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SEU PAR ESCOLHIDO - Capítulo 343

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343: MAIS UMA MENTIRA 343: MAIS UMA MENTIRA  PONTO DE VISTA DO IVAN
Eu puxo a minha gravata com raiva, removendo-a do meu pescoço enquanto a jogo no chão. Sigo para o meu escritório e arranco as gavetas com força, quase as desprendendo das dobradiças. Pegando a meia garrafa de álcool que estava dentro, eu desrosqueio a tampa e engulo tudo de uma vez. Eu dou as boas-vindas à ardência nos meus pulmões, não parando até esvaziar todo o conteúdo e mesmo assim, ainda não era suficiente. Com um rosnado, eu arremesso a garrafa com força contra a parede, fazendo-a espatifar-se bem na hora que meu irmão e Harald entraram.

“Merda!” Kiran pragueja enquanto olha para o chão onde jazem cacos de vidro.

Harald faz um som de desaprovação enquanto olha para a bagunça. “Falei que ele ia ter um momento desses, me deve cinco moedas de ouro.” Ele cantarola para Kiran que revira os olhos.

“Sabe que para um rei você é mão-de-vaca.” Ele diz enquanto tira do seu saquinho, contando cinco moedas de ouro antes de entregá-las a um Harald que parecia satisfeito. Kiran levanta a cabeça para me olhar, “Você precisa voltar para a festa.”

Eu dou de ombros a isso, mas não digo nada. Em vez disso, me ocupo vasculhando as gavetas. Tenho certeza de que ainda devo ter uma garrafa cheia de álcool aqui em algum lugar, ou talvez duas. Um sorriso se forma nos meus lábios quando eu verifico a gaveta de baixo e encontro uma garrafa de vodca. Ora, ora, ora… Eu pego a garrafa e começo a beber.

Harald revira os olhos para mim, “Você vai ter que voltar para a festa, não pode ficar aqui se embebedando a noite toda.”

Eu faço uma pausa na bebida enquanto olho para ele. “Me assista.” Digo antes de voltar a beber.

“Vamos lá irmão, você não pode ficar remoendo a noite inteira.” Kiran diz, “Não é como se você não pudesse ficar bêbado de qualquer forma.” Ele disse.

Um sorriso irônico surge nos meus lábios enquanto começo a sentir a ardência familiar no peito. Eu tiro a garrafa dos meus lábios enquanto cambaleio para trás em direção à minha cadeira. Tudo estava ficando embaçado bem rápido, é um alívio.

“Oh não!”

“Não pode ser!”

Eu ouço Kiran e Harald ofegarem alto. Pela minha visão periférica, vejo Kiran se aproximar de mim antes de arrancar a garrafa da minha mão. Ele solta um g áspe quando vê o conteúdo dentro dela. “Não!” Ele resmunga enquanto me olha em horror, “Cara, não acredito que você faria algo assim.”

“O quê? O que é isso?” Harald pergunta com curiosidade, andando em nossa direção para olhar para a garrafa. “Beladona?” Ele pergunta incrédulo.

Beladona era o que usávamos para ficarmos bêbados, lobisomens. Claro, era venenosa para nós, mas quando esmagada e misturada ao álcool onde as flores se dissolvem na bebida, a quantidade certa pode nos embriagar. Eu estava começando a sentir a onda agora.

“Vamos lá cara, por que você faria isso consigo mesmo?” Harald pergunta incrédulo.

“Ela dançou com ele!” Eu acuso olhando para ele.

Kiran se remexe onde está antes de encarar Harald. “Bem, essa era meio que a ideia.” Ele diz e eu o encaro, “Assim que isso tudo acabar, eu vou interrogar os guardas!”

“Ele dançou com ela!” Eu grito novamente.

Harald dá um passo à frente. “Tenho certeza de que eles não tiveram muita escolha.”

Eu balanço a cabeça para ele enquanto tento pegar a garrafa de Kiran, “Não, não, não, você não viu o jeito que eles dançavam.” Digo com uma expressão de dor no rosto enquanto a memória de Arianne e Azar dançando juntos passa na minha mente.

Eu sabia que Azar tinha uma espécie de obsessão doentia pela minha par, ele tinha essa estranha crença de que ela era dele. Eu entendia tudo isso, mas Arianne sorriu para ele, ela sorriu para ele, aquela desgraçada. E a pior parte é que não era como todos aqueles sorrisos falsos que ela oferecia aos homens com quem dançava, era um sorriso verdadeiro. Foi um sorriso de verdade! Ela sorriu para ele, os olhos se iluminando enquanto se moviam ao som da música. Tentei chamá-la repetidas vezes, mas ela me bloqueou da ligação, ela me bloqueou da maldita ligação!

“Eu quero esses guardas executados!” Digo enquanto tomo outro gole da minha garrafa.

Harald e Kiran trocam um olhar entre si, “Quais guardas?”

“Os que estavam de serviço e permitiram que Azar entrasse!”

“Vamos lá Ivan, não foi culpa deles.” Harald diz.

Kiran concorda com a cabeça. “Harald está certo, você não pode culpá-los por isso, irmão!”

“Não questione meu julgamento!” Eu franzo a testa para o meu irmão. “Executem-nos amanhã de manhã e saiam da minha vista! Eu quero ficar sozinho!” Acrescento enquanto minhas palavras começam a se arrastar.

Harald solta um suspiro como resposta, “Por mais que eu entenda o que você está sentindo agora, eu não acho que seja uma boa ideia e também imploro para que você repense a decisão, pois você não está em seu juízo perfeito agora.”

Eu dou uma risada seca para ele enquanto bebo de novo da minha garrafa, provavelmente já devo parar! Começo a sentir o efeito e não é bom! “Eu estou em perfeito juízo, acredite em mim!”

“Ivan!”

Ah não, não, não, não, não! NÃO! Não ela, eu não quero ver ela! Penso comigo mesmo, mas já podia sentir o cheiro dela antes mesmo de ela entrar no meu escritório.

“Ivan?” Arianne chama com um tom baixo, mas eu não respondo.

Kiran suspira antes de se afastar de mim, ele segura Arianne escondendo a vista dela de mim. “Você deveria voltar para a festa.”

“Não, eu quero ver o Ivan.” Arianne diz tentando se esticar na ponta dos pés para me ver.

“Ouça o Kiran, Arianne, o Ivan vai te procurar mais tarde.” Harald diz olhando para mim com um olhar de simpatia. “Só não agora!” Ele diz com um tom baixo.

“Não, eu preciso falar com ele, Ivan!” Arianne grita tentando me ver.

Puta que pariu! Eu digo enquanto engulo o resto da bebida antes de enfiar a garrafa vazia de volta na gaveta. Respirando fundo, me levanto da cadeira. “Deixem ela em paz!” Digo firme.

Harald e Kiran viram para me olhar, uma expressão de preocupação atravessa seus rostos, mas ainda assim fazem como pedi. Assim que eles soltam Arianne, ela corre em minha direção, erguendo o vestido enquanto sobe para ficar na minha frente. Ela franze o nariz, confusa, sem dúvida sentindo o cheiro do álcool em mim.

“Você estava bebendo?” Ela pergunta olhando para cima, preocupada.

Eu dou um sorrisinho para ela enquanto mordo meu lábio inferior. Alcançando, eu acaricio seu rosto com minha mão. Arianne instintivamente se inclina para o meu toque enquanto me olha com aquele rosto dela, aquele rosto irritantemente lindo, o rosto de uma mentirosa! Pensei comigo mesmo enquanto continuava a acariciar seu rosto.

“Ivan?” Ela me chama, esperando uma resposta.

Eu sorrio para ela, “Estou bem.” Eu a asseguro, “Só precisava sair dali por um instante!” Eu digo a ela.

Um olhar de compreensão aparece em seu rosto, “Ivan, sobre o A_”
“Que tal voltarmos para a festa, hm?” Eu a pergunto, cortando-a antes que possa dizer mais alguma coisa, eu não quero ouvir desculpa alguma.

O rosto dela cai nisso, mas ela concorda com a cabeça, “Ah, tudo bem.” Ela diz antes de entrelaçar o braço no meu.

Sorrindo para ela, eu a levo para fora do meu escritório de volta à festa ignorando o olhar que Harald e Kiran me lançam. Assim que entramos na festa, as pessoas aplaudem alto, erguendo seus copos em um brinde a nós. Eu sorrio para eles antes de pegar uma taça de champanhe para a qual Arianne ergue uma sobrancelha mas não diz nada.

“Então, quer dançar comigo?” Ela me pergunta.

Eu olho para baixo, para o olhar de expectativa em seu rosto. “Você não acha que já dançou o suficiente por hoje?” Eu pergunto enquanto desvio o olhar.

“Ah, bom, só acho que não tive a chance de passar tanto tempo quanto gostaria por causa do…”
“Da procura pelo seu amante?” Eu atiro contra ela.

O olhar de Arianne se alarga com isso. “Você está bem?”

“Você já me perguntou isso.” Eu digo a ela.

“Sim, e suspeito que você não me disse a verdade.”

Eu engulo o conteúdo do copo de um gole só, “Então, o que você acha?” Eu pergunto colocando o copo vazio em uma bandeja que passava e pegando outro.

O olhar de Arianne dispara para o copo na minha mão. “Acho que você já bebeu demais, Ivan.”

“Não me diga o que fazer!” Eu atiro contra ela.

“Ivan, olha, sobre Az…”
“Não!” Eu grito com ela, assustando-a e eu nem ligo se estamos começando a chamar atenção. “Não ouse falar o nome dele na minha frente! Não fale o nome dele na minha frente como se ele não significasse nada para você!”

Arianne parece confusa enquanto me olha, “Mas ele não significa.”

Eu dou uma risada de escárnio em resposta enquanto levo o copo aos lábios antes de colocá-lo de volta na bandeja. “Pelo menos uma vez, Arianne, você poderia parar de mentir para mim?” Eu pergunto a ela e ela abre a boca para falar, mas eu me afasto porque sei que o próximo que ela vai dizer seriam apenas mais mentiras.

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