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Roubada pelo Rei Rebelde - Capítulo 372

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372: Morra Tentando II 372: Morra Tentando II Felizmente, a armadura se manteve firme tempo suficiente para Atticus descer dos céus como um anjo vingador, decepando a cabeça do Alistair com um só golpe limpo de sua espada.

O ar tornou-se denso com o cheiro de sangue. Algumas gotas respingaram no rosto e na roupa de Daphne, mas isso era o menor dos seus problemas. Ela suspirou aliviada e se pôs de pé, enquanto Atticus retirava apressadamente o corpo de Alistair de cima dela com seus poderes, jogando-o perto de sua cabeça.

“Daphne, você está bem?” Atticus a segurou pelos ombros, olhando-a desesperadamente.

“Estou bem, mas a seringa!” Daphne exclamou.

Ela rapidamente enfiou a mão nos bolsos, apenas suspirando de alívio quando percebeu que o vidro ainda estava inteiro. Bom. Não se estilhaçou durante a queda.

“O plano funcionou”, disse Daphne com um sorriso no rosto, que logo desvaneceu quando ela olhou para a seringa adequadamente. Ainda hora seu conteúdo dentro. O soro nunca foi administrado ao Alistair. “Oh, não.”

“Que foi?” Perguntou Atticus.

O rosto de Daphne estava pálido quando ela ergueu a seringa para Atticus ver. “O soro… Eu não tive já chance de injetar nele ainda!”

Um estrondo alto ecoou pela rua, fazendo Atticus e Daphne voltarem-se simultaneamente. Eles se viraram a tempo de ver o corpo decapitado de Alistair pegar sua cabeça e voltar a colocá-la no próprio pescoço. Ele a girou como se fosse uma coruja, girando-a para encaixá-la de volta no lugar.

Assim que a cabeça de Alistair foi posta sobre o coto de um pescoço, sua pele começou a fechar a ferida. Sangue e carne se formaram diante de seus olhos, costurando Alistair novamente em uma único pedaço em questão de segundos. Sem o soro, o corpo de Alistair ainda podia se mover livremente, mesmo sem sua cabeça estar ligada a ele, diferente de Silas.

“Você jogou a cabeça dele de volta para ele?” Daphne perguntou, atônita enquanto se virava para seu marido em desespero.

“Meu erro, eu não vi onde estava jogando”, Atticus respondeu de forma um pouco envergonhada, mas de qualquer forma, não incomodado. Ele estava mais preocupado com o pânico de sua esposa do que com o monstro demoníaco que acabara de grudar sua própria cabeça depois de ser decapitado. “Eu vou fazer de novo, não é um grande problema.”

Daphne sentiu sua pálpebra inferior tremer.

Não era um grande problema, ele disse. Ah, como ela desejaria ter sempre a confiança de seu marido.

“Você…” Os olhos de Alistair se estreitaram ferozmente no casal, com seu olhar agora fixado em Atticus. “Você é o responsável por isso. Tudo isso é culpa sua!”

Sem aviso, ele saltou em direção a Atticus, desta vez, ignorando completamente Daphne. Mas isso não significava que ela estava a salvo, já que a garra de Alistair cortou o ar de maneira dramática e teria cortado Daphne se não fosse pelo anel no dedo de Atticus.

Ela instintivamente ergueu a mão para se proteger, apenas para espiar quando percebeu que Alistair estava preso no ar, com os braços impossibilitados de se mover além da barreira roxa que cercava todo o seu corpo.

Atticus o tinha sob controle com apenas um movimento de dedo. Agora que o rato havia saído do ninho, era mais do que fácil para Atticus lidar com ele.

“Você faria as honras, minha querida?” Atticus perguntou, fazendo um gesto para que Daphne prosseguisse com o soro.

Ela voltou à atenção, puxando o soro para administração. Só que havia algo estranho na mágica roxa de Atticus. A intensidade de sua cor oscilava, pulsando de uma maneira que ela nunca havia visto antes.

“Espere…” disse Daphne, dando um passo atrás de Alistair.

Na hora certa também, pois uma linha de repente apareceu na pedra de obsidiana de Atticus, fazendo com que sua mágica desvanece completamente. Alistair foi instantaneamente libertado de sua gaiola mágica, permitindo que ele pousasse com segurança enquanto Daphne se afastava rapidamente.

Ela não perdeu tempo, rapidamente ateando pe aqui em um pequeno pedaço do chão para que Alistair fosse capturado em um círculo de chamas, semelhante ao que ele havia feito com Nereus antes.

No entanto, as chamas que ela conjurou eram muito mais fracas do que as forças combinadas de Alistair e Drusila quando prenderam Nereus. Por isso, Alistair apenas deu um sorriso sinistro depois de um breve momento de surpresa.

“Você acha que essa chama fraca pode me manter enjaulado?” ele provocou.

Daphne engoliu em seco. Ela nunca pensou que conseguiria. Ela apenas esperava que fosse suficiente para que Atticus pudesse elaborar um plano B.

Atticus, felizmente, não demorou a voltar. Ele simplesmente observou a rachadura em seu cristal por um breve momento, chutando a língua em aborrecimento. Essa era uma boa pedra que o havia servido por muitos anos difíceis. No entanto, ele não se surpreendeu que já precisava ser substituída, depois de tudo que aconteceu no último mês ou mais.

Mas estava tudo bem. O anel era apenas uma joia extravagante que o ajudava a medir quanto de magia a maioria das pessoas podia usar. Em outras palavras, eram vínculos que delimitavam todo o seu potencial. Agora, ele estava livre.

“Daphne, agora!” ele gritou.

Atticus estendeu a mão e, como antes, uma radiancia brilhante engolfou Alistair justo quando ele tentou saltar pela segunda vez. Desta vez, sem o anel de obsidiana, a aura da magia de Atticus era de uma cor quase branca, mal visível ao olho humano. No entanto, havia uma camada fina de brilho que captava a luz do sol, brilhando com partículas de prata e ouro.

“Ugh!” Alistair gemeu, suas veias escurecendo enquanto ele lutava contra a magia de Atticus.

Só que dessa vez, parecia ainda mais difícil sair dele em comparação com antes. Só a tentativa já deixou o rosto de Alistair tão constipado que suas veias pareciam estar prestes a estourar.

“Como?!” ele ruge. Mesmo com a mente corrompida, ainda havia momentos claros. Esse era um deles – ver alguém usar magia sem a ajuda de um cristal.

“Daphne”, disse Atticus, ignorando o cão raivoso. “Agora!”

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