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Sistema Supremo Deus do Harém - Capítulo 2085

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Capítulo 2085: Nascidos Supremos

Eles apareceram.

O céu se tornou silencioso.

O vento parou.

O próprio Tempo parecia que havia pausado.

Não havia som, nem aviso…

Apenas… uma presença avassaladora que parecia dominar cada ser existente. Em um instante, a ‘multidão’ de Líderes Mundiais percebeu isso também.

Eles estavam aqui.

Todos olharam para cima, e seus olhos caíram sobre quatro seres que pareciam além da compreensão mortal.

Eles não caminhavam; não parecia que estavam flutuando também.

Era apenas… uma sensação de que eles simplesmente ‘apareceram’ e todo o Mundo se curvou para reconhecer isso.

Os chamados ‘Líderes Mundiais’ ficaram maravilhados quando viram esses seres descerem. No momento em que sentiram sua presença avassaladora, eles perceberam isso.

Todo esse tempo, sempre que o ‘povo comum’ encontrava os seres dos Mundos Supremos, eles não eram exatamente… os ‘seres dos Mundos Supremos’.

Eram seres que eram ‘reconhecidos’ pelos Mundos Supremos e eram aceitos por eles. Seres que de fato viviam nos Mundos Supremos—e sim, seres que eram incrivelmente fortes.

Mas mesmo assim, eles ainda não eram os Seres Supremos nascidos nos Mundos Supremos.

Agora, no entanto, as coisas eram diferentes.

Mesmo que ignorassem sua aparência, apenas a presença desses seres era suficiente para contar a verdade para os Líderes da Guilda.

Os seres à frente deles não eram meros subordinados.

Eram os Nascidos Supremos.

As entidades reais dos Mundos Supremos.

E o fato de essas pessoas terem vindo aqui mostrava que esse assunto era muito mais sério do que qualquer um desses líderes de guildas mercenários esperavam.

Cada ser presente no chão engoliu em seco. Seus olhos não podiam se afastar dos quatro seres pairando no ar.

O primeiro a atrair seus olhos foi o ser do Mundo Supremo da Luz.

Descendo lentamente dos céus dourados acima, este ser radiante pairava no ar, banhado em uma luz divina e calorosa. Suas longas e esvoaçantes vestes brilhavam como luz solar tecida, ondulando suavemente com cada movimento. Asas majestosas se espalhavam atrás dele, cada pena brilhando com fogo celestial, lançando suaves raios dourados pelo céu.

Seus olhos ardiam como sóis gêmeos—calmos, mas dominantes—radiando um poder que gerava temor e reverência. Uma auréola coroava sua cabeça, pulsando levemente, como que ecoando a vontade dos céus. Em uma mão, ele segurava uma espada forjada de pura Luz, suas bordas zunindo suavemente, como se existisse além dos reinos mortais.

Sua aura era avassaladora—pura, eterna e soberana. Era a presença do julgamento divino e proteção, um ser que havia vigiado sobre eras incontáveis, agora chegando não apenas para ser visto, mas para ser obedecido.

*Foto*

E completamente oposto a ele estava outro ser—um ser que parecia seu contrapeso.

Uma figura escura e vil descendo—lentamente, silenciosamente—pairando no vazio frio entre as dimensões. O próprio ar ao redor dele se distorcia, como se recuasse de sua presença. Sombras aderiam ao seu corpo como fumaça solidificada, formando uma armadura que lembrava obsidiana queimada—denteada e antiga.

Seus olhos ardiam com um vermelho profundo e furioso—carvões gêmeos em um rosto esquelético torcido com malícia infinita. Chifres pretos se curvavam de seu crânio como as raízes retorcidas de uma árvore morta, e suas garras pareciam prontas para rasgar tanto a matéria quanto a alma. Cada movimento que ele fazia deixava rastros de névoa preta atrás, como se a Escuridão obedecesse sua vontade.

Sua aura era sufocante—espessa de ódio, desespero e ira. Ele não simplesmente chegava; ele invadia o céu, como se sua presença sozinha fosse uma maldição sobre a Luz—uma declaração de que algo antigo e terrível havia despertado.

Sim, ele era do Mundo Supremo da Escuridão.

*Foto*

Essas duas forças opostas se chocaram uma contra a outra. Apenas o choque de suas auras era tão destrutivo que um Mundo como Vael’Terros nunca teria sobrevivido ao impacto. E ainda assim, o Mundo estava intacto.

Era quase um milagre.

Um milagre possibilitado por outro ser que permanecia logo ao lado das duas energias opostas.

Essa figura celestial pairava com um ar de divindade silenciosa, sua presença apartando a própria quietude do céu. Envolta em profundo azul estrelado, suas vestes fluíam suavemente em um vento invisível, como se o próprio espaço se curvasse à sua chegada.

Seu pele brilhava com uma luz suave e etérea—a tonalidade da luz da lua filtrada através da névoa cósmica. Seu olho único como estrelas gêmeas brilhava com uma brilhante alvura penetrante—sem fechar e todo-vendo. Uma auréola radiante circundava sua cabeça, pulsando suavemente, ecoando as órbitas de planetas distantes.

Em uma mão, ele segurava uma lança com uma ponta de sigilo em forma de diamante, brilhando com uma energia antiga e calma. Em seu peito reluzia um símbolo do sol branco do vazio, irradiando autoridade silenciosa.

Sua aura era imensa.

Ela parecia leve, mas avassaladora, como o vácuo entre as estrelas—distante, incognoscível, eterno.

Sim, ele representava o Mundo Supremo do Equilíbrio.

*Foto*

Esses eram os três Mundos Supremos—exibindo sua presença avassaladora e energias em choque, mas estranhamente sincronizadas.

O quarto ser, no entanto, permanecia à distância, como se não tivesse nada a ver com eles.

Suas vestes capturavam o brilho estelar enquanto pairava sobre o chão. Glifos brilhavam suavemente por toda a trama de suas vestes, pulsando em ritmo com o suave zumbido de forças invisíveis. Cada movimento parecia medido—como o tique-taque de um relógio perfeito e eterno.

Olhos pálidos brilhavam com conhecimento profundo e infinito. Uma auréola luminosa de runas mutáveis e geometria arcana se formava atrás de seu corpo, girando suavemente. Ele segurava um antigo tomo aberto em uma mão, suas páginas virando sem vento, enquanto na outra, seu bastão brilhava com orbes de energia celestial, orbitando como luas distantes.

Sua aura era vasto—fria, calculista e infinitamente sábia. Ela envolvia-o como o silêncio do espaço: não vazio, mas cheio de segredos. Onde outros traziam poder ou terror, ele trazia uma compreensão que dobrava a própria realidade.

Sim, ele vinha do Mundo Supremo da Eternidade.

*Imagem*

Estes eram os Quatro Seres dos Mundos Supremos, e enquanto eles olhavam para baixo—como deuses olhando para mortais—um pesado silêncio desceu.

Aconteceu por conta própria.

No momento em que todos eles apareceram—

Tudo parou.

Conversas morreram no meio da frase.

Ninguém precisava falar.

Ninguém ousava.

Milhares de seres—reis de seus respectivos mundos—todos se curvaram como um só. Alguns se ajoelharam, outros baixaram a cabeça, outros caíram no chão sem perceber.

Até mesmo os navios flutuando no céu diminuíram suas luzes, os motores silenciaram.

Montanhas ao longe se inclinaram ligeiramente para dentro, nuvens se afinaram e se enrolaram para longe como servos respeitosos. O chão sob seus pés pulsava—pedra, terra, cinzas, e até mesmo ossos antigos deslocando-se ligeiramente, virando-se para enfrentar os Seres Supremos.

Todo ser vivo—e até mesmo os que não estavam vivos—pareciam reconhecer uma única verdade:

Os governantes do universo haviam chegado.

Após um silêncio momentâneo, o ser do Equilíbrio avançou, seu manto flutuando como névoa. Ele olhou para os milhares abaixo.

“Vocês chegaram. Como esperado.”

Sua voz soou clara, calma… e inabalavelmente certa.

Ele olhou sobre a multidão como se estivesse inspecionando ferramentas, não pessoas—e nenhum dos líderes de guildas mercenárias pareceu ‘ofendido’.

Todos os seus espíritos já estavam esmagados no instante em que perceberam quem estava diante deles. Eles esperavam encontrar os subordinados dos Mundos Supremos, mas serem diretamente abordados pelos Nascidos Supremos?

Nenhum deles ousaria dizer uma palavra ou mostrar insatisfação, mesmo se tivessem milhões de vidas.

Equilíbrio, como se já esperasse isso, não parecia muito incomodado e continuou,

“Não vamos perder tempo com formalidades. Você já sabe por que está aqui.

Então vamos começar.”

Ele ordenou.

Sim, não havia nem mesmo uma simples frase de boas-vindas.

Isto era arrogância.

Arrogância além de qualquer coisa que alguém já tinha visto.

Equilíbrio então se virou para Eternidade, e ele olhou para baixo.

Ninguém viu seus olhos—se é que ele os tinha—mas todos sentiram seu olhar.

O ar ondulou ao seu redor.

O espaço se contorceu.

Até mesmo a energia do tempo parecia afetada.

E então—ele ergueu seu cajado.

Não houve cântico, nenhum gesto grandioso, nenhuma declaração.

Apenas um movimento suave, leve e simples e então—

O céu se rachou como vidro, e dele desceu uma estrutura feita de prata fluída e cristal radiante, dobrando a própria realidade enquanto pousava na terra sem som. Ela pulsava com um ritmo de outro mundo, cada borda suave e perfeita, cada superfície reluzindo como poeira estelar em movimento.

A estrutura, moldada como uma flor de lótus suave com camadas que se abrem, formou-se de luz e tempo. Dezenas de anéis flutuantes pairavam ao seu redor, inscritos com runas brilhantes que ninguém podia ler—mas todos instintivamente temiam. Em seu coração havia uma porta—não uma esculpida à mão, mas formada pela vontade.

*Imagem*

Uma vez criada, Equilíbrio ergueu a mão mais uma vez, seu rosto inclinando-se ligeiramente em direção à estrutura prateada agora enraizada na realidade.

“Cada um de vocês entrará—sozinho.”

Sua voz soou novamente—controlada, absoluta.

“Vocês lerão os relatórios que trouxeram.”

Ele pausou.

“E a câmara julgará.”

Sua cabeça inclinou-se apenas mais um pouco, como se estivesse divertido.

“A Câmara não pede sua opinião. Não necessita de sua defesa.

Ela olhará em suas memórias e comparará com o relatório. Quaisquer mentiras, informações não mencionadas ou detalhes incompletos serão capturados.

E se o fizer—

A Câmara rasgará suas almas, retirando vocês do Ciclo Universal de Reencarnação.”

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