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Sistema Monarca Dragão - Capítulo 412

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  3. Capítulo 412 - 412 Capítulo 412 - História Paralela 1.2 Sonhos e Revelações
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412: Capítulo 412: – História Paralela 1.2 “Sonhos e Revelações Divinas 412: Capítulo 412: – História Paralela 1.2 “Sonhos e Revelações Divinas No interior pouco iluminado de sua tenda, a Capitã Amber encontrou-se imersa na tarefa de trocar de roupa. As paredes de lona ofereciam um vislumbre de privacidade, protegendo-a de olhares curiosos. Ella, sua confiável vice-capitã, entrou na tenda sem hesitação, sua presença recebida com facilidade e familiaridade. Tendo compartilhado inúmeras batalhas e dificuldades juntas, a camaradagem delas transcendia a necessidade de formalidade.

“Minha Senhora, preparei seu jantar,” anunciou Ella, com uma voz gentil, porém cheia de lealdade inabalável. Ela observava Amber, que estava em meio a um mar de pertences espalhados pelo chão da tenda, ocupada em se trocar. Não havia nenhum sinal de desconforto ou constrangimento entre elas, pois suas experiências compartilhadas já haviam dissolvido qualquer senso de autoconsciência.

Amber interrompeu sua tarefa, voltando sua atenção para Ella. O cansaço em seus olhos era inconfundível, refletindo o esgotamento que havia se estabelecido nela. Ela suspirou, sua voz marcada por um tom de resignação. “Ella, eu não estou com vontade de jantar. Temos algum vinho em estoque?”

Ella ofereceu um pequeno sorriso de desculpas, compreendendo o conforto que uma taça de vinho poderia proporcionar. “Infelizmente, Minha Senhora, não temos mais vinho em nossos suprimentos. No entanto, se desejar, posso enviar alguém à cidade próxima para adquirir uma garrafa para a senhora.”

Amber assentiu em agradecimento, grata pela disposição de Ella em atender seu pedido. O peso da responsabilidade que descansava sobre seus ombros parecia exigir um alívio, um escape momentâneo do fardo implacável que acompanhava o seu papel de capitã. “Por favor, faça isso,” respondeu ela, sua voz tingida com um tom de anseio. “Eu poderia usar uma taça de vinho esta noite. Pode ser que me ajude a encontrar algum descanso no sono.”

Quando Ella partiu para fazer os arranjos necessários, Amber viu-se sozinha na tenda. Seu olhar vagueava pelo interior, absorvendo os detalhes de seu refúgio temporário. A tenda, suficientemente espaçosa para suas necessidades, estava mobilada de forma modesta, porém eficiente. Uma pequena escrivaninha ocupava um canto, adornada com pergaminho, tinta e uma pena — um lembrete constante do seu dever de se comunicar com a mais alta autoridade do Império. Um tapete intrincadamente tecido cobria o chão, proporcionando um toque de conforto no meio da aspereza de seus arredores. A luz cintilante de uma lanterna projetava sombras dançantes contra as paredes de tecido, criando uma atmosfera que era ao mesmo tempo íntima e misteriosa.

Vestida com uma simples camiseta branca solta, Amber afundou na cama de campanha, cuja estrutura sólida oferecia consolo após um longo dia de viagem. Seus pensamentos estavam consumidos pelo peso de suas responsabilidades, pelas incertezas que pairavam no horizonte. Ela havia antecipado encontrar descanso na chegada a esta cidade, mas o contato com os habitantes locais apenas aprofundou suas preocupações. O peso de seus deveres e a gravidade da situação pesavam fortemente sobre seus ombros cansados.

As esperanças de Amber repousavam na carta que ela escrevera e enviara ao Imperador Aditya, buscando sua compreensão e ajuda. Ela ansiava pela resposta do Imperador, rezando para que trouxesse os reforços e recursos necessários para acalmar a crescente inquietação. O destino da cidade e o sucesso de sua missão dependiam de sua ação rápida e apoio inabalável.

Enquanto esperava pelo retorno de Ella com o vinho, Amber não podia deixar de se perguntar sobre o futuro que as esperava. Os desafios à frente pareciam intransponíveis, mas sua determinação permanecia inabalável. Ela sabia que seu dever estava em liderar suas tropas, restaurar a ordem e trazer estabilidade a esta cidade e às terras sob seu controle.

No meio desses pensamentos, a mente de Amber divagava, antecipando o abraço reconfortante do vinho e
o alívio que ele poderia proporcionar. Ela esperava que os efeitos calmantes da bebida lhe concedessem um escape temporário dos fardos que a afligiam, mesmo que por um breve momento.

Momentos depois, Ella retornou à tenda, uma garrafa de vinho segura cuidadosamente em suas mãos. Contudo, não era apenas o vinho que capturava a atenção de Amber. Acomodados em uma tigela delicada ao lado da garrafa havia dois frutos de aparência peculiar, estranha e intrigante.

O olhar de Amber fixou-se nos frutos incomuns, a curiosidade marcando linhas em sua testa. Ela estendeu um dedo, apontando para a tigela, e perguntou, “O que é isso?”

Os olhos de Ella brilharam com um indício de travessura enquanto ela revelava sua empreitada secreta. “Tomei a liberdade de enviar alguém ao Lago Rosa no Império de Qeyesha [agora Império do Domínio Echo] para buscar esses frutos para a senhora, Minha Senhora.” A menção do Lago Rosa despertou uma memória distante em Amber, provocando a lembrança de Ella falando sobre esses frutos enigmáticos. Eles eram conhecidos como “Frutos Murmurantes,” os frutos místicos que floresciam exclusivamente nas proximidades do Lago Rosa. Tais frutos eram uma raridade, pouco conhecidos pelos habitantes de todo o continente.

O interesse de Amber foi despertado enquanto as palavras de Ella ressoavam em sua mente. O atrativo desses frutos mágicos estava na sua capacidade de conceder ao consumidor uma visão de seu futuro companheiro através de sonhos vívidos. A ideia de descobrir seu parceiro destinado acendeu uma centelha de empolgação no coração de Amber, levando-a a se inclinar para frente e examinar os frutos com uma curiosidade renovada.

Os Frutos Murmurantes possuíam uma beleza etérea, sua aparência externa como uma dança delicada entre tons de rosa e roxo. Sua pele lisa tinha uma luminescência sutil, lançando um brilho suave no interior da tenda. Uma fragrância floral emanava deles, carregando um perfume que era ao mesmo tempo embriagante e convidativo. Cada fruto era pequeno, cabendo confortavelmente na palma da mão, e adornado com padrões intrincados que lembravam constelações, como se os segredos do universo estivessem gravados em sua superfície.

A antecipação de Amber cresceu, sua mente agitada com a maravilha e a antecipação. Ela não conseguiu resistir à tentação de participar do encantamento que esses frutos prometiam. Com um aceno de consentimento, ela fez um sinal para Ella prosseguir, ansiosa para viver a jornada misteriosa que a aguardava no reino dos sonhos.

O espanto de Amber diante da iniciativa secreta de Ella permaneceu no ar, misturando-se com um toque de arrependimento. Ela havia antecipado uma viagem ao Lago Rosa juntas, um plano que havia sido lamentavelmente descartado devido a seus incansáveis compromissos e responsabilidades. No entanto, um brilho travesso dançava nos olhos de Ella enquanto ela se dirigia à pergunta de Amber, oferecendo um sorriso brincalhão.

“Minha Senhora, eu desejava surpreendê-la,” confessou Ella, sua voz impregnada de um toque de divertimento. “Sem mais demoras, vamos saborear esses frutos. Eu também participarei de um.”

O peso da curiosidade e da antecipação pairava no ar, quase palpável. Os dedos de Amber selecionaram delicadamente um dos frutos mágicos da tigela, sua mera presença sussurrando promessas de destino e revelação. No entanto, um traço persistente de preocupação marcou sua testa, levando-a a expressar suas reservas.

“Você está absolutamente certa de que esses Frutos Murmurantes não carregam efeitos adversos?” Amber questionou, com um tom de voz que carregava um otimismo cauteloso.

A resposta de Ella veio rápida e tranquilizadora, seus olhos irradiando confiança. “Por favor, fique tranquila, minha senhora. Esses frutos mágicos não são apenas seguros para consumo, mas destinados a esse propósito.”

Com a afirmação de Ella ecoando em sua mente, Amber encontrou consolo e confiança nas palavras de sua vice-capitã. Ela depositou sua fé no Fruto Murmurante aconchegado em sua palma, cuja fragrância atraente permeava o ar ao seu redor. Tomando um momento para apreciar sua beleza requintada, ela observou os intricados padrões da fruta, que lembravam constelações celestiais conspirando para revelar os segredos do universo.

Levando a fruta mais perto dos lábios, Amber hesitou por um momento, seu coração palpitando com uma mistura de antecipação e uma pontada de apreensão. Com uma respiração profunda, ela sucumbiu ao encanto, permitindo que seus dentes afundassem suavemente na carne tenra. Uma explosão de sabores irrompeu em sua língua, uma sinfonia de doçura entrelaçada com delicados toques cítricos e florais. O sabor dançou em seu paladar, uma combinação harmoniosa que evocou uma sensação de alegria e maravilha.

Os olhos de Amber se arregalaram de admiração enquanto ela saboreava a deliciosa fruta, suas papilas gustativas cativadas pela extraordinária experiência que se desenrolava em sua boca. Os sucos suculentos escorreram, deixando um rastro de prazer inebriante em seu caminho. Um sorriso brotou nos cantos de seus lábios, pois naquela única mordida, ela sentiu uma conexão inegável com algo maior—um vislumbre tentador das profundezas de sua alma e dos mistérios que a aguardavam no reino dos sonhos.

Enquanto Amber saboreava o delicioso Fruto Murmurante, seu sabor envolvia seus sentidos, deixando-a momentaneamente sem palavras. A perfeição absoluta de seu sabor estava além das palavras, superando qualquer fruto que ela já havia provado. Uma sinfonia de doçura e acidez dançava em sua língua, acariciando suas papilas gustativas a cada mordida suculenta. A essência da fruta parecia despertar uma vitalidade dormente dentro dela, fazendo suas caudas de raposa vibrarem com alegria desenfreada e sua orelha de raposa amarela sacudir com antecipação.

Ella observou o efeito transformador do fruto mágico na expressão de sua senhora, sua própria curiosidade aguçada. A visão da expressão alegre de Amber, acompanhada pelos movimentos rítmicos de suas caudas de raposa, despertou um desejo dentro de Ella. Ela ansiava experimentar os enigmáticos sabores que haviam trazido tanto prazer aos sentidos de Amber.

Incapaz de resistir por mais tempo, Ella também mordeu, seus dentes rompendo a delicada pele do Fruto Murmurante. À medida que os sucos inundavam sua boca, uma explosão de doçura celestial envolvia seus sentidos. O sabor foi uma revelação, uma sinfonia de sabores que dançava em seu paladar. Os olhos de Ella se arregalaram de espanto e prazer quando a fruta revelou suas camadas complexas de sabor—a perfeita harmonia de suculência néctar e um toque de brilho azedo. Era um gosto que transcendia os limites de suas experiências culinárias anteriores, deixando uma impressão indelével em suas papilas gustativas.

Uma sensação de euforia envolveu Ella, espelhando o brilho que irradiava de sua senhora. Ela se maravilhou com a capacidade do fruto mágico de evocar tanta felicidade com cada bocado. Os lábios de Ella se curvaram em um sorriso contente, seu coração cheio de gratidão pela descoberta serendipitosa que lhes presenteou com essa experiência extraordinária.

Juntas, Amber e Ella apreciaram os sussurros do destino e o encantamento dos Frutos Murmurantes, suas papilas gustativas entrelaçadas em uma jornada compartilhada de revelação e antecipação. A doçura aveludada persistiu em suas línguas, forjando um vínculo entre elas, enquanto abraçavam os mistérios que as aguardavam, tanto em suas horas despertas quanto no reino dos sonhos.

À medida que os últimos pedaços dos tentadores Frutos Murmurantes desapareciam, um sentimento de saudade preenchia o ar, misturando-se com os resquícios de seu sabor celestial. Amber e Ella trocaram um olhar nostálgico, seu desejo de se deleitar com mais do fruto mágico não satisfeito. Um suspiro escapou de seus lábios, trazendo consigo um toque de melancolia que refletia seu suprimento esgotado.

Uma onda de sonolência as dominou, seus corpos se rendendo à singela canção do cansaço. Um bocejo escapou da boca de Ella, sua mão subindo instintivamente para cobri-lo. Amber também concordou com um aceno, seus corpos ansiando por descanso e renovação após os tumultuados eventos do dia.

Com o encanto do vinho desvanecendo em insignificância, o plano antes atraente de Amber dissolveu-se no reino dos desejos esquecidos. Em vez disso, ela buscava consolo no abraço confortante de sua cama, sua maciez um refúgio bem-vindo contra as tensões de suas responsabilidades. Puxando sua coberta rosa favorita para perto de si, Amber aninhou-se em seu calor suave, encontrando consolo em seu abraço familiar.

Ella, com as pálpebras pesadas pelo peso do esgotamento, desejou à sua senhora uma boa noite sussurrada. O cansaço em sua voz era palpável enquanto ela sucumbia ao puxão do sono, seus passos a levando de volta ao santuário de sua própria tenda.

“Boa noite, Ella,” Amber murmurou suavemente, sua voz carregando um sentido de calor e gratidão. As palavras permaneceram no ar, uma despedida sussurrada entre duas almas entrelaçadas em experiências compartilhadas e devoção inabalável.

No silêncio tranquilo que as envolveu, Amber e Ella se entregaram ao abraço do sono, suas mentes finalmente encontrando descanso dos fardos que pesavam sobre elas. Dentro de minutos, sua respiração se aprofundou, seus corpos se relaxando em um sono profundo e ininterrupto. Seus sonhos as aguardavam, adornados com os mistérios dos Frutos Murmurantes e as promessas etéreas do que o futuro pode reservar.

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Muito obrigado a todos que enviam apoio com valiosos ingressos dourados. Espero que possamos continuar assim!!!

Capítulo Bônus – 4

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