Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 121
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121: 121- Vamos nessa! 121: 121- Vamos nessa! “Ei. Eu te perguntei uma coisa!” disse Rafael após derrubar quatro alvos com maestria.
“Não posso falar,” ela disse altivamente “Me deixa concentrar. Ok?”
A língua dela agora estava para fora, tocando o canto da boca.
“Posso deixar você ganhar se me contar o grande segredo da sua vida,” ele provocou com um sorriso maroto.
“Ha-ha. Boa tentativa. Vaza,” ela disse e então percebeu o quão próxima dele havia ficado apenas com esse simples jogo.
Ele era com certeza encantador, mas um cavalheiro de verdade.
Marissa tem sorte, cara.
“O quê? O que você disse?” os olhos dela se arregalaram ao perceber a diversão na voz dele.
“Não me diga. Eu falei isso em voz alta?” ela mordeu o lábio, envergonhada.
“Sim. Falou. E obrigado!” ele riu.
Eles continuaram trocando provocações quando, de repente, Rafael gritou, “Ha! Peguei você!” ele finalmente havia conseguido derrubá-la.
“Idiota! Se as crianças acordarem, você vai ser expulso deste apartamento e o Gerard vai estar aqui jogando outro jogo com a Marissa.”
“Você é uma pirralha, Dra. Sophie,” Ele sabia que ela estava brincando, por isso deu uma rápida olhada para o quarto das crianças.
Ambos estavam agora mortos de cansaço e recostavam-se, relaxados.
“Deixa eu ver as crianças,” Ela estava prestes a se levantar quando ele levantou a mão para detê-la no meio do caminho.
“Não precisa! Eu faço isso.”
***
“Então, por que virou ginecologista se você nem pratica mais?”, ele disse após dar um grande gole na garrafa de cerveja, mas a resposta que recebeu foi uma pequena almofada atingindo seu peito forte.
Ele levantou a almofada até o rosto e a jogou de lado.
“Você está fazendo parecer que eu sou o responsável por isso,” ele terminou a garrafa de um gole e a colocou na mesa.
“Em parte, sim.”
“Desculpe?” ele pensou que a ouviu errado.
“Eu disse sim. Você é em parte responsável. Você invadiu meu consultório e me ameaçou. Eu queria me juntar à Marissa depois de arrumar tudo, mas tive que deixar o lugar de uma noite para o dia. Marissa tinha certeza que seus investigadores estariam atrás de nós, então ela queria que nos mantivéssemos discreto,” A culpa era evidente em seu rosto.
“Então você desistiu da sua carreira pela Marissa?” ele perguntou a ela na voz mais gentil.
“Não exatamente,” ela abriu o pacote de salgadinhos e colocou alguns na boca, “Eu fiz isso por eles,” ela falou com a boca cheia e apontou para a porta do quarto das crianças.
Rafael tinha visto como todos eles se juntaram para criar seus filhos. Flint, Sophia e Marissa.
Marissa tinha sorte de ter amigos tão sinceros em sua vida.
“Eu…” ele suspirou alto, “Eu te devo um pedido de desculpas.”
“Não precisa,” ela deu um soco brincalhão no braço dele, “A gente pode acertar as contas… em breve.”
Ele inclinou a cabeça para olhá-la, “E como você faria isso?”
“Eu…” ela curvou os lábios para baixo, “Eu posso invadir o seu escritório e criar um caos. Só peça aos seus seguranças para não me expulsarem ou me prenderem.”
“Ótima ideia!” ele esticou a mão para pegar alguns salgadinhos do pacote dela, mas ela foi rápida em bater em sua mão.
“Pegue outro,” ela indicou com os olhos para a mesa de café, “tem tantos aqui.”
Um sinal de irritação piscou nos olhos dele, “Eu que trouxe, Sophie. Se você se lembra…”
“Sim… sim…mas você está usando meu sofá e acabou de usar meu console e minha TV…”
Ela poderia continuar assim quando Rafael deu uma risada alta, mas teve que cobrir a boca de repente. Ele não queria fazer barulho, pois a casa era pequena e as crianças poderiam se incomodar.
Sophia tinha um sorriso entendido nos lábios quando ela jogou o pacote no colo dele e se levantou.
”Onde você vai?”
“Buscar outra cerveja,” quando ele tentou falar, ela o interrompeu, “Agora não me diga que é sua e que você que comprou.”
“Sim, é minha. Mas você pode beber.”
“Não preciso da sua permissão,” ela disse e trouxe mais duas garrafas da geladeira.
“Então. Por que você estava triste, Sophie?”
“Desculpa?” ela deu a ele um olhar confuso.
“Estou perguntando sobre a sua tristeza, e não se atreva a mentir para mim,” ele a advertiu, “Minha esposa está em um encontro com outro homem. E você?” quando ela não falou, ele levantou as mãos em defesa, “Tudo bem. Não conte se você não se sente à vontade.”
Após o jogo e toda aquela provocação, ela estava se sentindo mais relaxada ao redor dele. Ele poderia ser insensível, mas agora tudo que ele parecia ser era um irmão mais velho divertido e afetuoso.
“Eu fui ao Palácio Branco hoje… como eu te falei…” ele apenas assentiu em resposta, com uma expressão ainda séria, “e lá eu conheci alguém e a Silly me…” ela fez um facepalm, “Eu devo ter falado com ele por alguns minutos e queria o número de contato dele. Eu queria ter pedido, mas… eu não acho que ele estava interessado em mim, já que eu não estava usando nada chique e…”
“Espera aí,” ele levantou o dedo indicador, “Você perguntou o nome desse cara?”
“Sim. Eu perguntei. O nome dele era Joseph,” Os olhos dela estavam constantemente em seu colo enquanto contava essa história embaraçosa para Rafael, mas quando eles foram para o rosto dele, ele estava tentando segurar o divertimento mas falhando miseravelmente.
Ela fixou o olhar nele, “Eu… eu disse algo errado?”
“Não, bobinha,” Rafael bagunçou o cabelo dela, “Acho que é hora de compensar você pelo que fiz no passado.”
“Desculpa?” coitada dela não entendeu o que ele estava dizendo.
“Nada,” ele sorriu radiante, “interessada em outra partida? Quero dizer, pronta para perder de novo?”
Ela revirou os olhos e ligou a TV novamente.
“Dessa vez, eu serei a vencedora. Decore isso em seu crânio grosso, Rafael Sinclair!” ela mostrou a língua e Rafael deu um sorrisinho.
Ele tinha que admitir que estava gostando da companhia dela.
Ele fez uma nota mental para conversar com Joseph. Ele devia isso à mulher que havia cuidado de seus filhos em sua ausência.
A voz dela o tirou de seus pensamentos, “No que você está pensando, Sinclair? Com medo? Heim?”
Rafael sorriu e ergueu seu console, “De jeito nenhum, Dra. Sophie. Estou pronto! Pode vir!”