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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 874

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874: Primeiro Círculo, Limbo (Parte 2) 874: Primeiro Círculo, Limbo (Parte 2) Todos eles avançaram pelo Portão da Coragem, seus passos ecoando na vastidão deserta do Limbo.

O castelo à frente deles era uma fortaleza imponente, cada pedra transbordando uma história antiga e misteriosa. Enquanto caminhavam, um sentimento de admiração e respeito tomou conta do grupo. A missão deles era clara, mas a jornada havia apenas começado.

Kaizen, sempre atento, olhou ao redor, observando cada detalhe da arquitetura. As paredes eram adornadas com relevos detalhados que contavam histórias de almas antigas e seus atos corajosos.

O silêncio prevalecia, interrompido apenas pelo som de seus próprios passos.

Alina, com os olhos brilhando de curiosidade, aproximou-se de uma das paredes, passando os dedos pelos entalhes. “É incrível pensar quantas almas já passaram por aqui antes de nós”, comentou ela, sua voz sussurrando com admiração. “Essas histórias, essas lições… é como se o próprio castelo estivesse vivo.”

Og’tharoz, com uma expressão mais sombria no rosto, concordou com a cabeça. “Cada pedra, cada portão, tem um propósito. Este lugar não é apenas um edifício; é um teste, um teste da nossa determinação e força.”

Xisrith, sempre prático, olhou para o próximo portão. “Precisamos continuar. O tempo não está a nosso favor.”

O grupo se aproximou do segundo portão, marcado com o símbolo da sabedoria. As portas estavam cobertas de símbolos enigmáticos e textos antigos, escritos em uma língua que parecia viva. Uma voz suave e sábia ecoou das profundezas do castelo.

“Para passar pelo portão da sabedoria, você deve resolver o enigma que guardo”, anunciou a voz, trazendo uma atmosfera de mistério.

Kaizen deu um passo à frente, seus olhos fixos no portão. “Qual é o enigma?”

A voz respondeu, lenta e pensativa. “Eu sou algo que quanto mais você tem, menos você sabe. O que sou eu?”

O grupo ficou em silêncio, ponderando a questão, e obviamente Alina foi a primeira a falar. “Pode ser conhecimento. Quanto mais aprendemos, mais percebemos o quanto não sabemos.”

Jayaa concordou. “Faz sentido. A busca pelo conhecimento é interminável, e quanto mais procuramos, mais percebemos o vasto desconhecido.”

Kaizen concordou, aproximando-se do portão. “Nossa resposta é conhecimento.”

O portão começou a abrir, a voz sábia soando novamente. “Você entendeu a essência da sabedoria. Você pode passar.”

Com o portão da sabedoria para trás, o grupo seguiu para o próximo desafio. O terceiro portão estava adornado com o símbolo da justiça. As portas foram esculpidas com cenas de julgamentos e balanças, representando a busca pelo equilíbrio e pela verdade.

Uma voz firme e imparcial ecoou do portão. “Para passar pelo portão da justiça, você deve provar que pode julgar de forma imparcial e justa.”

À frente deles, três figuras nebulosas apareceram, cada uma representando um caso a ser julgado. A primeira figura era um homem idoso, acusado de roubar para alimentar sua família. A segunda era uma mulher jovem, acusada de trair seu reino por amor. A terceira era um soldado, acusado de desertar em meio à batalha com medo da morte.

O grupo discutiu cada caso, pesando os fatos e circunstâncias. Lírio Sangrento, com sua voz calma e determinada, falou por todos.

“Para o homem idoso, a justiça está na misericórdia. Ele roubou por necessidade, não por malícia. A jovem mulher deve ser perdoada, pois seu crime foi motivado pelo amor, não pela intenção de trair. O soldado deve ser entendido, pois a guerra testa os limites de todos, e sua deserção foi por uma razão válida.”

A voz do portão respondeu, satisfeita. “Você demonstrou a verdadeira essência da justiça. Você pode passar.”

O grupo seguiu adiante, deixando o portão da justiça para trás. O próximo desafio era o portão da temperança, representado por figuras de pessoas em meditação e equilíbrio. A voz que ecoava era serena e controlada.

“Para passar pelo portão da temperança, você deve demonstrar autocontrole e equilíbrio.”

À frente deles, uma mesa apareceu, repleta de tentações: comida, bebida, riquezas e poder, manifestadas na forma de vários itens Lendários, Divinos e até um marcado [???]. Cada membro do grupo teve que resistir à tentação que mais os atraía.

Kaizen, com seu foco inabalável, ignorou a mesa. Ele não precisava de mais itens.

Alina, embora tentada pelos livros raros ali colocados, livros que nem mesmo ela havia lido, manteve-se firme, lembrando-se de sua missão.

Og’tharoz foi atraído pelo amor. Sob a mesa estava a chave para o primeiro círculo, mas ele sabia que não era real e a ignorou.

Sucessivamente, todos foram tentados com algo que era importante para eles, mas todos resistiram.

A voz serena falou novamente. “Você mostrou verdadeira temperança. Você pode passar.”

Com o portão da temperança para trás, o grupo avançou para o portão da esperança. Este estava adornado com cenas de renascimento e luz, um símbolo de renovação e fé no futuro. A voz que ecoava era calorosa e inspiradora.

“Para passar pelo portão da esperança, você deve mostrar que mantém a fé mesmo nas situações mais desesperadoras.”

À frente deles, a paisagem mudou para uma de completa desolação. O céu estava nublado e cinza, e a terra estava árida e sem vida. Eram as figuras deles mesmos, uma após a outra, implorando por ajuda.

Kaizen, com seu espírito inabalável, manteve a esperança viva em seu coração. “Não importa quão escuro seja o momento, sempre há uma luz no fim do túnel.”

Lírio Sangrento, com seus olhos brilhando de determinação, acrescentou. “Devemos acreditar que nossos esforços trarão um futuro melhor, mesmo quando tudo parece perdido.”

Andrew e Xisrith concordaram, suas vozes firmes. “A esperança é a última coisa que morre. Sempre há um caminho, uma solução, se acreditarmos.”

A voz calorosa respondeu. “Você manteve a esperança viva. Você pode passar.”

O grupo, agora mais unido do que nunca, avançou para o penúltimo portão, o da fé. Este portão estava adornado com cenas de devoção e espiritualidade, um símbolo de crença e confiança. A voz que ecoava era reverente e sagrada.

“Para passar pelo portão da fé, você deve demonstrar sua crença em algo maior que você mesmo.”

Cada membro do grupo pronunciou uma curta prece ou meditação, conectando-se a suas crenças pessoais. Kaizen, embora pragmático, reconhecia a importância da fé em algo maior, porque sua mãe, especialmente após o acidente que teve, passava horas, dias, semanas orando por seus filhos.

A voz sagrada falou novamente. “Você mostrou verdadeira fé. Você pode passar.”

Finalmente, o grupo se aproximou do último portão, o do amor. Este portão estava adornado com cenas de afeto, sacrifício e compaixão. A voz que ecoava era suave e gentil.

“Para passar pelo portão do amor, você deve mostrar quem merece verdadeiro amor e compaixão.”

À frente deles, figuras desconhecidas apareceram. A primeira, uma mãe com uma criança nos braços; a segunda, um homem abraçando a bandeira de uma nação; finalmente, uma mulher ajoelhada e, atrás dela, uma figura demoníaca a abraçando.

“Apenas dois desses cenários estão corretos.”

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