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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 875

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  3. Capítulo 875 - 875 Primeiro Círculo Limbo (Parte Final) 875 Primeiro Círculo
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875: Primeiro Círculo, Limbo (Parte Final) 875: Primeiro Círculo, Limbo (Parte Final) O grupo estudava as figuras à sua frente, cada uma representando um aspecto do amor e da compaixão.

A mãe com uma criança em seus braços emanava uma aura de proteção e sacrifício; o homem abraçando a bandeira de uma nação representava amor patriótico e dedicação ao bem comum; a mulher de joelhos, abraçada por uma figura demoníaca, transmitia um amor trágico, cheio de dor e redenção.

Kaizen, com seu olhar atento, foi o primeiro a falar.

“A mãe com seu filho em seus braços… Isso é amor puro, incondicional. O sacrifício que uma mãe está disposta a fazer por seu filho é uma das formas mais sinceras de amor que existe.”

Jayaa concordou, seus olhos fixos na cena. “Concordo. O amor de uma mãe é universal. É instintivo, protetor. Ela merece nossa compaixão e respeito.”

Andrew, que sempre permanecia sereno e observador, dirigiu seu olhar à figura da mulher ajoelhada. “Esta mulher… Ela está em profunda angústia, mas o demônio que a abraça… não parece estar machucando-a. Há algo mais aí, algo que não podemos ver à primeira vista.”

Lily Sangrenta, com sua voz suave, acrescentou. “Amor e compaixão nem sempre são óbvios. Às vezes, eles se manifestam nos momentos mais escuros e desesperados. A mulher parece estar sofrendo, mas talvez haja uma redenção, um propósito maior nesse abraço demoníaco.”

Xisrith olhou para as duas cenas pensativamente. “Se essas duas cenas são as certas, significa que o amor pode se manifestar tanto na pureza quanto na escuridão. Talvez devamos escolher essas duas.”

A voz suave e gentil ecoou novamente, desta vez mais perto, quase como um sussurro em cada um de seus ouvidos. “Vocês entendem a verdadeira natureza do amor. Ele não está limitado ao óbvio ou ao que é facilmente compreendido. O verdadeiro amor se manifesta no sacrifício, na redenção e na compaixão, mesmo nas situações mais sombrias.”

Com essa confirmação, o portão do amor começou a se abrir lentamente, revelando um brilho suave e acolhedor do outro lado. O grupo preparou-se para passar, mas antes de prosseguir, Kaizen virou-se para seus companheiros. “Estamos quase lá. Lembrem-se, não importa o que encontrarmos do outro lado, enfrentaremos juntos, com o mesmo espírito de unidade que nos trouxe até aqui.”

Og’tharoz assentiu, seu rosto sereno, mas determinado. “Certo. Vamos continuar juntos e dar apoio uns aos outros, como fizemos até agora.”

Ao passarem pelo portão do amor, foram envolvidos em uma luz suave e quente, como se estivessem entrando em um lugar sagrado. A sensação de serenidade era quase palpável, e eles sentiram uma paz profunda em seus corações.

O caminho à frente estava agora claro, conduzindo-os ao seu destino final através de um corredor de alabastro.

A paisagem ao redor começou a mudar novamente, mas desta vez, em vez de desolação e desafio, eles se encontraram em um vale verdejante e florescente. Árvores majestosas estavam por toda parte, suas folhas brilhando na luz suave. Flores de todas as cores adornavam o caminho, exalando fragrâncias doces que enchiam o ar.

“Este lugar… é tão lindo,” murmurou Lily Sangrenta, seus olhos brilhando de admiração.

“É como o paraíso,” concordou Andrew, inalando profundamente o ar perfumado.

A voz suave e gentil ecoou novamente, agora claramente emanando de uma figura que se aproximava. Era uma mulher etérea, vestida com um manto branco e dourado, seus longos cabelos fluindo como seda ao vento. Seus olhos eram de um azul profundo, cheios de sabedoria e compaixão.

“Bem-vindos,” ela disse, sua voz tão melodiosa quanto uma canção. “Vocês passaram por todas as provas e demonstraram as virtudes que procuramos. Este é o Vale da Virtude, o lugar onde aqueles que demonstram verdadeiro amor, fé, esperança e temperança podem encontrar descanso e renovação.”

Og’tharoz, sempre o líder cauteloso, deu um passo à frente. “Quem é você? E por que fomos trazidos aqui?”

A mulher sorriu, um sorriso que irradiava calor e paz. “Eu sou a Guardiã das Virtudes. Fui confiada com a proteção deste vale e com a orientação dos que são dignos. Vocês foram trazidos aqui para encontrar a verdadeira essência de suas almas, para purificar e fortalecer-se para os desafios que ainda estão por vir.”

Kaizen, sempre pragmático, fez outra pergunta. “E quais são esses desafios?”

A Guardiã das Virtudes olhou para ele com uma mistura de seriedade e ternura. “Seu caminho ainda é longo e cheio de perigos, não é mesmo? Há forças sombrias que tentarão desviá-los do caminho da luz. Mas com as virtudes que demonstraram, vocês têm a força interior para superar qualquer obstáculo.”

Xisrith, sempre curioso, perguntou. “E o que devemos fazer agora?”

A Guardiã das Virtudes ergueu uma mão, e uma luz suave emitiu dela, formando um caminho luminoso diante deles. “Vocês podem escolher permanecer ou seguir este caminho de luz que os levará ao Segundo Círculo do Inferno. A escolha é de vocês.”

Og’tharoz colocou uma mão no queixo e disse:
“O Segundo Círculo do Inferno é a Luxúria. Seremos colocados no meio de um turbilhão de almas e teremos que atravessá-lo.”

“Isso não deveria ser um problema para vocês, que já enfrentaram vários desafios aqui no Limbo,” disse a Guardiã das Virtudes.

Lily Sangrenta olhou em volta, absorvendo a beleza do Vale da Virtude. O brilho suave da luz, o farfalhar das folhas ao vento e o doce perfume das flores criavam uma atmosfera quase etérea. Ela trocou um olhar com Kaizen, que estava ao seu lado, sentindo a tensão em seus ombros diminuir gradualmente.

“Vamos então,” disse Kaizen, sua voz firme, mas com um tom gentil. “Temos um caminho a percorrer.”

Og’tharoz liderou o grupo, avançando pelo caminho de luz que se estendia à sua frente. Cada passo parecia ser absorvido pelo chão, como se estivessem caminhando sobre nuvens. A Guardiã das Virtudes os observava partir com um sorriso sereno em seus lábios.

“Kaizen,” chamou Lily Sangrenta, quebrando o silêncio. “Você acha que estamos prontos para o que vem a seguir?”

“Sim, acredito que estamos. Não importa o que enfrentemos, temos uns aos outros. E isso é o que realmente importa.”

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