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Sistema Monarca Dragão - Capítulo 426

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  3. Capítulo 426 - 426 Capítulo 426 - Sob a Superfície do Mar O Encontro
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426: Capítulo 426: – Sob a Superfície do Mar: O Encontro Inesperado 426: Capítulo 426: – Sob a Superfície do Mar: O Encontro Inesperado Enquanto Aditya e Nerida esperavam na fila, a multidão agitada ao redor deles lançava olhares curiosos para o humano no meio das criaturas marinhas. Os guardas, os demais indivíduos na fila e até os VIPs que passavam não conseguiam deixar de roubar olhares para a cena única diante deles.

Em meio à diversificada assembleia de mais de mil seres, a forma humana de Aditya se destacava facilmente. Sua aparência, diferente dos outros, o marcava como um forasteiro. No entanto, ele permanecia imperturbável com a atenção, concentrando-se na tarefa que tinha em mãos. Paciência era necessária enquanto esperavam sua vez, observando as variadas raças que compunham a fila. Entre eles, Aditya notou um punhado de Elfos do Mar, cuja presença atestava a raridade de sua espécie no reino subaquático.

A passagem do tempo parecia quase lenta enquanto aguardavam pacientemente por quase 40 minutos. Finalmente, chegou a vez deles e avançaram para enfrentar os guardas tritões de olhar severo.

“Diga seu nome,” os guardas exigiram em tom firme.

“Nerida, cidadã de Atlantisia,” ela respondeu, apresentando uma pequena conta verde presa ao seu pulso. Estas contas eram usadas por todos os habitantes da cidade, significando sua cidadania. Nerida, tendo obtido seu lugar de direito entre os residentes da cidade, exibia orgulhosamente o símbolo.

Os guardas assentiram, reconhecendo a importância da conta verde adornada com runas intricadas. Embora discreto à primeira vista, o grânulo tinha marcações que apenas aqueles familiarizados com o seu significado poderiam discernir. A posse destas contas garantia a entrada na cidade sem taxa alguma.

“E ele está com você?” um dos guardas tritões perguntou, desviando o olhar para Aditya.

“Sim, o nome dele é William. Ele é um comerciante que veio se engajar no comércio,” respondeu Nerida, enfatizando o conhecimento mútuo.

“Você o conhece pessoalmente?” o guarda insistiu, buscando a certeza de sua relação.

“Ele é um amigo que uma vez me ajudou,” afirmou Nerida, suas palavras transmitindo uma nota de confiança.

O guarda assentiu, satisfeito com a resposta de Nerida. No entanto, ele a lembrou da exigência de pagar uma taxa de 100 moedas de ouro para trazer Aditya para a cidade. As moedas subaquáticas diferiam das terrestres, e a moeda de ouro que Nerida produziu exibia características distintas. Suas bordas eram ásperas, sem o polimento suave e brilho associado à moeda terrestre. Esta moeda, em vez disso, possuía uma qualidade única — sua cor, um delicado tom de branco, a diferenciando ainda mais.

A moeda de ouro branco brilhava suavemente, sua superfície adornada com padrões intricados que pareciam cintilar sob a luz ambiente. Sua textura, embora não refinada como suas contrapartes terrestres, exalava uma certa beleza crua. Um símbolo do sistema econômico do reino subaquático, esta moeda tinha valor e representava as redes intricadas de comércio e comércio que prosperavam nas profundezas oceânicas.

Com a taxa compreendida, Nerida entregou a moeda de ouro branco, completando a transação necessária para trazer Aditya para o abraço da cidade. Enquanto a troca acontecia, Aditya maravilhava-se com a beleza peculiar da moeda, reconhecendo seu significado no vibrante ecossistema econômico do mundo subaquático.

Debaixo das ondas cintilantes, a cidade de Atlantisia desdobrava sua beleza cativante para todos que se aventuravam em seu domínio. Aditya, acompanhado por Nerida, imergia no esplendor que os cercava. A metrópole subaquática era um testemunho da proeza arquitetônica e engenhosidade artística das raças marinhas.

Ao nadarem pelas ruas movimentadas da cidade, Aditya maravilhava-se com a coexistência harmoniosa de diversos seres aquáticos. Sereianos deslizavam graciosamente pela água, suas caudas cintilantes impulsionando-os sem esforço. Elfos do Mar, com sua presença etérea, moviam-se com elegância e graça, suas tatuagens intricadas e trajes vibrantes adicionando um toque de encanto à sua aparência. Nereidas, as belas ninfas aquáticas, dançavam sob as correntes suaves, suas vozes melodiosas ecoando pelo espaço subaquático. Krakens semi-humanos, com sua presença imponente, coexistiam pacificamente, sua força e sabedoria valorizadas pela comunidade. E Selkies, os encantadores híbridos de humano e foca, brincavam alegremente em sua existência dupla, encarnando tanto a beleza do mar quanto da terra.

A própria cidade era uma maravilha de maravilha arquitetônica. Estruturas feitas de coral, conchas translúcidas e cristais luminescentes adornavam a paisagem subaquática. Os edifícios pareciam desafiar a gravidade, habilmente moldados em cúpulas impressionantes, espiras e arcos. Jardins de coral floresciam ao lado das vias, suas cores vibrantes pintando a cidade com um caleidoscópio de cores. Mosaicos intricados, feitos de conchas e pérolas esmagadas, adornavam as paredes, retratando contos de criaturas míticas e lendas das profundezas.

A luz desempenhava um papel essencial na estética de Atlantisia. Plantas e criaturas bioluminescentes lançavam um brilho etéreo, iluminando cada canto da cidade. Tons suaves e iridescentes banhavam o ambiente, mudando de azuis para verdes, roxos para rosas, como se uma dança celestial em constante mudança se desenrolasse diante dos olhos. O brilho etéreo destacava os detalhes intrincados da arquitetura da cidade e os padrões delicados gravados nas superfícies, evocando uma sensação de maravilha e admiração.

Debaixo da cidade, redes intricadas de passagens e túneis conectavam os diversos distritos. Esses caminhos, meticulosamente esculpidos em coral vivo, formavam um labirinto labiríntico, conduzindo às residências, mercados e espaços comunitários que pulsavam com atividade vibrante. A harmonia entre natureza e arquitetura era evidente a cada curva, enquanto delicadas samambaias aquáticas balançavam com as correntes, seu toque suave guiando residentes e visitantes.

O coração de Atlantisia era a Praça da Grande Pérola, um espaço central de encontro onde cidadãos e visitantes convergiam. Aqui, o esplendor da beleza da cidade alcançava seu ápice. Estátuas imponentes esculpidas de conchas e adornadas com pérolas erguiam-se como símbolos de unidade e prosperidade. A praça estava viva com música, risadas e a troca vibrante de mercadorias de todos os cantos do reino subaquático. O aroma embriagante de flores exóticas do mar permeava o ar, encantando todos que entravam.

Enquanto Aditya e Nerida nadavam pelas etéreas ruas de Atlantisia, a beleza encantadora da cidade impregnava suas almas, deixando uma impressão indelével. Era um lugar onde arte, cultura e natureza se fundiam de forma homogênea, onde os habitantes do profundo prosperavam em harmonia. Atlantisia se firmava como um testemunho da criatividade e resiliência ilimitadas do mundo subaquático, uma utopia subaquática onde sonhos e realidade se entrelaçavam em um deslumbrante tapete de vida sob as ondas.

Enquanto Aditya e Nerida nadavam pelas ruas movimentadas de Atlantisia, sua conversa continuava a fluir sem esforço. A cidade fervilhava de vida, cada canto oferecendo uma nova descoberta para os olhos curiosos de Aditya.

“A Competição será realizada na Capital do Império do Palácio do Mar Profundo. Você terá que usar a matriz de teletransporte desta cidade para chegar à Capital,” explicou Nerida, guiando Aditya pelos caminhos sinuosos. “Chegar à Capital somente nadando levaria muito tempo, e você poderia correr o risco de perder toda a competição.”

Aditya assentiu em compreensão, percebendo a praticidade de utilizar a matriz de teletransporte para economizar tempo. “Como tenho mais de 48 horas antes do torneio começar, gostaria de explorar esta cidade,” expressou seu desejo, um senso de maravilhamento brilhando em seus olhos. Ele ansiava por mergulhar na beleza e singularidade do mundo subaquático.

A expressão de Nerida tornou-se de desculpas ao responder, “Receio que não poderei acompanhá-lo. Aqui, vivo como uma Elfo do Mar pobre e de baixa classe e, se eu me atrasar para o meu trabalho, estarei em apuros.” Ela inclinou a cabeça, sentindo uma sensação de culpa por deixar o Rei sozinho em uma cidade desconhecida.

Aditya, no entanto, dispensou seu pedido de desculpas com um gesto gentil da mão. “Levante a cabeça, Nerida. Não há necessidade de pedir desculpas,” ele a tranquilizou. “Vá para o seu trabalho. Por agora, explorarei a cidade e aproveitarei sua beleza.”

A gratidão de Nerida brilhou através de seus olhos enquanto ela agradecia a ele. “Obrigada,” ela disse sinceramente, apreciando seu entendimento e gentileza.

A curiosidade prevaleceu sobre Aditya, e ele não pôde resistir em perguntar sobre a profissão de Nerida. “A propósito, qual é o seu trabalho?” ele perguntou, genuinamente interessado em aprender mais sobre sua vida em Atlantisia.

Um sorriso caloroso surgiu nos lábios de Nerida ao responder, “Eu trabalho como chef de cozinha.” Ela tirou um momento para explicar os desafios de sua profissão, destacando os salários módicos e as despesas que frequentemente a deixavam com pouco ao final de cada mês. Apesar disso, sua paixão por cozinhar e servir os outros permanecia inabalável.

Aditya compreendeu a importância do trabalho e das responsabilidades que isso implicava. “Certo, nos encontraremos perto da entrada norte,” ele concordou, assegurando a Nerida que a encontraria lá quando estivesse pronto para partir.

Com um aceno de despedida, Nerida desejou boa sorte a Aditya em suas explorações e nadou graciosamente para cumprir seus deveres como chef. Aditya, agora sozinho, abraçou a empolgação que formigava em suas veias ao embarcar em uma jornada pessoal para descobrir os segredos e maravilhas da magnífica cidade de Atlantisia.

–
–
Mudança de cena______
Imerso no fascinante reino subaquático de Atlantisia, o Imperador Aditya encontrou-se vagueando em direção ao colorido mercado após várias horas de exploração. O mercado, pulsante de vida e atividade, atraía-o com suas ofertas ecléticas e sua energia agitada.

“Vamos descobrir o que essas movimentadas barracas têm a oferecer,” ele refletiu, misturando-se à multidão. Sendo o Imperador do Império Istarin, ele preferia explorar anonimamente, mas sua aparência humana atraiu muitos olhares curiosos dos habitantes predominantemente aquáticos.

Navegando pela multidão que se adensava, Aditya rapidamente percebeu a popularidade do mercado entre os locais. A densidade da multidão aumentou exponencialmente à medida que ele se aprofundava, transformando uma agitação confortável em uma aglomeração de corpos. Em certo momento, ele se encontrou em um dilema. A multidão o empurrava, e ele começou a se arrepender de sua decisão de explorar essa parte congestionada da cidade. A fuga parecia impossível com o tráfego frenético de criaturas marinhas passando acima dele, seus movimentos rápidos impedindo qualquer tentativa de nadar para a superfície.

Mantendo sua proximidade com o solo do mercado, ele se manteve perto das vibrantes fachadas das lojas que se estendiam pelo chão. Em desespero, Aditya tentou gentilmente afastar um tritão robusto para criar uma rota de fuga, mas seus esforços foram recebidos com irritação e um empurrão retaliatório que o fez girar para trás, na multidão. Perdendo o equilíbrio, ele colidiu com alguém atrás de si, resultando em ambos tombarem sobre o solo oceânico do mercado.

Sentindo uma maciez inesperada amparar sua queda, a curiosidade de Aditya foi aguçada. Ao abrir os olhos, ele se deparou com a visão de uma garota de aparência humana sob ele, e a aura que ela exalava era estranhamente familiar. ‘Por que ela está aqui?’ ele pensou, com o coração acelerado, enquanto uma onda de nervosismo o invadia. Ele rapidamente se afastou dela.

Em contraste, a mulher permaneceu congelada no lugar, sua expressão de olhos arregalados revelando seu choque e incredulidade. Pela primeira vez em sua vida, ela foi tocada por um homem, e ainda assim, não experimentou nenhum efeito adverso. Sua vida era ditada por uma doença peculiar que fazia seu corpo sentir como se estivesse sendo queimado por dentro. Essa condição inexplicável tornava sua existência um desafio constante, fazendo com que vivesse em medo perpétuo. Mas este humano do sexo masculino, o que acabara de colidir acidentalmente com ela, parecia ser uma exceção à sua maldição.

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Muito obrigado a todos que enviam apoio com valiosos ingressos dourados. Espero que possamos continuar assim!!!

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