou suas nádegas, dando uma apertada.
‘Droga! Não consigo resistir a ele. Meu corpo está desejando isso.’ Athena se amaldiçoava interiormente, mordendo seus lábios.
Ela deveria odiar esse homem. No entanto, sempre que ele fizesse um movimento em sua direção, beijando e tocando-a, todas as suas defesas estavam desmoronando!
Dominique sabia como agradar seu corpo. Ele segurou ambas as suas nádegas, levantando-a. Logo, Athena envolveu suas pernas em volta de sua cintura, ainda respondendo ao seu beijo com igual intensidade.
A sensação maravilhosa que ele estava lhe dando a fez obediente.
Sem quebrar o beijo, Dominique a levou até a banheira, fazendo-a sentar na borda.
Desta vez ele usou seus dentes, mordendo bruscamente seu lábio inferior. Athena gritou de dor e prazer, mas Dominique a lambeu e sugou novamente para fazê-la se sentir melhor.
Eles só se separaram do beijo quando precisaram buscar um pouco de ar. Dominique teve tempo de admirar sua nudez.
Ele baixou o olhar, seus olhos demoraram em seus mamilos rosados e volumosos até seu estômago liso e sua vagina bem depilada. Dominique não conseguiu evitar lamber os lábios com sua língua enquanto babava por seu corpo quente.
—Você é linda, — ele murmurou enquanto alcançava, tocando seus mamilos.
Athena sugou uma respiração profunda e arqueou em seu toque. Dominique continuou provocando-a, segurando seus seios, amassando e beliscando seus mamilos duros alternadamente.
Ela engoliu em seco e cobriu a boca com a mão para abafar seu gemido. Eles não podiam se dar ao luxo de serem pegos por Aaron. Mas ela não conseguiu impedi-lo. Ele despertou seu próprio desejo.
—Você não pode escapar de mim, — Dominique declarou para ela. — Você é minha. Sempre minha.
Dominique apertou seu agarrão em seus seios macios. Ele parecia puni-la, espremendo-os com força enquanto beliscava seus mamilos com força.
Athena só podia fechar os olhos, mordendo os lábios para segurar seus gemidos.
—Não se preocupe. Eu vou ser rápido. Só quero te provar, — ele a tranquilizou.
Antes que ela pudesse dizer algo, Dominique já estava de joelhos entre suas coxas, suas mãos em seu traseiro enquanto sua boca estava pressionada contra sua barriga. Seus olhos bloqueados com os dela, intensos e escurecidos pelo desejo.
‘Meu Deus. Isso me lembra de sua ousadia e agressividade. Ele ainda é o mesmo cara que pode me enlouquecer.’
Naquele momento específico, Athena se sentiu assustada consigo mesma… com medo dos sentimentos persistentes que ainda tinha por esse cara.