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Roubada pelo Rei Rebelde - Capítulo 312

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  3. Capítulo 312 - 312 Desaparecido em Combate I 312 Desaparecido em Combate I
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312: Desaparecido em Combate I 312: Desaparecido em Combate I Os preparativos para o novo vestido de Daphne começaram fervorosamente e, em breve, chegou o grande dia. Todo o palácio estava agitado em antecipação à coroação de Daphne. Presentes e pessoas inundavam a cidade capital, pois os cidadãos queriam vislumbrar a sua nova rainha. O palácio real estava ficando gradualmente mais lotado à medida que os nobres se acomodavam para o evento.

As bochechas de Daphne já começavam a doer de tanto sorrir para os novos convidados.

Convites foram enviados para todos que eram dignos de nota, os preparativos foram escrutinados até nos detalhes dos pratos, e discursos foram elaborados e reescritos com fervor. Daphne sabia, logicamente, que o seu discurso era o mais importante de todos., mas depois de dias olhando suas palavras, tudo o que ela queria fazer era bater a cabeça na parede.

Ela não se lembrava da coroação de Alistair envolvendo tantos preparativos e cerimônias. Mas, novamente, quando Alistair foi coroado, ela era a filha indesejada e sem poder que todos queriam que saísse do caminho. Ela não era o centro das atenções.

Destas vez, ela era a estrela. Segundo a sua mãe, tudo nesse evento girava ao redor dela, e Daphne não podia dar um passo fora da linha sem que toda a cerimônia descarrilhasse.

“Eu nunca percebi que Reaweth tinha tantas loiras”, Zephyr refletiu casualmente enquanto mastigava uma maçã. Ele estava empoleirado no peitoril da janela dela, observando Daphne escrever seu discurso de coroação. “Eu até vi três pessoas que pareciam quase exatamente como você!”

“Elas eram minhas irmãs?” Daphne retrucou com sarcasmo, “Reaweth sempre teve muitas loiras.”

“Talvez? Eu estava voando acima, então eu não estava perto o suficiente para dizer”, Zephyr inclinou a cabeça considerando, “mas havia algo estranho sobre uma delas.”

“Estranho como?”

“Uma delas cheirava estranho, tipo… ela estava ensanguentada. E úmida.” Zephyr franziu a testa, o nariz enrugando de repulsa. “Meio parecido com aquele arrogante cavalo aquático, agora que penso nisso.”

Daphne arqueou uma sobrancelha. “Está se referindo a Nereus?” Ela não iria nem tocar na parte do sangue. Claramente, Zephyr tinha apenas sentido o cheiro da menstruação de alguma mulher.

“Sim. Onde ele está, afinal? Pensei que ele estaria por aqui mais vezes já que ele é seu amigo. Suponho que ele não é tão leal e amigável quanto eu”, disse Zephyr fanfarronamente.

“Hmm. Ou talvez a onda de visitantes tenha deixado ele desconfortável. Você sabe que ele não gosta de estranhos”, Daphne repreendeu suavemente, revirando os olhos para as palavras de Zephyr.

Depois da vida que Nereu levou, era um milagre que ele ainda tivesse a coragem de se deixar ser visto por alguém que não fosse Daphne. Ele ainda agia de forma esquiva perto de pessoas novas, mas ele não fugia mais ao primeiro sinal de estranhos. Daphne esperava que, com ela no poder, Nereu pudesse viver livremente em seu reino sem medo.

“Bem, eu ainda acho que ele poderia aparecer mais pra ajudar! É a sua coroação!” Zephyr reclamou.

Se Daphne fosse mais cruel, ela perguntaria como roubar comida da cozinha era uma forma de ajuda. Mas isso simplesmente levaria Zephyr a se enfurecer, e isso não seria bom.

“Tenho certeza de que Nereus vai aparecer em breve”, disse Daphne, balançando a cabeça com diversão. “Ele provavelmente está procurando flores para mim.”

Zephyr fez uma careta ao ser lembrado. Ele não tinha esquecido a confusão que ocorreu durante a Parada de Primavera. Daphne estava tão triste, e tudo por causa daquele cavalo estúpido que fez chover.

“Aposto que ele está apenas se espreguiçando no fundo do seu lago! Eu vou buscar as flores para você – na verdade, eu vou buscar todas as flores para você, pode esperar e ver! Ele não vai conseguir nada!” As asas de Zephyr bateram e ele saltou, pronto para voar, apenas para ser impedido por Daphne.

Ela só conseguia suspirar indulgentemente.

A rivalidade entre Zephyr e Nereu era hilária, principalmente porque Zephyr levava muito a sério, enquanto Nereus mal registrava a existência de Zephyr. Quando os três se reuniam para relaxar perto do lago, fazia Daphne se sentir como uma mãe no comando de dois irmãos brigando.

Esse pensamento a fez sorrir.

“Tenho certeza de que ele está apenas ocupado”, disse Daphne. “Ou então, a multidão ainda é um pouco demais para ele. Quem sabe? Ele pode até estar nos observando de algum canto escondido agora mesmo.”

“Isso é improvável”, disse Zephyr com um resmungo. “Se ele estivesse, eu seria capaz de senti-lo. O cheiro de algas marinhas e lama não é tão difícil de perceber.”

“Bom, de qualquer maneira, me avise se você o vir”, disse Daphne, acenando para Atticus que estava do lado de fora da janela dela. Ele sorriu para ela, retribuindo o aceno enquanto fazia um gesto para ela descer. “Eu preciso ir. A coroação está prestes a começar.”

Daphne não disse mais nada antes de pegar a folha com o discurso que havia estado trabalhando, levantar as saias dela, e sair correndo. Ela chegou ao lado de Atticus em segundos, suas bochechas estavam vermelhas após a rápida corrida e seus ombros subindo e descendo enquanto ela tentava recuperar o folêgo.

“Você realmente precisa fazer algum exercício”, comentou Atticus, sorrindo carinhosamente para ela enquanto ajustava seu cabelo. “Podemos fazer alguns exercícios privados antes da sua coroação. Só um rápido.”

“Bobagem”, ela repreendeu, dando um tapa no nariz dele. “Mãe vai nos decapitar se estivermos atrasados.”

“Ela já tentou atirar alguns icebergs em mim no primeiro dia em que eu estava aqui”, murmurou Atticus. “Não seria a primeira vez que ela tentou assassinar seu amado marido.”

“Ela não vai ousar”, disse Daphne, escondendo o riso atrás da mão. “Não mais.”

“Não quando você é a princesa herdeira de Reaweth”, concordou Atticus, assentindo. A mão dele subiu e desceu pelas costas dela, massageando os músculos tensos enquanto caminhavam para o local do evento.

O rei abriu especialmente os portões do palácio apenas para esta noite. O salão de baile seria usado para a cerimônia de coroação de Daphne; os convidados já haviam chegado, enchendo o local com um fluxo interminável de pessoas.

Daphne mal tinha sido o centro da vida no palácio de Reaweth, mas agora que ela estava parada do lado de fora das pesadas portas duplas, esperando que o arauto anunciasse seu nome, suas mãos e pés estavam dormentes de emoção.

“Eu estarei te esperando lá dentro”, disse Atticus, beijando o dorso da mão dela. Ele então desapareceu diante do olhar atento dela, retornando ao seu lugar entre o povo enquanto ela esperava pela sua vez de subir ao palco.

“Apresentando Sua Alteza Real, a Princesa Daphne coroada de Reaweth!”

Quando as portas se abriram, as luzes eram ofuscante de claras. Aplausos trovejou nos ouvidos de Daphne, e ela pôde até ver uma chuva de pétalas de flores caindo do céu.

À princípio, Daphne entrou com a alegria estampada claramente em seu rosto. No entanto, a visão das pétalas de flores a fez se lembrar de Nereus.

Os olhos dela vasculharam a multidão. Ela facilmente pode encontrar Zephyr escondido em algum lugar, saltando freneticamente e acenando para ela, provavelmente proibido de voar no salão de baile com todos os convidados ao redor. Seu pai e mãe esperavam por ela no fim do longo tapete vermelho, junto com seus irmãos e seu marido, que estava ao lado de seus pais.

No entanto, entre seus irmãos, algumas pessoas estavam faltando.

Ou seja, Hazelle, Drusila e ―
O coração de Daphne afundou. Ela tinha uma má premonição sobre isso.

Alistair. Ele não estava presente.

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