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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 885

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  3. Capítulo 885 - 885 Quinto Círculo Fúria (Parte 1) 885 Quinto Círculo Fúria
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885: Quinto Círculo, Fúria (Parte 1) 885: Quinto Círculo, Fúria (Parte 1) Og’tharoz segurava Adamanthi pelo pescoço, seus olhos vermelhos ardendo com uma intensidade que parecia perfurar a alma do contador.

Adamanthi, pequeno e frágil em comparação, tremia, suas mãos esqueléticas tentando em vão se libertar do firme aperto do guerreiro demônio.

“Olá, Adamanthi. Achou que nunca mais me veria?” A voz de Og’tharoz era baixa, quase um sussurro, mas carregava um peso que fazia a atmosfera ao seu redor parecer mais densa.

Adamanthi engasgou, tentando encontrar palavras em meio ao pânico que o dominava. “Eu… Eu não… você deveria estar… como chegou aqui?” Sua voz era uma mistura de incredulidade e medo.

Og’tharoz estreitou os olhos, aproximando seu rosto do de Adamanthi.

“Não importa como. O importante é que estou aqui, e você não vai nos impedir de passar.”

Os outros membros do grupo observavam a cena em silêncio, a tensão palpável no ar.

Jayaa, ainda lutando contra a tentação das riquezas ao seu redor, segurava seu alaúde firmemente, tentando focar sua mente em algo além do brilho hipnótico do ouro.

Andrew, com a espada na mão, estava pronto para agir se necessário, mas confiava na habilidade de Og’tharoz para lidar com a situação.

Lily de Sangue, sempre atenta, analisava cada movimento, cada expressão, pronta para intervir se o confronto tomasse um rumo inesperado.

Sentindo o aperto de Og’tharoz se intensificar, Adamanthi rapidamente gaguejou:
“Espere! Espere! Eu posso abrir a porta! Não há necessidade de violência!”

Og’tharoz o soltou, fazendo Adamanthi cair de joelhos no chão, ofegante.

“Então faça, agora,” ordenou Og’tharoz, sua voz firme e intransigente.

Adamanthi levantou-se lentamente, esfregando o pescoço onde as marcas dos dedos de Og’tharoz ainda estavam visíveis. Ele olhou para o grupo, seus olhos cheios de uma mistura de medo e relutância.

“Vocês realmente acham que não há nada aqui que possa tentá-los? Todo mundo tem um preço, algo que desejam profundamente.”

Kaizen, que observava atentamente, deu um passo à frente. “Estamos cientes de nossas fraquezas, Adamanthi. Mas também sabemos o que está em jogo. Nenhuma riqueza ou tesouro pode nos desviar do nosso objetivo.”

Adamanthi deu um sorriso amarelo, seus dentes amarelados e tortos brilhando na luz dourada da porta.

“Vamos ver isso,” ele murmurou, deslizando a mão dentro de sua capa esfarrapada.

Ele tirou uma chave, pequena e simples, mas com um brilho que sugeria um poder além do que os olhos podiam ver.

“Esta chave,” começou Adamanthi, levantando-a para todos verem, “é especial. Ela pode abrir uma passagem secreta que corre pelos círculos do quarto ao oitavo. Um atalho que poucos conhecem e ainda menos sobreviveram para falar sobre.”

Og’tharoz estreitou os olhos, seu interesse claramente aguçado. “E porque deveríamos confiar em você? Como saber que não é uma armadilha?”

Adamanthi deu de ombros, um gesto quase displicente. “Vocês não tem escolha, não é? Sem minha ajuda, terão que enfrentar cada círculo um por um, como têm feito. Com todos os perigos e tentações que os aguardam. Comigo, têm uma chance de evitar isso.”

Lily de Sangue trocou um olhar com Og’tharoz e Kaizen. “Temos que considerar essa opção. Se ele está falando a verdade, poderia nos poupar muito tempo e risco para ajudar a esposa de Og’tharoz.”

Kaizen assentiu lentamente. “No entanto, não podemos baixar a guarda. Adamanthi, você irá conosco. Qualquer sinal de traição e você pagará caro.”

Adamanthi sorriu novamente, um sorriso que não alcançava seus olhos. “Como desejarem. Sigam-me, então.”

Com isso, Adamanthi virou-se, caminhando em direção à porta dourada. O grupo seguiu-o de perto, mantendo uma constante vigilância.

A porta, imponente e majestosa, parecia quase irradiar uma aura de poder. Adamanthi parou na frente dela, levantando a chave.

“Esta porta,” ele disse, “não é apenas uma passagem. É um teste. Somente aqueles que superaram seus próprios desejos e ambições podem passar por ela. Vocês devem estar preparados para enfrentar o que quer que encontrem do outro lado.”

Og’tharoz fez um gesto impaciente. “Abra logo.”

Adamanthi inseriu a chave na fechadura e a girou. Um clique ressoou, seguido pelo som de engrenagens se movendo. A porta começou a se abrir lentamente, revelando uma escuridão além dela, como se estivesse abrindo para um vazio infinito.

“Prontos?” perguntou Adamanthi, olhando para cada um deles.

Kaizen respirou fundo. “Vamos lá.”

O grupo avançou, atravessando a porta para o desconhecido. A escuridão os envolveu, e por um momento, tudo o que puderam ouvir foram seus próprios passos e respirações. Então, lentamente, a escuridão começou a se dissipar, revelando um corredor estreito e sinuoso, iluminado por uma luz amarelada e fraca.

Adamanthi guiava o caminho, seus passos ecoando suavemente pelas paredes de pedra. “Este corredor levará vocês diretamente ao Quinto Círculo, é claro…” ele explicou. “Lá podemos encontrar o atalho que conheço. Mas cuidado. Mesmo aqui, perigos espreitam nas sombras.”

Enquanto caminhavam, Kaizen não pôde deixar de sentir um crescente sentimento de desconfiança.

Adamanthi havia mostrado a chave e estava com eles, mas ele não podia parar de se perguntar o que mais o contador poderia estar escondendo.

O corredor de escuridão parecia interminável, suas curvas e voltas confusas para se orientar. O ar estava pesado e úmido, e a sensação de estar sendo observado era constante.

Finalmente, chegaram a uma porta de pedra, tão velha e desgastada que parecia prestes a desmoronar. Adamanthi parou, virando-se para o grupo. “Aqui estamos. Do outro lado desta porta está o Quinto Círculo.”

Kaizen encarou Adamanthi. “E o que devemos esperar encontrar lá?”

Adamanthi suspirou, sua expressão se tornando séria. “O Quinto Círculo é onde residem a raiva e a fúria. As almas aqui estão presas em um ciclo eterno de ódio e violência.”

Kaizen cerrava os punhos. “Estamos prontos. Abra a porta.”

Adamanthi assentiu, colocando as mãos na porta de pedra e empurrando com força. A porta se abriu com um rugido ensurdecedor, revelando um cenário de completa desolação, literalmente um mar tempestuoso e interminável sem ilhas.

O céu estava coberto de nuvens negras, e relâmpagos cortavam o ar, iluminando brevemente o mar a cada segundo. Desta vez, o castigo do círculo não era forçar os condenados a fazer algo, mas sofrer a fúria do próprio mar.

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