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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 857

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  3. Capítulo 857 - 857 Acima das Nuvens 857 Acima das Nuvens Kaizen sentiu uma
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857: Acima das Nuvens 857: Acima das Nuvens Kaizen sentiu uma onda de alívio quando viu Alina intervir e ajudá-lo. Seus olhos se encontraram por um breve momento, trocando uma comunicação silenciosa carregada de confiança, e sem hesitar, Kaizen concentrou-se em sua energia psíquica, formando um campo de força ao seu redor enquanto enfrentava a entidade que havia possuído o Imperador.

A entidade, percebendo a mudança na situação ao olhar para o rosto de Kaizen, sorriu de forma sádica, desafiando Kaizen com seu olhar penetrante e sua voz profunda ecoando pelo salão.

“Você não pode me deter, Psyker!!! Sou mais velho e poderoso do que você pode imaginar!”

Kaizen não respondeu com palavras, mas com ações. Erguendo sua mão direita, ele concentrou uma esfera de energia azulada, brilhante e pulsante.

A entidade riu, um som gutural que fez os guardas elfos se contorcerem ainda mais. “Você é apenas um mortal tolo, pensando que pode desafiar um ser como eu. Não adianta ter grande poder se você não sabe como usá-lo.”

Sem mais delongas, Kaizen lançou a esfera de energia em direção à entidade, que reagiu com surpresa ao receber o ataque de frente. A esfera atingiu a entidade diretamente no peito, provocando uma explosão de luz e energia que iluminou todo o salão.

No instante seguinte, Kaizen se envolveu em uma aura e, com um impulso poderoso, voou em direção à entidade, agarrando-a pelo pescoço com uma mão enquanto a outra segurava firmemente a esfera de energia.

“Se você está tão confiante de que é mais forte, por que quer fugir?” Kaizen perguntou firmemente, sua voz ressoando com autoridade. Ele podia sentir a força da entidade tentando se libertar, mas estava determinado a impedi-la de causar mais danos.

Com uma mudança súbita de direção, Kaizen começou a subir, destruindo o teto do palácio com isso e levando a entidade com ele em direção ao céu.

A resistência da entidade era formidável, mas Kaizen estava determinado a afastar essa ameaça do palácio para que seus amigos pudessem resolver a situação com o portal e os outros elfos possuídos.

Enquanto voavam pelo céu noturno, a escuridão ao redor da entidade lentamente se dissipava, revelando seus contornos e sua verdadeira forma. Era uma criatura horrenda, com asas negras e garras afiadas, sua pele tingida de sombras profundas que pareciam absorver a luz ao redor. Não restava nenhum vestígio da consciência do imperador com quem Kaizen estava falando.

Kaizen sabia que não podia subestimar essa entidade. Era uma ameaça real e poderosa, capaz de causar destruição em uma escala sem precedentes, então ele focava sua energia em não deixá-la escapar.

Eles voaram mais e mais alto, e a entidade começou a lutar violentamente, tentando se libertar do aperto de Kaizen. Suas garras afiadas arranhavam a pele de Kaizen, mas ele ignorava a dor, focado em sua missão. Sua barra de vida não estava baixa o suficiente para que ele se preocupasse.

Finalmente, eles alcançaram uma altitude considerável, muito acima das nuvens. Kaizen olhou nos olhos da entidade, vendo a malícia e a sede de poder refletidas ali.

“Você não vai escapar!” declarou Kaizen com voz firme.

A entidade rosnou. “Sou imortal”, rugiu. “Você não pode me destruir.”

“Não se preocupe, não quero destruí-lo, quero saber por que você não me diz onde está Týr.” Kaizen disse e soltou a entidade.

O inimigo caiu por alguns metros, mas então Kaizen o pegou em pleno ar.

“E se você não me der a resposta que preciso, vou deixá-lo cair daqui ou até mais alto, para que o corpo que você tomou não possa sequer caminhar.”

A entidade se contorcia na mão de Kaizen, uma mistura de ódio e medo refletida em seus olhos tão negros quanto a noite sem estrelas. “Você é um tolo se acha que pode torturar apenas com medo. Eu sou a sombra que se estende por séculos neste mundo, a escuridão que engoliu toda a luz que estava aqui. Você não é nada comparado a mim!”

Kaizen manteve sua expressão impassível, mas por dentro sentia o peso da responsabilidade de enfrentar um ser tão antigo e poderoso que ele nem conseguia discernir o que era.

“Seja uma sombra, um demônio ou escuridão, não me importa. Sua presença é uma ameaça que não posso ignorar. Onde está Týr? Responda-me, e talvez possamos encontrar uma solução menos drástica.”

A entidade soltou uma risada rouca, ecoando pelo vazio do céu noturno. “Týr está além do seu alcance, ele é um deus, algo que vocês mortais não podem compreender.”

Kaizen apertou ainda mais seu aperto ao redor da entidade, sentindo sua resistência gradualmente diminuir. “Não me subestime. Já enfrentei inimigos mais poderosos do que você. Se você não colaborar, não hesitarei em agir.”

A entidade olhou para Kaizen com uma mistura de desprezo e curiosidade. “Você tem coragem, mortal. Mas coragem não é o suficiente para me fazer temer você. Týr é muito mais importante do que você pode imaginar, por que você acha que ele se escondeu tão longe de casa?”

Kaizen franziu a testa, tentando decifrar as palavras enigmáticas da entidade.

A entidade sorriu, revelando presas afiadas e olhos cintilantes. “Ahh! Você realmente pensou que ele estava apenas pensando e veio para um passeio para nunca mais voltar, não é? Vocês, mortais tolos, estão apenas começando a entender o que está em jogo, pena que será tarde demais quando o Ragnarok finalmente acontecer.”

Kaizen sentiu um calafrio percorrer sua espinha, mas sacudiu a cabeça e descartou as ideias que essa criatura estava tentando colocar em sua mente. “Cale-se! As vidas que você destruiu… Você deve pagar por elas!”

A entidade soltou uma risada cruel. “Vidas? O que são as vidas de seres como nós? Estamos além dessas trivialidades. Você quer saber o que eu sou, não é? Sou algo que já estava aqui quando os deuses chegaram. Eu era apenas uma faísca do que sou hoje, mas com o tempo evoluí e me tornei forte. Na minha concepção e perspectiva, sua vida, até mesmo a de um Psyker, é tão efêmera quanto a vida de uma abelha.”

Kaizen cerr…

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