Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 94
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94: Arena (Parte 2) 94: Arena (Parte 2) Quando Leohorn usou a habilidade especial <Guerreiro de Surtur>, os cortes que encobriam seu corpo curaram instantaneamente. Todo o sangue desapareceu de um segundo para o outro, mas não era só que suas feridas estavam fechadas, algo mais havia mudado em Leohorn. Vapor começou a sair da sua pele, e o sorriso bestial em seu rosto era o sinal de que a batalha havia apenas começado.
Os jogadores assistindo suspiraram surpresos ao olharem para a arena e verem que a barra de vida do Leohorn havia triplicado de tamanho.
‘Transformar dano em cura. Isso é uma habilidade interessante.’ pensou Kaizen.
Alguns espectadores já conheciam Leohorn e, portanto, sabiam sobre algumas de suas habilidades, contudo, essa reviravolta na batalha foi uma grande surpresa para a maioria.
“O quê? Como ele fez isso?”
“Isso não é justo!”
“Ah, cara! Ravastine está em sérios problemas agora. Eu me pergunto se ela vai ficar bem, ela é tão linda!”
Entre todas as milhares de pessoas presentes nesta Arena neste dia ensolarado, a única que não mostrou nenhuma reação foi a oponente de Leohorn. A mulher nobre e de aparência séria segurava sua espada com ambas as mãos à sua frente e esperava pelo ataque iminente de seu oponente.
O Viking começou a correr enquanto puxava sua espada da bainha e jogava seu arco para longe. Cada passo que ele dava era tão amplo na distância que cobria o equivalente à altura de uma pessoa comum, ele estava avançando em sede de sangue. Então, quando Leohorn se aproximou o suficiente, ele saltou e brandiu sua espada contra a dama, segurando o cabo do seu sabre com ambas as mãos.
*Timm*
O sibilar do choque das duas lâminas de aço ecoou por toda a arena, cuja audiência ficou silenciosa por esse breve momento e então explodiu com energia.
Resistir ao golpe de Leohorn não foi problema para Ravastine, que, com um trabalho de pernas impecável, girou e chutou o rosto do jogador, arremessando-o para longe. O chute tirou quase nada de vida dele em comparação aos milhares de pontos de HP que ele tinha, mas foi estiloso o suficiente para fazer a plateia rugir com um sorriso no rosto.
“Ai, vocês viram isso?”
“O pé dela acertou bem no rosto dele!”
“Ei, Leo! Vê se não perdeu alguns dentes! Hahahahaha!”
“Imagina se ele morre para alguém com level menor que ele… Isso com certeza se tornaria um meme!”
O Viking se sentiu humilhado na frente dessas milhares de pessoas o observando. Começar a lutar perdendo era algo normal para ele, especialmente desde que gostava de usar a habilidade <Guerreiro de Surtur> desde que a adquiriu, no entanto, ser motivo de piadas era demais para seu orgulho.
Leohorn se levantou com um pulo e cuspiu no chão o pouco de sangue que havia em sua boca, “É hora de levar isso um pouco mais a sério.”
O vapor que saía da pele do Viking ficou ainda mais forte e, assim como antes, ele correu em direção à dama de cabelos castanhos.
Ravastine sabia que usar a mesma sequência de antes não seria suficiente se Leohorn pulasse nela novamente, então teve uma ideia. Ela segurou sua espada em suas mãos na altura do peito com a ponta virada para cima, fechou os olhos e se concentrou. Usar magia era uma questão de foco, ela sabia que quanto mais concentrada estivesse, mais forte poderia ser.
O Viking sorriu com prazer ao ver a garota fechar os olhos, pois pensou que ela já havia desistido.
Faíscas roxas começaram a irromper ao redor da lâmina de Ravastine, e à medida que os passos de Leohorn se intensificavam, o número de faíscas aumentava até um redemoinho de energia envolver completamente sua espada.
Como seu oponente não sabia o que estava acontecendo, ele freou seu ataque por segurança.
“<Bênção da Mariposa>.” murmurou Ravastine ao abrir os olhos.
Sua espada agora estava coberta por um redemoinho incessante de energia roxa pura. As partes de aço nem sequer eram mais visíveis em meio a tanto caos.
Era a vez da mulher avançar contra o jogador naquele momento. Ela diminuiu a distância entre os dois com um único passo, porque a energia roxa também sustentava seus pés.
“Nunca subestime uma nobre!” Ela exclamou enquanto avançava.
Então ela brandiu sua espada contra Leohorn, que clicou a língua e tentou se defender. Antes que as duas espadas sequer se tocassem, Leohorn sentiu a sensação vulcânica dessa energia que a espada do NPC exalava em sua pele. Definitivamente, se o atingisse, ele estaria em apuros.
Antes que Leohorn se queimasse, ele escolheu desviar do golpe dela e, imediatamente após, deu dois passos rápidos para trás, suando frio, pois desta vez ele quase foi morto.
‘Ela é boa. Muito boa. Se eu tivesse demorado mais um ou dois segundos, ela provavelmente teria arrancado meu braço, ou pior. De qualquer maneira, seria uma tremenda humilhação na frente de todas essas pessoas. Tenho que matá-la logo, é a única forma de Taznaar ficar satisfeito.’ Ele pensou.
Estava claro no rosto de Ravastine que usar a habilidade <Bênção da Mariposa> exigia muito dela. Suas sobrancelhas estavam franzidas e suas mãos tremiam, somente seus olhos estavam focados. A batalha ainda não havia terminado.
Leohorn olhou para ela e disse:
“É hora de acabar com isso, garota… <Fúria do Guerreiro Corrompido>!”
De repente, uma aura vermelha e flamejante cobriu o Viking, e os espectadores mais atentos puderam ver que por um único segundo, a sombra do homem projetada no chão da arena tomou a forma de uma caveira gigante. A sensação que as pessoas sentiam ao assistir isso e olhar para Leohorn não poderia ser descrita de outra maneira a não ser assombro. Seus olhos estavam completamente brancos. As veias em seu pescoço e rosto estavam saltadas. Neste momento, ele parecia mais um monstro do que um humano.
Num piscar de olhos, o Viking se colocou na frente de Ravastine, que não tinha reflexos suficientemente bons para desviar ou se defender de seu punho furioso.
O soco de Leohorn acertou contra a barriga da bela mulher e a atirou vários metros para trás.
Ravastine rodou no chão de pedra, mas raspando a mão direita no chão, conseguiu se deter e se reorganizar. Ela levou apenas um golpe; no entanto, sua barra de vida já estava pela metade. Sua constituição já estava enfraquecida pelo uso da <Bênção da Mariposa>, então graças a isso, o golpe de Leohorn foi crítico.
Mesmo assim, a batalha ainda não havia terminado.
Ofegante como um animal raivoso, o rugido do Viking ecoou por toda a Arena, causando arrepios na espinha de todos que assistiam.
*ROARRRR*
Do outro lado, Ravastine se levantou e, embora suas mãos tremessem de exaustão e medo, segurou com bravura o cabo de sua espada mais uma vez.
…
Editado por: DrHitsuji
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