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Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 312

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312: 312 – Marissa Estava Sozinha 312: 312 – Marissa Estava Sozinha “O que deu em você?” Sophie perguntou, segurando uma lata de cerveja na mão. Ela estava aqui no palácio da Marissa para a noite de filmes delas.

“Não sei,” Marissa deu de ombros colocando a lata no chão. Elas estavam sentadas nas poltronas reclináveis do deque, “Geena me contou, e eu a questionei.”

“Ela é a mãe do Rafael, Mar. Como você pode…” Ela pausou quando Marissa levantou o dedo para interrompê-la.

“Já estou com culpa demais, Sophie. Por favor…” a voz dela se esvaiu. Sophie sentiu pena dela.

“Você tentou falar com ela de novo?”

“Tentei,” Marissa exalou um suspiro cansado, “Mas ela é cordial na presença das crianças. Essa culpa… Ainda acho que a Delinda não é a responsável, Sophie. E se for verdade, então o assassino do Rafael ainda está lá fora… à espreita.”

Sophie inclinou a sobrancelha com curiosidade, “Valerie?”

“Inicialmente, eu acreditei nisso, mas agora tenho muitas dúvidas,” ela encostou a cabeça e fechou os olhos, “Nina acha que é a Valerie. A Valerie diz que deve ser a Nina…”
“E o que o seu coração diz?” ela perguntou delicadamente.

Diz que o Rafael está vivo.

“Nada,” ela riu baixo, “meu coração não diz nada.”

Sophie tinha um olhar de quem entende as coisas, “Você precisa ter muito cuidado, Marissa. Especialmente com as crianças…”
“O segurança fica com elas,” Marissa juntou o cabelo e fez um coque bagunçado no topo da cabeça.

“Corte o cabelo, garota!” a sugestão escapou dos lábios de Sophie.

“O quê?”

“Eu disse para cortar o cabelo!” ela deu um gole na lata.

“M…Mas o Rafael gostava…”
Sophie revirou os olhos, “E ele não está mais aqui.”

Marissa não disse mais nada, fechou os olhos de novo e então sorriu.

Sophie resmungou, “Agora por que esse sorriso está me dando arrepios…”
“Sophie,” Marissa disse de olhos fechados, “Você acha que se o Rafael estivesse aqui… seu assassino poderia ter um ataque cardíaco?”

“Pelo amor de…” Sophie murmurou. Sua amiga tinha enlouquecido. Ela sempre se gabava dessa noção tola de que o Rafael poderia voltar, e Sophie queria que ela voltasse ao psiquiatra.

“Eu sei… tá bom? Eu sei…” Marissa deu a ela um sorriso com os lábios fechados, “Você é a única para quem eu posso mostrar meu lado vulnerável.”

“Hmm. E o Dean também,”
Marissa abriu os olhos e olhou para Sophie que estava tentando ao máximo evitar contato visual.

“Olha para mim, garota. O Dean nunca poderá tomar o seu lugar…”
“É tudo besteira, Mar. Existem pessoas lá fora que podem tomar o meu lugar e que podem tomar o lugar do Rafael. Você só precisa deixá-las entrar.”

Marissa ficou em silêncio.

Sophie checou o celular e sorriu, “É o Joseph.”

Marissa queria lembrar a amiga que era para ser a noite de filmes delas e que elas ainda não tinham assistido nenhum filme. Ela sabia o que viria a seguir.

“Mar… hum … Eu acho que…” Sophie estava procurando palavras.

“Vai! Faça amor!” Marissa disse a ela com um sorriso gentil.

“N-Não. Não é isso… na verdade…”
“Sophie, desde quando precisamos nos explicar uma para a outra? Agora vai embora.”

Com um sorriso tímido, Sophie se levantou e beijou a cabeça dela, “Obrigado. Você é um doce.”

Quando ela se afastou, o sorriso no rosto de Marissa desapareceu, “Você estava certa, Sophie. Tudo e todos são substituíveis. Incluindo você, Rafael e eu.”

Com um sorriso amargo, a mão dela procurou outra lata e a abriu. Ela poderia ficar ali por mais tempo, já que não tinha ninguém para quem voltar.

***
“Você vai a algum lugar?” Marissa estava indo para o quarto quando viu Nina seguindo para a saída da sala de estar, em um sobretudo.

Ela estava usando batom vermelho e poderia estar usando roupas reveladoras por baixo.

“Por quê? Tentando ser minha mãe?” Nina perguntou com uma sobrancelha erguida.

Marissa balançou a cabeça, “Olha. Me desculpe pelo que eu disse. E me desculpe por ter te machucado. Não estou tentando ser sua mãe.”

“Ainda bem,” Nina sentou-se no sofá, talvez esperando que a carona dela chegasse.

“Eu… só … quero que você fique segura, Nina,”
Nina, que estava ocupada com o celular, olhou por um momento, “Obrigada.”

Marissa pensou em ir para o quarto. Ela precisava dormir. O que mais ela tinha a fazer em uma noite de fim de semana?

Ela não tinha ninguém em quem se apoiar.

Vamos lá. Pare de pensar negativo. Eu tenho todos.

Ela tentou se dizer isso e mal havia pisado no primeiro degrau quando a voz de Nina quebrou o silêncio na sala.

“Marissa!”

Marissa parou em seus passos, mas não se virou.

“Se você precisar de mim para as crianças, é só me ligar,” Marissa acenou com a cabeça ao receber o lembrete suave.

“Eu sei, Nina,” enquanto subia os degraus, ela estava pensando se ela tinha alguém com quem conversar. Quem poderia estar lá por ela? Só por ela?

Assim que ela entrou no quarto, ela parou no centro, sem ter ideia do que fazer. Seus olhos subiram até o quadro que ainda estava embalado.

Às vezes ela queria abri-lo e outras vezes, queria jogá-lo fora no lixo.

Com pensamentos diferentes correndo em sua mente, ela nem foi ao banheiro escovar os dentes e quase deixou seu corpo cansado cair na cama.

“Eu sinto sua falta,” as lágrimas insistiam em se formar, mas ela teimosamente as segurava.

“Eu não tenho ninguém. Estou sozinha,” ela sussurrou para ele.

Justamente hoje ela tinha encontrado a Akari no edifício MSin que estava lá para buscar o Dean.

“Estamos planejando passar o final de semana juntos,” ela se confidenciou com entusiasmo.

Marissa mostrou o mesmo entusiasmo para ela e até a abraçou. Ela não queria dar a impressão a ninguém de que estava com ciúmes.

Mas agora ela estava se cansando.

Ela nem percebeu quando adormeceu. Quase uma ou duas horas devem ter passado quando alguém tentou acordá-la.

“Sra. Sinclair! Sra. Sinclair!”

“Hmm,” ela tentou abrir os olhos e tentou entender o que estava acontecendo.

“Sra. Sinclair. É a Abigail. Precisamos levá-la para o hospital,” a voz de Emily carregava urgência.

Marissa se sentou de repente com um suspiro, “Abi!” ela sussurrou. A menininha havia vomitado sangue enquanto dormia.

Aquela noite ela teve que deixar Emily para trás para cuidar do Alex, Ariel e Georgie.

Aquela noite ninguém estava com ela naquele corredor frio do hospital. Em pânico ela pegou seu telefone e discou um número, esperando que sua chamada fosse atendida.

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