Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 146
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146: 146- Rafael! Me coloque no chão! 146: 146- Rafael! Me coloque no chão! Marissa ainda soluçava dormindo, e ele não conseguia entender por que ela ainda tinha medo de Valerie e de sua mãe.
Ou seria por causa daquele pesadelo?
Ele precisava dizer a ela que sonhos não significavam nada. Só sonhamos com o que temos em nosso subconsciente. E isso não tinha nada a ver com a realidade.
Ele olhou para baixo quando ela se encolheu em seus braços. Apertando-a contra si, ele baixou o rosto até o ouvido dela, “Nada vai acontecer, Marissa. Você precisa confiar em mim desta vez. Ninguém vai te machucar. Jamais.”
Ele não queria chorar, mas não tinha consciência de quantas guerras precisaria lutar para fazê-la acreditar que não eram apenas as crianças o motivo de ele estar ali.
Ele poderia lutar contra o mundo e não dava a mínima para Valerie. Até sua comunidade de negócios poderia ir contra ele, mas ele lutaria contra todos eles. Mas para todos esses desafios, ela precisava estar com ele.
“P… por favor, acredite em mim… Eu… não sou uma destruidora de lares…” ela chorou dormindo. Rafael franziu a testa e recuou para ver melhor o rosto dela.
“Marissa!” ele não queria acordá-la, mas se isso fosse novamente um pesadelo, ele não teria outra escolha.
Graças a Deus ela voltou a dormir, mas ele não tinha mais vontade de dormir. Naquela noite, o pesadelo dela o tinha deixado mentalmente perturbado, e ele ficou acordado com a mente cheia de preocupações e o coração doendo por ela.
E agora esta noite ela parecia inquieta novamente.
Antes de mergulhar em um sono profundo, ela mencionou os nomes de Valerie e Nina. Como se… como se ela tivesse medo delas.
Ele precisava descobrir sobre isso. Ele precisava que ela confiasse nele.
O cobertor estava enrolado nela, e ele sorriu ao lembrar como ela havia jogado as roupas fora.
“Você é um danadinho, Little Greene. Não é?” ele beijou a testa dela e se deitou ao lado dela, compartilhando um travesseiro.
Ele sabia que em algum momento durante a noite, ela se deitaria sobre ele e dormiria em seu peito. Ele continuou passando os dedos pelos cabelos dela.
***
Marisa se virou na cama e então se sentou subitamente ao ver a luz do dia entrando pela janela.
“Droga! Eu não tenho que trabalhar hoje?” embora enfrentar Delinda quase lhe causasse um ataque cardíaco, ela precisava continuar.
Hoje era apenas Delinda, amanhã poderia ser o mundo inteiro.
Se Valerie e Nina não puderam pará-la, não puderam matá-la, então ninguém mais poderia. Se ela conseguiu fugir das garras daquelas senhoras malignas, então ela poderia conquistar o mundo.
Ela jogou o cobertor de lado e ficou imóvel.
“Droga!” em pânico, ela o enrolou de volta no corpo. Ela não estava usando nada por baixo.
“O… o que eu fiz?” Oh, Senhor! Ela tinha bebido demais na noite passada. O que aconteceu com ela depois disso? E então todas aquelas memórias começaram a voltar para ela aos poucos.
Aquele homem estranho. Como ele a seguiu lá fora. Como Rafael a salvou.
“Oh, Deus!” ela olhou ao redor procurando por Rafael. Ele não estava lá.
Com o cobertor ainda enrolado nela, ela conseguiu caminhar até o guarda-roupa e pegou uma roupa decente. Seu olhar caiu na camisola e calcinha dobradas e arrumadas sobre a pequena mesa de estudos.
Ignorando a pequena bagunça, ela foi ao banheiro e lá outras visões começaram a aparecer para ela.
“Agora eu me lembro. Eu me lembro de tudo. Preciso fazer xixi. Ai, Deus. Eu realmente preciso… Rafael, ajuda.”
Ele estava lá de costas para ela, esperou-a e depois a trouxe de volta para a cama.
“Espero que eu não tenha feito nada indecente ontem à noite. Ai, Deus!” ela escondeu o rosto nas mãos e balançou a cabeça em frustração. Ela bateu levemente a cabeça contra a parede do banheiro.
“Eu sou um idiota… idiota… idiota…” Ela deu dois ou três tapas na bochecha e então abriu o chuveiro.
Enquanto tomava banho, ela continuava tentando se lembrar se ela e Rafael tinham tentado algo mais íntimo. Ela se vestiu preguiçosamente e saiu do banheiro.
No entanto, quando foi para a sala, encontrou Rafael arrumando pratos na mesa de jantar.
“Bom dia!” ele sorriu para ela. Um homem lindo de morrer que estava sem camisa usando apenas um par de calças, com um pano de cozinha sobre o ombro.
O que poderia ser mais se*xy do que isso?
“Agora pare de me olhar assim, pequena Greene, e me diga como está,” ele apontou para a omelete e…
Não estava queimada!
“Uau!” ela respirou, e ele ergueu uma sobrancelha quando ouviu, sem saber se o uau era para a omelete não queimada ou para ele.
“Agora vem para cá. Eu ia te acordar, mas você já estava no chuveiro,” ela assentiu e tomou um assento. Ele voltou para a cozinha e saiu com xícaras de café fumegantes.
Ele pegou outra cadeira em frente a ela e então fez um bico.
Ela o observou confusa, “O quê?”
“Eu não quero sentar aqui. Posso ver você, mas não estou perto o suficiente. Entretanto, … ele apontou para a cadeira adjacente à dela, “Se eu sentar ali, estarei mais perto de você mas não vou poder te ver.”
“Ah,” ela fez um bico com falsa preocupação, “Isso é um problema.”
Com uma risada, ele deixou a cadeira e contornou a mesa para sentar ao lado dela, “Assim está melhor.”
Ela concordou sem dizer muito.
Ele transferiu um pouco da omelete para o prato dela e colocou um garfo, “Você se lembra de alguma coisa sobre a noite passada?”
O coração dela deu um pulo com essa pergunta inesperada, e ela sentiu o rosto corar. Ele estava olhando atentamente para ela, então ela evitou o contato visual.
“Umm… Não…” ela limpou a garganta, “Eu … Eu não acho que me lembre de nada,” ela manteve os olhos fixos no seu prato e começou a comer.
A risada profunda dele chegou aos ouvidos dela, “Mentirosa!”
Ela nem conseguiu discutir. Como poderia quando se lembrava da maior parte, exceto aquilo…
“A…aconteceu… alguma coisa ontem à noite?”
“Por exemplo?” ele estava sério, mas ela não perdeu a travessura na voz dele.
“Você sabe do que estou falando. Agora por favor me diga,” ela o pressionou, com um toque de frustração.
Um sorriso brincalhão apareceu nos lábios dele, “Dizer o quê?”
Ela empurrou o prato para trás e levantou-se.
Ele não estava esperando essa reação, “Marissa!”
“Eu estou me arrumando para o trabalho,” ela disse, indo em direção ao quarto dela.
Ela foi pega de surpresa quando, sem aviso prévio, ele veio por trás e a ergueu no ar.
Ela gritou surpresa, “Rafael! Me coloca no chão!”