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SEU PAR ESCOLHIDO - Capítulo 448

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448: ATUAL 448: ATUAL PONTO DE VISTA DO IVAN
Caprichei no visual para a celebração da minha sobrinha, Rhea. Eu já tinha dado a ela o presente de aniversário mais cedo, que foi um pônei, já que ela queria um Pégaso. Ela revirou os olhos, alegando que não tinha asas como os dos livros, mas Yasmin e eu a tranquilizamos, garantindo que as asas cresceriam à medida que ela crescesse.

Sendo a menina inteligente que é, Rhea não parecia acreditar muito na gente, porque ela nos deu um olhar severo perguntando se achávamos que ela era estúpida. Eu sorri para ela antes de dizer que, se ela se comportasse bem, poderia ter todo o bolo e chocolates que quisesse, sem nenhum distúrbio ou reclamação dos pais.

Foi então que ela me fez transformar isso em um decreto real, o que eu fiz, e até consegui um selo, para o desânimo de Yasmin, e só então ela se deu por satisfeita.

Rhea seria uma boa negociadora quando crescesse, ela pode ser engraçada como o pai e astuta como a mãe, e um pouco dos dois não é nada mau.

O reino inteiro estava fervilhando de expectativa enquanto as pessoas de perto e de longe se reuniam no castelo para celebrar com ela. Os grandes salões estavam adornados com decorações coloridas, e o ar estava repleto de risadas e conversas.

Kiran e eu não poupamos despesas para garantir que o dia especial de sua filha fosse nada menos que mágico. O grande bolo se elevava no centro da sala, rodeado de presentes e boas-vindas.

As crianças que haviam vindo celebrar com Rhea começaram a apresentar seus presentes. Algumas até prepararam uma pequena apresentação para ela. Caeden demonstrou suas habilidades com a espada, impressionando a todos, enquanto Cyril a presenteava com pérolas raras e pulseiras da amizade que ela mesma fez.

Enquanto as crianças brincavam no salão de baile e se empanturravam de bolo. Nós outros nos movíamos para a parte mais tranquila do salão para podermos conversar. Eu simplesmente não conseguia me livrar da sensação de que algo estava errado.

“Então é mesmo verdade?” Aurora sussurrou, mesmo que ninguém estivesse nos prestando atenção, “As pulseiras realmente caíram dos pulsos dela?”

“Bom tecnicamente, Caeden as tirou, mas sim, ela não está mais presa pelas pulseiras da condenação.” Kiran a corrigiu.

Tag’arkh deu um passo à frente, “O que significa que ela recuperou seus poderes.” Ela disse com o rosto mergulhado em pensamentos antes de se virar para olhar para Madea, “Isso significa que ela recuperou as memórias?”

Madea balançou a cabeça. “Bem, não se pode dizer com certeza, ela precisará ficar sob observação constante.”

“Não acho que será possível, ela logo estará de volta com Azar!” Eu disse, sentindo uma dor no peito ao me lembrar do jeito que ela olhou para mim, como se não pudesse suportar minha presença.

“O quê?” Aurora arregalou os olhos para mim ao mesmo tempo em que Yasmin também falou.

“Quando?”

“O que você fez?” Tag’arkh foi quem me fez essa pergunta e eu a olhei.

“Eu não fiz nada!”

“Tirando a parte em que você a beijou!”

“VOCÊ O QUÊ?” Todas as quatro mulheres gritaram para mim.

O beijo inesperado que eu tinha compartilhado com minha ex-esposa havia causado uma grande agitação, suas vozes altas ecoando pelo ambiente e chamando a atenção dos outros convidados.

Eu lancei um sorriso charmoso para os convidados antes de me virar para Kiran, que me deu um sorriso pequeno. “Obrigado por essa, seu idiota!” Eu falei entre dentes cerrados antes de me virar para minhas amigas, “Olha, eu garanto que o sentimento foi mútuo, ela queria tanto quanto eu queria!” Não forcei ela a nada, mas uma parte de mim sabia que poderia ter exercido mais controle. A tentação foi forte demais para resistir, a oferta tentadora demais para recusar.

Um sorriso sutil puxava os cantos da minha boca enquanto eu me lembrava do beijo, o turbilhão de emoções que tinha percorrido por mim naquele breve momento.

“Com esse sorriso no rosto, podemos definitivamente dizer quem foi que instigou isso em primeiro lugar!” Aurora diz com um leve desdém, mas eu não me importei e apenas continuei sorrindo com a memória.

Gostaria de me deliciar um pouco mais na memória, exceto que Kiran me deu uma cotovelada nas costelas. “Aproximação!” Ele sussurrou.

Eu me virei para vê-la caminhando em nossa direção, sua presença atraindo a atenção enquanto ela se movia com graça e elegância. Minha bela esposa e par, Arianne.

Eu observava enquanto Arianne descia pela grande escadaria em um deslumbrante vestido preto que abraçava suas curvas nos lugares certos. As mangas longas e a fenda lateral adicionavam um ar de elegância, enquanto o bordado vermelho no busto chamava a atenção para sua beleza.

Seus cabelos vermelhos caíam pelas costas, balançando a cada passo que dava. Apesar da maquiagem pesada que adornava seu rosto, ela irradiava uma beleza natural que brilhava sem esforço. Seus olhos despareados, um verde e um marrom, pareciam brilhar com uma profundidade escondida enquanto ela andava de mãos dadas com Azar e eu tentava controlar a raiva que sentia ao ver minha esposa andar de mãos dadas com aquele monstro.

“Se acalme, cara!” Kiran sibilou para mim, “Você está começando a deixar sua raiva vir à tona e todos podem sentir!” Ele me sussurrou, mas eu não tinha certeza se me importava.

Azar irradiava orgulho, seus olhos nunca a deixando enquanto desciam a escada. Não pude evitar sentir uma pontada de ciúmes enquanto os observava juntos, um lembrete nítido do que já foi e do que poderia ter sido. Por mais que tentasse procurar em seu rosto qualquer sinal de desconforto ou inquietação, suas emoções permaneciam mascaradas atrás de uma fachada de pose e compostura. Ela se portava com uma graça régia, cada movimento exalando confiança e força.

Quando ela chegou ao pé da escada, nossos olhos se encontraram brevemente. Naquele momento fugaz, vi um lampejo de algo em seu olhar, uma pitada de emoção que ela rapidamente disfarçou com um sorriso treinado. Não pude deixar de me perguntar o que estava por trás da fachada, quais pensamentos e sentimentos ela escondia do mundo.

Quando passou por mim, sua presença permaneceu no ar, um lembrete agridoce do passado que compartilhamos e do futuro que escapou. Eu a observei se afastar, sua mão na de Azar, e uma parte de mim ansiava pela chance de desvendar o mistério de suas emoções ocultas, entender as complexidades da mulher que eu havia amado. Mas enquanto ela desaparecia da vista, eu sabia que alguns segredos eram destinados a permanecer enterrados, trancados para sempre nas profundezas de sua alma enigmática.

“Ivan, você está…”
“Estou bem!” Eu expirei, “Acho que preciso de um ar fresco!” Eu disse enquanto saía apressado do terreno do castelo antes que meu lobo decidisse assumir o controle e agisse conforme a raiva que eu estava sentindo.

Corri para fora, para o ar fresco da noite, o vento frio mordendo minha pele enquanto tentava acalmar a tempestade de emoções que rugiam dentro de mim. Expirando profundamente, fechei os olhos e me concentrei na sensação do ar frio enchendo meus pulmões, me esforçando para encontrar algum sinal de paz em meio ao turbilhão que ameaçava me consumir.

Por quanto tempo eu continuaria a espiralar neste abismo de raiva e desespero? Cada dia parecia uma eternidade, cada momento agonizante enquanto eu lutava com a realidade de minha vida despedaçada. Ela estava bem aqui, ao alcance, mas tão impossivelmente distante de meu alcance. O pensamento dilacerava meu coração, deixando uma dor profunda que parecia crescer a cada dia que passava.

Eu queria ela de volta. Eu queria minha esposa de volta, a mulher que eu amei com cada fibra do meu ser. Mas como eu poderia esperar reconquistá-la quando ela nem mesmo se lembrava de mim? A crueldade do destino havia roubado suas memórias, deixando-me um estranho aos olhos dela, um fantasma de um passado que ela não conseguia mais recordar.

O peso da minha impotência pesava sobre mim, esmagando meu espírito enquanto eu lutava com a dura realidade de nossa situação. Senti as lágrimas brotando em meus olhos, uma represa de emoções que eu tinha lutado tanto para conter finalmente se rompendo. Pela primeira vez, permiti-me me render à tristeza que estava roendo minha alma, as lágrimas correndo pelo meu rosto em silenciosa agonia.

Eu estava perdendo ela, escorrendo por entre meus dedos como areia numa ampulheta, e eu não fazia ideia de como impedir. A sensação de impotência era sufocante, o conhecimento de que eu estava impotente para mudar o curso de nosso destino era um fardo pesado que me levava para baixo.

Soltando um suspiro, decidi voltar para dentro, para a festa. Rhea precisava de mim, era o dia dela e eu também não queria que meus filhos se preocupassem em ver sua mãe com outro homem, deuses me livrem se Cyril agisse impulsivamente! Eu pensei comigo mesmo enquanto me virava para voltar ao castelo quando uma força repentina me agarrou e me empurrou para um canto escuro.

Instantaneamente, vi minhas garras prontas para agir, quando de repente notei dois pares de olhos despareados olhando para mim com determinação feroz.

“Arianne!”

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