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Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 302

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302: 302 – Liberado sob fiança 302: 302 – Liberado sob fiança (Um mês depois)
Havia um mês desde que Marissa foi para a Cidade de Sangua ver sua mãe. Ela se comunicava com as crianças por chamadas de vídeo.

Neste momento, Nina estava sentada no carpete, cercada pelos seus netos. Ela contava para eles sobre a infância do pai deles e as crianças a ouviam com interesse.

Nina gostava muito da companhia deles. As gargalhadas deles costumavam alegrar o seu dia.

“Papai subiu naquela árvore sozinho?” Ariel perguntou com os olhos arregalados.

Nina assentiu e bagunçou o cabelo dela, “Ah, sim. E adivinha só? Ele ficou preso e não desceu. Até que nosso mordomo o resgatou.”

Mais risadas explodiram e Abigail sacudiu o braço de Nina, “Vovó. Conte-nos mais sobre o Papai.”

Antes que Nina pudesse responder, o suave rangido da porta da sala interrompeu o momento delas. Nina virou a cabeça, estreitando os olhos ligeiramente, e congelou ao ver Marissa empurrando uma cadeira de rodas pela porta.

“Saia da frente. Deixa que eu faço!” Dean falou atrás dela, mas ela não ouviu e entrou atrás da cadeira.

“Argh! Você é teimosa,” Dean resmungou.

Sentada na cadeira estava uma mulher idosa e frágil, com a pele pálida e bochechas encovadas. Uma cânula estava inserida perto do pulso dela.

O fôlego de Nina parou em sua garganta e, incrédula, um sussurro escapou dos seus lábios, “Sra. Vicky Aaron?”

Marissa lhe deu um aceno sutil com a cabeça e se ajoelhou. Assim que as crianças notaram a mãe delas, quase que abandonaram Nina e correram para abraçá-la.

“Mamãezinha!” os doces falatórios preencheram o quarto.

“Meus queridos!” ela beijou cada um deles enquanto abraçava, “Senti tanto a falta de vocês.”

As crianças estavam agora olhando para a mulher na cadeira de rodas com curiosidade, Marissa seguiu o olhar deles e sorriu, “Ela é a vovó de vocês. A materna.”

Ela colocou uma mão gentil na cabeça de Abigail, “Minha mamãe! A partir de hoje, ela vai viver aqui, conosco.”

As crianças olharam para Marissa e depois para a mulher.

Estranho! Após a morte do pai delas, seus parentes desconhecidos começaram a reaparecer em suas vidas.

***
Havia um mês desde que Valerie foi trazida para esta cela. Sarah estava certa quando disse que Ethan nunca mais retornaria suas ligações.

Ele devia ter bloqueado o número dela porque depois disso ela tentou ligar para ele novamente. O telefone dele só tocava, mas ele não atendia.

Sarah foi solta sob fiança uma semana atrás. Sendo uma senhora amável, ela deixou seu telefone debaixo do beliche e pediu a Valerie para coloca-lo de volta com segurança.

“Eu venho aqui frequentemente,” ela lhe disse enquanto ria de algo, “esta delegacia é meu lugar permanente.”

Ninguém veio em seu auxílio. E agora ela estava certa de que nenhum advogado se envolveria no seu caso.

Informaram-lhe que agora seu caso, que era tratado pelas autoridades locais, seria assumido pela polícia estadual. Ela já tinha perdido seu pai, e sua mãe também não estava em boa condição.

Ela estava tão perdida em seus pensamentos que quase pulou quando o telefone começou a tocar. Olhando ao redor em pânico, ela atendeu a chamada, “Sim?”

“Ei. Seu amigo advogado entrou em contato com você?” a voz feminina familiar perguntou a Valerie.

“Sarah!”

“Sim. Sou eu. O fantasma! Lembra?” Valerie sorriu. A coisa boa era que ela tinha parado de chorar. Graças à Sarah que lhe ensinou muitas coisas. Incluindo os melhores truques para viver lá.

“Escuta, Val. Eu estou na Cidade de Sangua, sabe?”

“Você está?” o aperto de Valerie no telefone se intensificou, “Você viu minha mãe?”

“Não. Ela acabou de receber alta. Sua irmã a levou para casa,” ela informou.

Marissa levou a Mamãe para casa? Ela não estava brava com ela? Meus pais mentiram, enganaram e manipularam…
“Pare de pensar demais!” Sarah estalou do outro lado, “Vá e tome um café.”

Abençoada seja, Sarah.

Ela deixou aquelas coisas básicas debaixo daquele beliche para serem utilizadas. Sem pegar ou exigir qualquer pagamento.

Isso significava que Valerie não precisava PAGAR ao policial sua parte devida na forma de se*o.

“Ei, escuta!” Sarah gritou, “Não se preocupe com advogado. Meu namorado tem contatos. Deixa que eu vejo isso.”

“Sarah! Por que você está fazendo tudo isso por mim?” ela perguntou a pergunta de um milhão de dólares.

“Agora não seja tola. Afinal, para que servem os amigos, querida!”

Amigos?

Um mês atrás, Valerie nem podia imaginar que poderia ser amiga de uma criminosa habitual. E ela estava totalmente dependente desta mulher para a sua sobrevivência dentro e fora da cela.

Quando ela terminou a chamada, a portinhola inferior da porta de aço se abriu e um prato de comida foi empurrado para dentro, como se ela fosse um animal de estimação.

Sarah havia dito que estavam atrás desta porta de aço porque tinham acusações de assassinato. A única diferença entre Valerie e Sarah era que Valerie era inocente.

Mesmo assim Sarah já tinha feito isso três vezes e o namorado dela conseguiu libertá-la todas essas vezes.

A imagem de Ethan piscou em sua mente. Ele poderia ter procurado por ela se tivesse um pouco de decência. Ele deve saber, ela poderia ser qualquer coisa menos uma assassina.

Houve uma batida repentina na porta e um som de clangor. Valerie rapidamente escondeu o telefone em suas roupas. Por sorte estava no modo vibração.

“Eu… eu ainda não terminei de comer…” ele não deixou ela terminar.

“Levante-se e me siga,” este policial não era o usual.

“P-por quê?” ele não respondeu à pergunta dela. Estariam transferindo ela para outro lugar?

Ela foi levada para uma sala onde lhe entregaram a bolsa e o celular.

“O que está acontecendo?” ela perguntou à inspetora que estava de plantão.

“Você foi solta sob fiança!” ela a informou com uma cara de poucos amigos.

Solta sob fiança?

Valerie sentiu seu coração acelerar.

Quem poderia ser? Ethan? Sarah?

Mas ela falou com Sarah, apenas alguns minutos atrás. Ela não poderia providenciar um advogado tão rápido. Ou o que se Ethan tivesse percebido seu erro e vindo em seu socorro?

Oh! Abençoado seja, Ethan!

Ela foi levada ao escritório principal onde uma mulher estava sentada diante do chefe da polícia. Um advogado estava sentado ao lado dela.

O chefe assinou alguns papéis e depois deslizou o arquivo para frente.

“Valerie Aaron. Você foi solta sob fiança. Tenha muito cuidado e não tente deixar a cidade sem nos avisar. Você ainda está sob nossa vigilância.”

A mulher sentada à frente se levantou e se virou para Valerie. Valerie ficou atônita por um momento.

N-Não… isso não pode ser verdade!

“Marissa? O que você está fazendo aqui?”

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