Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos - Capítulo 107
- Home
- Sr. Presidente: O senhor é o pai dos meus trigêmeos
- Capítulo 107 - 107 107- Café da Manhã Queimado 107 107- Café da Manhã
107: 107- Café da Manhã Queimado 107: 107- Café da Manhã Queimado Marissa fez um bico quando seus olhos pestanejaram ao abrir e então um traço de sorriso tocou seus lábios. Por um momento, ela quis ficar na cama, mas então lembrou-se de que era uma mãe que precisava cuidar dos filhos antes de eles acordarem.
Sua mão estendeu-se e agarrou o relógio no criado-mudo. No momento em que deu uma olhada, seus olhos arregalaram, e ela se sentou abruptamente com o coração acelerado.
“Que porra… Merda! Nossa! Tá tarde!” Murmurando para si mesma, ela se atrapalhou para sair da cama. Na pressa, ela tropeçou nos lençóis emaranhados e quase caiu.
“Arg! Desastrada! Se controle. Meus bebês devem estar com fome,” Sophia tinha que sair cedo e normalmente não contava com Flint por conta do horário estranho do velho.
“Estranho. Por que as crianças não invadiram meu quarto?” ela murmurou apressada saindo do quarto.
Correu para a sala de estar, esperando o completo caos, mas ao invés disso viu algo inesperado. As crianças estavam sentadas ao redor da mesa de centro, absortas em um jogo de tabuleiro e Rafael estava explicando algo com uma voz muito suave.
Assim como na noite passada, Abi estava sentada em seu colo enquanto Ariel estava coladinha no seu quadril. Alex estava sentado em frente ao seu pai.
“Bom dia, dorminhoca,” Um sorriso provocante apareceu em seu rosto quando ele a notou parada na porta.
O coração de Marissa acelerou, e o sorriso a fez lembrar do beijo da noite passada que compartilharam no sofá.
“Bom dia!” ela respondeu tentando estabilizar sua voz, “Por que vocês não me acordaram? O que comeram no café da manhã?”
“Papai fez ovos mexidos pra gente, Mamãezinha. Ele pediu para deixar você dormir mais,” Abi explicou para ela, “ele disse que você trabalhou muito duro ontem à noite.”
Eu trabalhei duro ontem à noite?
Ela evitou o contato visual quando encontrou seus olhos brilhando travessamente, “Idiota!” ela murmurou.
“E mamãe!” Ariel falou ocupada enquanto fazia algo no tabuleiro, “Papai queimou os ovos.”
Marissa arqueou uma sobrancelha, “Vocês comeram ovos queimados?” ela perguntou às crianças, mas seus olhos estavam focados no homem que podia fazer seu coração acelerar só pela sua presença.
“Não. Papai jogou fora, Mamãezinha,” Abi explicou para ela, “Ele cozinhou de novo mas só ficou meia queimado. A outra metade estava boa. Certo, Alex?”
Alex apenas resmungou em resposta.
“Bom!” Marissa começou a prender seu cabelo para fazer um pequeno coque bagunçado na cabeça, “E quantos ovos você desperdiçou, Papai?” ela perguntou para Rafael com os olhos estreitos.
Rafael levantou a mão sombriamente, “Peço desculpas. Eu nunca cozinhei nada na vida, nem mesmo macarrão instantâneo,” antes que ela pudesse comentar, ele rapidamente segurou o rosto de Abigail pelas bochechas e virou em direção à mãe, “Olha para a Mamãezinha. Ela não está adorável?”
Marissa balançou a cabeça em exasperação e caminhou de volta ao seu quarto. Ela estava precisando muito de um banho.
Depois de terminar o que tinha que fazer, ela saiu do quarto onde as crianças ainda estavam ocupadas com o pai delas.
“Por que você não se junta a nós?” ele a convidou sinceramente batendo no espaço ao seu lado e antes que ela pudesse abrir a boca, ele falou rápido, “Eu posso preparar seu café da manhã.”
“Não, obrigada!” Os lábios de Marissa se arquearam num sorriso forçado, “Não estou interessada em comer um ovo queimado.”
Rafael fez uma cara de magoado, olhando para as filhas. Desta vez Marissa podia ver também diversão nos olhos de Alex.
Ela foi para a cozinha preparar um café da manhã rápido para si. Depois de abrir a geladeira, ela examinou todos os ingredientes quando ouviu passos suaves atrás dela.
O colônia masculina familiar atingiu suas narinas. Aquele mesmo cheiro intoxicante.
Ela se virou e o encontrou encostado no batente da porta.
“Posso levar as crianças para fazer compras no supermercado?” Marissa fez o seu melhor para ignorar o volume dos bíceps dele através da manga da camiseta.
“Pare de me olhar com esse olhar faminto,” ele se aproximou e sussurrou perto do ouvido dela.
Revirando os olhos, ela desviou sua atenção para as coisas que tinha colocado na bancada da cozinha. Ela gostava quando ele lhe dava o controle da parentalidade. Mas agora ela precisava aceitar que ele era o pai e tinha direitos iguais sobre as crianças.
“Por que a minha permissão toda vez?” ela ligou o fogão e colocou uma frigideira sobre ele.
“Porque você é a mamãe!
Ela sorriu e olhou por cima do ombro, “E você é o pai deles. Você tem direitos iguais, Rafael.”
Ela quebrou um ovo na mistura para panqueca e começou a despejar leite nela.
“Você está fazendo panquecas?” ele se aproximou agora se apoiando na bancada, “isso eu posso fazer se você permitir.”
“Não, obrigada. Só sobrou um ovo!” ela fez beicinho e ele deu uma risada.
Quando ela estava despejando a massa na frigideira, ele se moveu para trás dela, seu peito quase esbarrando em suas costas, “Meu papel como pai não é sobre os direitos, Marissa,” o coração dela bateu forte quando ela sentiu ele apoiar o queixo em seu ombro, “precisamos mostrar para as crianças que estamos na mesma página.”
Marissa assentiu toda impressionada e virou-se lentamente para encará-lo.
Droga. Ela esqueceu o que queria dizer quando o pegou olhando para os lábios dela, “Hoje à noite, deixe-me levá-la para um jantar.”
Ele segurou o queixo dela entre o dedo e o polegar.
Alex tinha dito a ela que amanhã ela estava planejando ir com Gerard. Ele estava morrendo de ciúmes, mas não queria estragar para ela. Ela era adulta e ele queria que ela usasse a própria vontade para voltar para ele.
Em vez disso, ele queria aproveitar o melhor do que ela pudesse oferecer a ele.
“Marissa,” ele se aproximou e beijou a ponta do nariz dela, “Você me permitiria fazer amor com você algum dia?”
Ele perguntou e ela se sentiu se derreter.
A voz de Sophie ecoou em sua cabeça, “Quando vocês dois estão na sala, parece que se despiram um ao outro com os olhos.”
Marissa engoliu em seco e tentou rir.
“Sim… Rafael… eu… vou…” ela limpou a garganta, “Eu vou permitir…”
“Mãe! Tá queimando alguma coisa!” Alex gritou da sala de estar. Marissa e Rafael pularam assustados ao se verem cercados de fumaça. Felizmente não era tão densa.
”Ah, irmão,” Rafael sussurrou.
“Ai!” Marissa forçou um olhar de irritação no rosto, “Rafael, você queimou meu café da manhã também!”