Sistema Monarca Dragão - Capítulo 414
- Home
- Sistema Monarca Dragão
- Capítulo 414 - 414 Capítulo 414 - História Paralela 2.1 O Dever de um
414: Capítulo 414: – História Paralela 2.1 “O Dever de um Dragoniano 414: Capítulo 414: – História Paralela 2.1 “O Dever de um Dragoniano Os rebeldes se encolheram juntos, sua apreensão palpável no ar enquanto aguardavam ansiosamente a chegada de Victoria Baxter, a lendária Dragoniana conhecida por sua força incomparável e crueldade. Entre os soldados nervosos estava o Comandante Mick, seu rosto marcado por uma mistura de determinação e preocupação. Ele tinha testemunhado o poder devastador de Victoria em primeira mão, e a memória de seu ataque impiedoso o assombrava.
Enquanto os soldados sussurravam entre si, suas vozes carregadas de trepidação, Mick decidiu enfrentar os medos deles diretamente. Ele reuniu suas tropas, tentando exalar um ar de confiança apesar da tensão crescente.
“Escutem todos!” A voz de Mick ecoou, comandando a atenção deles. “Não vou adoçar a situação. Victoria Baxter é uma força a ser reconhecida. Ela é feroz, implacável e deixou um rastro de destruição por onde passou. Mas não podemos deixar o medo nos consumir. Temos uma causa pela qual lutar, e é nosso dever nos opormos a ela.”
Os soldados trocaram olhares ansiosos, suas mãos tremendo involuntariamente. Um jovem soldado, Sam, falou, sua voz trêmula. “Comandante Mick, ouvi histórias sobre ela… Como ela atravessa exércitos sem misericórdia. Que chance temos contra alguém como ela?”
Mick encarou Sam com um olhar simpático, compreendendo o peso de suas preocupações. Ele colocou uma mão tranquilizadora no ombro do jovem soldado. “Sam, é verdade que Victoria é uma oponente formidável. Mas temos algo do nosso lado que ela não tem: unidade. Lutamos por uma causa, por nossa liberdade. E juntos, podemos superar até os adversários mais fortes.”
Conforme a conversa prosseguia, os soldados compartilhavam suas próprias histórias, suas vozes carregadas de medo e admiração por Victoria. Alguns lembravam de tê-la visto em ação, descrevendo seus ataques rápidos como relâmpagos e o poder absoluto de suas habilidades Dragonianas. Outros falaram dos rumores que se espalharam como fogo, exagerando suas façanhas em lendas que beiravam o sobrenatural.
A Soldado Rachel, com voz trêmula, compartilhou seu encontro com Victoria durante um escaramuça alguns dias antes. “Eu a vi, passando pelas nossas linhas, seus olhos preenchidos com uma intensidade que nunca tinha presenciado antes. Ela atravessou nossas fileiras como um redemoinho, deixando nada além de caos e desespero em seu rastro. Nunca vi tanta brutalidade.”
Um soldado experiente chamado Henry, com voz áspera de experiência, interrompeu. “Vocês acham isso brutal? Eu a vi rasgar um batalhão inteiro, sozinha. Os gritos, o sangue… Foi um pesadelo. Precisamos estar preparados para a luta de nossas vidas.”
Os soldados assentiram, seus rostos marcados por uma mistura de determinação e medo. Eles sabiam que as chances estavam contra eles, mas a causa pela qual lutavam ressoava profundamente em seus corações.
No meio das conversas, uma jovem recruta chamada Emma, com a voz quase num sussurro, fez a pergunta que pairava na mente de todos. “Vocês acham que podemos vencer? Contra alguém tão poderosa quanto Victoria?”
Mick examinou os soldados, seu olhar cheio de convicção. “Emma, a vitória não é garantida, mas lutamos não apenas por nós mesmos, mas pelas nossas famílias, nossos lares e um futuro livre da tirania. Lutamos com tudo que temos, e lutamos uns pelos outros. Isso é o que nos dá uma chance, por mais pequena que pareça.”
À medida que os soldados absorviam as palavras de Mick, um silêncio pairou sobre o grupo. Seus medos ainda perduravam, mas uma fagulha de determinação se acendeu dentro de cada um deles. Eles sabiam que enfrentar Victoria Baxter seria um desafio como nenhum outro, mas sua resolução permanecia inabalável.
À distância, um estrondo ecoou pelo ar, ficando mais alto a cada momento que passava. A terra tremia sob seus pés, enviando tremores de medo e antecipação pelos corpos dos soldados. Victoria estava se aproximando, sua implacável perseguição cada vez mais perto de suas fileiras.
Com os corações acelerados e as pernas ainda tremendo, os rebeldes se prepararam para o inevitável confronto com a força implacável que era Victoria Baxter. Era uma batalha que não podiam se dar ao luxo de perder — uma luta por suas vidas e pela liberdade que desesperadamente almejavam.
Os soldados rebeldes ficaram imóveis no lugar enquanto Victoria Baxter descia do céu, uma luz dourada radiante ao seu redor. A visão dela preencheu o ar com uma tensão sobrenatural, fazendo com que o aperto nas suas armas se apertasse involuntariamente. Medo se apossou de seus corações, e suas mentes corriam com pensamentos da ruína iminente que os aguardava. A presença de um cultivador do Pico da 5ª ordem era suficiente para incutir terror até mesmo nas almas mais corajosas.
Com os pés pairando acima do chão, Victoria examinou os soldados rebeldes e seu comandante com um ar de superioridade. Todos os olhares estavam fixados nela, e as respirações dos soldados se prendiam em suas gargantas. Alguns reuniram a coragem para rezar, buscando intervenção divina, enquanto outros procuravam qualquer oportunidade de fuga, sua covardia se revelando em seus olhares desesperados.
A voz da Dragoniana cortou o silêncio, comandando atenção e enviando arrepios pela espinha dos presentes. “Eu vim com uma Mensagem e uma Ordem do Meu Senhor,” ela declarou, segurando a bandeira do Império Istarin em sua mão direita.
Enquanto seu olhar frio varria a multidão, suas palavras pairavam no ar como um presságio terrível. “Oh, Povo do antigo Império de Uzacan, o seu Império agora pertence ao Império Istarin. Meu mestre, o Imperador Istarin, deseja que todos vocês deponham suas armas e se rendam ao Império Istarin enquanto ainda têm a chance de redenção.”
Sua voz se tornou gelada, congelando os corações daqueles que ouviam. “Ou se vocês ousarem se colocar no caminho do meu mestre, então terei que encerrar suas vidas. A escolha é de vocês.”
Os soldados rebeldes trocaram olhares ansiosos, a incerteza gravada em seus rostos. O peso da decisão pesava sobre eles de forma avassaladora. De repente, um soldado derrubou sua espada e descartou sua armadura, caindo de joelhos em rendição. A visão de sua capitulação agiu como um catalisador, desencadeando uma reação em cadeia entre seus camaradas. Um a um, eles seguiram o exemplo, renunciando a suas armas e se submetendo à autoridade de Victoria.
Ao testemunhar a rendição de seus soldados, o comandante da rebelião, Mick, ficou pálido de raiva e incredulidade. Ele se virou e gritou com suas tropas em uma tentativa desesperada de reavivar seus espíritos. “O que vocês estão fazendo, seus tolos? Por que estão se rendendo?”
Um soldado, incapaz de conter seu medo, encontrou sua voz e falou. “Por que não deveríamos nos render? Se eu me render agora, talvez tenha a chance de me juntar ao exército do Império Istarin no futuro. Há rumores de que eles aceitam soldados rendidos que provem sua lealdade. Se eu seguir você, tudo que me trará é a morte, e eu não suporto a ideia de minha família sofrer por causa disso.”
As palavras do soldado ecoaram pela multidão hesitante, acendendo um vislumbre de esperança nos corações dos outros. A compreensão de que a rendição poderia oferecer uma saída alimentou o número crescente de soldados optando por se submeter ao Império Istarin. Observando a cena desenrolar-se, Vitória permaneceu estoica, observando silenciosamente a resistência desmoronar.
“Ex-General do Império de Uzacan,” ela se dirigiu a Mick com um olhar inabalável, “você teve a opção de se render, mas escolheu liderar um exército de 100.000 e incitar a rebelião. Suas ações causaram caos e despedaçaram a ordem. Como tal, estou terminando sua vida agora mesmo.”
Os protestos de Mick foram interrompidos quando Vitória movimentou sua mão, um fino feixe de luz em forma de agulha disparando com precisão mortal. Ele atravessou o crânio de Mick, deixando um buraco aberto antes dele tombar no chão, sem vida. A brutal eficiência do ataque de Vitória enviou ondas de choque através dos soldados restantes, seus rostos empalidecidos enquanto a verdadeira extensão de sua crueldade se tornava evidente.
Ao passo que o último dos soldados se rendia, uma onda de alívio lavava Vitória. Ela estava silenciosamente grata por não ter que recorrer a tirar as vidas deles, como havia sido forçada a fazer inúmeras vezes antes. Estes últimos dois dias haviam sido uma perseguição implacável, movendo-se de um grupo rebelde a outro, desmontando metodicamente suas resistências. O peso de suas ações a cobrara, mas ela sabia que sua missão era necessária para restaurar a ordem no Império de Uzacan.
A presença de Vitória sozinha havia sido suficiente para incutir medo nos corações dos rebeldes. Ela, sozinha, dizimou quase 60% da rebelião em um intervalo de apenas dois dias. Cada cidade que visitou caiu sob seu poder indomável, enquanto ela confrontava os grupos rebeldes cara a cara. Diferentemente de outros Dragonianos que dependiam do apoio de exércitos, Vitória possuía uma força incomparável como uma Dragoniana do Pico da 5ª ordem. Ela se manteve como uma força formidável, capaz de enfrentar qualquer desafio sozinha.
A cada cidade que subjugava, sua determinação ficava mais forte. Ela entendia a importância de seu papel em acalmar o caos que havia se abatido sobre o Império de Uzacan. Uma vez que seu trabalho estivesse concluído, ela sinalizaria ao Império Istarin, requisitando o envio de Dragonianos adicionais para assumirem o controle das cidades e estabelecerem a lei e a ordem.
Ao permanecer diante dos soldados rendidos, o peso de suas ações pesou profundamente sobre Vitória. Ela não pôde deixar de refletir sobre as vidas que havia extinguido e as famílias deixadas destroçadas em seu rastro. Embora seu dever exigisse isso, o preço que cobrava de sua consciência era inegável. Contudo, ela permanecia resoluta, sabendo que suas ações eram necessárias para o bem maior.
Seu olhar varreu os rebeldes derrotados, agora desarmados e reduzidos a meros cativos. Os outrora orgulhosos soldados estavam em derrota, seu espírito quebrado. As cenas de devastação e destruição estavam gravadas na memória de Vitória, um lembrete constante do preço que a rebelião cobrara.
Com um senso de dever e determinação, Vitória sabia que sua missão ainda não estava completa. Ela continuaria sua perseguição implacável até que cada último vestígio de resistência fosse erradicado. Ela se tornou uma força a ser contada, um arauto da autoridade do Império Istarin e um farol de esperança para aqueles que ansiavam por estabilidade.
A jornada à frente era árdua, mas Vitória não vacilaria. Ela cumpriria seu dever, não importando o custo pessoal que isso exigisse. Pois ela era a Dragoniana mais forte do Império Istarin, e sua resolução ardia como uma chama inextinguível, pronta para purgar a rebelião e pavimentar o caminho para uma nova era de paz.
Vitória soltou um suspiro, uma mistura de exaustão e antecipação, enquanto avaliava os rebeldes subjugados diante dela. Sua mente se desviou momentaneamente da tarefa em mãos, os pensamentos consumidos pelo que estava além desta campanha implacável. A conclusão de seus esforços a aproximaria de um destino há muito aguardado: o Palácio do Dragão.
Enquanto seus pensamentos se voltavam para o Palácio do Dragão, uma centelha de desafio se acendeu dentro de Vitória. Era lá, no coração do palácio, onde ela esperava receber o reconhecimento que tanto desejava. O homem que roubara seu coração, aquele que ela uma vez considerara seu inimigo, agora detinha a chave para o seu futuro.
Aditya, o Imperador Istarin, era a figura a quem Vitória se referia como seu mestre. Sua complicada história os colocara em lados opostos de um conflito, seus caminhos entrelaçados numa dança de inimizade e respeito. No entanto, apesar de suas diferenças, Aditya conseguira cativar o coração de Vitória, forjando uma conexão que desafiava a lógica e a razão.
Com uma mistura de determinação e um toque de teimosia brincalhona, Vitória refletiu sobre as recompensas que a aguardavam no Palácio do Dragão. Ela se dedicou incansavelmente a seus deveres como a Dragoniana mais forte do Império Istarin, sua lealdade inabalável impulsionando suas ações. Ela guerreou contra os rebeldes, deixando um rastro de destruição em seu caminho, tudo em serviço à causa de seu mestre.
Porém, seus pensamentos se tornaram desafiadores, enquanto um toque de ceticismo penetrava em sua voz. O reconhecimento de seu mestre pelos seus esforços e as recompensas que ela ansiava se tornaram uma fonte de incerteza. Os olhos de Vitória se estreitaram, um desafio sutil subjacente a suas palavras. Se seu mestre falhasse em reconhecer suas contribuições, se ele ignorasse os sacrifícios que ela havia feito, haveria consequências.
Uma determinação silenciosa se assentou sobre Vitória enquanto ela continuava a se dirigir aos rebeldes diante dela. A batalha não estava terminada, e ela sabia que ainda havia muito a ser feito. Mas, no fundo de seu coração, havia um lampejo de antecipação, uma chama alimentada pela promessa de retornar ao Palácio do Dragão e ao homem que roubara seu coração.
Com um olhar resoluto, Vitória reorientou sua atenção para o presente, deixando para trás por um momento seus pensamentos de recompensas e reconhecimento.
—————-
Muito obrigado mesmo a todos os que enviam apoio com valiosos ingressos dourados. Espero que possamos continuar assim!!!
Capítulo Bônus – 6 [Este é o último do Capítulo Bônus. Peço desculpas por não ter postado ontem. Não se preocupem, hoje postarei capítulos extras por isso.]