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Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 238

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238: 238- A Noite 238: 238- A Noite Marissa havia saído do escritório sem um olhar para trás. Ela ainda estava fervendo quando entrou no carro com Rafael.

“Tá tudo bem, querida?” Ela deu de ombros com uma risada despreocupada.

Era para ser o melhor momento dela porque esta noite ela estava planejando entregar sua alma ao marido. Seu coração já pertencia a ele.

Delinda destruiu essa felicidade.

“Sim. Tô bem. Por quê?” Ela inclinou a cabeça para olhá-lo e balançou a cabeça em direção ao botão START, “Vamos lá. Liga essa coisa.”

Ele continuou a olhá-la, tentando decidir se deveria tentar saber mais, e então se recostou com um suspiro para dar a partida no carro. Quando o carro começou a se mover, os olhos de Marissa estavam na estrada à frente, pensando em Delinda.

“Marissa. Devo te deixar no Lugar da Sophie?” Ela franziu a testa, virou a cabeça e o viu olhando para a estrada à frente.

“Por que você faria isso?”

Não havia um pacto silencioso entre eles de que ele a deixaria ser travessa na cama esta noite?

“Você precisa de uma amiga agora, pequena Greene… Eu acho,” disse ele, ainda sem olhar para ela, “você parece chateada e é só um palpite, mas essa mulher… Acho que o nome dela é Delinda… ela é responsável pelo seu humor sombrio.”

Marissa não queria difamar o nome de Delinda apenas por diferenças pessoais. Rafael era o chefe de Delinda, e não era certo ele demonstrar parcialidade nessa questão.

“Não,” ela se inclinou para frente e cobriu a mão dele, que estava casualmente no volante, “Você não é meu amigo?” ela perguntou num sussurro baixo.

A pergunta o pegou de surpresa, “Eu?”

“Foi o que éramos, quando nos casamos,” talvez fosse a primeira vez que ela mencionava o casamento com esse sorriso descontraído. Caso contrário, ela sempre se sentia tensa quando ele tocava no assunto do passado deles.

Ele virou a mão para segurar a dela, “Sim. Nós somos amigos…” ele pigarreou, “Que tal também nos tornarmos cônjuges? Tipo… De verdade! Tipo… não por causa dos filhos ou do nosso passado… mas por NOSSA causa…” ela nunca o tinha visto dar pausas enquanto conversava com ela.

Ele havia nascido um moleque rico e tinha sido treinado desde cedo para todas as conversas pessoais e de negócios.

Este homem, que era famoso por ser frio e calculista, estava dizendo a ela, de forma tão doce, que queria ser íntimo dela.

Uau!

Ela mal podia esperar.

***
Quando chegaram ao hotel, Rafael decidiu acomodar as crianças e ela pensou em dar um pouco de amor próprio ao seu corpo cansado.

Sentindo-se ousada, ela até deu um tapa na bunda dele quando as crianças não estavam olhando, pegando o marido de surpresa.

“Me espera lá no quarto, morango, e eu vou te contar onde você se meteu,” ele avisou com aqueles olhos intensos.

Ela tentou conter a risada por causa da presença de Alexander por perto, mas a ameaça foi tão “smexy” que fez o seu íntimo se contrair.

O Palácio MSin estava pronto para mudarem, exceto por algumas mudanças na cozinha que Marissa havia solicitado.

Deixando-o com as crianças, ela voltou para o quarto deles. Havia coisas que precisavam ser feitas antes de ele se juntar a ela.

Primeiro e mais importante. Um banho quente com algumas gotas de óleo de lavanda. Ela também queria depilar as pernas depois do banho.

Depois de se arrumar, ela saiu da banheira e se esticou.

Envolvida na toalha felpuda do hotel, ela pegou o hidratante com aroma de baunilha no balcão e massageou seu corpo calmamente.

De volta ao quarto, ela abriu o guarda-roupa e tirou uma nova camisola de seda bruta que Sophie a forçou a comprar.

Compra! E se algum gato chamar sua atenção e te convencer a passar a noite com ele?

Ah, como ela sentia falta da amiga.

Bendita seja, Sophie. Só que eu não sabia que o gato seria o Rafael!

A camisola era de um tom profundo de vinho, com delicados rendados no decote e na barra. Ela passou a seda lisa pela cabeça, que deslizava pelo corpo, aderindo nos lugares certos.

Mal chegava às coxas carnudas dela, e ela tinha certeza de que, uma vez que andasse, o balanço da peça daria a visão perfeita das calcinhas combinando que ela deveria estar usando.

Ela se postou diante do espelho e deslizou as mãos pelas laterais para sentir o tecido liso contra sua pele.

Por um instante, ela imaginou que eram as mãos de Rafael. A sensação a fazia se sentir bela. E feminina.

E excitada!

Esta noite, ela não estava com medo de seu corpo acima do peso. Rafael Sinclair lhe havia dado confiança suficiente sobre isso. Quando ele estava cego, ela costumava pensar em como enfrentaria ele, uma vez que ele recuperasse a visão.

Esta era a noite que ela estava esperando.

Com um sorriso satisfeito, ela penteou os cabelos úmidos, deixando-os cair naturalmente. Por alguma razão, seu coração começara a acelerar.

Ela subiu na cama, sentindo o frescor dos lençóis de seda abaixo dela.

***
Ela deve ter adormecido, porque quando abriu os olhos, viu-o encostado na moldura da porta, observando-a intensamente, com a mão no bolso.

“Eu… Me desculpe…” ela se levantou sobressaltada e olhou em volta, lembrando que estava esperando por ele na cama.

Ele entrou e riu, o casaco pendurado no braço. Marissa podia sentir os músculos dele flexionando sob a camisa branca a cada movimento.

“Tá cansada, morango?” ele colocou o casaco no sofá e foi até ela para dar um beijo na testa, “E ainda me olhando assim?”

Marissa deu um tapa no ombro dele, “Por que você demorou tanto?”

“Me dá um minuto, amor. Eu vou ser super rápido no banho.”

Ah, irmão. Você nem precisa de um! Ela queria dizer isso a ele.

Os olhos dela acompanharam o marido até ele fechar a porta do banheiro atrás de si.

Droga! Que impressão ela havia deixado para ele. Ela poderia ter lido um livro em vez de cair no sono.

A porta se abriu e ele saiu, enrolando uma toalha na cintura que pendia baixo…
Baixo demais.

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