Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 98
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98: 98- Curiosidade 98: 98- Curiosidade Delinda e Denzel seguiram Dean e esperaram do lado de fora da sala de conferência que, naquele momento, parecia estar ocupada.
“Está acontecendo uma reunião?” Denzel perguntou nervoso para ninguém em particular, mas Delinda achou que tinha que responder, já que estava mais perto dele.
“Parece que sim,” eles viram Dean bater na porta e entrar.
“Se o presidente da MSin está ocupado na reunião, então não é certo incomodá-lo. Nossa discussão não deve demorar mais que meia hora,” Denzel falou novamente.
Delinda ficou quieta.
Sua amiga boboca a mandou junto com Denzel para ter privacidade. O propósito não era ter uma discussão tranquila, mas sim se abrir na companhia um do outro.
As paredes do escritório eram à prova de som, então eles não tinham ideia do que estava acontecendo dentro da sala de conferência.
E se estiverem tendo algum tipo de discussão? Se o presidente perguntar ao Dean sobre o que é a nossa discussão, como ele vai responder?
Se o Sr. Sinclair me perguntar, como vou satisfazê-lo?
Senhor. Queríamos discutir as colunas e o design do relatório na sala de reunião.
Desculpa, senhor. Fomos apenas enviados pela Srta. Aaron para discutir essa questão importante de um relatório que o Sr. Denzel projetou…
Senhor Sinclair. Pedimos desculpas. Marissa só queria que tivéssemos um pouco de privacidade. Ela está tentando me juntar com esse homem rude.
Caramba! O que está acontecendo lá dentro? Delinda estremeceu com aqueles pensamentos estranhos que a atacavam.
“Devo abrir a porta e olhar?” Denzel perguntou, observando o rosto preocupado dela.
“E dizer-lhes o quê?” ela ergueu as sobrancelhas.
“Se tiverem problema em deixar a sala de conferência, então posso dizer que ficaremos felizes em ter essa discussão na cafeteria do escritório.” Desta vez, ela observou o rosto dele com interesse.
Ele não era de todo mal e a forma como ele queria resolver a questão, ela achou que ele parecia… fofo.
“Claro, se você tiver algum problema com a discussão na cafeteria, sem problema, Delinda,” ele disse, levantando a mão como se lhe desse a escolha.
Ela sentiu como se seu nome nunca tivesse soado tão bem.
“N-não. Acho que faz sentido. Podemos falar sobre isso na cafeteria.”
Pela primeira vez, Delinda sentiu que havia um homem que queria exatamente o mesmo que ela.
Ambos pareciam estar interessados em evitar qualquer tipo de drama ou luta, o que era um bom sinal.
Com um aceno de cabeça, Denzel abriu a porta e entrou com Delinda o seguindo. Uma mulher falava alto com Dean, e ele pacientemente tentava convencê-la.
“Você está louco? Reservamos esta sala, e você está me pedindo para levar a equipe dos meus quinze membros para outra sala?” os olhos dela então se voltaram para Delinda e Denzel, “Quantas pessoas estão na reunião?”
Delinda, que não estava preparada para este ataque, demorou para responder.
“Duas,” Denzel falou com confiança.
Aquela mulher olhou para Dean como se quisesse matá-lo, “Isso é alguma piada? Duas pessoas na sala de conferência?”
Então ela se voltou para Delinda, “Eu te conheço. Você não é uma daquelas que fugiram da área de recepção sem seus cartões oficiais e me custaram meu emprego?”
Delinda ficou sem fala por um momento e então percebeu que a mulher lhe parecia familiar.
“M-mala?” ela sussurrou o nome dela.
“Sim. Eu sou a Mala. O Sr. Sinclair me deu outra chance com a condição de que eu não intimidaria ninguém e aqui está você, me intimidando.”
“Desculpa, Mala. Pode continuar com sua reunião,” na pressa, Delinda pegou a mão do Denzel, “Nós vamos sair.”
Ela deu o passo para sair pela porta quando Dean a parou, “Espera, Delinda.”
Então, ele voltou sua atenção para Mala, “Você está fazendo a mesma coisa de novo, Mala. Não cause uma cena. Eu sei que está errado, mas estamos apenas seguindo ordens.”
Delinda franzia a testa enquanto olhava para Dean, “Por que Dean está soando como se estivesse seguindo a ordem do Presidente? Foi um pedido da Marissa. Não foi? Sua amiga nunca iria querer perturbar o ambiente do escritório assim,” ela pensou consigo mesma.
“Deixa eles ficarem aqui, Dean,” Delinda tentou falar com Dean. Ela estava ficando nervosa com os olhares que estava recebendo de todas as pessoas sentadas lá. Sem soltar a mão de Denzel, ela saiu da sala e exalou um longo suspiro.
“Você parece um pouco em pânico,” Denzel perguntou a ela e olhou ao redor para pedir água a alguém.
“Ei, vocês dois! Já terminaram a discussão?” Delinda fechou os olhos ao ver Marissa saindo do corredor segurando seu laptop.
“N-não,” Delinda notou que Marissa estava olhando para baixo em alguma coisa. Delinda seguiu o olhar dela e se viu ainda segurando a mão de Denzel.
“Oh,” Ela rapidamente soltou a mão dele e olhou para Marissa.
“Dean está convencendo as pessoas dentro da sala a saírem, e aquela senhora está apenas discutindo,” Denzel contou para Marissa, “Eu não entendo. Não estamos mais interessados em usar aquela sala de conferência, mas Dean parece estar fazendo ouvido de mercador.”
Uma expressão horrorizada cruzou o rosto de Marissa, “A sala de conferência estava ocupada?” quando seu telefone começou a fazer um zumbido, ela equilibrou o laptop em um braço e atendeu o telefone.
A ligação era do Rafael, “Onde você está?” ele perguntou a ela, “Interessada em um café?” ela inclinou a cabeça um pouco e sussurrou no telefone.
“Estou ocupada aqui. Houve um mal-entendido da minha parte e agora… Eu não sei por que Dean não está escutando. Só me dê um minuto para resolver isso.”
“Do que se trata, Marissa?” Rafael perguntou a ela mas ela tinha desligado a ligação e entrou na sala.
“Ei, Mala!” ela cumprimentou a senhora que agora estava gritando com Dean por algum motivo e Dean estava tentando acalmá-la.
“Você! De novo! Você não se cansa disso, Srta. Marissa?” Mala estreitou os olhos ao ver Marissa, “Continuamos sendo punidos por seguir as regras!” Marissa não fazia ideia de por que ela estava se comportando de forma tão rude. Ela estava ali para se desculpar com a mulher e dizer a Dean, de forma firme, que ele não deveria esvaziar a sala quando ela já estava reservada.
Com um pequeno clique, a porta se abriu e alguém entrou. Um silêncio repentino caiu sobre a sala.
Com curiosidade, Marissa virou-se e viu Rafael parado lá.