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Roubada pelo Rei Rebelde - Capítulo 301

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301: Dívidas Antigas & Novos Acordos I 301: Dívidas Antigas & Novos Acordos I “Eu pensei que você disse que traria Daphne Molinero até o final desta semana,” Eugene Attonson disse com um sorriso perverso que não chegou a seus olhos. “Em vez disso, encontro rumores circulando pelas ruas de que sua adorada irmã caçula tem aberto as pernas para qualquer um que tenha uma terceira perna”.

Deitado casualmente no sofá, uma mulher em pé atrás dele, massageava suas têmporas. Alistair notou, com observação aguda, que a mulher tinha uma grande cicatriz atravessando seu pulso. A cor da pele de sua mão e o resto de seu braço e corpo eram muito diferentes. No entanto, isso se misturava quase que perfeitamente, como leite derramado no chá.

“Então você deve entender que o palácio tem estado em um tumulto desde a celebração do aniversário do Duque Lanperouge”, disse Alistair calmamente. Ele teve que gastar muita energia simplesmente para desviar o olhar do pulso da mulher para que pudesse encontrar os olhos de Eugene. “Daphne é o menor dos meus problemas”.

“Para você, sim”, Eugene disse. Ele fechou os olhos, ajustou sua posição no sofá. “Mas não vejo como isso é um problema meu”.

“Você …”

“Não se esqueça, Príncipe Herdeiro Alistair― Ah, espera.” Eugene riu zombeteiramente, sorrindo maliciosamente para Alistair. “Peço desculpas. Eu tinha esquecido. É apenas Príncipe Alistair agora”.

Alistair cerrou os dentes e apertou os lábios, suas unhas cavando direito na carne de sua palma. Ele permaneceu em silêncio, em parte esperando que Eugene Attonson terminasse de tagarelar e em parte porque estava muito irritado para abrir a boca.

“Como eu estava dizendo”, Eugene disse, “eu não sou o único com um prazo a cumprir. Você deve saber que sua mão necessita de sua cooperação imediata e eficiente para se recuperar completamente. Senão, pode haver consequências externas extras que você pode não conseguir lidar”.

“Estou bastante ciente”, Alistair disse, sua voz baixa. “E como eu disse, estou fazendo o meu melhor”.

“Não parece ser bom o suficiente”, Eugene retrucou. “Mesmo o Príncipe Nathaniel de Raxuvia conseguiu fazer o caminho até Reaweth.” Vendo a raiva de Alistair desaparecer de seu rosto, completamente substituída por surpresa, Eugene riu ainda mais. “Sou um homem muito procurado, sabe. Talvez eu não consiga ficar aqui por muito tempo. Principalmente se todos os governantes do mundo vierem correndo atrás de mim”.

“Como você sabia?”

“O que eu não sei?” Eugene contra-atacou. “Se eu posso te prometer um braço de volta, o que mais eu não posso fazer?”

“Então, o que você está fazendo em Reaweth?” Alistair perguntou, suas sobrancelhas estreitas. Ele cruzou os braços sobre o peito, encostando-se na parede. “Não pode ser só pela minha miserável irmã, pode? O que você vê naquela pirralha?”

“Ela é bonita”, Eugene admitiu honestamente.

“Só isso?”

“Teve algum motivo a mais para você trair sua esposa?” Eugene retrucou. “Dizem por aí que a Senhora Hazelle é, por direito próprio, uma beleza magnífica. Ela merece mais do que sua negligência e doenças venéreas aleatórias, você não concorda?”

Eugene levantou a mão e a mulher que estava massageando suas têmporas rapidamente recuou. Ela fez uma reverência em direção a Alistair antes de se retirar, se afastando rapidamente por detrás das cortinas e saindo do quarto.

“Além disso”, disse Eugene, “eu sou um homem solteiro, ao contrário de você. Acho que é completamente dentro de meus direitos cortejar uma bela mulher”.

“Você é louco para ir atrás de uma mulher que pertence ao rei louco do Norte”, disse Alistair.

“Pelo menos planejo tratá-la com amor”, Eugene rebateu. “Diferente de você, um membro de sua suposta família, que tem mostrado a ela nada além de maus tratos desde seu retorno de Vramid”.

Enfiando a mão no bolso do casaco, Eugene tirou um pequeno frasco de vidro. Ele tacou na direção de Alistair, fazendo o último se atrapalhar para agarrá-lo. Ele mal conseguiu agarrá-lo, sua mão segurando o frasco de vidro bem antes de cair no chão e se espatifar em pedaços.

Se tivesse deixado cair, Alistair estaria acabado. Ele não podia perder uma dose — não até estar totalmente recuperado. Até então, ele não tinha escolha a não ser obedecer a cada vontade e capricho de Eugene Attonson.

Quando seu braço estivesse totalmente recuperado, Alistair jurou se livrar dessa aberração.

“Sua próxima dose é devida em uma semana”, Eugene disse. “Traga Daphne para mim viva. Caso contrário, você não receberá o que precisa. Se você se atrasar…” Os cantos dos lábios se inclinaram para cima em um sorriso estirado enquanto ele dava de ombros. “Bem … Você só terá que lidar com as consequências sozinho”.

***
Daphne estava se sentindo bastante perdida. Ela foi arrastada para um galpão no meio das florestas de Reaweth, preparada sem qualquer material de piquenique ou coisa parecida. Em vez disso, Jonah ficava a sua esquerda, enquanto Atticus andava à sua direita, funcionando como guarda-costas enquanto a escoltavam por aquela terra.

“Não estamos voltando para casa, estamos?” ela perguntou, franzindo a testa ao olhar para o céu.

Tinha estado sol até pouco tempo atrás, mas o céu estava começando a escurecer. Nuvens de tempestade se acumulavam ameaçadoras no horizonte à medida que tons de cinza profundo e índigo começavam a se misturar e girar, obscurecendo o tranquilo azul. O ar ficou pesado e apenas respirando, o cheiro de almíscar e orvalho contou a Daphne que estava prestes a chover.

“Ainda não,” Atticus respondeu. “Mas tem algo que você precisa ver”.

“Aqui fora?” Daphne perguntou incrédula. “No meio do nada?”

“Não podemos mantê-lo no palácio de Reaweth”, disse Jonah. “Seria difícil explicar para o Rei Cyrus. Além disso, seria melhor se seu pai se abstivesse de intervir para lidar com isso”.

“‘Ele’?” Daphne repetiu.

Não poderia ser Zephyr; Daphne acabara de vê-lo em um dos salões de banquetes algumas horas atrás. Seu pai também estava bem ciente de sua presença — o anjo alado que tinha salvado Reaweth das chamas do inferno. Atticus não ficou muito feliz com aquele título.

“Você vai entender quando vê-lo”, disse Atticus. “Estamos aqui”.

Eles pararam em frente a um galpão abandonado — ela percebeu que havia muitas casas antigas rangendo que ficavam no meio do nada — e Atticus imediatamente abriu a porta. No interior, não havia luz. Com a luz do sol do lado de fora, os finos raios de luz iluminavam mal os móveis. Daphne notou uma mesa e duas cadeiras, além de um sofá encostado na parede.

No sofá, estava sentado um homem, seu longo cabelo loiro escondendo metade do rosto. Ele parecia inconsciente.

“Príncipe Nathaniel?!”

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