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Roubada pelo Rei Rebelde - Capítulo 127

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127: O Labirinto II 127: O Labirinto II No coração do labirinto, uma escuridão assustadora desceu, envolvendo tudo em uma capa sinistra. Um nevoeiro espesso deslizava pelas passagens estreitas, engolindo todos os vestígios de luz. A visibilidade foi reduzida a meros metros, as paredes pareciam se fechar a cada passo, e o ar ficava pesado de antecipação.

“Esse lugar é incrível,” Daphne comentou, com a voz ofegante. “Como eles construíram isso tão rápido? Não estava aqui ontem.”

Como se estivesse viva, a névoa parecia sussurrar, levando ecos distantes e assustadores que enganavam a mente. O silêncio era ensurdecedor, quebrado apenas pelo leve farfalhar de criaturas invisíveis e pelo suave bater de seus próprios passos. Cada virada escondia um novo terror potencial, difícil de captar com a penumbra do lugar inteiro.

Um sorriso divertido brincou nos lábios de Atticus. “Você não está com medo?” ele perguntou.

Perdida neste vazio desorientador, uma sensação de presságio se enroscava ao redor de Daphne como tentáculos gelados. O desconhecido espreitava além da vista, deixando a imaginação para conjurar formas e sons de pesadelo.

“Não posso mentir e dizer que não estou”, ela disse, “mas me sinto muito mais segura com você por perto.”

O peito de Atticus se encheu de orgulho com as palavras de Daphne. Seu sorriso tornou-se arrogante quando ele apertou a mão dela, espremendo-a gentilmente para confortá-la.

“Nada vai acontecer com você enquanto eu estiver por perto”, ele disse. “Prometo-te isso.”

Seu dedo roçou o anel que estava no dedo de Daphne, a banda de prata fria sob o toque dele, apesar do calor do corpo dela. Ele levantou-o no ar, admirando-o sob qualquer luz que fosse permitida entrar no labirinto. Embora o sol da tarde estivesse alto no céu fora do labirinto, pouca daquela luz dourada era permitida adentrar.

Apesar disso, as pedras no anel de Dafne cintilavam e brilhavam, a pedra da lua exibindo um belo brilho azul sempre que ele movia o anel.

Daphne, que havia notado a atenção de Atticus no seu anel, de repente sentiu o coração pesar. Ela não tinha pensado nisso e estava mais do que feliz em usar o anel no labirinto depois que Drusila e Alistair apontaram que não seria útil para ela. No entanto, pode não ser o caso para Atticus.

“Eu deveria ter tirado, não é?” ela perguntou, pensando que Atticus estava preocupado com o anel. “Eles podem pensar que você está usando o anel para trapacear. Poderia ser um motivo para te desqualificar.”

“Bobagem”, ele disse, beijando as costas da mão de Daphne antes de fazer círculos na pele dela como uma forma de confortá-la. “Cada um terá pedras que pode usar e pedras que não pode. Eu não posso usar as pedras do seu anel.”

“Eles vão se importar?” Daphne franziu a testa. Ela não ficaria surpresa se seu irmão decidisse jogar sujo.

Atticus deu de ombros. “É só um jogo, afinal. No final das contas, não importa se ganhamos ou não. Ao contrário, eu só gostaria de passar mais tempo com você.”

O labirinto era um lugar estranhamente frio. Apesar disso, Daphne sentiu o calor florescer no peito com as palavras de Atticus. Ela sorriu contente, voltando sua atenção para a estrada à frente, enquanto começavam a planejar o próximo movimento.

“Eu farei as matanças,” disse Atticus. “Eu preciso que você cuide das minhas costas, principalmente para ficar de olho nas mudanças do labirinto.”

“Parece fácil o suficiente.” Daphne assentiu.

Um estranho guincho soou ao longe. Os dois voltaram a atenção para a frente, os olhos arregalando de surpresa com o som estranho. A uma curta distância, havia uma espécie de ave. No entanto, a única diferença era que tinha quatro pernas em vez das duas usuais.

“Bem, isso foi rápido.”

“O que é isso?” Daphne perguntou, com os olhos arregalados. Ela nunca tinha visto algo tão bizarro antes.

“Uma ave de quatro patas”, respondeu Atticus. Sua voz estava significativamente mais suave do que antes, provavelmente não querendo assustar o animal. Ele preparou seu arco e flecha, mirando. “Não chegue muito perto,” ele advertiu. “Ele pode cuspir veneno.”

A princípio, Daphne estava curiosa e queria dar uma olhada mais de perto. Ao ouvir as palavras de Atticus, ela obedientemente recuou, com medo de que, se se inclinasse muito perto, seria recebida por um rosto cheio de veneno.

Com o familiar estalo da corda do arco, a flecha foi disparada. Bastou acertar a cabeça do animal e a ave caiu, a flecha a perfurando diretamente pelo crânio do animal.

Atticus casualmente se aproximou, sinalizando para Daphne seguir o mesmo. Ela assistiu com admiração enquanto ele tirava sua bolsa, colocando-a sobre o animal, conforme instruído. O corpo morto praticamente se transformou em uma nuvem de pó imediatamente ao contato, desaparecendo da vista.

Um suspiro agudo saiu dos lábios de Daphne enquanto ela pegava a bolsa com admiração.

“Ainda está tãoo leve!” ela exclamou.

“Essa é a beleza da magia”, disse Atticus com um sorriso. “É mais do que apenas uma explosão de fogo ou mover coisas com a sua mente.”

Observar Daphne era como observar uma criança numa loja de brinquedos pela primeira vez. O pensamento fez seu sorriso diminuir um pouquinho – quão alheia ela tinha estado da magia para nunca ter visto tais atos simples de magia?

“É incrível”, disse Daphne, devolvendo a bolsa a Atticus, que guardou-a com segurança no bolso.

“É”. Ele assentiu. “A magia foi originalmente descoberta para melhorar nossas vidas cotidianas. Essa é a verdadeira beleza disso.”

“Você sabe bastante coisa.”

“Eu sei. E estarei mais do que disposto a passar o resto da minha vida te ensinando tudo o que sei”, disse ele.

O olhar intenso e apaixonado que Atticus dirigiu a ela fez Daphne corar. Seu coração pulsou, imaginando todos os tipos de significados adicionais cuidadosamente escondidos sob a superfície de suas palavras. Ela deu-lhe uma cotovelada brincando e riu.

Nos próximos minutos, o casal aventurou-se cada vez mais fundo no labirinto. Eles encontraram algumas bestas diferentes, algumas mais perigosas que outras, e Daphne rapidamente estava ficando cada vez mais grata pela vantagem que tinham.

“Há algumas bestas de alto grau aqui”, disse Atticus, lendo um pequeno papel que Jonah lhe passara no último segundo. “Cães de espinhos, serpentes das sombras… Hmm… Eles até conseguiram capturar um grifo. Que interessante.”

“Isso será um problema?” Daphne perguntou não muito segura.

Ela acreditava na habilidade de caça de Atticus, mas não conseguia esquecer que ele não tinha mais seu anel de obsidiana. Embora ela tivesse certeza que ele era mais do que habilidoso em usar armas comuns que não estavam imbuídas com magia, ainda seria uma desvantagem em comparação com quando ele, com facilidade, tinha derrubado um bando inteiro de cães de espinhos na floresta.

“Um aborrecimento? Sim. Um problema…” Atticus lançou a Daphne um sorriso torto e arrogante. “Quem você acha que eu sou?”

Aquela resposta confiante fez Daphne rir. Ela balançou a cabeça – parece que Daphne sempre conseguia se divertir com o ego infindável do seu marido.

Uma súbita vibração baixa e retumbante desviou a atenção dela da conversa. O chão sob seus pés começou a tremer e Daphne olhou preocupada para Atticus. A expressão no rosto dele era igualmente séria, os lábios apertados enquanto ele olhava atentamente ao redor.

“É isso…?” ela perguntou.

Atticus assentiu.

“Parece que nossa vantagem de meia hora acabou.”

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