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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 856

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  3. Capítulo 856 - 856 Entidade obscura 856 Entidade obscura O Imperador da
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856: Entidade obscura 856: Entidade obscura O Imperador da Névoa sentiu-se instantaneamente sobrecarregado pela força sobrenatural do Psíquico Kaizen. Seu corpo estava agora completamente à mercê do poder do outro homem.

Os olhos do Imperador, normalmente calmos e penetrantes, refletiam uma mistura de choque e indignação. Ele havia enfrentado muitos desafios ao longo de sua vida como líder, mas nunca se encontrara tão vulnerável na frente de alguém como estava naquele momento.

O ar no grande salão parecia congelar enquanto Kaizen levantava o Imperador pelo pescoço, sua expressão mesclando determinação e um toque de desdém.

Os guardas ao redor sacaram suas armas, mas antes que pudessem agir, uma onda de energia invisível os repeliu contra a parede, deixando o confronto restrito aos dois.

O Imperador, com os olhos arregalados e a respiração ofegante, tentou falar, mas as palavras mal saíam de seus lábios, apertados pela mão de Kaizen.

O Psíquico era uma força da natureza, uma manifestação de vontade tão poderosa que o próprio ar parecia tremer ao seu redor.

“Você acha que pode me intimidar, Imperador? Que pode esconder a verdade atrás de suas palavras vazias de poder?” Kaizen falou com uma voz fria e cortante, sua presença emanando uma aura de poder psíquico que fazia o Imperador sentir como se estivesse sendo esmagado por uma montanha.

O Imperador tentou se libertar, mas era como lutar contra correntes de ferro invisíveis. Seus olhos, agora cheios de desespero e fúria contida, encontraram os de Kaizen, buscando um vislumbre de compreensão ou piedade, mas apenas encontraram um abismo implacável de poder.

“Você… não entende… o que está em jogo…” As palavras do Imperador saíram como sussurros sufocados, mas Kaizen não parecia disposto a ouvir cada uma nem que fosse trovão.

“Ou você está comigo, ou está contra mim, Imperador.” Kaizen apertou um pouco mais, fazendo o Imperador sentir sua falta de ar se tornar agonizante. “Você entende isso agora?” ele perguntou, sua voz fria ecoando na sala do trono.

O Imperador conseguiu articular algumas palavras entre os dedos de Kaizen. “Você… não pode fazer isso. Eu sou… um líder… não posso me submeter… a chantagem.”

Kaizen inclinou a cabeça levemente, como se considerasse as palavras do Imperador. “Chantagem implica que eu quero algo em troca de você. No entanto, tudo o que eu quero é informação. Informação que você se recusa a me dar.”

A expressão do Imperador endureceu, uma mistura de determinação e desafio cruzando seus olhos. “Não vou ceder à sua pressão. Onde o Deus Týr está é informação que não posso revelar, não importa o que você faça, ou então…”

Kaizen soltou uma risada cínica.

“Psíquico, se você… continuar por esse caminho… não haverá retorno,” alertou o Imperador, seu tom sério e firme. “As consequências de suas ações serão sentidas não só por você, mas por todos os mundos… O Psíquico relacionado aos deuses é… o fim dos tempos.”

Kaizen deu de ombros, aparentemente indiferente aos avisos do Imperador. “Consequências fazem parte do jogo, Imperador. E eu estou disposto a enfrentá-las para alcançar meu objetivo.”

A tensão na sala do trono era palpável, cada respiração parecia carregada de eletricidade. O Imperador e Kaizen, dois homens poderosos em lados opostos da mesma moeda, estavam se confrontando em uma batalha de vontades e poderes.

“Você não… entende,” insistiu o Imperador, seus olhos fixos nos de Kaizen. “O Deus Týr não é um ser com quem… você pode se relacionar… Ele é uma força primordial, antiga e imprevisível… Sua busca por ele trará Ragnarok e… eu não vou permitir isso!”

Foi então que algo inesperado aconteceu. Uma intensa escuridão começou a emergir ao redor do Imperador, irradiando uma energia que parecia repelir a força de Kaizen.

Kaizen franziu a testa em surpresa diante da resistência inesperada e soltou o Imperador, caindo de joelhos no chão.

O Imperador, seus olhos preenchidos pela escuridão, levantou-se e falou com uma voz que ecoou pelo salão, carregando uma autoridade que fez até mesmo Kaizen hesitar por um momento.

“Você não deveria ser assim, Psíquico. Você deveria ser bom, a ponte entre os mundos natural e sobrenatural, mas você está agindo egoisticamente e com imprudência!” A voz grossa disse, e era claramente uma voz diferente do Imperador da Névoa.

“Quem, ou melhor, o que, você é?” Kaizen perguntou, revirando os olhos.

A entidade sorriu enigmaticamente, seus olhos brilhando com uma luz negra que parecia absorver toda a luminosidade ao redor. “Não importa quem eu sou. O que importa é o que eu posso fazer.” Sua voz era profunda, reverberando no espaço do salão como um eco escuro.

Kaizen ergueu uma barreira mental, preparando-se para qualquer ataque que a entidade pudesse lançar contra ele.

“Quando eu me livrar deste receptáculo frágil,” a entidade falou, referindo-se ao corpo do Imperador, “eu tomarei posse do seu corpo, Psíquico. E então, verei o mundo através de seus olhos, controlarei suas ações e usarei seu poder para alcançar meus objetivos.”

Kaizen recuou instintivamente, percebendo a gravidade da situação. Ele havia enfrentado muitos desafios em sua jornada como Psíquico, mas nada parecia tão malévolo, nem mesmo demônios.

Enquanto Kaizen se preparava para lançar um contra-ataque, a escuridão que emanava do corpo do Imperador se espalhou pela sala do trono como uma névoa baixa. Os guardas elfos, que até então haviam ficado imóveis diante da cena, começaram a tremer violentamente, seus olhos refletindo a escuridão que os oprimia.

A entidade levantou a mão, e a escuridão se concentrou em um ponto central na sala. Uma fissura escura se abriu no chão, revelando um portal para um reino escuro e desconhecido. Uma voz sussurrante e arrepiante ecoou do portal, prometendo poder e conhecimento além da compreensão humana.

Os guardas elfos, agora totalmente dominados pela escuridão, avançaram em direção ao portal como marionetes controladas por cordas invisíveis. Seus olhos brilhavam com uma luz negra, e suas vozes se juntaram em um coro macabro que ecoou pelo salão.

De repente, no entanto, correntes douradas apareceram no portal, como uma ferida sendo costurada.

Naquele momento, Kaizen olhou para trás e viu Alina com os olhos brilhando e movendo as mãos para formar um círculo mágico.

“Vá em frente, Kaizen, afaste essa entidade daqui! Eu cuidarei do portal pelo qual ela pretende escapar!”

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