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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 829

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  3. Capítulo 829 - 829 Revelação e um acordo 829 Revelação e um acordo O
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829: Revelação e um acordo 829: Revelação e um acordo O silêncio na taverna tornou-se quase palpável depois de Valthorn acusar Kaizen de trapaça. Os olhares dos espectadores oscilavam entre o elfo enfurecido, o anão incrédulo e o estranho sereno.

Kaizen manteve-se calmo, mas seus olhos revelavam uma faísca de impaciência. “Trapaça?” disse Kaizen, erguendo uma sobrancelha. “Prefiro acreditar na sorte, Valthorn, não em trapaças.”

Talfor, o anão, rapidamente interveio, erguendo as mãos em um gesto de pacificação. “Não houve trapaça aqui, Valthorn. Este é um jogo de habilidade e estratégia, não de conluio.”

No entanto, as palavras do anão não acalmaram Valthorn. A frustração dominava suas feições, e a lâmina de sua espada tremia levemente em sua mão. Ele estava indisposto a aceitar a derrota, e suas acusações ecoavam na taverna. A agitação perturbava o estalajadeiro, que sabia que se uma batalha começasse dentro da taverna, tudo seria destruído. O anão de barba ruiva atrás do balcão aproximou-se da mesa de jogo com uma expressão preocupada, observando a situação se desenrolar.

“Acalmem-se, rapazes, não deixem que o jogo vire uma confusão. Lutem com cartas, não com lâminas”, aconselhou o estalajadeiro, a voz rouca.

Valthorn manteve seu olhar fixo em Kaizen, ignorando as palavras do estalajadeiro. Com um movimento lento, ele levantou sua espada e apontou na direção do forasteiro.

“Sei que você está envolvido nisso, anão! Você ajudou este forasteiro a trapacear! Admita!”, rosnou Valthorn, com os olhos faiscando de raiva.

Talfor não recuou. Seu rosto carrancudo agora estava tingido de indignação. “Se você quer resolver isso com uma briga, Valthorn, deveria ter dito isso desde o início.”

O resto da taverna assistia atentamente, alguns cochichando entre si, enquanto outros seguravam com força suas canecas de cerveja, receosos de que a situação pudesse escalar para algo mais perigoso.

Kaizen, percebendo que as coisas estavam prestes a sair do controle, levantou-se lentamente de sua cadeira, mantendo os olhos fixos em Valthorn. Sua postura era calma, mas sua atenção estava totalmente voltada para o elfo.

“Não há necessidade de violência, Valthorn. Aceite a derrota como um cavalheiro e volte à mesa. Talfor jogou bem, e eu apenas segui as regras do jogo”, disse Kaizen em tom calmo, porém firme.

Valthorn, no entanto, não estava de forma alguma interessado em ouvir o pedido de desculpas de Kaizen. Ele avançou em direção a Kaizen, derrubando a mesa pelo caminho, e sua espada cortou o ar com ferocidade. No entanto, Kaizen nem sequer se moveu ou usou quaisquer habilidades para detê-lo, pois Talfor interveio à frente e protegeu Kaizen com seu próprio machado.

Um estrondo alto ecoou pela taverna quando as duas lâminas se chocaram. O choque metálico repercutiu pelas paredes envelhecidas de madeira da taverna, um som que parecia despertar o ar ainda. Os olhares atentos da audiência estavam fixos na cena que se desenrolava no centro do estabelecimento.

O estalajadeiro colocou as mãos na cabeça e virou-se, assustado.

Talfor, com sua estatura imponente, ficou entre Valthorn e Kaizen, segurando seu machado como um escudo protetor. Seu olhar ardente mostrava que ele estava preparado para a batalha, mas uma incerteza ainda cintilava em seus olhos.

“Por que diabos você está ajudando esse forasteiro? Você nem conhece as verdadeiras intenções dele, anão Talfor!”, rugiu Valthorn, sua voz ecoando na taverna.

O velho anão manteve seu tom de voz profundo como resposta: “Não preciso conhecer as intenções do Kaizen para saber que ele venceu justamente e que você está agindo de forma tola!”

Valthorn, enfurecido, apertou o cabo de sua espada. “Não é sobre o jogo! Eu estou falando do motivo dele estar aqui. Por que você está protegendo esse estranho, Talfor?”

Kaizen, até então em silêncio, interveio com um sorriso enigmático. “Valthorn, você também não conhece minhas verdadeiras intenções. Talfor está apenas agindo de acordo com as circunstâncias.”

As palavras de Kaizen ficaram no ar, e o elfo por um momento ficou sem palavras. A tensão na taverna cresceu, e os cochichos se intensificaram, com os outros elfos negros indecisos sobre se deveriam agir ou não. Valthorn claramente não estava disposto a se render.

“Eu sei por que ele está aqui”, disse Valthorn com convicção. “Ele está atrás do senhor. Ou você vai negar isso, forasteiro?”

Kaizen não se abalou, sua expressão permaneceu inabalável. “Não, Valthorn, eu não vou negar. Estou aqui com um propósito, e o senhor está envolvido. Se ele é tão autoritário quanto você diz e como você demonstra, eu sem dúvida o matarei.”

Os olhos de Valthorn faiscaram com uma mistura de raiva e surpresa. “Você admite! Então, Talfor, você está protegendo um assassino!”

Talfor ergueu uma sobrancelha, lançando um olhar de desaprovação para Valthorn. “Não é meu papel julgar os motivos dos outros. Só deixe o Kaizen dizer o que quer por ter ganho a aposta!”

O elfo negro, ainda segurando firmemente sua espada, olhou furiosamente para Kaizen. “Não sou ingênuo, estrangeiro. Assassinos como você se escondem nas sombras, disfarçados de heróis. Não vai me convencer tão facilmente.”

Naquele momento, a tensão no ar atingiu seu ápice, como uma tempestade prestes a estourar. Os murmúrios dos espectadores aumentaram; alguns cochichavam entre si, especulando sobre as verdadeiras intenções do Kaizen. A poucos passos, o estalajadeiro observava a cena com os olhos arregalados, na esperança de que a violência fosse evitada.

Talfor, determinado a manter a paz, interveio mais uma vez. “Valthorn, mesmo que suas suspeitas sejam justificadas, agora não é hora de agir impulsivamente. Kaizen te derrotou no jogo justamente, e é assim que devemos resolver nossas diferenças.”

O elfo negro resmungou, mas sua expressão de fúria diminuiu ligeiramente. Ainda segurando sua espada, olhou para Kaizen com suspeita. “Fale, estrangeiro. Por que você está realmente aqui? Qual é sua conexão com o senhor?”

Kaizen suspirou, como se resignado a esclarecer os mal-entendidos. “Primeiro, quero falar com a pessoa mais sábia do mundo e, se essa pessoa não for o senhor, ele deve conhecer a pessoa certa…”

As palavras de Kaizen pareceram insuficientes para Valthorn, que franziu a testa desconfiado. “Por que deveríamos acreditar em suas palavras, estrangeiro? Como sabemos que você não está aqui para manipular as coisas a seu favor?”

Kaizen sorriu, um sorriso enigmático que parecia carregar consigo uma vasta experiência. “Acredite ou não, Valthorn, a verdade sempre se revela a seu tempo. Não estou aqui para enganar, mas para ajudar.”

Valthorn hesitou por um momento, espada ainda desembainhada. Sua expressão mostrava conflito interno, entre desconfiança e o desejo de evitar um confronto desnecessário com alguém que parecia tão poderoso.

“Você terá sua chance, estrangeiro”, advertiu Valthorn, mantendo-se alerta. “Mas de forma alguma permitirei que você mate o senhor.”

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