Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 168
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168: 168- Nina/Geena 168: 168- Nina/Geena Ela suspirou olhando para a garota que precisava de muito treinamento para ficar ao lado de Rafael. Nina abriu a bolsa que estava na mesa de centro e tirou algumas notas para pagar a gorjeta ao garçom.
“Obrigada, senhora,” ele colocou a bandeja na mesa de centro e estava prestes a sair quando Nina o chamou.
“Com licença!” O rapaz parou e se virou.
“Sim, senhora?”
“Você pode pedir para alguém colocar produtos de higiene novos no banheiro?” ela perguntou, dando uma tragada em seu cigarro.
“Senhora. Se você discar um dois um no interfone, ele a conectará à recepção…”
Nina não deixou que ele terminasse, “Bobagem! O que você acha? Que estou pedindo isso sem antes ligar para a recepção? Traga-me os produtos de higiene ou devolva-me a maldita gorjeta!”
Geena olhou para sua chefe com a boca aberta de surpresa, enquanto o pobre garçom também não esperava essa mesquinharia da dama.
“C… claro, senhora. Eu trarei as coisas,” ele baixou a cabeça e saiu do quarto. Geena sentiu pena dele.
Afugentando os pensamentos, ela manteve seu foco na bandeja colocada na mesa. Geena segurou a cafeteira de porcelana e despejou chocolate quente nas canecas.
“Aqui,” ela colocou a caneca de Nina na mesinha próxima a sua cadeira, “Tenho certeza que você vai se sentir melhor.”
Nina viu ela voltando a se acomodar na cadeira enquanto segurava sua caneca, “Por que você está fazendo isso, Geena?” Nina fez essa pergunta inesperada à garota.
“Desculpa?” Geena olhou para ela inocentemente.
“Por que você está fazendo isso por mim?” ela gesticulou em direção à caneca, “Todo esse tempo, a única coisa que estive fazendo é insultar você, e mesmo assim…” ela não sabia mais o que dizer, “Por que você está fazendo isso, Geena, quando tudo que você precisaria fazer agora é ficar no conforto do seu quarto e aproveitar um tempo sozinha. No entanto, você está aqui e me oferecendo este chocolate quente…”
Geena sorriu tristemente e começou a passar o dedo na borda de sua caneca, “Meu orfanato… onde eu cresci… tínhamos uma diretora muito velha, mas gentil. Ela uma vez me disse que… mulheres devem ficar juntas. Uma ao lado da outra. Sabe o que mais ela me disse?” Geena a olhava com uma expressão séria.
Nina, que parecia estar em transe, balançou a cabeça, “Não. O que mais ela disse a você?”
Geena mordeu o lábio e colocou a caneca na mesa de centro, “Ela me disse que os homens se safam com facilidade porque,” Geena apontou para o próprio peito, “nós mulheres estamos prontas para dar a eles chances. Mas nunca perdoamos nossa própria espécie. Como mulher, não damos apoio umas às outras. Quando todas nós, mulheres, estivermos unidas, nenhum homem na Terra ousará trair ou nos desafiar.”
Nina não sabia por que Geena estava contando tudo isso. Não havia nenhum homem envolvido no fiasco que ela estava enfrentando na vida. Ela continuou olhando para o rosto de sua assistente e depois deu uma risada suave, “Sua diretora estava certa, Geena. Nós mulheres realmente não ajudamos umas às outras a subir. Tudo o que tentamos fazer é nos puxar para baixo.”
Nina estava pensando em Marissa e Valerie enquanto dizia as palavras.
“Você deveria beber enquanto ainda está quente!” Geena lhe disse gentilmente e pegou sua própria caneca. Ela começou a beber seu chocolate quente e estava muito consciente do olhar de sua chefe, examinando seu rosto.
“Sua diretora…” Nina pigarreou, “Ela… parecia uma mulher sensata.”
“Ah, ela era,” Geena sorriu carinhosamente lembrando-se das memórias, “Aprendi muito com ela. Eu era tão apegada ao lugar que queria continuar lá depois de completar dezoito anos. Mas, infelizmente! Não me deixaram. Eles eram bastante rigorosos com as regras. Foi por isso que entrei na sua empresa.”
Nina assentiu tomando um gole do seu chocolate quente e considerando a caneca, “Is… isto está bom. Tem um bom gosto. Obrigada, Geena. Acho que eu precisava disso.”
Geena fez um aceno sutil com a cabeça.
Nina terminou sua caneca em mais alguns goles e a colocou na mesa de centro.
“Acho que devo escovar os dentes e ir para a cama. Precisamos começar cedo amanhã,” Nina disse, levantando-se da cadeira.
“Sim. Certo!” Geena disse, bebendo da caneca.
Quando Nina saiu do banheiro, Geena estava tomando o último gole do líquido marrom de chocolate, “Acho que vou embora.”
Ela se levantou e se espreguiçou.
Nina foi para a cama e Geena foi rápida em arrumar os travesseiros atrás de sua cabeça.
“Um dia me conte todas as coisas que a diretora falou para você, Geena,” Nina disse enquanto se ajeitava no travesseiro. As mãos de Geena hesitaram por um momento antes dela arrumar o edredom perto dos ombros de Nina.
“Ela sempre te falava coisas boas sobre a vida? Ou era como uma aula onde ela palestrava para todas vocês?”
Nina levantou os quadris e então se remexeu um pouco para se ajustar na cama.
Mas então ela ficou paralisada quando Geena riu alto. Era quase como uma risada assustadora, “Oh. Não sempre, Geena. Não havia conceito de aula quando ela me ensinava essas coisas. Ela costumava me contar tais coisas quando se deitava ao meu lado na minha pequena beliche. Quando ela costumava me violar.”
Nina sentiu como se a vida tivesse sido espremida de seus pulmões.
“O…O quê? G…Geena!”
Geena segurou sua bochecha gentilmente e beijou sua testa, “Não se preocupe. Eu já superei essa fase. Eu sei que você é sincera comigo e só quer o melhor para mim. Rafael é um bom homem e tenho certeza de que ele vai me fazer feliz. Só não se estresse. Ok?
Ela apagou as luzes e saiu do quarto enquanto suas palavras casuais continuavam ecoando na cabeça de Nina e apunhalando seu coração. Nina não pôde evitar e estremeceu.
Ela costumava me contar tais coisas quando se deitava ao meu lado na minha pequena beliche. Quando ela costumava me violar.