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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 884

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  3. Capítulo 884 - 884 Quarto Círculo Ganância 884 Quarto Círculo Ganância O
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884: Quarto Círculo, Ganância 884: Quarto Círculo, Ganância O grupo atravessou rapidamente o portão do terceiro círculo, e a intensa luz branca obscureceu completamente a visão deles por um momento.

A claridade era quase cegante, fazendo-os proteger os olhos com as mãos.

Quando finalmente conseguiram abrir os olhos novamente, se viram em um lugar completamente diferente.

O Quarto Círculo do Inferno, Ganância, era uma visão impressionante. Ao contrário do frio desolador que haviam experienciado no Círculo anterior, agora estavam rodeados por uma cena de extrema opulência. Planícies infinitas de ouro, joias e tesouros cintilantes se estendiam diante deles. Montanhas de baús de tesouros e moedas de ouro brilhavam, espalhando sua luz quase hipnótica.

“Isto… isto é surreal!” murmurava Jayaa, colocando o pé no chão e vendo que seus pés afundavam facilmente no solo feito de uma quantidade infinita de moedas de ouro. Seus olhos se arregalavam ao observar a vastidão dos tesouros ao seu redor.

Og’tharoz, sempre com sua expressão séria, analisava o ambiente com cautela. “Cuidado com o terreno e lembrem-se do propósito deste lugar. É o Círculo da Ganância, com certeza vai nos tentar com todo tipo de coisas,” disse ele, sua voz profunda ecoando. “Não se deixem enganar pelas riquezas. É uma armadilha para as almas gananciosas.”

Kaizen olhou para seus companheiros, certificando-se de que todos tinham ouvido o que Og’tharoz disse. “Estamos aqui para atravessar, não para nos perder nessas tentações. Já perdemos tempo suficiente com os outros círculos, temos que acelerar o passo. Fiquemos juntos e não toquemos em nada que não devemos, não teremos problemas.”

Conforme avançavam entre as montanhas de ouro, as almas dos condenados ao redor deles se tornavam lentamente mais visíveis. Eram figuras pálidas, espectrais, com olhos vazios de esperança, estendendo mãos esqueléticas para agarrar as riquezas que os cercavam.

Cada vez que uma dessas almas pegava um tesouro em suas mãos, o tesouro desaparecia e reaparecia em outro lugar, criando um ciclo eterno de frustração e desejo insatisfeito.

Xisrith, sempre observadora, percebeu o tormento nos rostos das almas ao redor dela. “Isso é terrível,” ela sussurrou, apertando o braço de Lírio Sangrento. “Eles estão presos em um ciclo sem fim. De fato, isto é o inferno, não há dúvida.”

“É por isso que não podemos ficar aqui,” respondeu Lily, sua voz firme. “Para não nos tornarmos como eles, precisamos seguir em frente.”

Atravessar aquele campo de tesouros era um teste de vontade. Cada passo parecia pesado, como se o chão estivesse impregnado com uma energia que tentava puxá-los para baixo, mas este peso era na verdade o brilho do ouro e das joias que era quase hipnótico, um convite constante a se desviar do caminho.

[Pegue 100.000 moedas de ouro?]
A janela do sistema estava acima das sacolas de moedas de ouro, estimulando o impulso visual.

Lírio Sangrento, com sua percepção aguçada, liderava o grupo com cautela. “Mantenham o foco na porta dourada ao longe,” ela disse, apontando para o horizonte onde uma porta majestosa se erguia, brilhando com uma luz dourada. “Esse é nosso objetivo.”

Os espíritos ao redor começaram a murmurar, suas vozes se misturando em coro de lamentações e desejos insatisfeitos.

“Riquezas… Ouro… Joias…” eram as palavras que se repetiam incessantemente, como um mantra de ganância.

Kaizen sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Se tivesse que passar por este lugar há alguns meses atrás, certamente não teria conseguido. Sua ganância por dinheiro para ajudar sua família com certeza o venceria.

“Eles estão tentando nos distrair,” ele disse, aconselhando a si mesmo mais do que aos outros. “Não deixem suas vozes entrarem em suas mentes.”

Conforme avançavam, a resistência mental se tornava mais intensa. Cada um deles lutava contra o impulso de ceder às riquezas ao redor deles.

Jayaa, especialmente, parecia estar lutando uma batalha interna. Seus olhos, normalmente cheios de curiosidade e entusiasmo, estavam um pouco perdidos.

“Eu… Eu consigo sentir,” disse Jayaa, sua voz tremendo ligeiramente. “Esta tentação… é como um peso na minha mente.”

Og’tharoz colocou uma mão firme no ombro de Jayaa. “Bardo, você é mais forte que isso,” ele disse. “Lembre-se do que está em jogo. Não podemos nos dar ao luxo de falhar agora.”

Com estas palavras de encorajamento, o grupo continuou em frente. Cada passo os aproximava mais da porta dourada, e cada passo era uma vitória sobre a tentação ao redor. Estavam quase lá, a grande porta dourada agora a apenas alguns metros de distância. Esta porta era idêntica àquela que Cérbero protegia, igualmente grande, e não demorou muito para que chegassem até ela.

No entanto, justo quando Kaizen estava prestes a tocar a porta, uma figura emergiu de debaixo de uma montanha de ouro. Era uma presença pouco imponente mas aterrorizante, um homem corcunda com um rosto cadavérico, baixo e nada atlético.

“Espera, espera, espera! Quem vocês pensam que são para atravessar meu domínio sem desejarem minhas riquezas?” A voz da figura soou, um eco profundo que reverberava pelo ar.

Andrew desembainhou sua espada. “E quem VOCÊ pensa que é para nos tentar com algo tão frívolo?”

As pálpebras de Kaizen se moveram para o meio dos olhos e ele pensou:
‘Às vezes Andrew realmente sabe manter a persona do cavaleiro santo.

“O-ora…!” O homem misterioso e baixo ficou chocado com a pergunta. “E-eu sou Adamanthi, o detentor de todas as riquezas do inferno e administrador dos incontáveis tesouros do Deus Surtr!” Após gaguejar um pouco, ele disse orgulhoso.

“Eu nunca ouvi falar!” retrucou Andrew.

“Isso é porque eu era apenas um contador! Eu não costumava ficar aqui, na verdade, tinha um demônio aqui!” explicou Adamanthi, mas então sacudiu a cabeça. “Não importa agora! Vocês não vão passar por aqui tão facilmente!”

Og’tharoz então colocou uma mão no peito de Andrew e se colocou à frente dele, enfrentando Adamanthi que imediatamente o reconheceu.

“Você é…! Você é Og’tharoz, mas como…?!” Adamanthi questionou incrédulo e estava prestes a continuar, mas Og’tharoz o agarrou pelo pescoço e o levantou.

“Olá, Adamanthi. Pensou que nunca mais me veria?” perguntou Og’tharoz.

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