Roubada pelo Rei Rebelde - Capítulo 293
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- Capítulo 293 - 293 Escândalo II 293 Escândalo II Atticus observou Hazelle
293: Escândalo! II 293: Escândalo! II Atticus observou Hazelle por um momento antes de assentir, decidindo que não havia perigo. O que uma mulher pequena e fraca como ela poderia fazer diante de um rei que poderia derrubar reinos com um aceno de mão?
Ele queria encontrar Daphne o mais rápido possível. Ele tinha notícias importantes para contar a ela.
“Depois de você, então, Duquesa,” disse Atticus educadamente, mas Hazelle estremeceu com o insulto implícito.
A forma como seu título saiu de sua língua soou tão sarcástico quanto ele sem dúvida pretendia. Hazelle rangeu os dentes, controlando desesperadamente sua raiva.
Rei Atticus perderia toda a sua arrogância em breve, assim que todos vissem quão promíscua era sua esposa. Drusila teve sucesso na drogação, por isso era apenas questão de tempo até que Alistair recuperasse sua posição como príncipe herdeiro.
Mesmo se o Rei Cyrus decidisse dar o título para Leonora em vez disso…
Esse era um problema para mais tarde. Se a droga funcionou para Daphne, funcionaria duas vezes mais para uma chata feito Leonora que nunca havia conhecido o toque de um homem.
Hazelle assentiu, sorrindo enquanto liderava o caminho. Ela nem mesmo precisou se virar para ter certeza de que o rei estava seguindo atrás – sua presença era tão esmagadora que ela se perguntou se ele estava usando sua magia nela, pronto para esmagar sua garganta se ela fizesse algo para agitá-lo.
Quando ela passou pela empregada com quem falou anteriormente, Hazelle deu um aceno sutil, que a empregada retribuiu. Ela saiu apressada depois disso, provavelmente para levar os outros hóspedes ainda mais perto do corredor onde os quartos estavam localizados.
“Bem aqui ―” as palavras de Hazelle foram interrompidas pelo som de gemidos lascivos e respirações ofegantes.
Ela podia ouvir os suspiros de prazer de um homem vindo do outro lado da porta, acompanhados dos gritos vulgares de prazer que logo se seguiram.
“Sim! Aí mesmo! Mais forte, Sua Graça, mais forte!” Os suspiros de deleite da mulher foram acompanhados pelo som estalado de carne contra carne, junto com um eco desleixado que pintava uma imagem erótica na mente de qualquer ouvinte. Os sons pareciam pertencer mais a um bordel do que a uma respeitável casa à beira do lago.
Até mesmo Hazelle pôde sentir suas bochechas ficarem vermelhas apenas com os sons explícitos. Ela sorriu, seu coração batendo mais rápido de emoção. Isso era simplesmente perfeito!
“Oh, meu Deus!” Hazelle exclamou com surpresa fingida. Ela lançou um olhar furtivo para o Rei Atticus, cujo rosto estava – como ela esperava – escuro como carvão. “Isso… Eu tenho certeza que é um mal-entendido… Daphne não iria…”
Em uma reviravolta, Atticus debochou e depois sorriu sombriamente. Ele apertou seu punho, levantando-o.
A empregada de Hazelle havia feito um excelente trabalho; uma multidão de curiosos estavam reunidos em volta da porta.
Aqueles que não foram atraídos pelos sons obscenos foram atraídos pela visão da dominante figura do Rei Atticus enquanto ele se aproximava da porta. Eles queriam presenciar um escândalo em criação!
Atticus bateu na porta com força.
É claro, ninguém a abriu.
Atticus bateu novamente.
Ainda assim, silêncio.
Hazelle estava quase em êxtase com tanta alegria, mas se certificou de exibir apenas uma expressão de choque.
“Rei Atticus, talvez devêssemos esperar até amanhã. Afinal de contas, eles estão claramente ocupados―”
Atticus levantou a mão pela terceira vez, mas desta vez, seu anel emitiu um brilho púrpura. Os espectadores ofegaram ao verem essa visão tão rara.
Então seus gemidos se transformaram em gritos quando a porta do quarto estourou em pedaços, revelando os corpos nus e entrelaçados na cama dentro. De longe, eles podiam ver duas pessoas ― uma de cabelos pretos, a outra de cabelos loiros compridos.
Hazelle queria comemorar. Como esperado, Daphne caiu na armadilha! Ela fez uma breve oração em sua mente pelo Duque Lanperouge. Pelo menos ele teria aproveitado as últimas horas antes de sua morte inevitável.
Estava tão ocupada se vangloriando que nem notou que o cabelo da mulher era de um tom de loiro errado.
Enquanto isso, o Duque Lanperouge parou e piscou com a confusão, sentindo um frio súbito no ar. Se virou, totalmente com a intenção de dar uma bronca no insolente servo por interromper suas atividades libidinosas, mas então seu semblante empalideceu quando viu a multidão de espectadores que havia atraído, com o Rei Atticus bem na frente.
“Droga!” Ele gritou, mergulhando freneticamente sob o cobertor para cobrir suas partes íntimas.
Ele era um homem bem-dotado, mas isso não significava que queria ser pego com as calças no chão, figurativamente falando, especialmente não na frente de mulheres como a Duquesa Hazelle e outras damas.
“O que todos vocês estão fazendo aqui?” O Duque Lanperouge gritou indignado, “Parem de invadir minha privacidade!”
Atticus franziu a testa. A bunda do duque Lanperouge era tão pálida que quase cegava seus olhos, mas seu foco principal estava na mulher ao lado dele, que ainda miava carinhosamente, tentando puxá-lo de volta para ela.
“Duque Lanperouge… eu quero sua virilidade de volta em mim…”
Tais palavras ousadas fizeram os ouvintes corarem de vergonha. Os ombros de Atticus tremeram discretamente de risos – algo que ele tentou desesperadamente esconder – enquanto Hazelle congelava surpresa.
Essa voz sedutora não soava nada como Daphne.
“Não agora”, sibilou o Duque Lanperouge. Sua ereção havia diminuído significativamente depois que ele avistou os múltiplos pares de olhos olhando em sua direção, mas Drusila parecia não notar que tinham companhia.
Ou talvez ela não se importasse. Ela continuava a atacar seu peito, empurrando-se em direção a ele, obstinadamente querendo que ele continuasse com suas atividades anteriores. Drusila se moveu para enlaçar o Duque em pânico, querendo voltar para o seu pênis enquanto ele tentava se afastar dela.
Os espectadores ofegaram. Deste ângulo, todos podiam ver os hematomas avermelhados, roxos decorando seu pescoço e ombros. Ficou claro para todos que a Princesa Drusila Molinero não era mais uma virgem casta. Na verdade, suas palavras e ações parecem estar mais de acordo com uma trabalhadora de bordel!
Quem já ouviu falar de uma virgem que era tão desavergonhada que queria continuar o sexo mesmo depois que um homem a rejeitou?